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#diáriodeviagem: embarque e washington
sexta-feira, 30 de agosto de 2013 at 17:29
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Passado todo o perrengue com o visto do Canadá e o passaporte, voltei pra SJC pra ver mamys, terminar de fazer a mala (não tinha incluído calçados - e acabei esquecendo meu all star em SP...) e ir pra SP. Mandaram o ônibus extra pro aeroporto e cheguei tranquila em GRU. Tanto que nofim deu tempo de fazer a mão em um dos salões de lá. Não é aquela maravilha, mas já tinha umas 02 semanas que não fazia e minha mão tava trevas!

No check in perguntei se estava tudo bem minha volta ter menos de 01h de conexão e a moça me garantiu que com 50min seria possível fazer qualquer conexão em Atlanta. Acreditei e resolvi não estressar até a volta.

O vôo foi tranquilo, consegui dormir bem até. Aparentemente fomos o único vôo internacional a chegar em Atlanta naquela hora, a imigração estava muito vazia! Passei muito rápido por lá, a esteira estava tranquila e despachei a mala de novo (note o singular do termo, haha!). Fui para meu portão de embarque e tive a triste constatação que em ATL não tem wi-fi de graça=( E fiquei um tempão esperando a conexão para Washington!

A chegada em Washington é bem legal (ao menos pelo Reagan Airport), o avião sobrevoa uma parte da cidade e passa pertinho do Pentágono! Depois me falaram que é um dos aeroportos de pouso mais difícil nos EUA porque tem muita restrição de espaço aéreo (por causa dos orgãos do governo no entorno).

Desembarquei e peguei um taxi. Não acreditei quando procurei na internet que o taxi sairia baratinho, mas não é que foi mesmo? O aeroporto é de um lado do rio e eu fiquei perto de Capitol Hill, atravessei boa parte da cidade e paguei uns USD 20. Bem bom o valor.

Escolhi o Hosteling International porque parecia bem limpinho e bem localizado, além de que os HI sempre têm um bom serviço pra alberguista, a recepção sempre ajuda a escolher passeios, etc.

Como cheguei antes do horário de check in, deixei minhas malas no maleiro e fui até a Union Station comprar passagem para a Philadélphia (próximo destino). Aproveitei para dar uma volta pela estação, bem grande e cheia de lojas. Já sai comprando, claro!

Depois fui almoçar num pub irlandês que parecia bem honesto. A comida não foi uma maravilha, mas deu pro gasto.

Uma coisa que surpreendeu é que Washington é muito quente e úmida! Sai do aeroporto me sentindo melada já! Foi meio sufoco andar até o Capitólio, que nem era tão longe da Union Station... O sol não estava tão forte, mas o ar... Foi o tempo de chegar, tirar umas fotos e voltar pro ponto de ônibus antes de morrer assada!

Em Washington tem 02 linhas de ônibus que ligam lugares mais turisticos por USD 1 cada passagem. Não é ótimo? Descobri chegando lá que uma delas passa perto do hostel e foi uma mão na roda pra explorar a cidade!

Voltei do passeio pra pegar a chave do quarto e me trocar, pôr um shorts bem fresco e ir explorar o resto da cidade. No fim, descobri que é muito fácil andar por lá, é tipo NYC, mas com quadras mais vazias e maiores.

A primeira impressão que tive quando cheguei é que a cidade fosse ser meio morta, não tem tanta gente na rua, os prédios são enormes, achei que nunca ia conseguir andar por lá. De fato cansa andar ainda mais no calor, mas tem bastante prédio comercial no centro e dá pra se entreter numa tarde na cidade.

No dia seguinte fui visitar a Casa Branca e Georgetown, o bairro onde fica a universidade de mesmo nome, a primeira universidade jesuitica do país. A Casa Branca foi bem o que eu li que seria, super turistico e você vê a parte de tras de longe, das grades.

Sabia que ia encontrar um bairro jovem em Georgetown, mas encontrei um bairro bombando! É lá que estão as pessoas! E todas as lojas possívei e imaginaveis. E os restaurantes. E o bairro é uma graça, apesar de super cheio de morro (meio cansativo de zanzar). Fiz muitas compras, inclusive meu ipod touch (red) <3 Aproveitei pra almoçar num restaurante vietnamita e comer pho, mas não me impressionei. Acho que foi o restaurante, não o prato. Tenho que ir pro Vietnã provar agora!

Na volta, parei numa loja para comprar uma camera nova. Foi bem assim: tava no ônibus, vi a loja e desci no próximo ponto, haha! O bom é que o ônibus seguinte foi de graça, o sistema tava quebrado. O bom é que o ônibus não te deixa na mão, ele roda sem cobrar até o destino final;)

that would be me. bye!

#diáriodeviagem: muitos apuros ANTES de embarcar
quinta-feira, 29 de agosto de 2013 at 12:13
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Eu sou a primeira pessoa a admitir que pedi meu visto para o Canadá super em cima da hora. Porém, também fiz de tudo para que o consulado pudesse me entregar o passaporte antes da minha viagem. Ainda assim, tive muitos problemas com o VAC, a central de solicitação de vistos.

Entrei com o pedido em 15 de julho e me deram prazo máximo de resposta em 15 dias utéis. Com embarque marcado para 08 de agosto, dava com uma folguinha ainda para me responderem. Perguntei se precisava preencher o formulário de urgência e me disseram para ficar tranquila. Olhem bem, eu perguntei e me asseguraram que estaria tudo em dia. Acompanhei pelo site a tramitação e parecia tudo dentro dos conformes.

Na data que me deram de prazo, nem sinal de passaporte. O VAC tem uma central telefônica que não ajuda em nada. Não sabem dar uma informação sequer correta!! O e-mail também não é muito eficiente, demoram para ler e responder, mesmo se mandado com urgência. Não existe uma opção de falar diretamente sem ser comparecendo na central, que é na puta que pariu da Berrini.

Pois bem, enviei todos os documentos e cartas pedidos e ainda assim o VAC não foi muito útil pra me ajudar, a não ser quando resolvi ir até lá brigar. Porra, paguei R$ 75 pra eles me ajudarem e eles não fizeram NADA!!! Será essa central só mais um meio de extorquir pobres viajantes? Porque no fim, foi isso que senti.

Liguei na embaixada que me instruiu a fazer uma reclamação formal para eles. Acho que foi só assim que consegui a liberação do meu passaporte. No dia do meu embarque.

Os consulados têm que ter em mente que não são somente órgãos burocráticos. Pagamos pelo serviço e queremos o mínimo de qualidade. Eles são um dos primeiros contatos que temos com os países, são um cartão de visitas que deveriam ser melhor instruídos para representar esses países...

No fim, consegui chegar em casa a tempo de me despedir da minha família. E o ônibus para o aeroporto quase atrasou. Ameacei um barraco na rodoviária e mandaram ônibus extra. Só assim pra esse povo trabalhar? Passaro Marron inútil!!! Com sorte, sai com antecedência e o embarque foi tranquilo. Mas precisava de tanto perrengue?

that would be me. bye!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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