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everybody hurts
sábado, 22 de novembro de 2014 at 00:06
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Todo mundo er ser amado nessa vida.

Preste bem atenção na voz passiva.

É óbvio que eu não quero namorar um tosco. Ninguém quer. Eu quero uma pessoa legal. Eu nem deveria ter que dizer isso. Mas parece que as pessoas não entendem isso.

Eu tenho o direitoe ser amada. De querer alguém pra me amar. O quão difícil é entender isso?

Eu já provei que eu posso muitas coisas na vida. Tenho emprego, posso me sustentar, tenho família e amigos. Eu posso conquistar o mundo ao meu jeito se eu quiser.

Eu já tenho quase tudo. A coisa que me falta agora é alguém que goste de mim do jeito que eu sou. Alguém que me aceite. Sem esse bullshit de "seus amigos e sua família te amam". Eu sei que eu tenho essa sorte de ter relacionamentos funcionais com amigos e famílias.

Mas eu tenho um IMENSO azar no amor. Nunca vou conhecer alguém com tanto azar na vida. Não sei se é dedo podre, se eu que sou insuportável (mas eu acho que não, vde a quantidade de amigos que eu tenho) ou se é simples e pura injustiça do mundo.

Uma louca faz o namorado passar por detector de mentira e arranja um marido. Um louco psicopata na cadeia não só tem uma legião de fãs, como consegue uma pra se casar com ele. Qual o meu problema, de verdade? Óbvio que eu não quero uma pessoa louca, e a julgar pelo fato de que tem mais gente forado que dentro de cadeias e hospícios, não deveria ser tão difícil achar alguém normal pra me amar. Mas é. IMPOSSÍVEL. Não acontece. É um sufoco pra conseguir um date, com quem quer que seja. Tô usando tanto Off (repelente) assim?

Cansei. Cansei de tentar. De ser legal. De ser complacente com o mundo. Eu tento, e MUITO. Mas nada do que eu possa fazer parece me ajudar a arranjar um namorado. O que eu tenho de tão errado? Por que um cara com quem eu saia e ache legal não pode gostar de mim?

O último me trocou por uma hipótese. Como se eu não fosse boa o suficiente mesmo diante da perspectiva da eterna solidão (dele). Melhor não ficar comigo, melhor ficar sozinho. Bacana. Não é suficiente eu ser legal, inteligente, bem resolvida, boa de cama, equilibrda, iindependente. Na boa, sou uma namorada fantástica. Mas nada disso é suficiente. Eu não preencho requisitos o suficiente, aparentemente.

O que oo mundo quer? Eu não vou ser a menina tonta e trouxa. Eu so bem legal, mas eu não sou burra. Não sou pra ser feita de trouxa mesmo. Vai ver é isso. As pessoas gostam de gente que não seja um desafio. Miolo de pão, que pode ser moldado e jogado fora.

Ou eu sou errada mesmo. Não posso ser eu. O prego pra fora da tábua.

Não sei, já cansei de pensar nisso e não chego a nenhuma conclusão boa. Porque tudo o que eu queria é que alguém me aceitasse. Dissesse que tudo vai ficar bem. Talvez brigasse comigo. Me desafiasse. Sei lá. Alguem pra preencher a solidão, o coração, uma tarde fria. Pra dormir de conchinha. Me empurrar pro meio da cama quando eu rolo pra cima durante o sono. Que me fizesse tomar conta das contas da casa. Fazer supermercado de gente grande. Adotar um gato. E cuidar do gato. Não quero que concorde comigo sempre. Nem que vote igual a mim. Quero que me faça pensar. E sonhar também.

Porque é muito ruim sentir que o muno te rejeita exatamente por aquilo que fazz de você o que você é.


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that would be me. bye!

no kids policy
segunda-feira, 10 de novembro de 2014 at 10:00
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Não quero ter filhos. Nunca quis, nunca quererei. No começo eu não suportava crianças. Acho que nem quando eu era criança eu gostava delas. Depois, aprendi a suportar. Mas não tenho a paciência necessária para lidar com seres que agem de forma aleatória e sem obediência.

Ter filhos é mais que parir. Mas acho a idéia da gravidez aterrorizante. É um ser humano dentro de você. Algo meio alien. Tipo o do filme mesmo. Aquele que rasga a incubadora humana no meio pra nascer. Não é a realizdade, mas eu odiaria sentir algo mexendo dentro de mim. Saber que tem outro ser ali dentro da minha barriga.

Tem também a questão de educar para o mundo. Criar esse ser que fará parte desta sociedade global. Definir a sorte de uma pessoa.

A gente tem que escolher as batalhas na vida, e essa não é a minha. Não nasci pra acordar de 3 em 3 horas pra alimentar um serzinho. Gastar o meu suado dinheirinho em fraldas. deixar de fazer uma viagem porque a não dá pra levar criança ou porque eu não posso deixa-la sozinha por longos períodos de tempo.

Eu acho que quando a gente se propõe a fazer algo, tem que fazer bem feito. Eu vi meus pais trabalhando muito pra dar ensino de qualidade pra mim e pro meu irmão. Pra dar uma boa casa e uma boa alimentação. Deixando de ter luxo pra gente ter o que vestir e o que calçar. Ter estabilidade.

Eu não sou irresponsável, até pelo contrário, mas eu não quero ter certas limitações na minha vida. Sim, eu quero ser egoista neste ponto e é por isso que eu não quero ter filhos. Não acho justo com eles e nem comigo.

O que não quer dizer que eu não tenha o direito de ser feliz com alguém que pense como eu. Cada vez mais vejo por ai histórias de casais que resolveram não ter filhos. E são muito felizes. Eu tenho direito a ter essa história também.

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that would be me. bye!

You'll never know how much you mean to me
quinta-feira, 6 de novembro de 2014 at 10:30
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Odeio quando alguém de quem eu gosto, mas com quem eu não posso ficar, diz que gosta de mim. Sério, eu não entendo o que impede as pessoas de serem felizes juntas, mas eu aprendi que se alguém não quer ficar com você, você não pode força-la. E também não pode ficar esperando indefinidamente.

Escolhi seguir o meu caminho, porque ninguém vai me levar por ele. Deixar o que pesa para trás e seguir em frente.

Não é fácil, porque sempre vou lembrar daquele primeiro encontro, das marcas de batom, das noites muito quentes dormindo junto. Mas se eu não imaginei isso antes de te conhecer, quem sabe aconteça de novo com alguém que queira ocupar o seu lugar. Não vai ser fácil, mas tem que ter um começo. Uma nova história esperando para ser escrita.

Você vai ser feliz, eu espero, porque você merece. Merece alguém que entenda a sua história, que te admire, que queira te fazer feliz. Que entenda que você precisa de amor e de companheirismo, e de alguém que te faça rir e ver que a vida é mais do que trabalho (não trabalho de profissão, mas de batalha pelos sonhos - é também aproveitar a vida, o que ela te oferece de bom no meio do caminho).

Eu também mereço, e é isso que eu escolho fazer agora. Te deixar partir e partir em outro rumo. Procurar alguém que também me faça rir, com quem dormir seja bom em qualquer situação, que vai me fazer viajar pra um lugar nunca pensado antes, que vai me fazer pular de um penhasco lá no mar. Ou que vai me fazer comprar um apartamento pra morar num colchão por meses até eu decidir qual a cama perfeita. E a tv que só vai ficar na sala e um closet que vai ocupar o quarto que deveria ser de hóspedes.

De tudo, eu espero que a gente possa ser feliz separado como a gente foi junto.

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i am freaking ready / it's time
terça-feira, 4 de novembro de 2014 at 10:31
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Sabe como dizem que quando o homem está pronto para se comprometer ele se compromete e sossega com a mulher que estiver do seu lado, independente de ser o amor da sua vida?

Pois é, eu não sou homem, mas acho que cheguei nessa fase da vida. Todo mundo quer um amor pra esquentar a cama, mas existe aquele momento em que você simplesmente está pronto pra isso. Pra viver um relacionamento, pra se comprometer, abrir mão de algumas coisas em prol de uma vida a dois.

Isso não quer dizer abrir mão de si, dos sonhos, de ficar com qualquer um. Quer dizer estar pronto pra sossegar, ver que as outras peças da vida estão encaixadas e que só falta essa.

Claro que isso não significa ficar com qualquer pessoa, mas estar pronta para deixar uma pessoa boa entrar na sua vida. Deixar de esperar o impossível e enxergar que a vida é feita do possível.

Pra mim, é ver que eu já provei que eu consigo fazer o que eu quero da vida. de conhecer meus próprios limites. E de estar satisfeita com todos os outros aspectos da vida. Da casa estar organizada só esperando um último detalhe.

Eu nasci pra ser monogama não só porque eu sou muito fiel e honesta, mas porque eu detesto ter que ficar conhecendo um monte de gente nova, ficar indo em primeiros encontros. Eu entendo que é parte da vida e que é assim que a gente conhece gente nova, mas eu de verdade odeio conhecer gente nova. Odeio. Eu super me contento com meus amigos, eles são sensacionais. Mas são meus amigos, então, apesar de odiar sair com gente nova, eu me forço a isso. Eu sei que é isso que gera grande parte da minha frustração e decepção quando um relacionamento não dá certo, porque eu realmente me desgasto conhecendo gente nova, mas é parte dessa vida.

Mas mais do que querer acabar com essa agonia de conhecer gente nova, realmente acho que é a hora. Que eu tô pronta pra isso, pra uma nova fase da vida. Acho que a gente nunca deve fazer nada que não queira fazer, que temos que estar prontos para aquilo que nos propomos a fazer. Eu estou. Apesar de odiar essa parte da procura.

Já disse que odeio conhecer gente nova? Mas tamos ai, I'll do what it takes. Só assim pra conseguir o que quero.

that would be me. bye!

about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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