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#rotaroots meme: 7 dicas do contra
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014 at 10:30
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Depois do hiato de temas, o grupo volta com várias opções, e começo com esse, porque afinal, sou do contra, hehehe...

1. Lana del Zzzzz

Chata. Cara de velha. Clipes feios. Seríão, nunca entenderei o que veem nessa pessoa. Fiquem com a Britney, porfa.

2. Destinos de viagem exóticos

A blogosfera precisa de mais diversidade. Pessoal só vai pra EUA, Europa Ocidental, Cancun... Por mais viagens a Escandinávia, cortina de ferro, Ásia, África! Trabalhos voluntários, viagens de imersão... Brasileiro precisa muito aprender a viajar, a aproveitar de verdade as viagens que faz. Mas por favor, procurem um bom agente de viagens. Um verdadeiro consultor. Vocês não se arrependerão de gastar um pouco mais pra ter dicas valiosas e fazer a sua viagem muito melhor.

3. Viva o Android!

Tenho um iPod touch e não consigo gostar de mexer no ios. Em uma viagem mexi por horas em um iPad e queria morrer (porque só tinha isso). Agora meus aparelhos com Android... Só amor <3. Gosto de eles são acessíveis em vários níveis, são altamente customizáveis e com muitas opções.

4. Comida japonesa de verdade

Nada de sushi e sashimi. Teishoku de empanados, lamen, domburis. É isso que faz a verdadeira culinária japonesa diária. E nada de frutas tropicais e laticinios! Ah, e por favor, se for comer só sushi e sashimi, pelo menos saiba apreciar o que é bom de verdade. Salmão não conta, ok? Uma lista pra você se inspirar.

5. Geléia de mocotó e cartilagem de frango

Povo quer ter pele, unhas e cabelo bons mas não querem comer o que de verdade faz bem. Como geléia de mocotó desde criança e adoro. Tem consistência de gelatina, cor de chá preto e gosto de açucar. E vem do osso de boi, tem colágeno! E a cartilagem de frango também, além da textura que eu acho uma delícia, hehe. E bem, tem gosto de frango. Sempre que volto pra casa daminha mãe ela compra o frango desossado e o osso com a cartilagem pra cozinhar. Me acabo de comer! E olha,só elogios pro cabelo, pra pele e pras unhas ;). 32 com carinha de 25 *cof cof*

6. Pela universidade pública

A universidade pública émuito importante. Leiam esse texto para entender. Não é sobre pessoas mais inteligentes, é sobre o futuro da nação.

7. Abaixo o Paris 6!

Definição de overrated é esse restaurante. Ele não é ruim, mas tá longe de ser ótimo. Existem outras muitas opções iguais ou um preço muito melhor e sem a fila de espera ridícula. Se for, pelo menos admita que não é pela comida, é pra ver e ser visto.

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that would be me. bye!

#euvi: interstellar
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 at 11:31
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Em geral não sou muito fã de filmes de ficção científica. Nunca consegui ver Star Wars inteiro, não curto Jornada nas Estrelas, nem fui ver Gravidade. Alias, tinha um mínimo de interesse pelos efeitos visuais do último, mas gongaram tanto a história que bodiei.

Então nem dei muita bola quando saiu Interstellar... Até todo mundo falar que a história era boa e ver alguns reviews na tv. Pelo que entendi, havia o apelo cientifico de Gravidade, mas com um fundo emocional para a história. Acho que fi a cena em que o pai está falando com a filha no quarto que me convenceu a ir ver no cinema.



Interstellar se passa num futuro não muito distante, quando a humanidade se volta para a terra e para a Terra (há!), deixando de lado a busca desenfreada por avanços tecnológicos. Cooper é um ex engenheiro da NASA que vira fazendeiro com o sogro e os dois filhos adolescente. A vida é uma eterna luta de sobreivência contra as intempéries do mundo. O que importa é sobreviver, plantar, lutar contra pragas, acordar sem saber se há um futuro.

Cooper nunca superou seus dias de piloto da NASA, ainda mais no marasmo que a vida se tornou. Mas isso muda quando, depois de uma tempestade de areia, ele e a filha acham no chão do quarto dela as coordenadas para um ponto desconhecido da região. Embarcam na aventura de procurar o que pode ser aquilo e acabam em uma base secreta da NASA. Lá, descobrem que existe um projeto para procurar outros planetas habitáveis no resto do universo.

É ai que a coisa fica bem legal. Usando teorias reais e outras definições de física, Cooper embarca na aventura de buscar 3 outros astronautas que foram enviados uma década atrás para analisar as possibilidades existentes, entrando por um wormhole, um "portal" capaz de ligar 2 lugares muito distantes no universo em questão de segundos.

Eu sempre fui muito burra de matemática,o que me impossibilita de entender física, mas sempre fui fascinada por buracos negros, super novas e vida fora da Terra, e é mais ou menos isso que o filme explora, as possibilidades e dificuldades em outras galaxias, em lugares tão longe que ainda são impossíveis de serem alcançados.

E meu, tem um buraco negro lindo e ameaçador no meio do caminho deles!

Confesso que ainda não entendi o fim direito, e que eu conheço a teoria da relatividade, mas nunca entendi direito como ela faz pra funcionar, mas ó, filmão, super indicado, faz até filosofar!


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Orlando sem carro
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 at 10:30
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Orlando não é uma cidade para pedestres. As vias são para carros. São avenidas largas demais. Só de olhar dá preguiça de atravessar a rua. É preciso ser maratonista pra conseguir atravessar no tempo do farol.

Contudo, é possível visitar a cidade do Mickey sem carro e sem estar num grupo com ônibus fretado.

Eu não dirijo, e a última vez que fui pra lá, fui com uma amiga que também não tinha confiança de guiar em um lugar desconhecido. E nos viramos bem. Mas é preciso bastante planejamento.

O ruim de viajar sem carro é a falta da opção de fazer tudo ao seu tempo. Você tem que seguir um roteiro para conseguir otimizar tempo e dinheiro.

Nossos objetivos era: visitar a Disney, os parques da Universal, o Sea World e fazer compras no Premium da Vineyard e no Florida Mall.

Claro que foi muito mais fácil planejar uma vez que eu já tinha uma boa noção da cidade.

Para visitar a Disney, ficamos em um dos hotéis dentro do complexo Disney. Optei por esse jeito porque o complexo dá transporte coletivo entre todos os hotéis e os parques (até os aquáticos). Assim, podiamos acordar quando quisessemos e sair dos parques também na hora que bem entendessemos. Além de dispor do Extra Magical Hour, uma hora antes da abertura ou depois do fechamento dos parques só para quem está em um dos hotéis Disney. Fora que ficando em um dos hotéis deles, eu podia pedir para que minhas compras fossem entregues no hotel, em cada loja que eu ia. É bem mais tranquilo para andar nos parques (quem não está hospedado pode pedir entrega na porta do parque, mas tem horário pra ir buscar).



O Premium Vineyard é o maior dos dois Premiums da cidade, e fica bem perto da Disney. Então o deslocamento seria menor. Taxi não foi problema, pegamos um depois do almoço no Animal Kingdom e voltamos com outro da porta do outlet até nosso hotel. A única coisa foi ter que carregar um monte de sacolas (mas a julgar pelo número de roubos aos carros nos estacionamentos, foi um transtorno necessário).

Depois que visitamos a Disney, mudamos de hotel. Pegamos um taxi e fomos para um hotel na International Drive, uma via extensa com muitos hotéis. Fiquei no Rosen Inn que é na porta do Pointe Orlando, um complexo comercial, com Wal Greens do lado e Pizza Hut perto. Escolhi o hotel porque vi que eles ofereciam transporte gratuito para a Universal e para o Sea World. Exige um pouco de pesquisa, mas valeu a pena. Eu nem tinha escolhido por causa do Pointe Orlando, mas foi bom por tudo o que tinha perto. Tinha até um bar com comida muito bom!



Deste segundo hotel, visitamos os 02 parques da Universal (01 em cada dia), o Sea World e o Florida Mall. Para o Florida Mall ainda fomos de ônibus, mas eu sabia que tinha essa linha que passava lá, senão teria ido de taxi. A volta foi de taxi e super tranquila. Compramos malas lá no shopping e foi mais tranquilo de fazer compras. Depois foi enviar elas no taxi e ir embora.

Lógico que nesse esquema você fica sem tanta liberdade de ir e vir, mas é super possível e não encarece a viagem.

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that would be me. bye!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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