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blogagem coletiva #rotarots: trazendo de volta uma nda do passado
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 at 10:30
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Oun que esse mês acho que consigo fazer mais temas do grupo por motivos de: gostei muito.

Então bora pra mais um do Rotaroots: se pudesse, que banda traria de volta, do passado?

Nossa, foi muito fácil escolher essa: SAVAGE GARDEN!



Pra quem é 9nivh@, o SG foi uma dupla australiana dos anos 90 (segundo wiki, ficaram juntos de 1994 a 2000) que lançou algumas das melhores baladas do universo: Truly Madly Deeply (que tocou no último episódio da pimeira temporada de Dawson's Creek) e I Knew I Loved You. Eles lançaram só 2 álbuns, mas são dois cds que você pode pôr pra tocar e não se preocupar de pular músicas!

Darren, o moreno, era o compositor e vocalista, e Daniel, o loirinho, era o instrumentista e "produtor". Juntos, tornavam a música incrível. As letras do Darren são fantásticas, e o gênio musical do Daniel dava corpo e a melodia certa para eles.

Os dois também eram muito opostos. Darren gostava muito dos holofotes, dos shows, e Daniel prefria curtir a música, produzir, ficar mais nos bastidores. Eles vieram promover o segundo cd no Brasil e fizeram um show fechado, mas logo depois eles se separaram.

O cd de estréia é muito dançante e Truly... destoa do resto do conjunto por ser uma balada típica, sem firulas. A letra é uma declaração de amor para a então mulher de Darren, que ele namorou desde os tempos de colégio. Do cd ainda saram I want you, sobre um sonho muito louco (e outro dia ouvi em um taxi), e Beak me, Shake me, que não é muito famosa mas é uma das minhas favoritas, super dançante!



O cd seguinte, Affirmation, tinha o desafio de superar o sucesso do cd anterior. Começou bem, com The Animal Song, do filme The other sister, que sempre tocava na rádio (pelo menos no meu intercâmbio). Pra mim é a sintese do gênio criativo do Daniel aliado às ótimas letras de Darren: com esse título, remetendo a liberdade de um animal na floresta, a instrumentalidade transparece essa selva, essa vivacidade, um desejo de ser livre como um animal. Mas ainda assim, para selar o sucesso definitivo, tinha também I knew I loved you, que o próprio Darren definia como a Truly... do novo cd. E depois de um tempo ele admitiu que a gravadora o pressionou a compor algo assim, e que ele o fez sem muita motivação, ou seja, não tem um significado como a antecessora.



O que não quer dizer que não haja muita música boa nesse cd, porque tem sim! Ele é mais sombrio porque retrata uma época em que Darren se divorciou e mudou para NYC. O processo criativo era na internet, com Daniel do ourto lado do mundo. A faixa título é uma das mais animadas e é uma lista de verdades sobre a vida, é uma das minha inspirações no dia a dia. Tem a linda Two beds and a coffee machine, que foi gravada em uma tacada só e é sobre abusos em um relacionamento, The lover after me e Hold me, que foi o último single (o vídeo foi gravado só com o Darren).

O motivo da separação real nunca ficou claro, porque o Daniel disse que não esperava o fim e o Darren partiu pra carreira solo logo depois, mudou pra Inglaterra e há pouco tempo se casou com um dos caras que era se assistente / parceiro criativo. Daniel continuou na Austrália e se dedica a produção de artistas locais.

Eu era apaixonada por eles, amo a música até hoje e sinto falta de bandas que circulem no pop mas que tenham esse som fresco, animado, eletrônico, mas com letras profundas. Fiquei arrasada quando eles acabaram, troquei muitas cartas com uma amiga que também era fã na época, fiquei inconsolavel. E o show deles era fantástico, super produção, e nunca passou por aqui =(

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that would be me. bye!

volta, inverno!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015 at 10:30
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Moro num país tropical, nada abençoado por Deus ultimamente...

Quem me conhece sabe que amo o frio desde sempre. Não gosto de suar, de pegar condução cheia de gente suando e as vezes fedendo e não gosto de roupas de verão.Tudo bem que eu não gosto de congelar de frio, mas convenhamos, o frio no Brasil é bem suportável.

O problema do inverno no Brasil é a falta de estrutura pra lidar com o frio. A gente não precisa de aquecimento central, mas um aquecedorzinho pra esquentar o banheiro no banho e o quarto pra cair no sono não seriam nada maus. Mas a gente não tá acostumado e algumas casas e prédios simplesmente não aguentam esse tipo de uso de energia.

Meu sonho era ir pra um lugar muito frio, frio mesmo, de nevar, mas de nevar muito. Realizei junto com o sonho de estudar no Canadá em 2006, e foi o melhor inverno da minha vida! Fazia 30 graus negativos na rua, mas nos lugares fechados fazia uns 20 positivos <3 Sem contar com a aclimatação com o tempo, que me permitiu sair um dia de 7 graus lá fora só de jeans e camiseta, sem as camadas de cebola que nos acompanhavam no pior do inverno (de graus negativos, claro).

Eu gosto de formas estruturadas, de tecidos gossos, de cores de inverno escuras e quentes. E eu gosto de sentir friozinho, de m cobrir a noite, de abraçar sem ficar melado. De comida de inverno, cheia de calorias <3 Confesso que no calor fico com quase nojinho de sexo, de suar profusamente na cama... Eu não nasci pro calor.


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new beginings
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 at 10:30
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Quando essa coisa de blog começou, junto com o bug do milênio, a gente escrevia diarininho. Contava como era o nosso dia e talz. Outro dia estava numa dessas listas nostalgicas do Buzzfeed e fiquei imaginando uma vida pós anos 90 sem agendas e diários de papel. A geração mais nova sabe o que é escrever seus sentimentos sem medo de ser julgada? Ou contar seu dia só pra deixar registrado?

Bom, tô desempregada e resolvi tirar um merecido e muito necessário período sabático. Não vai ser aquela coisa linda que a gente vê por ai com viagens e gastança, sou pobre e minha maior "sorte" é poder tirar o seguro desemprego, mas vou dizer que tô feliz. Tô aliviada de pela primeira vez na vida me sentir livre pra fazer aquelas coisas que a gente sempre se promete e nunca acha tempo pra fazer: dormir melhor, comer melhor, passar em médico, ir no dentista...

Comecei passando num endócrino. É um ai que uma blogueira famosa falou sobre. Eu não teria passado nele se a Nicas não tivesse falado bem. E olha, costumo confiar na opinião dessa menina (uma das minhas pessoas favoritas pra seguir no twitter). Marquei a hora e fui com muita expectativa.

Eu realmente acho que esperei por um santo milagreiro. A consultadecepcionou um pouco? Decepcionou sim, mas não foi ruim. Na verdade ele foi muito acima da maioria dos médicos que eu já me consultei antes, em qualquer especialidade.

Não sou mais 9vinha (apesar de já terem me dado quase 10 anos a menos por causa dessa cutis sensacional *flips hair*) e depois dos trinta, ó, só morro abaixo na questão metabólica.

Tá, sou sedentária e reclaminha. Mas como já tinha lido, o médico joga limpo. Simpático mas duro na queda. Conversamos sobre estilo de vida, opções disponíveis e realidade de emagrecimento. Nada nessa vida que valha a pena é fácil.

Assim ele me pediu uns exames, mas já me passou uma dieta e rotina de exercícios. Tudo negociado. Assim eu escolhi começar com dieta de pontos, que nada mais é do que contar calorias. Descartei a de proteinas por enquanto porque me conheco e não funciono com regimes totalitários. Cortar carboidratos seria não poder tomar nem um bom suco de laranja nunca mais (que drama), então prefiro reduzir quantidade do que eliminar alimentos.

Ele também pediu pra fazer exercicíos. O ideal seria fazer musculação. Já faço pilates 1x por semana (pode rir mesmo), então perguntei como posso começar leve. Vou começar com caminhadas. E pro meu alívio, nem precisa ser muito. Acho que o problema sempre é achar que o esforco vai ser demasiado pra motivação.

Agora tô na casa da mamãe aproveitando os últimos momentos de liberdade alimentícia. Não que eu vá comer um banquete todos os dias, mas quero aproveitar dias sem ter que me preocupar em contar calorias antes de pegar firme da proposta.

Cenas dos próximos capítulos...

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that would be me. bye!

about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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