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#euvi: a teoria de tudo
sábado, 21 de fevereiro de 2015 at 10:30
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Com o Oscar esse fim de semana me toquei que não escrevi sobre o filme que mais esperei pra ver nesses últimos tempos: "The theory of everything".

O filme é baseado no livro "Traveling to infinity: my life with Stephen", a biografia escrita pela ex-mulher de Stephen Hawking e conta não só a história do cientista mais pop da nossa época, mas como Jane,sua primeira mulher, foi pivotal para que continuasse produzindo mesmo quando a doença tomava conta de seu corpo.

A história em si é um drama de relacionamento, pois não é fácil cuidar de alguém com uma doença tão debilitadora quanto a esclerose lateral amiotrófica (aquela mesmo do desafio do balde de gelo), aindamais com uma mente tão brilhante.

O que impressiona mesmo, e é o que eu mais queria ver, e que faz o filme valer todos os centavos gastos no ingresso, era a interpretação do ator, Eddie Redmayne, fazendo o Stephen paralizado. E realmente, ele não decepciona. Não só paralizado, a interpretação dele é cativante e surpreendente. Em entrevista, o ator disse que o que queria mais transparecer nesse filme era apersonalidade, o humor e o sorriso do cientista, e olha, ele conseguiu. Que sorriso!

Pra mim, fiquei impressionada em como ele consegue passar as emoções mesmo parado, só com alguns movimentos do rosto, e isso me fez me apaixonar pelo ator e pelo filme!

Domingo agora é a cerimônia do Oscar, e claro que Eddie Redmayne está indicado como melhor ator. Já ganhou Globo de Ouro, SAG e Bafta, não preciso ver outros filmes pra saber que essa é uma das melhores interpretações da história do cinema e que merece o prêmio!


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that would be me. bye!

meme #rotaroots: 5 Filmes para o Oscar da sua vida
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015 at 10:30
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Eu já fui bem mais cinéfila, do tipo que assinava revista de cinema e sabia todas as produções, ia er os filmes e me importava de verdade. Continuo gostando, mas assisto bem menos e nem sei o que está pra sair mais. Mas tem sempre aqueles que marcaram:

1. O clube da felicidade e da sorte

É um filme inspirado em um livro sobre 4 imigrantes chinesas e suas filhas. A partir de uma festa de despedida, elas contam as histórias de cada um, o que cada mãe passou na China que a levou a migrar e como isso influenciou suas novas vidas e famílias nos EUA.

Eu sempre choro muito, desde a introdução! Não sei explicar o que é, se é o drama, as histórias de superação, mas é um filme que me marcou muito desde que vi pela primeira vez, por acaso, na tv. Tenho o livro e o dvd, o filme foi bem fiel à história e emociona muito!



2. Mister Nobody

Esse assisti mais porque era um filme do Jared Leto. Conta a história do último humano mortal na Terra e como era ter uma vida de escolhas. Sim, porque com a imortalidade, tudo é possível: você estuda História hoje e Economia daqui uns 40 anos, e depois de mais uns 30 pode estudar Físicae ai por diante... Enquanto como mortal você tem que escolher, porque não dá pra fazer tudo...

O Mr Nobody então conta uma história com várias vertentes: o que poderia ter acontecido com cada opção que ele teve na vida?

O filme é bem filosófico no fim, e tem certa dose de romantismo. Me fez pensar depois que acabou e em parte é responsável pela decisão que tomei de tirar um período sabático.



3. O noivo da minha melhor amiga

Tem fases na vida que a gente não se encontra e parece que precisa de um espelho pra encontrar o nosso rumo. Esse filme foi meio isso. Ele conta a história de uma menina de 30 anos que tem um caso com o noivo da sua melhor amiga.

Óbvio que eu nunca furei o olho de ninguém assim, mas o filme aborda questões de amadurecimento aos 30 anos: como a gente nunca é maduro o suficiente e como isso assusta quando chegamos aos 30.

Claro que o fato do lindo do Colin Egglesfield estar no elenco ajuda, mas vira e mexe preciso ver esse filme ou reler o livro em que ele é baseado (Something borrowed). É gostos de ver e de ler e, claro, sempre me arranca lágrimas.



4. Uma garrafa no mar de Gaza

Um filme deprodução francesa, sobre a relação entre uma menina israelita e um menino palestino. Eles trocam correspondência depois que ele encontra uma carta numa garrafa no mar de Gaza, sobre como é viver em cada lado da guerra que os dois povos travam no Oriente Médio. Não é sobre ser a favor ou contra, é sobre ver como cada lado sofre, como os civis vivem com medo, como cada um tem seus problemas.

Acho um filme bompra abrir os olhos das pessoas, sobre como árabes não são todos terroristas ou sobre como judeus não são todos metidos.



5. Árvore da Vida

Eu sei, esse filme realmente ganhou Oscar... Mas foi um filme que me marcou MUITO! Todo mundo falava que era chato, de dormir e talz, mas poucos filmes impactaram tanto a minha mente quanto este. É um filme sobre a vida. Não é um roteiro super elaborado, com uma história intrincada. É um filme sobre a vida. Sobre essa família que é como muitas em muitos lugares no mundo. Duas pessoas se conhecem, se casam, decidem começar uma família, as crianças nascem, crescem, a vida caminha.

Tá certo, tem aqueles interlúdios bizarros com o Big Bang e os dinossauros e umas frases filosóficas no meio, mas pramim, tudo se encaixa. Eu chorei MUITO nesse filme, e sempre que eu penso nele, tenho vontade de chorar. É daqueles filmes pra ver em diversas fases da vida, e pra mim ele dá significado para aquilo que vivemos também.

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dietando: 2 semanas
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015 at 10:30
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Resolvi escrever sobre a dieta com algum tempo. Porque acho que o começo é sempre mais fácil, porque tem uma empolgação maior. Depois começa a ficar mais difícil.

2 semanas parece pouco, mas pra quem gosta de comer, até o jejum pra fazer um exame de sangue é uma dificuldade.

Como disse, o começo pareceu mais fácil. Primeira semana foi ok, fiquei na meta. Decidi não contar muito o fim de semana. É muita maldade não me deixar comer no fim de semana também!!!

Como estou em casa por conta, eu que tenho que me virar. E ai percebi uma coisa: sou péssima pra criar menus. E também é difícil pensar em muitas variações sendo sozinha. O mundo não se adapta muito aos solteiros. Ou eles acham que somos todos muito glutões.

Uma coisa boa de anotar tudo o que se consome é ter uma consciência maior de cada coisinha que se come. Eu, por exemplo, como pouco nas refeições. Mas sempre quero comer algo gordinho entre elas. Tipo amendoim. Que eu não sei comer de pouquinho. Ou a batata frita do Mc Donald's. Que eu só sei comer se for a porção maior.

A segunda semana foi mais difícil principalmente em relação aos exercícios. Eu realmente preciso de uma companhia pra me motivar. Fazer exercício sozinha não é só chato. Eu não consigo ter compromisso com algo que eu acho chato de doer! Também jaquei um pouco, sai pra comer fora e talz.

Porém, me olhando no espelho (sem me pesar ainda), acho que desinchei um pouco. Também pode ser efeito de ter parado de tomar pílula (aliás, vou trocar o método anti concepcional em breve, merece um post sobre)...

Ai um dia desses tava na livraria matando o tempo e vi um livro sobre dieta Dukan (de proteínas) e resolvi fazer uma pesquisa. O livro em específico que achei não só explica e dá dicas, mas é também um dia a dia da dieta, o que me pareceu muito interessante. Vou levar a idéia para o médico e ver o que ele acha...

Ah, tô pensando em entrar na dieta da proteína pra ver se consigo me livrar de Whey Protein. PUTA MERDA, como o pessoal consegue tomar isso todos os dias e não desistir??? É INDESCRITIVELMENTE ruim!!!! Nojento!!! Mas né, vou tomar até a próxima consulta porque essa bagaça custa bem caro...

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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