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precisamos falar de feminismo
sexta-feira, 6 de março de 2015 at 10:30
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feminismo 
fe.mi.nis.mo
sm (lat femina+ismo) 1 Sociol Movimento iniciado na Europa com o intuito de conquistar a equiparação dos direitos políticos e sociais de ambos os sexos.

Muita gente ainda acha que feminismo é um monte de mulher queimando sutien em praça pública. As pessoas realmente não param pra pensar (e pensam?) o que aquilo significava naquele contexto histórico. O feminismo está ligado as mulheres pois somos o maior contingente reprimido, mas tem a ver com as minorias também, e não quer a supremacia das mulheres e das minorias sobre os homens brancos héteros cis, muito pelo contrário. O feminismo é sobre a igualdade entre as pessoas.

Eu só posso achar que quem se diz contra o feminismo ou compctua com a repressão dos outros ou é muito ignorante. Aos ignorantes eu digo: por favor, se informem, é para o seu bem também.

A atriz amor-de-nossas-vidas-e-eterna-Hermione Emma Watson é embaixadora das Nações Unidas com a campanha #HeforShe, que busca a igualdade e justiça para todos o genêros, conscientizando os homens em apoio as mulheres. Por causa do machismo, não só mulheres são educadas para serem castas, reprimindo seus desejos mais básicos, ganham menos pelo mesmo trabalho que os homens e são potenciais vítimas de todo o tipo de violência, como os homens também são ensinados a reprimirem seus sentimentos, a se comportarem conforme uma regra e até que eles tem o direito de violentar outras pessoas. Em que mundo podemos achar que isso é certo? No fim, todos sofremos, e o feminismo, e a campanha da Emma, existem para que lutemos pela igualdade entre as pessoas, de serem livres, de se expressarem conforme se sentem, respeitando o próximo assim como gostariamos de sermos respeitados.

Confesso que só entrei em contato com o feminismo a pouco tempo, mas acho importante termos sempre a consciência de que somos todos iguais. Foi o ex namorado de um amigo que introduziu o feminismo na minha vida (ou timeline do Faceook). Um homem, branco, da classe média alta, que estudou na melhor universidade do país e passou em um dos concursos públicos mais concorridos, que primeiro me falou sobre o feminismo. E com muito entusiasmo! Não porque, ao final, ele faz parte de uma minoria, mas porque ele genuinamente achava que é importante a mulher se engajar em um movimento que busca a igualdade para todas as pessoas.

A gente "comemora" esse mês o dia internacional da mulher, ms ainda existe muito para o que lutar. Não é apenas sobre igualdade salarial, mas é pelo direito ao nosso próprio corpo, pelo direito a se sentir segura ao sair de casa, pelo direito de agirmos e nos vestirmos conforme nos sentimos melhor, sem sermos massacradas pela sociedade porque umas gostam de cerveja, outras de sexo, umas de roupas curtas, outras de comer muito, etc...

O feminismo diz respeito a todo mundo, é sobre um mundo verdadeiramente livre, principalmente ideologicamente. Onde a gente não tenha que se preocupar com o que os outros vão falar. Onde sejamos todos julgados apenas por quem somos, e não pelo que somos. Somos todos humanos, um pouco de empatia não faz mal a ninguém.


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that would be me. bye!

set, ready, go!
quarta-feira, 4 de março de 2015 at 10:30
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Então, né, tenho que começar a dieta. E pra coisa andar bem, é bom fazer um diário. A partir do momento que você para pra ver escrito aqilo que anda consumindo, passa a ter mais consciência da sua própria alimentação.

Como eu já tinha mencionado, resolvi fazer a dieta Dukan, a famosa dieta das proteínas. Eu não sou lá muito afeita a dietas radicais, mas conforme o diagnóstico dos meus exames, eu não posso mesmo abusar decarboidratos. Não é só uma questão de perda de peso, é uma questão de saúde do meu fígado.

Resolvi me aprofundar no assunto, já que teria que conviver com isso, e resolvi comprar o livre "60 dias comigo - Objetivo: - 10kg", do próprio Dr Dukan. Ele é tipo um livro de auto ajuda da dieta: ee explica como a dieta vai funcionar e, dia a dia, te acompanha com textos motivacionais e cardápios.
Uma das coisas que acho difícil de fazer é criar cardápios. Me sinto meio perdida porque nunca tive que pensar assim. Comendo fora, cada dia é uma surpresa. Mas como agora sou "a toa", tenho que me preocupar com o que vou comer cada dia. Isso me atrapalhou bastante na dieta que deveria ter seguido mês passado, mas foi uma lição.

O livro não só te dá um cardápio, mas dá a receita para várias coisas diferentes. E é como um guia. Sério, quando se trata de comida, as vezes eu fico meio perdida com tanta opção!

A verdade é que eu adoro comer e essa dieta vai ser uma grande provação. Mas no momento meu corpo tá pedindo, então tô indo com fé!

A dieta consiste de 4 fases, e no livro ele passa por 2: o ataque, que é a semana das proteínas, e o cruzeiro, que é a consolidação da dieta, intercalando dias de só proteina, com dias com legumas e erduras também. Pra mim foi bom ler o livro para entender isso: que a dieta não era puramente restritiva. Ainda assim, arroz, batata, mandioca, pães e esses carboidratos v1d4 l0k4 não são permitidos.

Existe um cálcuo para saber quanto tempo a primeira fase vai durar, baseado em quanto peso cada um quer perder. Graças a Deus, apesar de querer perder muito peso, a primeira fase para mim vai durar só 4 dias. 4 dias onde o único carboidrato que posso comer é farelo de aveia. Prontamente utlizado em uma panqueca/pão para comer com queijos ou presunto magro.

Bom, mas e ai? Eu já comecei, né, e vou relatar aqui o processo.

Dia 0 - as compras

Confesso que não estou seguindo rigidamente o cardápio do livro, mas peguei as receitas que mais me apeteceram e montei um cardápio pra mim. Com isso, fui as compras.

Vou ter que começar a prestar mais atenção não só no que eu compro, mas onde compro e nos valores. Nunca precisei comprar muita comida de uma vez só, então quando ia no super, comprava a marca que parecia mais legal, a marca "lá de casa", sem critério algum. E bem, compra de comida pesa no bolso também.

Também comprei uma balança, pra saber o meu peso.

Dia 1 - dolorido começo

Como falei antes, posso comer 1 projeto de "pão", a panqueca de farelo de aveia dukan. É a primeira receita do livro. A porção dá para 4 pessoas, ou no meu caso, 4 dias. Ideal!

Só não é ideal a receita levar claras em neve e eu não ter uma batedeira em casa. Notem, eu alugo um quarto na casa de uma senhora, que coznha tanto quanto eu, ou seja, nada. Ainda tive sorte de ter uma "pá" pra bater clara em neve. No braço. Já tô pensando na aquisição de um mixer. Aquisição = procurar na casa da minha mãe um que esteja sobrando.

No começo não botei fé na mistura, mas com as claras, a coisa ficou com consistência de massa de panqueca. A primeira ficou meio queimadinha, mas as outrasficaram com uma cara melhor.

O gosto não é sensacional, mas é bem comível. Chao de pão, porque ela fica gordinha e pode ser comida como tal. Dobrei, coloquei queijo e presunto e vambora!

Não tomei nada quente, mas tá muito quente pra tomar coisas quentes! E eu também não lembrei. Quem sabe rola um chá quente no dia seguinte?

Fui pra aula de pilates e a bateção da clara realmente rendeu. Meu braço ficou dolorido e eu nem fiz exercício de braço!

Na volta comprei cebolinha e salsinha picados, que não tinha achado antes, e fiz um molho com azeite e limão. Pra comer com frango. Até queria fazer algo mais elaborado, mas rolou preguiça. Quem sabe outro dia? Mas o frango ficou bem gostosinho. E rendeu. Virou jantar também, hihihi...

Nas refeições, posso tomar suco de limão. Com adoçante. Adoçante my ass! Já não posso tomar suco de laranja! Suquinho de limão com açucar sim. Só um pouquinho, hihihi...

Durante o dia vou tomando meu chá mate sagrado e muita água. Não sei porque, mas deu muita sede o.O. Desse jeito as garrafas de água mineral não darão conta =(

Já peguei mais receitas online de coisas fáceis de fazer, vamos ver se amanhã rola algo menos preguiçoso, né?

Se que com a restrição a saladas, passei o dia ega pensando em um pepino com sal e limão T.T

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that would be me. bye!

(true) friendship never ends
segunda-feira, 2 de março de 2015 at 13:04
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Apesar da fama de mal-humorada e anti-social (e claramente velha que não sabe mais regra ortográfica), eu tenho muitos amigos. Não são só conhecidos, são pessoas próximas, do meu círculo social mais íntimo. Tenho sorte. Ainda mais que depois da época da escola achava que não encontraria mais pessoas de confiança, e a vida memostrou que na faculdade encontramos sim pessoas que vams levar pro resto da vida.

É estranho, porque estava acostumada a lidar com pessoas muito diferentes de mim e diferentes entre si na época da escola. E isso nunca foi um problema. Na verdade, achava o máximo dizer que meu grupo era tão diverso, que eu sempre podia aprender algo diferente com cada um deles. E bem, na vida não é assim? Quer dizer, convivemos mais com pessoas diferentes do que com pessoas parecidas conosco. Certo?

Bom, na faculdade descobri um mundo novo, de pessoas que tinham muito mais a ver comigo. Juro, foi algo assim, mágico. Finalmente, pessoas que me entendam! Que compartilhavam visões de mundo e interesses comigo! Foi um choque.

Na escola estavamos juntos pela convivência. Nos tornamos amigos meio que a força (claro que só cntinuamos amigos porque quisemos). Mas na faculdade a atração era natural. Estavamos ali porque queriamos, e nos tornamos amigos porque realmente tinhamos algo em comum.

E anos depois da faculdade, me acho entre aquele pessoal que dividiu muitos lanches no CA comigo, na mesa de um bar na Vila Madá, comemorando o aniversário de dois deles. Conversando sobre a vida, me atualizando sobre aqueles que não via há algum tempo. Rindo das mesmas coisas, juntos. Dividindo a comida, a bebida, a conta. Sendo parte da vida uns dos outros.

São pequenas coisas que me fazem feliz. Não importa que tenha virado o tempo e que eu tenha passado muito frio. Ou que o corpo já não aguente mais as mesmas porcarias do começo do século. Importa que a galera esteja reunida se divertindo, e que nossos laços continuem os mesmos, ou até mais fortes.

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that would be me. bye!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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