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mudança de hábitos
quinta-feira, 19 de março de 2015 at 10:30
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Depois de passar 4 míseros dias comendo só proteína, comecei a alucinar e sentir falta de salada e de legumes! Eu! Na verdade é falta de opções do que comer. Não sei como passei uma temporada de Japão comendo todo dia a mesma coisa... Fiquei feliz de entrar na fase de cruzeiro e reintroduzir plantas no meu cardápio!

Dia 5 - Salad, at long last!

Acordei em cima da hora pra fazer a mão. Não rolou café da manhã. E também rolou preguiça.

No almoço, mamys preparou a saladinha de sempre. O moço da entrega não mandou o moyashi, mas tudo bem. Já tava feliz de poder comer alface e pepino junto com frango. Assado. Sem pele, mas ok.

A tarde fomos no shopping e rolou meu Starbucks sagrado. Com os brigadeirinhos me olhando e me tentando. Resisti!

A noite, rolou tofu e tako. Amo <3

Dia 6 - Raizes japas salvando!

O aniversário do meu irmão foi mês passado, mas não deu pra comemorar, então comemoramos nesse finde com um Gengis Khan <3 Mamys preparou uma parte pra mim no azeite (porque na versão de casa os legumes e carne são preparados na manteiga). Só amor! Senti falta de comer gohan, mas ok. Por uma boa causa.

Como o almoço saiu tarde, comi ovos fritos mais tarde, antes de dormir.

Eu sei que deveria fazer os dias de só proteínas e proteínas com legumes intercalados, mas não dava pra pular uma refeição de gala dessa forma, hihi...

Dia 7

Dias de preguiça. Nada de café da manhã. Pula direto pro almoço, franguinho assado em casa com vovó. Difícil ver tanta pele de frango e não comer </3

A noite, comi mais frango. Resto do almoço. Frio! Aprendi com meu irmão a fazer isso. Mas confesso que é mais gostoso quando você pode comer com arroz quentinho. E pele </3 </3

Dia 8

Dia de pôr o diu. Acordei em cima da hora. Nem tomei café.

Na volta, no almoço, comi o resto do Gengis Khan. Fui embora e esqueci a "feira"que mamys tinha feito pra mim =( E chegando em SP descobri que o supermercado mais perto tava lacrado pela prefeitura! Me restou ir no japa aqui perto e comer tepan sem arroz...

Dia 9

Por sorte tinha um pedaço de salmão no freezer e isso foi minha salvação pro almoço. Meu irmão passou em casa e trouxe a feirinha da mamys <3 A tarde fui na liba e achei shiratakis e mame <3 A noite rolou ovosfritos...

Dia 10

A dona da casa onde moro lembrou que tem um sacolão aqui perto e fui lá comprar algumas coisas pra comer. Dia lindo pra comer carninha! Resolvi fazer os shiratakis. Odiei. Ainda bem que tinha a carne. E salada. A noite sai pra encontrar um amigo e comi salada da Seleti. Não é ruim, mas o frago poderia ser melhor...

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that would be me. bye!

double d: diu & dieta
terça-feira, 17 de março de 2015 at 10:30
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Sei que as duas coisas não combinam muito, mas achei besteira fazer 2 posts, um pra cada coisa, sendo que nem tenho tanto o que falar sobre cada uma.

Fui colocar o DIU já tem 1 semana. Esperei pra falar mais pra ver os efeitos.

Eu coloquei com uma médica que eu nunca tinha ido, recomendação da minha médica (porque ela não fazia o procedimento na clínica dela). Como ela nunca tinha me visto, fez um exame rápido pra ver se estava tudo certo e planejar como seria a colocação do diu.

Eu não sei outras mulheres, mas eu nunca achei muito confortável fazer papa-nicolau, que é rapidinho. Agora imagina ter que ficar com aquele aparelho "lá" mais do que o "normal"? Patcha desconfortável!

Mas enfim, no exame ela descobriu que meu útero é invertido, o que não é nada ruim, só não é muito comum.

Para colocar o diu ela dá um "beliscão" com um aparelho no útero, que é meio estranho, mas não chega a doer. O diu vem num tipo de aplicador que ela coloca até o útero e deixa só a parte que é o diu em si encaixado no útero. É estranho porque a caixa do produto é enorme! E pronto, acabou, levanta, se veste e vai embora. A recomendação depois do procedimento é tomar um remédio para cólica, só. Ah, e um absorvente porque pode sangrar um pouco.

Eu não tomei nenhum remédio. A clínica é atrás da rua de casa, voltei andando, deitei um pouco, logo fui almoçar e vim embora pra São Paulo. Durante o dia houve um desconforto, mas nada demais, nada de incapacitante. E sangrou só nesse dia. Agora é só felicidade!

Estou há 1 mês e meio sem tomar pílula e ainda não percebi nenhuma diferença na minha pele ou no meu organismo, mas já tomava a muito tempo e talvez ainda demore para dar alguma dferença, se é que haverá alguma.

Sobre a dieta, disse que ia contar como andava, né? A primeira fase finalmente terminou e estou há 10 dias na segunda fase. Mas tenho que contar como foram os últimos três dias da outra fase.

Dia 2

O café da manhá foi de novo a panquequinha com presunto magro. Esquentei a panqueca na frigideira e ficou bom. Talvez ficasse melhor na torradeira, mas não tenho aqui.

De almoço fiz uma parte do salmão que comprei. Fiquei com medo porque nunca tinha feito peixe na vida, vai que não cozinhasse tudo? Mas no fim, deu tudo certo e na verdade, ficou muito gostoso!

A noite, resolvi testar fazer ovos mexidos com um pouco de leite. Fica mais cremoso e até bem gostosinho!

Dia 3 - voltando pra roça

No dia seguinte meu irmão viria pra SP e me buscaria de carro. Tomei meu café de sempre e de almoço, na preguiça, comi outro omelete. Dessa vez incrementei com salsinha e cebolinha. Teria ficado mais gostoso com ervas frescas, mas ok.

A restrição de amidos e farináceos tem se provado um desafio pra minha mãe. Ela me ligou e ficou perguntando o que eu podia comer. Trouxe pra casa umas fatias de lagarto com molho. Tive que tirar o molho.

Dia 4 - finalmente, o último dia!

Acordei e tomei meu café de sempre. Pus a panqueca na torredeira, achei que ficaria mais crocante. Não notei diferença significante. A tarde, sai e fui pro shopping. Comi um michui de frango. Na verdade, comi o frango do Michui. Foi meu almoço AND jantar. Eram 3 cubos grandes de carne, mas deu fome a noite e comi ovo frito a noite.

Conclusão

Essa fase coincidiu com dias em que não tinha muitas coisas pra fazer, então fiquei meio entediada e só pensava em quando e no que ia comer. Teria sido mais fácil passar por esse ataque se tivesse mais atividades, porque foi meio desesperador, o tempo não passava! Mas sobrevivi e sou prova de que força de vontade funciona (tenho que me lembrar mais disso na minha própria vida)!

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backstreet's back, alright!
sexta-feira, 13 de março de 2015 at 11:11
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Não comentei aqui, mas os Backstreet Boys vem ao Brasil em Junho e hoje acabei de conseguir comprar o ingresso <3

E além disso, sem vergonha nenhuma, comprei o Meet & Greet deles (na verdade, a Lec que conseguiu pra mim)!!!!

Não tenho vergonha nenhuma de ter 32 anos e pagar os olhos da cara pra essas coisas!

BACKSTREET, VENIMINNNNNNNNNNNNN!!!!


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#blogagem coletiva rotaroots: melhor show da minha vida
quinta-feira, 12 de março de 2015 at 10:30
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Quem me conhece sabe como gosto de um show ao vivo. Não preciso ser super fã pra me jogar em um show ao vivo.

Para o melhor show da minha vda, viajei para outro país. Um dos shows dos meus sonhos tinha se concretizado: 2 das minhas bandas favoritas estavam fazendo turnê juntos! A #mb20goostour!

Pra ver um show em outro país, há de se requerer muito planejamento! Ajustei minhas férias para um período que coincidisse com a turnê nos EUA e fui ver onde eles estavam passando. Depois de muito Google Maps na cabeça, defini que conseguiria ver 2 shows: um em Bristol, ao lado de Washington DC, e um em Camden, ao lado da Philadelphia.

O primeiro show foi um extase: meu primeiro show em terras estrangeiras, vndo na mesma noite 2 shows que eu mais queria ver! Fui fã brasileira all the way: levei bandeira, pulei, gritei e invadi o pit (hohoho!). Como se não bastasse, claro que tuitei atrás das bandas pra dizer como eu tinha amado tudo aquilo, como era a realização de um sonho e que eu era a menina da bandeira do Brasil enlouquecida =D

Robby (Takac), baixista dos Goo Goo Dolls, me deu reply e disse que me viu na platéia! Dormi mais que feliz aquela noite, exausta e pronta pra acordar cedo no dia seguinte e pegar a estrada pra ir pro segundo show.

Em Camden, fiquei bem no meio da área mais perto do palco (mas atrás do pit), agitando aquela bandeira como se não houvesse amanhã. E eis que entre as músicas, Robby me chamou pelo microfone! "My friend with the Brazilian flag over there!" Tinha contado como tinha tirado férias e viajado só pra vê-los e ele fou ultra simpático! O John ou tava cansado ou tava chapado e só conseguiu dizer "Wow"mas ganhei minha noite naquele momento! Nenhum momento na vida vai superar assistir minha banda favorita e ter o baixista me chamando na galera!!!


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#meme: minha vida em 10 músicas
terça-feira, 10 de março de 2015 at 10:30
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A Nary me marcou no post, e eu que adoro uma lista, estou aqui respondendo hehe.

1. Uma música que lembre um momento bom

Ih, tem várias! Mas vou escolher uma não tão famosona, Collide, do Howie Day. Sempre ouvia na rádio online de Orlando quando fazia estágio na USP, e quando cheguei pro meu intercâmbio no Canadá, era uma das m'sicas da galera. Na páscoa, a galera international organizou um churras e um dos nossos amigos franceses levou o violão. Collide foi um daqueles momentos de rodaque todo mundo cantou junto baixinho... Nunca vou esquecer aquelaarde deprimavera quebecois!



2. Uma música que defina sua vida

Essa é fácil, vivo falando dela: Here is gone, dos Goo Goo Dolls! Simlesmente amo tudo nela, as guitarras, a bateria, o violão e a letra sensacional, sobre descobrir não ser aquilo que os outros procuram/esperam.



3. Uma música que te faz dançar na balada

Hey ya! do Outkast, hihihi... Velhona, mas lembra as baladas de quando eu trabalhava na Disney, galera toda junta shaking like a polaroid picture!



4. Uma música qe foi tema de algum relacionamento

Argh, é uma bosta fazer isso com as músicas, porque depois você nem consegue mais ouvir a dita quando termina o relacionamento =(. A minha era Incomplete, dos Backstreet Boys, quando meu ex foi morar fora. Depois do término nunca mais quis escutar, mas é daquelas que sempre toca nos shows... Argh!!!



5. Uma música que sempre te faz chorar

Nenhuma música sempre me faz chorar, mas vou colocar aqui o momento que chorei com uma música. Foi no show dos Hanson, em 2011, quando o Ike tocou More than anything. Sério, foi tão lindo que chorei de emoção =(



6. Uma música que seria seu toque de celular

Vixe, tem que ser uma música bem barulhenta, porque nunca escuto, hahaha! Algo tipo White Limo, dos Foo Fighters.



7. Uma música que você gostaria de tatuar

Vixe, nunca gostei muito de atuagem de frases, acho, pelo menos não pra mim! Mas se tivesse que escolher, tatuaria partes de Here is gone, porque me identifico muito.

8. Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém

Sempre digo, acho Teenage Dream, da Katy Perry, música pra pegar! Toca na balada e dá vontade de achar um teenage dream por aquele momento, com certeza!



9. Uma música que você está viciada agora

Não chega a ser um vício, mas se ela tocar, vou ficar cantarolando o dia todo. Até paro pra ver o clipe quando passa na tv. É Thinking outloud, do Ed Sheeran. É tipo hipnótica, eu sei que a música vai grudar na cabeça depois, mas não consigo não ouvir!



10. Uma música que faz as pessoas lembrarem de você

Quando estavamos na escola ainda, minha amiga fez uma paródia de Lucky, da Britney Spears pra mim.

"She's so happy
She's so smart
And she laughs, laughs,laugh in her happy life"



Mas na real, qualquer coisa dos Backstreet Boys sempre fazas pessoas lembrarem de mim =P


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sobre métodos anti concepcionais e menstruação
segunda-feira, 9 de março de 2015 at 10:30
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Ultimamente tenho observado mais comentários sobre a questão da menstruação, talvez porque hoje em dia existam cada vez mais tipos de "absorventes". E eu nem tô falando da campanha fail daquela marca lá com a ex-bbb!

Como leio com frequência a Cosmopolitan americana (ela ainda tem mais noção que a Nova), já conhecia a idéia do copo coletor: um copinho inserido na vagina que "guarda" a menstruação por até 10 ou 12 horas, que você retira para esvaziar e limpar e reutilizar... Por até 10 anos! E parece que ele anda ficando bem popular por aqui no Brasil também. Acho que nossa cultura cristã cria ainda uma barreira contra inserir coisas na vagina, mesmo que seja um "absorvente", mas pelo menos entre minhas amigas vejo que a praticidade tem falado muito mais alto quando se trata de higiene e bem estar.

Eu particularmente sempre odiei menstruar. Não é prático, não é útil e me faz desconfortável. Não gosto de usar absorvente externo, interno me incomoda (da última vez mesmo usando um médio - Tampax - o coitado saiu achatado, sem eu realmente fazer nenhuma força pra que isso acontecesse), as vezes vaza e a idéia de um pedação de algodão, úmido, quente, dentro de mim se parecia mais com bomba relógio biológica do que higiene (há ainda quem diga que existem componentes que fazem com que se menstrue mais, para usar mais absorvente e comprar mais).

Então há aguns anos (e antes da introdução no grande mercado do copo coletor) eu optei por não menstruar. Claro que como pessoa responsável (ou quase) eu também estava (mais) interessada na minha proteção, em cuidar pra não ter uma gravidez indesejada.

Passei por algumas pílulas de 21 dias (antes de perceber que eu não tinha que menstruar só porque minha mãe achava que sim) que me deixavam enlouquecida. Nem lembro as marcas, mas sempre tentei as de baixa composição hormonal. Acontece que sem pílula eu não tenho TPM nem nenhuma grande complicação como cólicas fortes ou espinhas. E com a pílula eu só não tinha as espinhas. Tomava uns meses, parava porque não aguentava, esperava até a próxima consulta com a ginecologista e o ciclo se repetia.

Ai fui tentar a injeção de anticoncepcional, que você pode comprar em qualquer farmácia. Custa o mesmo que uma caixa de pílula, mas tem que tomar injeção. Na bunda. Na farmácia. É uma vez por mês só. Mas e pra lembrar todo mês? Também achei que fiquei ainda mais enlouquecida com esse método. E não corta menstruação.

Uma amiga recomendou uma médica na nossa cidade e ela é otima. Simpática, esclarece dúvidas, não tem tabus, não julga. Falei dos meus problemas e preocupações e ela recomendou uma pílula de 28 dias, ou seja, ininterrupta. Corta a menstruação e não tem perigo de esquecer de tomar certo porque você não pára. O ideal é fazer uma pausa a cada 6 meses.

O Elani 28, a tal pílula, foi uma salvação. Sempre que alguém toca nesse assunto falo pra perguntar pra ginecologista se é recomendável no caso das amigas, porque pra mim deu bem certo. Não sinto efeitos colaterais e a dosagem de hormônio também não é alta.

Mas né, é uma pílula e você tem que lembrar todo dia, na mesma hora, de tomar. Na maior parte do tempo eu até lembro. Mas eu não tenho uma rotina fora do trabalho pra dizer que eu sempre estarei perto da cartela e sóbria pra tomar a pílula todos os dias. Se eu coloco na bolsa, esqueço quando estou em casa (e também sempre troco de bolsa), se deixo na mesa do quarto, não consigo tomar no mesmo horário porque não volto pra casa na mesma hora todo dia. E vira e mexe eu esqueço a cartela quando passo a noite fora (pra viajar, ir pra casa da mãe, das amigas, dos peguetes...). Eu sei, não é muito responsável, mas eu sei que tenho uma barreira porque não gosto de tomar nenhum tipo de comprimido (minha mente faz isso de propósito).

Eu já queria um método mais ininterrupto e permanente quando o pessoal começou a falar de DIU e anel vaginal no trabalho. Até então eu conhecia bem só o implante subcutâneo, então foi bom pra poder comparar.

Descartei a idéia do anel vaginal porque ele é mensal e você tira pra menstruar. Ai existe a possibilidade de esquecer de colocar um novo no dia certo. E os hormônios continuam entrando e circulando no corpo.

Quando fui atrás de uma médica para começar a ver de trocar de método anticoncepcional, escolhi uma médica de São Paulo. Novinha, muito simpática, deu muita informação. Mas era muito claro que ela é do lobby do Mirena. Fez uma super propaganda. E ainda falou mal quando falei do implante subcutâneo.

Tenho interesse no implante subcutâneo há muito tempo, mas sempre soube que não era muito barato. Já tinha sondado uma médica sobre ele, mas na época não tinha condições de pagar (e esse era o tipo de coisa que minha mãe era contra e não ia pagar pra mim). O implante é um filamento pequeno inserido embaixo da pele no antebraço. Ele fica queitinho ali liberando pequenas doses de hormônio por até 5 anos.

Quando adolescente já havia lido sobre o DIU (um filamento em formato de T que é inserido no colo do útero), o dispositivo intra uterino, mas naquela época eles eram mais rústicos e ainda havia um certo tabu sobre ele. Mas agora, obviamente, as coisas mudaram e evoluiram. Entrou na jogada o Mirena, um DIU mais moderno e aparentemente, de maior aceitação. E claro, tem todo o lobby da indústria farmacêutica por trás.

Eu já conhecia o DIU de cobre. Ele é um pouco maior que o Mirena e não tem hormônio. É o cobre que impede que o espermatozóide chegue ao óvulo, e mesmo se isso acontecer, ele também dificulta a implantação do embrião no útero. É uma idéia bem interessant, mas é um dos métodos que eu li que mais causa desconforto no começo, e pode trazer mais problemas (mas nada grave). E não é recomendado para quem não teve filhos.

O Mirena é um DIU de hormônio. Ele atua no útero da mesma forma que o DIU de cobre, impede que o espermatozóide avance e cria uma mucosa no utero que impede a implantação do embrião. Como todos os métodos, não é 100%, mas é o mais seguro contra gravidez indesejada (tirando intervenções cirurgicas).

Procurei minha ginecologista de confiança (a que minha amiga me indicou) e realmente ela falou que tanto o implante quanto o DIU eram métodos muito seguros, que não tinham nenhum problema. A diferença fica por conta do implante liberar hormônio no corpo todo, enquanto o Mirena liberar somente no útero. E no meu caso, meu convênio cobre 100% o custo do DIU e da colocação, enquanto que o implante eu teria que comprar (e está na faixa dos R$ 800 - que se diluídos em pelo menos 3 anos, não é nada).

Eu ainda pensei muito sobre qual método eu deveria escolher. Confesso que tinha um certo apego pela idéia do implante pois é um método que me interessou muito desde a primeira vez que ouvi falar, lá nos idos dos anos 90.

Só que a cada dia eu quero menos ter remédios circulando no meu corpo, até porque agora que descobri o problema no figado, é uma questão de saúde.

Optei pelo Mirena principalmente porque ele libera hormônio só no útero (claro que entendo que uma parte deve cair sim na corrente sanguinea, mas é muito pouco) e é um dos métodos anti concepcionais mais seguros. Em grande parte dos casos, também corta a menstruação. E pra mim sai completamente de graça (minha médica de São Paulo disse que o custo total seria de R$ 2000). Reúne então pra mim as questões mais importantes: uma vez inserido, não preciso mais me preocupar em tomar nada (o anticoncepcional tá lá e não vai sair!), não joga hormônio no organismo, é muito eficaz na contracepção, dura 5 anos e pra mim não vai custar nada.

Claro que nem tudo são flores e eu tive que fazer o pedido para outra médica, indicada pela minha ginecologista, e o pedido leva 1 mês e meio pra chegar. Pedi no fim de janeiro e chegou agora. E essa semana vou lá colocar.

Acho sim que é a mulher que tem que escolher quando vai ter filhos e se quer mesmo ser mãe, então quanto mais informação e opções tivermos para nos proteger enquanto ainda não nos achamos capazes dessa posição, melhor.

Tô sim bem empolgada com essa idéia de não ter que me preocupar pelo menos com gravidez por um bom tempo, apesar de uma leve ansiedade sobre a implantação em si (se vai doer, a partir de quando vai cortar a menstruação por completo).

E é bom lembrar: anticoncepcional previne gravidez, mas não protege de DTS, então é imprescindivel, independente do método anticoncepcional, usar sempre camisinha em todas as relações sexuais.

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that would be me. bye!

precisamos falar de feminismo
sexta-feira, 6 de março de 2015 at 10:30
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feminismo 
fe.mi.nis.mo
sm (lat femina+ismo) 1 Sociol Movimento iniciado na Europa com o intuito de conquistar a equiparação dos direitos políticos e sociais de ambos os sexos.

Muita gente ainda acha que feminismo é um monte de mulher queimando sutien em praça pública. As pessoas realmente não param pra pensar (e pensam?) o que aquilo significava naquele contexto histórico. O feminismo está ligado as mulheres pois somos o maior contingente reprimido, mas tem a ver com as minorias também, e não quer a supremacia das mulheres e das minorias sobre os homens brancos héteros cis, muito pelo contrário. O feminismo é sobre a igualdade entre as pessoas.

Eu só posso achar que quem se diz contra o feminismo ou compctua com a repressão dos outros ou é muito ignorante. Aos ignorantes eu digo: por favor, se informem, é para o seu bem também.

A atriz amor-de-nossas-vidas-e-eterna-Hermione Emma Watson é embaixadora das Nações Unidas com a campanha #HeforShe, que busca a igualdade e justiça para todos o genêros, conscientizando os homens em apoio as mulheres. Por causa do machismo, não só mulheres são educadas para serem castas, reprimindo seus desejos mais básicos, ganham menos pelo mesmo trabalho que os homens e são potenciais vítimas de todo o tipo de violência, como os homens também são ensinados a reprimirem seus sentimentos, a se comportarem conforme uma regra e até que eles tem o direito de violentar outras pessoas. Em que mundo podemos achar que isso é certo? No fim, todos sofremos, e o feminismo, e a campanha da Emma, existem para que lutemos pela igualdade entre as pessoas, de serem livres, de se expressarem conforme se sentem, respeitando o próximo assim como gostariamos de sermos respeitados.

Confesso que só entrei em contato com o feminismo a pouco tempo, mas acho importante termos sempre a consciência de que somos todos iguais. Foi o ex namorado de um amigo que introduziu o feminismo na minha vida (ou timeline do Faceook). Um homem, branco, da classe média alta, que estudou na melhor universidade do país e passou em um dos concursos públicos mais concorridos, que primeiro me falou sobre o feminismo. E com muito entusiasmo! Não porque, ao final, ele faz parte de uma minoria, mas porque ele genuinamente achava que é importante a mulher se engajar em um movimento que busca a igualdade para todas as pessoas.

A gente "comemora" esse mês o dia internacional da mulher, ms ainda existe muito para o que lutar. Não é apenas sobre igualdade salarial, mas é pelo direito ao nosso próprio corpo, pelo direito a se sentir segura ao sair de casa, pelo direito de agirmos e nos vestirmos conforme nos sentimos melhor, sem sermos massacradas pela sociedade porque umas gostam de cerveja, outras de sexo, umas de roupas curtas, outras de comer muito, etc...

O feminismo diz respeito a todo mundo, é sobre um mundo verdadeiramente livre, principalmente ideologicamente. Onde a gente não tenha que se preocupar com o que os outros vão falar. Onde sejamos todos julgados apenas por quem somos, e não pelo que somos. Somos todos humanos, um pouco de empatia não faz mal a ninguém.


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set, ready, go!
quarta-feira, 4 de março de 2015 at 10:30
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Então, né, tenho que começar a dieta. E pra coisa andar bem, é bom fazer um diário. A partir do momento que você para pra ver escrito aqilo que anda consumindo, passa a ter mais consciência da sua própria alimentação.

Como eu já tinha mencionado, resolvi fazer a dieta Dukan, a famosa dieta das proteínas. Eu não sou lá muito afeita a dietas radicais, mas conforme o diagnóstico dos meus exames, eu não posso mesmo abusar decarboidratos. Não é só uma questão de perda de peso, é uma questão de saúde do meu fígado.

Resolvi me aprofundar no assunto, já que teria que conviver com isso, e resolvi comprar o livre "60 dias comigo - Objetivo: - 10kg", do próprio Dr Dukan. Ele é tipo um livro de auto ajuda da dieta: ee explica como a dieta vai funcionar e, dia a dia, te acompanha com textos motivacionais e cardápios.
Uma das coisas que acho difícil de fazer é criar cardápios. Me sinto meio perdida porque nunca tive que pensar assim. Comendo fora, cada dia é uma surpresa. Mas como agora sou "a toa", tenho que me preocupar com o que vou comer cada dia. Isso me atrapalhou bastante na dieta que deveria ter seguido mês passado, mas foi uma lição.

O livro não só te dá um cardápio, mas dá a receita para várias coisas diferentes. E é como um guia. Sério, quando se trata de comida, as vezes eu fico meio perdida com tanta opção!

A verdade é que eu adoro comer e essa dieta vai ser uma grande provação. Mas no momento meu corpo tá pedindo, então tô indo com fé!

A dieta consiste de 4 fases, e no livro ele passa por 2: o ataque, que é a semana das proteínas, e o cruzeiro, que é a consolidação da dieta, intercalando dias de só proteina, com dias com legumas e erduras também. Pra mim foi bom ler o livro para entender isso: que a dieta não era puramente restritiva. Ainda assim, arroz, batata, mandioca, pães e esses carboidratos v1d4 l0k4 não são permitidos.

Existe um cálcuo para saber quanto tempo a primeira fase vai durar, baseado em quanto peso cada um quer perder. Graças a Deus, apesar de querer perder muito peso, a primeira fase para mim vai durar só 4 dias. 4 dias onde o único carboidrato que posso comer é farelo de aveia. Prontamente utlizado em uma panqueca/pão para comer com queijos ou presunto magro.

Bom, mas e ai? Eu já comecei, né, e vou relatar aqui o processo.

Dia 0 - as compras

Confesso que não estou seguindo rigidamente o cardápio do livro, mas peguei as receitas que mais me apeteceram e montei um cardápio pra mim. Com isso, fui as compras.

Vou ter que começar a prestar mais atenção não só no que eu compro, mas onde compro e nos valores. Nunca precisei comprar muita comida de uma vez só, então quando ia no super, comprava a marca que parecia mais legal, a marca "lá de casa", sem critério algum. E bem, compra de comida pesa no bolso também.

Também comprei uma balança, pra saber o meu peso.

Dia 1 - dolorido começo

Como falei antes, posso comer 1 projeto de "pão", a panqueca de farelo de aveia dukan. É a primeira receita do livro. A porção dá para 4 pessoas, ou no meu caso, 4 dias. Ideal!

Só não é ideal a receita levar claras em neve e eu não ter uma batedeira em casa. Notem, eu alugo um quarto na casa de uma senhora, que coznha tanto quanto eu, ou seja, nada. Ainda tive sorte de ter uma "pá" pra bater clara em neve. No braço. Já tô pensando na aquisição de um mixer. Aquisição = procurar na casa da minha mãe um que esteja sobrando.

No começo não botei fé na mistura, mas com as claras, a coisa ficou com consistência de massa de panqueca. A primeira ficou meio queimadinha, mas as outrasficaram com uma cara melhor.

O gosto não é sensacional, mas é bem comível. Chao de pão, porque ela fica gordinha e pode ser comida como tal. Dobrei, coloquei queijo e presunto e vambora!

Não tomei nada quente, mas tá muito quente pra tomar coisas quentes! E eu também não lembrei. Quem sabe rola um chá quente no dia seguinte?

Fui pra aula de pilates e a bateção da clara realmente rendeu. Meu braço ficou dolorido e eu nem fiz exercício de braço!

Na volta comprei cebolinha e salsinha picados, que não tinha achado antes, e fiz um molho com azeite e limão. Pra comer com frango. Até queria fazer algo mais elaborado, mas rolou preguiça. Quem sabe outro dia? Mas o frango ficou bem gostosinho. E rendeu. Virou jantar também, hihihi...

Nas refeições, posso tomar suco de limão. Com adoçante. Adoçante my ass! Já não posso tomar suco de laranja! Suquinho de limão com açucar sim. Só um pouquinho, hihihi...

Durante o dia vou tomando meu chá mate sagrado e muita água. Não sei porque, mas deu muita sede o.O. Desse jeito as garrafas de água mineral não darão conta =(

Já peguei mais receitas online de coisas fáceis de fazer, vamos ver se amanhã rola algo menos preguiçoso, né?

Se que com a restrição a saladas, passei o dia ega pensando em um pepino com sal e limão T.T

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(true) friendship never ends
segunda-feira, 2 de março de 2015 at 13:04
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Apesar da fama de mal-humorada e anti-social (e claramente velha que não sabe mais regra ortográfica), eu tenho muitos amigos. Não são só conhecidos, são pessoas próximas, do meu círculo social mais íntimo. Tenho sorte. Ainda mais que depois da época da escola achava que não encontraria mais pessoas de confiança, e a vida memostrou que na faculdade encontramos sim pessoas que vams levar pro resto da vida.

É estranho, porque estava acostumada a lidar com pessoas muito diferentes de mim e diferentes entre si na época da escola. E isso nunca foi um problema. Na verdade, achava o máximo dizer que meu grupo era tão diverso, que eu sempre podia aprender algo diferente com cada um deles. E bem, na vida não é assim? Quer dizer, convivemos mais com pessoas diferentes do que com pessoas parecidas conosco. Certo?

Bom, na faculdade descobri um mundo novo, de pessoas que tinham muito mais a ver comigo. Juro, foi algo assim, mágico. Finalmente, pessoas que me entendam! Que compartilhavam visões de mundo e interesses comigo! Foi um choque.

Na escola estavamos juntos pela convivência. Nos tornamos amigos meio que a força (claro que só cntinuamos amigos porque quisemos). Mas na faculdade a atração era natural. Estavamos ali porque queriamos, e nos tornamos amigos porque realmente tinhamos algo em comum.

E anos depois da faculdade, me acho entre aquele pessoal que dividiu muitos lanches no CA comigo, na mesa de um bar na Vila Madá, comemorando o aniversário de dois deles. Conversando sobre a vida, me atualizando sobre aqueles que não via há algum tempo. Rindo das mesmas coisas, juntos. Dividindo a comida, a bebida, a conta. Sendo parte da vida uns dos outros.

São pequenas coisas que me fazem feliz. Não importa que tenha virado o tempo e que eu tenha passado muito frio. Ou que o corpo já não aguente mais as mesmas porcarias do começo do século. Importa que a galera esteja reunida se divertindo, e que nossos laços continuem os mesmos, ou até mais fortes.

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about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

good reads

@ carol c. [rolê do amor]
@ nicas
@ nati n.
@ line
@ lari
@ lomogracinha
@ fernanda n.
@ paula b.
@ thais h.
@ tany
@ lia f. [verbo ler]
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