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#euli: luxúria (série 7 pecados capitais)
sexta-feira, 19 de junho de 2015 at 10:30
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Eu sei que sou suspeita pra resenhar esse livro pois é escrito pelo meu melhor amigo, mas além de uma admiração familiar, eu genuinamente gostei muito desse livro.

No começo de maio, a editora Leya fez uma noite de autógrafos na Livraria Cultura do Conjunto Nacional com os 2 primeiros livros da sua série sobre os 7 pecados capitais: a Luxúria e a Inveja.

A Luxúria é escrita por Mauricio Horta e contextualiza o papel do sexo nas civilizações até os dias de hoje, mostrando quando e porque a vontade da carne virou algo endemonizado.

Além de ser muito bem escrito  (o Mau sempre escreveu bem e a cada livro a narrativa fica mais gostosa ainda), de passar pela história e racionalizar as leis e regras sociais de cada tempo, o livro é não só sobre pecado, mas sobre como o homem subjuga a mulher com o sexo desde sempre.

Com um estilo bem didático, desde o período neolítico (com o assentamento do homem num lugar só e a invenção de ferramentas de trabalho), o livro mostra como o casamento e o sexo eram moedas de troca de poder, e não de demonstração de amor. O casamento romântico é uma conquista recente adquirida com estabilidade econômica, política e social.

Mas antes disso a filosofia e a religião relegaram a mulher a uma posição inferior e de ameaça da civilização. Ora por uma suposta inferioridade intelectual, ora pelo mito de Adão e Eva (Adão vem de Deus, enquanto Eva vem do homem  - a costela - e não pode ser boa por que não vem de Deus).
Após a segunda guerra o mundo vive tempos de prosperidade que possibilita que as famílias possam dedicar suas finanças a educação de todos os seus filhos, tanto homem quanto mulher. Com isso a mulher reivindica o poder ao seu próprio corpo.

O livro não é sobre desigualdade de gêneros, embora essa seja a história do sexo e da civilização como a conhecemos, então ele não se aprofunda no movimento feminista, porém ele expõe como chegamos ao machismo de hoje em dia. São milhares de anos de gaslighting, de mitos que subjugaram a mulher, sempre enforçado por homens.

Acho que o livro serve tanto para quem quer entender o sexo e sua influência através dos tempos como para quem quer entender como o machismo foi instalado na nossa civilização.

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that would be me. bye!

the cat is out of the box... and it's alive!
quinta-feira, 18 de junho de 2015 at 10:30
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Agora é oficial: vou para a Inglaterra passar 1 ano fazendo voluntariado em uma comunidade que cuida de crianças e jovens com necessidades especiais.

Muita gente tem me perguntado o que é, como funciona e como faz pra se inscrever. Com o tempo, vou explicar direitinho. Por enquanto, só quero registrar minha satisfação de ter conseguido isso e estar embarcando pra mais essa aventura.

Para quem não sabe, desde o começo do ano estou desempregada, vivendo de seguro desemprego por opção minha. Já estava insatisfeita com a carreira no turismo, que é muito suor pra quase nada de reconhecimento e queria dar um tempo pra reavaliar minhas prioridades e o que me fazia feliz. Já estava me planejando pra pedir as contas quando a crise veio e a empresa me mandou embora. Melhor assim, recebi todas as multas e o direito de receber seguro. Não é muito, mas dá pra levar as minhas contas e uma vida sem excessos. Isso me deu a paz que eu precisava pra refletir sobre a vida e me inscrever nesse processo.

Um dos motivos da minha insatisfação com a vida era a falta de um objetivo de vida. De fazer algo que tivesse importância no mundo. Cheguei ao ponto de querer fazer medicina pra me inscrever no Médicos Sem Fronteiras (ainda acho um objetivo super válido)! Ai um amigo me falou que também queria dar um tempo, que tinha um amigo nessa instituição, que parecia um trabalho super bacana e uma coisa segura o suficiente (não era nenhum negócio escuso...). Me inscrevi com ele, e, apoiados um pelo outro, passamos e estamos contando os dias pra embarcar.

Antes eu achava que a gente tinha que fazer a vida aos 20 e poucos, que os 30 era pra sedimentar a carreira, que 30 era tarde demais pra mudar. Ledo engano. Com uma vó centenária em casa, vejo que a vida é longa demais para desperdiçarmos com coisas que não nos fazem feliz. Que qualquer hora é hora de buscar novos rumos, de acertar a vida do jeito que a gente quer. E é cada vez mais comum ver amigos na mesma idade fazendo o mesmo, largando tudo pra correr atrás do sonho, da própria felicidade.

Engana-se quem acha que é o caminho mais fácil. Mudar a vida completamente é um ato de coragem. De largar o que já é certo pelo desconhecido. É se arriscar, dar a cara a tapa.

E não é só aos 30 que a gente pode mudar. é aos 40, 50, 60... A gente vive muito pra ter que ficar sofrendo com escolhas erradas pro resto da vida. Toda a hora é hora pra ser feliz.

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that would be me. bye!

#eufui: backstreet boys in a world like this tour 3/3
quarta-feira, 17 de junho de 2015 at 10:30
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Eu achei loucura dos boys marcarem esses 3 shows seguidos só em SP (teve um no dia anterior no RJ e outro no dia seguinte em POA), achei que faliria, mas não achei que ficaria tão podre de cansaço! É, os 30 pegam mesmo...

No fim acho que foi bom ter esse terceiro show só pra eu curtir de verdade, sem stress nenhum. Pro último dia peguei platéia superior, nunca tinha ficado lá em cima, e por ser mais barato, achava que ia ser uma bosta.

Acordei bem tarde e sai de casa pra chegar lá no show bem perto da hora mesmo. O bom é que a platéia é cadeira, então pude esperar sentada o show começar. Dava pra ver a pista cheia lá embaixo. Ainda bem que não peguei pista pro último dia! (O único motivo real pelo qual peguei platéia no final é porque era mais barato)

A vantagem de ver o mesmo show várias vezes é que você sabe quando pode relaxar, quando começa de verdade, essas coisas. Então pra mim, esse último show foi pra curtir com calma, prestar atenção nos detalhes, nas danças no palco. E ficar lá na platéia superior foi ótimo pra isso. Apesar de eu ter visto o palco todo no primeiro dia, a visão lá de cima é muito diferente, muito mais global!

Senti que nesse último dia eles apressaram as coisas e não teve tanta interação quanto no dia anterior. Teve as mesmas coisas, as mesmas falas, AJ e Brian pulando no pit... Mas por exemplo, no set acústico, eles super correram com as músicas. Nem tocaram "Get Lucky" (só a intro). E todo o resto achei assim. Eles devia estar exaustos. Eu que pude dormir até tarde e nem fiquei a balada toda estava podre!

Gostei de conseguir ver tudo lá de cima e super recomendo pra quem não gosta de bagunça. A única coisa é que o pessoal fica tudo de pé, e se você quer descansar, não consegue ver nada =( Nos show da #mb20goostour (1 & 2) não tinha esse problema de não enxergar, era muito bem feita a platéia cadeirada.


No fim dancei um monte de novo e pssei até mais clor, mas com muito mais conforto. Na real eu sentei em alguns momentos e curti pelo telão mesmo, foi um show relax e gostosino de curtir.

Também tive mais calma pra refletir sobre as músicas. Não amo esse cd novo não, mas tenho que admitir que algumas músicas ficam fantáticas ao vivo!!!

E eu não sei se foi cansaço ou emoção mesmo, mas na hora que tocaram "Show 'em what you're made of", que o Kevin e o AJ compuseram pros filhos, eu CHOREI! Muito! Incontrolavelmente! E eu nem sabia porque!!! Sério, apesar de amar Backstreet Boys, não tem nenhuma música deles que eu ache emocionante nesse nível, mas naquele momento eu não sabia o que pensar, só sentir.

Considerações de fã (velha, chata, que acompanha tudo desde sempre):

Eles são ótimos no palco, não há dúvidas. Eles ainda cantam e dançam sim! Vale o dinheirinho gasto... PORÉM. É preciso alinhar espectativas. Isso não é mais Millennium tour. Não tem mais mil dançarinos no palco. Não tem nem banda ao vivo! Tem base pré gravada. E o show é coreografado até nos momentos "espontâneos". Não é a melhor turnê que já passou por aqui, mas acho que satisfaz fã sim. A gente vai reclamar muito, esmiuçar os problemas, mas jamais vai admitir ninguém de fora falar mal da banda! Eu queria super produção? Queria. Queria mais tempo de show? Com certeza! Mas o que tem pra hoje é isso ai. Brian ainda tem problemas com a voz e e super visível. Ele se mata pra cantar as notas mais altas, deixa a galera cantar por ele e tenta compensar sendo mais engraçado no palco fisicamente falando (embora,hello? e aquela tala no pé na foto do meet???). Nick tenta sensualizar o tempo todo e ser show man, mas perde feio até pro Howie. As outras turnês foram melhores (ok, talvez "This is us" nem tanto), mas tenho fé que o contrato da Live Nation traga algo de positivo (e não só a exploração quase escrava deles).

O que eu acho que deveria ter sido difrente mesmo é terem trocado o local do show logo de cara. Fazer tipo no Allianz. 1 show só. É muita imprudência da produção abusar deles assim, fisicamente. Brian já chegou em SP com a voz ruim, no último show a voz dele tava super rouca, eles estão exaustos (e vira e mexe eles falam disso nos shows) e isso prejudica pra caramba na interação e na performance. Prejudica as fãs também. Claro que se a gente pudesse, teria um show por dia deles, mas a gente também reconhece que isso é só uma loucurinha!

Sobre o fandom, melhor nem comentar muito, quem tem qualquer tipo de contato sabe que os boys tem toda a razão de não descer pra café, pra autografo e sair cercado de segurança do hotel, quando sai. No after deu pra ver e ter VERGONHA de algumas meninas. Povo não sabe se comportar. É legal mostrar apoio, que ama, lotar show, mas tem que dar espaço pro ser humano descansar, pra continuar fazendo a música e o show que a gente tanto ama! Sem isso, eles não seriam nada!

</desabafo>

Brian disse que esse ano ainda começam a gravar outro cd e loo começa maratona de promoção e turnê de novo. Povo já pode se planejar pra não ficar de #mimimi depois. Tá todo mundo avisado!

Setlist:

The Call
Don't Want You Back
Incomplete
Permanent Stain
All I Have to Give
As Long as You Love Me
Show 'Em (What You're Made Of)
Show Me the Meaning of Being Lonely
Breathe
I'll Never Break Your Heart
We've Got It Goin' On

I Want it That Way / Drowning
10,000 Promises
Madeleine
Quit Playing Games (With My Heart)
Never Gone (Brian acapella)

The One
Love Somebody
Shape of My Heart
In a World Like This
I Want It That Way

Everybody (Backstreet's Back)

Larger Than Life


Dois sonhos realizados!

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that would be me. bye!

#eufui: backstreet boys in a world like this tour 13.Jun 2/3
terça-feira, 16 de junho de 2015 at 10:30
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O primeiro dia de show foi bem puxado, principalmente por ficar 5 horas em todo o processo da passagem de som e fotos. E ficar sentada na grade também me deixou quebrada. Parece bom na hora, mas forçar aquele equilibrio todo me deixou exausta!

Dia seguinte tinha que pegar mais leve. Acordei na hora que deu na telha, fiz as coisas com calma e fui encontrar a Lec no shopping. Ficamos fofocando um tempão sobre o fandom e coisas afins, coisas de fã, pra passar o tempo. Ela e a família estavam de platéia e minhas amigas também iam chegar mais tarde. Quando resolvemos ir pro Credicard tava um transito do capeta na marginal! Odeio o Credicarrd Hall, já disse?

Então, chegamos e fomos pras nossas entradas. Encontrei uma amiga do ex trabalho logo de cara e expliquei qual era meu esquema. Queria ficar na grade, mas no meio do caminho decidi que só ia subir quando quisesse ver algo específico. Deixei pra minha amiga ficar mais se ela quisesse, mas ela não precisou muito por ser bem alta. E no show desse dia os seguranças tavam mais chatos sobre ficar na grade mesmo.

Se eu achei que no dia anterior o lugar tava cheio, no sábado tava entupído!!! Sério, tinha gente até a saída, mas tinha gente espremida até a porta mesmo!!!

O show foi super animado, a banda tava muito empolgada! Acho que eles estavam mais descansados e tal. Eu me diverti muito no chão, acompanhei a maior parte pelo telão mesmo, aproveitei pra dançar e cantar.

Porém, logo depois do show ia ter a tão famosa after party, uma balada comandada por alguns integrantes em um outro local, com sessão de fotos também. Essa after foi decidida poucas semanas antes e por muita sorte consegui o pacote com foto individual! Minha estratégia então era sair no finzinho do show, antes de toda a galera e pegar um taxi para me arrumar em casa, já que a balada foi na Audio Club, pertíssimo de casa.

O plano deu certo, mas claro, cheguei esbaforida! O check in estava marcado para o local do show, mas quando cheguei já tinha fechado (fechou antes dos portões abrirem, wtf??) então fiquei com medoo de não dar tempo! Por sorte deu tudo certinho. Lá dentro, encontrei a Vic, a Adrika e a Lia. A Lia tinha foto individual então não fiquei #foreveralone na fila. Ainda esperamos um bocado, mas ainda bem que não estava frio como no dia anterior! Uma vez que começou a sessão, a fila andou super rápido. Chegando lá na boca a gente entendeu: eles estavam super apressados, do tipo que o Nick nem cumprimentava direito e já posicionava pra tirar foto. Do lado dele (que estava no meio). AS IF!!! Paguei pra tirar com Kevão, sai daqueeeee Nick pivete! Huahua, na realidade o que houve foi: subi pra foto, cumprimentei o fofo do Howie, Nick só mandou um sorriso fake e já me virou pra foto. Me desvencilhei dele, puxei Kevão de um lado, Howie do outro e deixei Nick a própria sorte, haha! Sério, na hora da foto nem vi o que houve com ele! Depois o Kevin estendeu os braços daquela forma super carinho dele e me deu o melhor abraço do mundo, de novo <3 Antes de ir embora ainda pedi desculpas por passar a mão na bunda dele no dia anterior e ele disse que não tinha problema, acontece! Mindeixa passar de novo então!!!!

Vejam como Nick tá se esforçando pra ser parte da foto enquanto eu seguro só o Kevão e o Howie <3
Depois disso entramos na pista e esperamos a sessão acabar. Até que foi rápido. Mais um pouco e o set deles começou. Mas a casa já estava cheia, e por causa da sessão de fotos, claro que não conseguimos ficar perto do dj =(

Essa parte achei meio bosta, mas depois fiquei pensando, eu tava esperando o que? O Nick subiu, fingiu ser o super dj da noite (dance pop atual top 40) e depois o Howie e o Kevin apareceram (AJ não foi pois estava "cansado" e o Brian nunca participa por causa da igreja) e também ficaram lá balançando de um lado pro outro e as vezes interagindo com o público. Metade das interações do Kevin foram pra pedir espaço, porque as meninas estavam empurrando lá na frente, e em uma delas ele teve que pedir pro pessoal back the FUCK off, por causa de uma cadeirante (nessa hora ele ficou bem puto MESMO, imagino o quanto o AJ não se cagou no episódio da intervenção...).

Eu teria ido embora logo, tava no fundo e não conseguia ver nada, cansada e com dor, mas a Vic e a Adrika acharam um lugar de onde dava pra ver um pouco deles. O set do Nick não é ruim, inclusive eu tocaria numa festa minha, mas eu tava sem paciência e antes de eles irem embora, quem foi embora fui eu.

Setlist:

The Call
Don't Want You Back
Incomplete
Permanent Stain
All I Have to Give
As Long as You Love Me
Show 'Em (What You're Made Of)
Show Me the Meaning of Being Lonely
Breathe
I'll Never Break Your Heart
We've Got It Goin' On

I Want It That Way
(first verse and one chorus)
Get Lucky
(Daft Punk cover)
Drowning
(a capella)
10,000 Promises
Madeleine
Quit Playing Games (With My Heart)

The One
Love Somebody
Shape of My Heart
In a World Like This
I Want It That Way

Everybody (Backstreet's Back)

Larger Than Life

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that would be me. bye!

#eufui: backstreet boys in a world like this tour 12.Jun 1/3
segunda-feira, 15 de junho de 2015 at 10:30
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Quem me conhece sabe: sou fã incondicional de Backstreet Boys. Minhas amigas me marcam em publicações sobre a banda. Me avisam de shows (mas eu sempre sei antes delas, haha). Escutam músicas deles e lembram de mim. Na adolescência eu tinha posteres deles nas paredes do quarto. Colecionava revistas (ainda tenho as 2 Rolling Stones americanas com eles na capa). VHS. Oficiais, não oficiais e de programas gravados. The whole shabang.

Em 2001 eles vieram fazer show pela primeira vez no Brasil e eu estava lá. Em 2009 eu estava desempregada e minha mãe me deu o ingresso de presente (com 26 anos, hahaha). Em 2011 enrolei e só consegui ingresso com valor inteiro (ouch!). E ai me prometi que quando eles voltassem eu realizaria meu sonho de tirar fotos com eles.

Então quando começaram a vender os ingressos e os pacotes de passagem de som com foto, voei pra comprar. Sério. Acordei mais cedo pra entrar no fã clube e ficar clicando f5 igual uma doida.

Eu sou meio retardada, mas nem tanto. Tudo na vida de um assalariado é escolhas. Não dá pra pagar um ingresso caro mais pacote vip. E eu não tenho mais idade pra lutar por um lugar ao sol (na grade). Peguei meu vip e escolhi eu ingresso na pista geral mesmo.

(Aliás, observação que que conseguiu mesmo meu vip foi a Lec. Foi esforço conjunto de tão punk que tava o negócio!)

Peguei ingresso de pista porque já estou costumada com show no Credicard Hall (não vou chamar aquilo nunca pelo nome novo!). Lá no fundo ficam umas grades onde dá pra subir e ver o palco. Com a minha altura eu não consigo ver nada do chão. De nenhum lugar.

Meu dia no primeiro dia de show começou com muitas mensagens de várias amigas fãs que iam. Gente pela rua, no trabalho, notícias de gente na porta. Coisas de fã. Almocei cedo e peguei meu rumo pra passagem de som. Apesar de muito f5, só consegui comprar pacote de foto em grupo e arrumei um grupo pelo facebook. O check in estava marcado para começar às 16h, mas só começou perto das 17h. E eu lá na fila, que já estava grande, desde às 15h30. Feito o check-in, conheci as meninas do meu grupo. Um bando de doida, claro.


Um monte de gente com camiseta da banda. Entramos na pista, separadas por tipo de pacote (bronze, silver, gold e platinum) e 18h30 a banda apareceu. Sabiamos que seria uma passagem super rápida. Devia ter umas 400 ou 500 meninas pra tirar foto. Sim, nesse nível. Tocaram "Sugar", do Maroon 5, "Undone" e "10000 promises" e responderam algums perguntas de fãs. Até que o povo mandou bem no inglês (vi gente reclamando do uga buga na passagem no RJ).


Ai foram organizados os pacotes, e nós no silver nos organizamos em grupos por ordem de chegada. Isso foi legal, a gente mesmo se organizou, deu tudo certo. Mas era muita gente, e ainda passmos mais de 1h esperando sermos chamadas. Depois formamos uma fila do lado de fora. E tava frio. Eu estava congelada!!! A cada passo estamos mais perto de realizar um sonho. Nessa hora a gente nem sabe o que pensar, né, só sentir mesmo! Eles ali, tão perto! Montamos uma estratégia de guerrilha pra todas conseguirem cumprimentar todos os boys e deu quase certo. Esse momento é tão corrido!!!

Impressões do meet & greet (por ordem de meet):

Howie: queridíssimo! Já te recebe com um "Nice to meet you" e um sorriso genuino! Ele é baixinho e magrinho! Um fofo, dá vontade de levar pra casa!

AJ: mais bonito ao vivo, e bem mais magro pessoalmente também. Passa aquela vibe feliz, sabe? Seria amiga fácil.

Nick: a gente já tinha ouvido lá de fora que ele era bem seco. Expectativas negativas, então na hora que ele me deu oi achei até um avanço, HAHAHA! Mas sem dúvidas é o mais frio. Uma geleira. Não dei moral.

Kevin: O SONHO DA MINHA VIDA!!! Meu deus, quando esse homem olhou pra mim eu achei que tinha morrido!!!! O melhor abraço, sem dúvidas!!! Correspondeu aos meus sonhos, até agora não acredito que toquei nele!!!

Brian: sério, não existe um ser no universo mais fofo que ele. Antes da foto não consegui dar um abraço nele, mas ele me olhou, acenou e me deu oiizinho!!!! Meu deus, morri de novo!!! Sério, essa imagem nunca vai sair da minha cabeça!!!!

A foto foi um momento meio bizarro pra mim, eu estava cumprimentando o Kevin quando me mandaram virar. Só consegui virar e tentar abraçar o Kevin de costas. E ai EU BOTEI A MÃO NA BUNDA DO KEVÃO!!! Juro que não foi intencional e na hora que eu percebi o que eu tava fazendo, soltei! Não deu nem pra pedir desculpas, virei pro lado, abracei o Brian e fui embora, hahaha!

E eu que só vi que o Brian tava de bota ortopédica quando peguei essa foto???
Como eu expliquei, minha estratégia pro show era sentar na grade no fundo pra ver o palco. Sei que tem uns seguranças malas que fazem a gente descer, mas esse show eu ia ver todo! Sai do meet, fui comer, ir no banheiro e voltei um pouco antes do show começar. Me posicionei e esperei as luzes se apagarem pra subir. E foi perfeito! Dava pra ver todo o palco, como eu já sabia! E o melhor? O segurança não implicou muito com a gente não! Um monte de gente sentada na grade, curtindo, na paz! A pista estava bem cheia, eu estava em uma das saídas e tinha gente até a boca!

O show é bem animado, é ótimo pra fã curtir mesmo. Tem 2 trocas de roupa e 3 momentos. Mesclam bastante as coisas antigas com as novas, mas infelizmente deixam o cd "Unreakable" de fora porque o Kevin não estava no grupo =(.

Eles foram bem simpáticos, brincavam entre si no palco e faziam piadinhas com a platéia. Mas teve uma hora que justo meu Kevão deu a maior bola fora da noite: chamou a gente de Rio!!!! Poxa, amor, assim não tem como te defender!!!!

No set acustico as platinum subiram no palco e o AJ achou seu sósia. Foi o melhor momento no palco, AJ mó feliz de achar o irmão gêmeo dele, haha! Até sentou no colo do cara!

Desculpa ai, única camiset de time que ele usou aqui em SP ;)
Bom, eu sabia o que esperar dessa turnê e desse show, então fiquei satisfeita com esse show. Deu pra curtir e cantar muito, de verdade. Claro que o que e queria mesmo era Millennium tour (aquela que os putos não vieram pra cá), super produção, banda ao vivo, mas ok, a proposta é essa agora e a gente cala a boca e curte.

Única preocupação é a voz do Brian. São muitos shows seguidos. A voz dele está fraca, ele está rouco e as vezes a voz dele o deixa na mão. Acho uma sacanagem a Time 4 Fun só pensar no próprio lucro e querer fazer  shows na arena deles ao invés de alugar um lugar maior pra fazer 1 só show. A banda está exausta e só vai ficar pior depois dessa passagem mega desgastante por Sampa.

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The Call
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As Long As You Love Me
Show 'Em What You're Made Of
Show Me The Meaning of Being Lonely
Breathe
I'll Never break Your Heart
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