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#gordasafada: picanha e pasta, santo antônio do pinhal
sexta-feira, 17 de julho de 2015 at 11:30
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Para quem não sabe, o gordasafada.com.br acabou. #rip bloguinho, foi bom enquanto durou. Infelizmente ele não pagava as contas e cada uma de nós 4 tínhamos outras responsabilidades.

Mas não é por isso que paramos de comer (bem) e procurar coisas novas!

Dia desses fui pra Aparecida com minha família e resolvemos ir almoçar em Santo Antônio do Pinhal. Santo Antônio fica abaixo de Campos do Jordão e muita gente conhece como uma alternativa mais acessível (e disponível) a Campos.

Na verdade, fomos atrás do festival do pinhão, mas já tinha acabado. Resolvemos então passar no boulevard e comer no restaurante de lá.

O Pichanha e Pasta é especializado, sim, em carne e massa. O salão é médio, mas tem um deck com guarda sol que deve ser ótimo... Para dias não tão congelantes. Como tem prêmios tipo Vejinha, parece ser bem conhecido. Quando chegamos tinha uma pequena fila e uma mesa gigante na nossa frente. E isso que já era 15h!

Para matar o tempo demos uma volta pelas lojas e eu tomei um chocolate quente. Parece que tudo ali é meio ligado ao restaurante. Tem ainda um bar e uma lanchonete. E nada ali é muito barato. Minha mãe pagou R$ 10 em um chopp de 250ml...

Lá pelas 16h e pouco fomos chamados e colocados em uma mesa para 4... De frente para a porta do deck. Tava tão frio que a gente tava soltando fumacinha pela boca!!! Não rolou ficar ali e pedimos para trocar. Pelo menos foram rápidos e assim que vagou uma mesa (um pouco maior) nos colocaram lá.

O carro chef do restaurante é um corte de picanha mais grosso. Resolvemos pedir uma porção dessa e outra de picanha normal.

A picanha da casa para 2 pessoas (500gr e 4 pedaços) sai por R$ 145, com arroz biro biro. A picanha gourmet (600gr e 8 pedaços) sai por R$ 98, com arroz branco e batata frita.
Verdade que fomos comer bem tarde e estávamos com muita fome, mas para 4 pessoas, essa quantidade de comida deu bem. Não sobrou nenhum pedaço! A carne estava no ponto perfeito (ao ponto, com o meio rosa), o arroz biro biro estava tão bom que até meu irmão que não come ovo comeu um monte e a batata frita estava excelente (podia vir mais, mas ai talvez comêssemos menos arroz).

O atendimento também foi bem correto, não demorou nada, fomos atendidos nas nossas necessidades e até a gerente veio verificar se estávamos satisfeitos.

Gostamos muito, e pensamos em voltar logo (de verdade, já temos data e tudo)!

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#diáriodeviagem: odaiba (palette town, divers e acqua)
quinta-feira, 16 de julho de 2015 at 10:30
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Acordei determinada a fazer uma maratona: ir pra Odaiba e subir no New York Bar, o bar de "Encontros e Desencontros".

Fui tomar café em um restaurante na estação e dessa vez escolhi um bem japonês. Tinha uma salada junto! Apesar das pequenas porções, dava "sustança".


Tentei entender como ir pra Odaiba, mas errei feio. Fui parara em Shinjuku e tive que voltar pra outra estação (que já esqueci o nome) pra pegar o trem pra Tokyo Teleport. Existe um outro caminho por um trem suspenso que tem uma vista melhor, mas como estava com o JR pass essa alternativa por trem subterrâneo era mais em conta.

Odaiba é uma área aterrada que foi transformada em distrito de entretenimento e compras. A Fuji tv tem estúdio lá, tem a famosa roda gigante e o tal de Pallete Town, que eu sempre li que era "o" lugar pra fazer compras em Odaiba.

O dia estava meio estranho, um nublado querendo chover mas não chovendo. Sai e logo já vi a roda gigante (não curto muito roda gigante, não gosto da sensação de ficar esperando pra descer lá no alto no fim do passeio) e Palette Town. Resolvi entrar (sempre pelo alto, porque se precisar pegar a escada é mais fácil descer, haha) e ver a decoração que é famosa. O shopping foi feito para parecer uma vila européia do século XIX. Coisas de Japão!

Entrei por uma porta lateral e logo fui apresentada a marcas japonesas. Caras. Já tava querendo dar o pé dali, quando cheguei na ala principal. A tal decorada como uma vila européia.

A parte das construções é bem fofinha. Parece uma coisa meio Disney. O que chama mais atenção, porém, é esse céu TOTALMENTE FAKE! Qual a necessidade disso? A iluminação lá dentro é meio escura e esse céu de mentira fica ainda mais falso! Juro que não consegui me conformar com isso...

Dei uma volta e achei o que valia a pena ali dentro: um outlet da Zara (comprei um colete que estava querendo há muito tempo) e uma loja de cosméticos enorme. Tinha muita coisa mesmo, era bem organizada e cheia de chinesas!

Alias, em Odaiba acho que todas as lojas são tax free. Você pode pedir isenção de impostos (8%) em compras a partir de 10.000 ienes. Porém tem que ter o passaporte em mãos e eles embalam em um pacote especial, que você não pode mexer (acho que tem que apresentar no aeroporto).

Almocei em Palette town mesmo, na praça de alimentação. Os outros restaurantes disponíveis eram de comida chinesa, coreana ou italiana! Mas acho que me dei bem porque pedi um oyakodomburi bem gostoso...

Embaixo de Palette town tem uma área de lojas "pra família". Tem pet shop e lojas de brinquedos e de coisas pra casa. Quis comprar tudo pra cachorrinha do meu irmão, mas eu sou péssima de tamanhos e acabei sem nada porque fiquei com medo de comprar coisas que não servissem =( Mas claro que comprei várias coisas inúteis na loja de criança, haha! Pena que não acho mais o kit de Lego que vi uma vez em Nova York...

Quando resolvi sair dali, estava chovendo! Não era uma chuva forte, mas era uma chuva chata. Resolvi então ir no outro shopping, porque vi que tinha H&M e Forever 21. E promoções.

Entrei no Divers e me senti em parte no Shibuya 109. O maior barulho e cheio de gente gritando!!! Tinha muito adolescente também, o que foi refrescante, num país onde parece que não tem mais jovens...

No Divers as lojas são mais acessíveis, e tem bastante coisa jovem. Também tem lojas de souvenires. A Forever 21 e a H&M de lá não impressionam. Nem a GAP e a Old Navy. Mas também, porque eu sequer entro nessas lojas no Japão, né?

Tava pronta pra ir embora quando lembrei do Gonpachi, um restaurante bem típico com uma vista sensacional. Fui até lá descansar, beber algo e esperar a chuva passar. Como eu sonho, né? Pedi uma sangria e tive um daqueles momentos de choque cultural. A sangria deles não tem as frutinhas!!! Mas tava bom... E a vista é realmente muito boa. Pena que no meio da tarde eles não sirvam nada de comer =(


A chuva não passava e eu desisti de ir no New York Bar. Resolvi explorar o Acqua, achando que era um shopping pequeno. Ledo engano! Até me perdi lá dentro! Mas dos três que visitei nesse dia, foi o que mais gostei. Tinha mais promoções, mais lojas japas, mais coisas legais em geral. Foi lá que achei o carregador portátil que eu tanto queria (da Mophie, e ainda achei em promoção o de 8 cargas, por menos de 5.000 ienes!) e um Shimamura! O Shimamura é tipo a Pernambucanas, vende de tudo, é bem barato e a qualidade é até questionável, mas vende bastante "modinha". Tinha uma dessas, enorme, perto de onde eu morava da primeira vez que fui ao Japão, tenho boas memórias de lá, então queria muito achar uma e fiquei muito feliz de achar essa do nada <3

Eu realmente me perdi no Acqua e acabei levando mais tempo pra ir embora porque eu não conseguia achar a saída!!!

Quando saí já era de noite e continuava chovendo. Eu tava de sandália, e quando cheguei no trem, tratei de colocar uma meia. Odeio pé molhado!!!

Tudo o que eu queria era comer e descansar. Resolvi comer num italiano que eu via todo dia na estação. Acho que nunca comi um macarrão tão apimentado! Mas tava bom. E eu fiquei feliz.


Apesar da viagem estar chegando ao fim, eu estava empolgada para encontrar a Gesiane no dia seguinte. O mlehor? Ela fala japonês e eu não ia passar o dia me sentindo um completo ET, haha!

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#diáriodeviagem: tokyo - tokyo tower, tokyo eki e jardins do palácio imperial
quarta-feira, 15 de julho de 2015 at 11:15
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O plano do dia era subir a Torre de Tokyo, a torre de tv que parece a Torre Eiffel. Escolhi ela ao invés da Sky Tree porque a vi de Roppongi da última vez que vim pra cá. E porque parece a Torre Eiffel, claro.

Nesse dia resolvi passar numa boulangerie que parecia ter uns pães bem gostosos. Fui de suco de laranja, que é só pedir como "orandjo djuisso", haha!

Dessa vez não consegui decifrar qual a melhor maneira de chegar ao ponto desejado e tive que pedir ajuda na estação. Como estava com o JR pass ainda, a melhor opção era ir até Hamamatsucho e andar.

Não parecia uma idéia terrível, não fosse o sol e meu péssimo senso de direção. Óbvio que acabei andando bem mais do que o esperado e errei parte do caminho. Mas cheguei lá.

A Tokyo Tower parece a Torre Eiffel pintada para uma emergência. Ela é vermelha e branca. E tem 2 níveis de observação. E já que eu tava lá, abracei o capeta e paguei a mais pra subir no observatório especial. Na hora que cheguei a bilheteria estava vazia.

O observatório principal é espaçoso e todo protegido. E tem a indicação de todos os pontos. Em dia de céu limpo dá pra ver até o monte Fuji! O céu tava limpinho... mas não deu pra ver o monte =( talvez com um binóculo? Dei a volta toda e resolvi subir. Achei essa parte meio ruim porque tem uma parte de escada. Não sei se tem outra opção.

Lá em cima o observatório é bem menor e a vista só um pouco melhor. Não compensa pagar a mais não.


Abaixo do observatório principal tem ainda outro, com chão de vidro. Evite se tiver muita criança lá. Elas ficam enlouquecidas com o vidro.

Na volta pro térreo tem que passar pelos andares mais baixos, onde tem uma espécie de bazar. Ou barraquinhas mesmo. Achei muito bizarro! E tem um Mos burger, pra quem quiser experimentar (vale a pena!).

Quase sucumbi, mas ai lembrei de ir na Rua do Lamen, uma parte da estação de Tokyo onde tem uns 10 restaurantes só de lamen.

Voltei a estação e peguei o trem. A estação de tokyo é bem perto. Tudo o que lembrava de lá é que era muito cheia. Mas até que dessa vez não estava muito. Segui as indicações do guia e milagrosamente achei o lugar certo  <3


A parte difícil foi escolher em qual restaurante comer. Olhei, olhei... E, como os japoneses (e paulistas) fazem, resolvi comer naquele que tinha a maior fila, haha! Se tem fila é porque deve ser bom, né? E a fila nem demorou muito, como é restaurante de estação as pessoas não ficam enrolando depois da refeição.

Esse também era um restaurante de máquina (acho que a maioria na rua do lamen é assim) e eu escolhi pela cara. Tem um menu pra escolher antes, na fila, então facilita. O garçom pega o pedido no balcão e rapidinho o prato vem. Eficiência é outra coisa, né? Eu também não demorei muito lá e logo fui dar uma volta pela estação.

Logo descobri que também tinha uma alameda dos personagens, uma ala só de lojas de personagens, Hello Kitty, Totoro e afins. Claro que fui direto pra lá e fiz muito mais compras do que achei que iria (ou deveria) fazer. No Japão as coisas são tão fofas! Elas gritam para serem compradas *.*


Além dessa área de compras no subsolo, junto da estação tem um shopping, mas de luxo, com lojas tipo Dior e Prada. Eu vi isso quando sai para tomar um ar. Fiquei com preguiça de entrar lá, andar e não achar nada, haha!

Essa hora, sai pelo lado Yaesu da estação, que é a parte moderna dela. A estação de Tokyo tem uma outra fachada, virada para o Palácio Imperial, que é de tijolinhos, ao estilo europeu. Passou um bom tempo em reformas e agora está entregue e é bem bonito. Fui até lá tirar foto e aproveitei pra andar até o Palácio.


O Palácio Imperial é a residência oficial da família imperial do Japão e só fica aberta no ano novo para visitação. O que eu fui ver foi o Jardim, meio que a entrada para o Palácio. O caminho até lá é bem agradável, com avenidas largas e outros jardins.

A propriedade do Palácio é bem grande e é tipo um grande parque. Dá pra ver as torres de segurança e é bem estilo japonês. Fiquei ali sentada no meio fio um tempão contemplando o parque... E descansando!


Peguei o trem no que eu achava que seria o horário de pico. Estava cheio, mas nem tanto. Ainda bem! Uma coisa que reparei é que no Japão, apesar da lotação dos trens, não tem aquela muvuca que vemos no Brasil. As pessoas, se estão na porta e não vão descer naquela estação, dão passagem para quem vai. E se precisar, saem do trem pra isso. E as de fora esperam quem está saindo para então entrarem. Educação é outra coisa, né?

Cheguei moída em casa, dei uma descansada e fui comer em uma das lanchonetes da rua. Escolhi uma onde tocava reggae. Aparentemente o dono é fã de Jamaica e os pratos tinham um toque de lá. Comi um hambúrguer de frango a moda jamaicana que foi algo bem interessante...


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#diáriodeviagem: puroland e shibuya
segunda-feira, 13 de julho de 2015 at 10:30
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De tudo o que lembro das outras vezes que fui ao Japão é de que se tinha um lugar que eu gostava no arquipélago é Tokyo. É uma cidade grande, cosmopolita e ocidentalizada o suficiente para me trazer conforto mas ao mesmo tempo não tanto que não me fizesse sentir em outra cultura.

O primeiro desafio do dia foi achar a saída certa para a estação. Óbvio que não prestei atenção no caminho do táxi na noite anterior, mas com as informações enviadas pelo meu host eu ia tentar me nortear. Na verdade vi um casal na rua e fui seguindo, haha! Mas dessa vez prestei atenção no caminho, hehe...

Tomei café da manhã na estação, em uma cópia japa do Starbucks. No Japão tudo é "sêto" (do inglês "set"), ou combo. Pedi o de café da manhã apontando no cardápio, claro, e ainda consegui pedir com chá gelado, haha! Sentei e aproveitei para tirar dúvidas de como chegar ao passeio do dia: Puroland, o parque temático da Sanrio!

Eu já tinha lido que não era o parque mais divertido do mundo, mas como boa fã de Hello Kitty eu tinha que ir.

Chegar não foi muito difícil uma vez que entendi por onde tinha que ir. O difícil foi vencer a má vontade do tiozinho da estação. Sério, homem japonês as vezes é um porre. Males de uma cultura machista.

Chegando na estação, o espírito Sanrio já toma conta. É a terra da HK! Todas as placas tem personagens! E é bem fácil de achar o parque. Em uma das transversais dá pra vê-lo grandão ao fundo. E chegando mais perto, a fila.

Até então foi o maior gasto único da viagem. A entrada foi 3300 ienes. A fila já era pra entrada. Se eu já acho Disney freak estranho, Sanrio freak não fica atrás. Montes de gentes, mesmo homens, com camisetas da HK!


Pelo mapa já dava pra sacar que o lugar era pequeno. Entramos e damos de cara com uma escadaria e um "túnel". Deixei a boiada passar, fui no banheiro e dei uma olhada em umas barraquinhas. A maior loja ainda não estava aberta.

Desci no túnel e encontrei a personagem mais famosa, e claro que fui tirar uma foto, hehe...

Lá em baixo as coisas rolam ao redor de uma árvore. Tem uns salões decorados com personagens em situações inusitadas como "fábrica de doces". Como não tinha mais o que fazer, dei uma volta pra olhar tudo. E observar as pessoas. Elas faziam filas pros outros personagens muito antes de eles aparecerem!

Fui dar uma olhada no que tinha no alto da escadaria, mas também estava fechado, só uns quartos temáticos estavam abertos pra fotos.

Desci e encontrei a praça de alimentação. Tudo temático, mas majoritariamente pra crianças. Comi uma fritas com refri só pela fofura.

A essa hora a lojona já havia aberto e eu fui espiar. Foi onde passei mais tempo, olhando cada tipo de merchandise e escolhendo bem o que levar. Montes de tranqueiras, claro!

Dei uma volta num brinquedo de barquinho pra dizer que andei em alguma coisa lá. Pra que? Fez o "It's a small world" da Disney parecer algo normal. Aquilo era Sanrio on steroids! Confesso que fiquei meio perturbada, fora o barulho que fazia ali dentro.

Dei ainda uma volta nas outras lojinhas que não tinha visto até resolver ir embora daquela esquizofrenia toda.

Sério, só fui porque era um dever de fã, tá aí um passeio que não recomendo!

Na volta, achei uma Daiso e fui me divertir de verdade, hehe... Também passei em umas depatos antes de ir almoçar. Pra isso escolhi uma steakhouse. Japa. Just for the fun of it!

Cheia de sacolas, voltei pra  casa e dei uma descansada. Resolvi terminar o dia por Shibuya mesmo.

Atravessei a estação toda e fui parar na famosa saída do Hachiko. Pra quem não sabe, Hachiko é um símbolo muito importante do país pois representa a lealdade. É o cachorro que esperava seu dono voltar todo dia do trabalho ali, mesmo depois que ele morreu. Os japoneses colocaram uma escultura em sua homenagem ali e isso atrai muitos turistas. Além de ser uma região bastante movimentada.

Mas antes que chegasse ao Hachiko, outra coisa me chamou muito a atenção ali: o logo da Shu Uemura na depato da estação. Não pensei 2x e entrei ali. Se tinha uma única coisa que eu queria muito nessa viagem eram os curvex da marca. O único lugar que vende agora é no Japão e é ridiculamente barato! Tão barato que pedi de cara 3 e agora tô arrependida de não ter comprado logo uns 10! Sério, 10 obamas cada, é de chorar de felicidade!

Sai mó feliz e fui me encontrar com Hachiko, que estava cercado de gente. Mas deu pra fazer uma selfie de boa com ele, aparentemente não tinha muito turista naquela hora.


O entorno estava um caos. Junta muito japonês e dá nisso. Não sei como mantém uma ordem, mas eles conseguem. Ou seria impossível viver no país.

Isso se exemplifica no famoso cruzamento. É um caos e ainda não sei como sobrevivi, mas tenho certeza que só achei uó porque não conheço as regras, certeza que existe um código velado de como você deve atravessar aqueles sinais todos de forma a não se sentir ameaçado.

Fui logo tentar subir no Starbucks do Tsutaya pra tirar a famosa foto do cruzamento, mas... Ele tá fechado pra reforma! Que morte horrível =(

Me restou fazer o passeio que mais esperava ali: compras no 109!!! O Shibuya 109 é um shopping super famoso com marcas japas da moda. Sempre vi fotos dali em revistas e vira e mexe algum programa faz matérias ali sobre moda japa. Queria ver todas essas marcas ao vivo!


Já na entrada vi umas lojas muito fofas... E um barulho enlouquecedor!!! Cada loja toca sua música muito alto e as vendedoras ficam gritando ensandecidamente na porta! Sério, é barulho demais, estímulo demais pra minha fisiologia sensível!

Ainda assim desbravei todos os andares para ver o que era a moda do momento. Embora eu ame design japa, verão é das estações menos convidativas pra mim e apesar de ver muita coisa fofa, não me animei a comprar nada =/

Na volta resolvi testar minha memória e ver se eu sabia chegar num restaurante de máquina em que jantamos no ano novo que passei lá. O Pepper Lunch continua no mesmo lugar! Tive o impulso de entrar porque a memória que tinha da comida é das melhores, mas me contive pra comer algo diferente. E bem do lado tinha um lamen-ya de máquina. Foi ali mesmo que terminei meu dia <3


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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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