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#diáriodeviagem: paris, disneyland
quinta-feira, 14 de abril de 2016 at 10:30
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Confesso que um dos maiores motivos de eu querer ir pra Paris era pra ir na Disney de lá. Eu estudei e ouvi muito falar que essa era a pior Disney que tem, por inúmeros motivos, mas o maior foi a falha da empresa de levar em conta os fatores culturais locais. Mas é a Disney, né, continua sendo o lugar onde os sonhos se realizam!

Compramos o ingresso de 2 parques em 1 dia, na Fnac em St Lazare, por € 74, mas em outras épocas tem ingressos mais baratos para durante a semana (abril é época de férias escolares em toda a França). O parque abre meio tarde, as 10h, mas fica a 1h de Paris mais ou meno, de trem. O trem custa € 7,60 cada trecho, mas te deixa na entrada do parque.

A segurança do parque é o padrão Disney: antes mesmo de chegar na catraca tem revista de mochilas e bolsas. A esquerda fica o Studios e a direita fica a Disneyland.

Fizemos primeiro o Studios porque eu queria ver os fogos na Disneyland no fim do dia, e de qualquer forma, o Studios fecha antes. E como a minha amiga sempre vai lá com os amigos turistas, ela já sabia exatamente onde ir e a gente não perdeu tempo zanzando pelo parque ou indo em atração nada a ver.

O parque estava cheio, mas não estava lotado. A maior fila que pegamos foi de uns 40 minutos, mas as outras não passaram dos 15 minutos, mesmo em atrações mais procuradas.

Infelizmente a Rock'n'roller cosater estava fehada, mas fizemos a Torre do Terror 2 vezes! De todas as torres, eu achei essa a mais legal, as quedas são ótimas, de dar muito frio na barriga mesmo! Na segunda vez que fomos tinha um grupo de meninas bem atrás da gente que gritou até não poder mais, haha! Outra atração famosa é a do Ratatouille, um 4D muito bem feito! Alias, a área que está essa atração imita Paris e é uma graça <3 Também fomos no Aramagen, que é um brinquedo que "mostra" como efeitos especiais acontecem. Você entra numa parte do foguete do filme e ele é atacado por detritos espaciais. É legalzinho, dá um sustinho. É um daqueles passeios que é a alma do parque, sabe?

O que achei "estranho" nesse parque é que a área da entrada, que deveria ser a rua principal, é um galpão fechado e escuro. Tem várias lojas, mas achei bizarro, é escuro, até parce uma coisa meio feita a toque de caixa, sabe? Não comemos nesse parque porque minha amiga é vegetariana e já sabia que ali não tinha nenhuma alternativa sem carne. No total, passamos umas 5 ou 6 horas nesse parque, mas não corremos nem nada, fizemos tudo bem de boas.

Cruzamos para a Disneyland para comer, então já entramos com destino certo. Comemos no Videopolis, que é uma arena misturada com praça de alimentação. A cara dos hamburgueres lá é bem melhor dos que os da Flórida. Eu optei por um nuggets mesmo e enquanto comiamos, rolou um treinamento Jedi no palco da arena. Esse treinamento é só pra crianças até 12 anos, mas o lugar fica cheio de marmanjo babando, hahaha!

De lá, fomos na Space Mountain, Mission 2. O nome já sugere que é uma atração um pouco diferente da de Orlando. Já começa que os assentos são duplos e por fora dá pra ver que tem outras coisas diferentes (tipo uma parte aberta). Essa foi outra atração que achei melhor do que a de Orlando. Não dá tanta aflição de bater nas coisas, apesar da maior parte tamném ser no escuro. É um pouco mais rápida também e tem mais quedas e voltas. Também fizemos 2 vezes, a fila tava muito rápida!

Outro brinquedo bem legal é o do Indiana Jones, outra montanha russa, rola até um loop, haha! Só acho que balança muito umas horas e pode dar dor de cabeça...

A Big Thunder deles estava fechada para reforma. Um brinquedo clássico que só abriu agora lá é o It's a Small World, mas não fomos porque a Amanda não quis ficar com aquela música do demo na cabeça o resto da vida, HAHAHA!

Fomos no Piratas do Caribe que é diferente também, mas não tem o Jack Sparrow (captain *cof cof*). E resolvemos arriscar ir no brinquedo do Pinóquio só porque não tinha fila e eles nunca tinham ido, haha! A gente riu muito nesse porque é bem pra criança mesmo. Isso foi idéia do marido da minha amiga!

No fim do dia passamos pelas lojinhas pra ver o que mais eu podia encontrar de diferente. Tem sim muita coisa, mas não comprei muito. Trouxe algumas canecas/copos e coisas menores. No fim, os Mickeys franceses você encontra na Disney Store na Champs Elysee mesmo...

O show de fogos no fim do dia é bem legal, eles misturam com muito video projetado no castelo, mas achei meio borocoxo...

Passamos na World of Disney antes de ir embora e ainda assim pegamos o trem bem cheio (mas achamos lugar pra sentar) e TODO MUNDO no trem estava morto. Muita gente faz os 2 parques num dia só pelo preço e é muito desgastante, mesmo sem tantas filas.

Sobre o serviço nos parques, fiquei abismada de ver cast member dando come em criança mal educada na frente de todo mundo! Eu ainda lembro do treinamento que dizia que a gente não pode colocar guest em situação constrangedora assim! Também não acreditei na moça que pedia sem a menor paciênca que as pessoas seguissem na fila (go! go! go! GO!). Fora que eles perdem um monte de oportunidade de vendas não tendo loja no fim de todos os brinquedos!

Claro que ainda vale o passeio porque é Disney, mas como a maioria dos brasileiros acaba conhecendo primeiro a Disney dos EUA, é bom ir com baixas expectativas.

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#diáriodeviagem: paris, atrações turísticas
quarta-feira, 13 de abril de 2016 at 10:30
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Impossível ir pra cidade mais turistica do mundo e não turistar, né? Mas assim como eu fiz no Japão, eu elegi poucas atrações que eu queria com certeza fazer e deixei a ocasião me mostrar mais da cidade, assim eu teria com o que me surpreender!

Como eu estava com a minha amiga, e ela está acostumada a hospedar pessoas que nunca foram a Paris antes, ela já tem um rteiro meio traçado daquilo que é "imperdível".

Segurança em Paris: muita gente me perguntou sobre como estava a cidade em face ao terrorismo (depois dos ataques na própria cidade em novembro, o continente viveu mais momentos de terror com mais ataques em Bruxelas umas 2 semanas antes de eu viajar) e minha mãe ficou super preocupada de eu ir pra Paris justo agora. Porém a lógica da segurança em países seguros é: a criminalidade é relativamente baixa (roubos e assassinatos, por exemplo), então a segurança é branda. Ai acontece um ataque terrorista exatamente porque não havia segurança reforçada e então eles colocam não só a polícia na rua, como segurança particular em tudo. E ai a cidade fica mais segura ainda. Além do esquema de segurança na estação de trem para viagens entre diferentes países, em toda a loja, grande ou pequena, tinha segurança na porta checando bolsas e mochilas e detectores de metal de mão. Nas grandes atrações, o esquema era parecido com o do trem (com portal detector de metais e máquina de raio-x). Único lugar sem esse esquema é metrô mesmo...

Particularmente, eu não me incomodei com esse esquema, mas tenho que confessar que com essa cara de japa, eu não sou "grupo de risco" e a revista em mim era muito mais suave do que com homens e pessoas de cor.


Das atrações que eu fazia absoluta questão de conhecer estavam a Torre Eiffel, O Palácio de Versalhes, a Disney e o Louvre. Sei que pra 1 semana parece pouco, mas eu não gosto de ter que fazer tudo correndo. Ainda assim, fiz tudo correndo porque entre uma coisa e outra tem tanto pra se ver!!!

Minha amiga me levou na Torre logo no primeiro dia. Ela não me avisou exatamente onde a gente estava indo, a gente pegou o metrô e foi, mas quando perguntei que estação a gente ia parar, ela falou Trocadero e já me liguei porque já tinha lido que era essa a melhor parada pra ver a Torre! E realmente, acho que é a melhor introdução a um cartão postal, você vira a esquina e , tá lá a Torre Eiffel linda e imponente! E cheia de turistas em volta! Acho que nunca vi um lugar tão cheio de turista na vida!!! Era domingo e o dia nem tava tão bonito assim (de manhã o tempo tava lindo e quente, mas a tarde ficou nublado), mas tinha gente saindo pelo ladrão! Não subi nesse dia, resolvi voltar no meio da semana e dei uma super sorte! Cheguei pra comprar a entrada com direito a subida de elevador até o topo umas 10h30 e quase não tinha fila! Deu pra aproveitar bem, o dia tava bem bonito, ensolarado, apesar de frio. Quando desci, uns 90 minutos depois, a fila tava lá do outro lado já! Achei que as lojinhas de souvenires de lá foram as melhores da viagem, apesar de caras. Pra achar coisa diferente e interessante, é na Torre!

Fui no Louvre no final do mesmo dia. Todo mundo fala que é melhor ir no museu no fim do dia e resolvi apostar. Todo mundo também fala que o museu é gigante e que a gente tem que escolher o que quer ver porque é impossível ver tudo. Eu queria ver a Monalisa, o resto era lucro. Quando cheguei, umas 15h30, não estava lotado, mas também não estava vazio. O saguão da Mnalisa é uma bela andada da entrada, e é sempre cheio, mas até que deu pra chegar pertinho e fazer uma selfie. Depois eu inventei de querer ir nos aposentos do Napoleão, que em tese eram perto, mas devido a uma obra no prédio, ficou impossível de chegar. Me perdi no meio do caminho e fui parar no jardim das esculturas italianas, e resolvi ficar por ali mesmo! É um saguão amplo e bem iluminado, cheio de esculturas lindas, com uns bancos nas laterais, um lugar super gostoso de ficar.


O Palácio de Versalhes deixei pra visitar no último dia, achei que umas 4 horas davam e quase não consegui ver muita coisa! O palácio em si é o menos interessante, o que chama atenção mesmo é o jardim enorme no fundo e os domínios da Maria Antonieta. Pra chegar lá, peguei um RER que custou € 3,55. Da estação, andei mais uns 15 minutos até dar de cara com o palácio. Comprei a entrada na hora e resolvi ir ver os domínios da Maria Antonieta primeiro. E resolvi fazer isso a pé, pra aproveitar os jardins.

A caminhada pelos jardins é bem gostosa, ainda mais nessa época que é ensolarado e friozinho, então não cansa tanto. Mas depois de sair pelo portão do Grand Canal, a caminhada é meio longa até o Grand Trianon. Mas foi lá que vi alguns dos aposentos mais bonitos, que parecem mais com a realeza européia que a gente vê em filme (pensa na nobreza de Ligações Perigosas, por exemplo). Os jardins entre o Grand e o Petite Trianons é bem bonito, uma caminhada agradável. Atrás do Petite Trianon tem a fazenda e umas outras coisas, que aquela hora eu já não tinha mais forças pra explorar. Sério, foi uma longa andança!!! Pra quem não curte andar, exige muita força de vontade fazer esse passeio. Existe a possibilidade de pegar um trenzinho no lado oposto da entrada dos jardins que levam do palácio até o Grand Trianon direto. Custa € 4,00, tem outras paradas e pode ser usado pro retorno. Na volta eu acabei pegando o trenzinho ou não teria sobrevivido não!!!

No palácio, vi a sala dos cristais, famosa, e outros salões do lado, mas só porque é impossível ver uma coisa só e ir embora! O layout do palácio é feito pra não ter jeito de dar meia volta, o que achei bastante estúpido! Pra piorar, como em toda Paris, ali no palácio também tá cheio de grupos de chineses. Eu dei o azar de entrar bem na memsa hora que uns 5 deles!!! Foi meio traumatizante >.<


Sobre a Disney, vou falar em um post separado, mas já digo que tudo o que falam sobre ser a ovelha negra da família é verdade!

Além desses passeios que eu queria fazer, minha amiga ainda me levou na Sacre Coeur de Mont Martre, aquela lá no alto da colina (que eu subi de funicular - € 1,80) e por um passeio na região (que ficou mais famosa por causa da Amelie Poulain), com direito a crepe num lugar cheio de recados e fotos colados na parede (tipo, não dava pra ver parede, haha) e claro, ao Café des 2 Moulins.

Também passei na frente do Moulin Rouge, que fica numa região meio degradada... Mas logo depois fica uma região mais sossegada, que é onde minha amiga trabalha e ai o passeio fica mais tranquilo. Claro que tem muito turista ali na frente, até vi uma pessoa sentada num banquinho lendo um livro, mas eu não achei esse passeio particularmente interssante.

Fomos claro na Champs Elysee, que como disse, é relativamente perto da casa da minha amiga. O Henrique estava na cidade coma família, a gente sabia que estaria lá na mesma época, mas não combinamos de nos encontrar porque sabiamos que seria impossível. Porém, só porque a gente não combinou nada, nos esbarramos em plena Disney Store!!! Não acreditei! O mundo é minúsculo mesmo...

A Champs Elysee deixou de ser chique a muito tempo, hoje é um mar de turistas e lojas lotadas, de luxo, só alguns preços mesmos. Mas ainda é uma via bonita, ampla, que dá no Arco do Triunfo. Ainda é sim um passeio válido, até porque tem várias lojas famosas todas juntas. A Sephora de lá é uma das maiores que já vi! E tem a Disney Store (pra quem não sabe, existem itens que são vendidos exclusivamente em lojas fora dos parques) <3


Ainda sobre compras, passamos na Rue Rivoli que também é cheia de lojas e marcas, mas coisas menores. Fica atrás do Louvre, pra quem quiser escapar da loucura que é a Champs Elysee.

Passamos na Galeries Lafayette também, mais pelo passeio do que pelas compras. É umaenorme loja de departamento de luxo. Tem stand da Shu Uemura e lá eles vendem o melhor curvex do mundo por 3 vezes o preço do Japão! Mas tá valendo, uma vez que não se vende mais nos EUA e é mais fácil achar alguém indo pra Paris do que pro Japão...

A melhor parte da galeria é que tem uma cobertura deliciosa, cheia de cadeiras e bancos, de onde dá pra apreciar a cidade e a Opera, ali na frente <3. Ficamos á um tempão, o marido da minha amiga até tirou um cochilo, haha!


Passei ainda pelo Jardim das Tulherias (na frente do Louvre), pelo Jardim de Luxemburgo, pela Notre Dame (mas não entrei), na frente do Museu Pompidou e do Pantheon. Ufa!

Os primeiros dias começaram mais devagar, a gente dormiu mais e tal, mas depois era acordar cedo e ir dormir tarde e andar o dia tooooodo. Paris é um dos lugares mais cansativos que já visitei, e tô cansada até agora e não sei quando vou me recuperar! Mas vale muito a pena porque é uma cidade linda!

Ainda vou contar de 5 lugares onde comi (claro!) e fui muito bem servida!

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that would be me. bye!

#diáriodeviagem: paris, modo de usar
terça-feira, 12 de abril de 2016 at 10:30
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Bom, como dito anteriormente, fiquei hospedada na casa de uma amiga, então eu não escolhi a localização. Mas via de regra, quanto menor o número do arrondissement (bairro), melhor. Mas eu fiquei no 17eme (Batignolles) e achei muito bom. É perto de Clichy e até da Champs Elysee, então não tenho do que reclamar. Fora que é um bairro bem residencial, francês, com muitas facilidades.

Paris, assim como Londres, Nova York e Tokyo, sofre de falta de espaço, então as acomodações são bem menores do que estamos acostumados. É bom ter isso em mente na hora de fazer as malas, porque senão você não vai conseguir nem se mover dentro do seu quarto de hotel!

Pra chegar lá eu fui de trem Eurostar. Achei uma alternativa super confortáve pra quem pretende conhecer Londres junto com Paris. Não gosto de aeroportos porque são longe da cidade e o que você economiza na tarifa acaba gastando com o deslocamento até a cidade, além do limite de bagagem.
  • Estação St Pancras / Kings Cross em Londres: tem um tamanho ok e é bem sinalizada. O check in é meio cheio, mas não demora muito. A imigração é super rápida. Tem que passar pela segurança que nem em aeroporto, mas é bem sossegado;
  • Estação Gare du Nord em Paris: a maior estação de trem do universo!!! Como andei naquele lugar! E como tudo na França, péssima sinalização. Parei umas 3 vezes pra perguntar onde era o check in do Eurostar. Mas uma vez lá, foi tão tranquilo quanto em Londres.
A passagem de ida e volta saiu por volta de £ 100, mas pode ser menos ainda dependendo dos dias e horários que você escolher. O trem é moderno e confortável e tem um bar com coisas meio caras, mas que pode te salvar se você não tiver tempo de comer antes ou depois da viagem.

A viagem é bem rápida, a porção na Inglaterra passa num piscar de olhos! Eu tirei um cochilo na Inglaterra e acordei na França, haha! Isso é bom saber pra quem acha que vai passar mal no túnel. É bem rápido mesmo ;).

Pra me locomover em Paris usei muito o metrô. Achei que seria bem caro, mas no final era € 1,80 cada bilhete, mas também tem o bilhete de dia inteiro (Moblis) que é € 7,00 pras zonas 1 e 2. Só pra alguns poucos lugares peguei o trem, que é bem grande, mas confortável e um pouco mais caro (depende de onde você quer ir). O bom é que o metrô te leva pra todo lugar mesmo, é bem completto, mas as vezes é um pouco complexo...

Eu tinha uma "guia", mas a cidade não é difícil de entender. Parece grande, mas andando nem é tanto assim. E você anda MUITO! Tudo que tem pra ver é na rua mesmo, então com as pequenas distâncias você acaba aproveitando mais se estiver a pé.

As atrações tem um preço médio de € 15 - 20 e a comida varia de onde você quiser comer, mas diria que em torno de uns € 30 dá pra comer muito bem. Mas assim... Todo lugar tem comida boa, todo croissant é delicioso, em todo lugar tem baguete crocante por fora e macia por dentro! E o vinho, ai que delícia! Aliás, mais barato pedir taça de vinho do que refrigerante nos restaurantes, haha!

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#diáriodeviagem: paris, impressões
segunda-feira, 11 de abril de 2016 at 08:06
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O Arco o Triunfo ali no fundo <3

Antes de fazer o diário da viagem propriamente dito, queria deixar minhas impressões de Paris aqui.

Fui passar 1 semana na cidade luz e tenho a sorte de ter uma amiga morando por lá, ou seja, acomodação de graça! Mas além disso, também ganhei uma guia maravilhosa, que conhece a cidade muito bem e que se tornou uma ótima companhia de viagem, mesmo tendo que trabalhar de manhã.

Eu fui sem muitas espectativas, talvez porque depois de Londres eu estava meio receosa de não gostar tanto assim de Paris, e no fim isso foi ótimo, porque acabei me apaixonando de verdade pela cidade!

A arquitetura é maravilhosa e o urbanismo é feito pra gente se sentir muito bem por onde passa. Em geral eu gosto de prédios altos e diferentes porque isso facilita eu me achar pela cidade (desnorteada master!), mas em Paris, apesar de me sentir meio perdida, isso não teve importância. É refrescante estar numa cidade onde você vê o céu (lindo!) e onde as ruas são amplas. Fora a sensação de estar sempre num filme!

Eu também achei Paris mais parecida com Nova York d que Londres. Não sei o que é, mas só de estar lá senti essa familiaridade que me faltava tanto aqui na Inglaterra.

Fora a real sensação de ser turista.

Economizei bastante pra essa viagem achando que Paris seria caríssima, mas nem foi. No fim até trouxe um pouco do dinheiro de volta! Mas acho que Paris é pra você gastar com passeio e comida, e nem tanto com compras.

E de todas as cidades que já visitei, achei a mais turistica de todas. Os turistas estão em todos os lugares! Muito brasileiro (apesar da crise...) e muito, mas muito chinês mesmo! Nem no Japão senti que tinha tanto chinês quanto em Paris! E eles andam em grupos, as vezes é meio assustador.

Apesar da fama, nem achei os franceses tão anti páticos assim. Talvez porque eu aprendi quando cheguei que pra tudo você diz "bonjour!" e só então pergunta se eles falam inglês. E porque eu tenha uma base (bem básica mesmo!) da língua e no meio da semana já estava entendendo quase tudo e me arriscando a fazer pedidos simples sozinha. Os franceses falam sim inglês, e acho que no fim, com os turistas, eles até prefiram falar em inglês pra deixar a mensagem mais clara. Pelo menos foi o que senti, porque muitas pessoas acabavam falando inglês comigo mesmo quando eu perguntava em francês (tudo bem que meu francês é meio capenga...). E em pelo menos 3 ocasiões, tive um atendimento super simpático, pra qualquer padrão!

Eu super voltaria pra Paris, mesmo já tendo visitado quase tudo. Eu realmente gostei da cidade e entendo a fascinação que ela exerce!

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sexta-feira, 1 de abril de 2016 at 16:22
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Eu sei que dei uma sumida, mas... Não será tão cedo que darei o ar da graça por aqui - tô indo passear em Paris!!! Acho que depois dessas mini férias vou poder falar mais do que também tem me deixado meio afastada (com o pensamento lá na casa do caralho).

See you soon!

that would be me. bye!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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