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#beda: o glorioso blogday!!!
quarta-feira, 31 de agosto de 2016 at 10:30
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Eu nem acredito que agosto tá finalmente acabando!!! Vou sentir falta dessa energia que o beda teve, com tantas blogueiras sijoganu nesse desafio. Somos todas vencedoras!!!

Esse beda serviu pra dar um gás pra quem tava meio desanimado de blogar e pra conhecer gente nova. Confesso que por causa do grupo, sai da minha concha e descobri blogs maravilhosos!

Resolvi indicar nesse dia lindo as lindas que passaram por aqui com mais frequência e deixaram um carinho nos comentários:



Todos blogs bem pessoais com textos ótimos, bem blogagi ~tru~.

Além, de claro, todas as lindies que tão na barra lateral aqui do blog <3

Como é de se imaginar, vou dar um tempo (alguns dias) pra respirar dessa loucura que foi o beda, mas não quero jamais abandonar isso! Vou tentar dar um gás no outro blog, mas com certeza volto pra cá o quanto antes. Pautas na minha mente é o que não faltam!

Este post faz parte do BEDA - blog everyday august. Se quiser conhecer mais gente que está  se aventurando nesta loucura ou precisar de um grupo de apoio pra continuar firme e forte na ~blogueragi~ clica no banner!

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that would be me. bye!

#beda: sendo quase atéia
terça-feira, 30 de agosto de 2016 at 11:34
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Quando decidi fazer o beda, eu queria ter tido tempo de escrever sobre alguns temas "polemicuzinhos". Mas ai a vida me levou pra outro lado e eu acho que terei outras oportunidades de falar dos assuntos que me interessam.

De qualquer forma, eu tinha visualizado em mente escrever sobre um assunto que toma meu Facebook, porém é algo que me interessa tanto que acho que será apresentado melhor se eu destrincha-lo em vários posts.

Para agora, resolvi escrever sobre algo que me chamou a atenção totalmente sem querer e que teve desses desdobramentos loucos que só nossas mentes podem ter.
Apareceu na minha timeline uma dessas listas despretensiosas do Buzzfeed sobre casos de morte misteriosos. Pra que, né? Por mais que a gente não acredite no sobrenatural, depois de ler coisas sem explicação todo mundo fica impressionado.

O caso que me chamou mais atenção foi o de um grupo de esquiadores russos achados numa trilha de montanha, aparentemente mortos por hipotermia (o caso ocorreu no inverno entre as décadas de 1940 e 1950). Chamou atenção porque as 8 pessoas envolvidas eram esquiadores e exploradores experientes e que carregavam equipamentos muito adequados para o frio e porque não havia ocorrido nenhum desastre natural que pudesse tê-los deixado sem condições de suportar o frio. As investigações chegaram a conclusão que na última noite em que estiveram vivos, algo aconteceu que fez com que eles rasgassem a barraca para fugir em aparente pânico, sem roupas adequadas, até o bosque mais próximo. Como as buscas demoraram a começar, eles não conseguiram sobreviver ao inverno russo e foram achados mortos na floresta.

Muitas hipóteses foram levantadas, a maioria sem fundamento, mas uma que me chamou a atenção, e sobre a qual eu nunca tinha ouvido falar, era a de "pânico induzido por infra som". Infra som é o som que a gente não ouve, porque é muito "baixo". E essa teoria me perturbou muito! Acho que é porque o infra som não é algo difícil de se obter, e eu não sabia que existia uma maneira de isso induzir o pânico no ser humano!

A curiosidade falou mais alto, e depois de relutar em descobrir como isso funciona de verdade, resolvi googlar um pouco pra entender melhor essa coisa de infra som e sua influência no ser humano.

Depois de uma breve explicação, achei uma lista de "usos" e de como o infra som influencia nossas vidas.

O som é uma onda com diferentes frequências. Alguns animais são capazes de ouvir sons que o ser humano não consegue escutar. Os nossos ouvidos só são capazes de captar sons a partir de uma certa frequência,  o que não quer dizer que aqueles que não ouvimos não estejam presentes.

Apesar de não ouvirmos estes infra sons, eles ainda são ondaa que chegam nos nossos cérebros. E são essas ondas que são capazes de influenciar o funcionamento dos nossos cérebros. Trocando em miúdos, o infra som é capaz de manipular o que o nosso cérebro nos mostra.

Depois de pesquisas e análises, chegou-se a conclusão de que não existia possibilidade de os exploradores russos terem sofrido de pânico induzido por infra som e a hipótese que faz mais sentido é de que a região era usada secretamente para treinamentos militares e eles tenham sido vítimas de algum experimento sem querer, e o governo russo jamais admitirá isso.

Continuando com minha pesquisa sobre os efeitos do infra som em humanos, descobri algumas experiências simples que explicavam eventos "sobrenaturais". Desde a aparição de fantasmas, passando por objetos que se movem sozinhos até sons do além, tudo pode ser explicado pela existência de Infra som no ambiente.

O que me leva ao título deste post, finalmente  (ou não).

Fui criada mais ou menos católica numa casa não muito praticante. Fiz primeira comunhão e crisma, além de claro ter sido batizada (com 3 anos, mas tá valendo) e sempre entendi que, crescendo em um país culturalmente cristão, por mais que eu tivesse lido no livro de história que Jesus era um líder comunitário que chamou mais atenção do que deveria na época do império romano, eu não tinha como fugir dessa "espiritualidade". Porém sempre balancei sobre essa questão da religião e da fé, principalmente assistindo a Igreja ser tão criminosa contra o povo quanto qualquer outra instituição política corrupta mundo afora.  Por muito tempo, inclusive, me considerei agnóstica, querendo a maior distância possível de uma organização com a qual eu não concordo.

Um dos meus melhores amigos sempre foi ateu, de família atéia, mas eles sempre foram considerados "excêntricos". Além de tudo, imaginem só, eles eram esquerdistas! E a gente aprende na escola que uma das "maldade" que governos socialistas impuseram quando instalaram o regime tanto na Rússia, quanto na China, foi "proibir" o povo de ter sua religião. O Estado socialista deveria ser o centro de tudo, inclusive de culto. Por muito tempo,  achava que ser ateu era algo muito radical,  e ter um pouco de fé não matava ninguém.

Exceto que as vezes a fé mata sim. Porque infelizmente existe muita gente ruim no mundo que explora a fé alheia sem escrúpulos visando somente seu próprio bem.

Mas além disso, comecei a prestar mais atenção em mim e na evolução do mundo. Comecei a ler e estudar um livro sobre filosofia e a ver que as religiões partem do mesmo processo filosófico de tentar explicar o mundo.  A ciência surgiu da necessidade de provar esses processos filosóficos e, ao analisar a evolução do mundo,  é muito fácil perceber como a ciência veio para ajudar a provar aqui que não entendemos, mas que ela  só consegue avançar a medida que a tecnologia permite.  E a ciência e a tecnologia só avançam se estiverem livres de dogmas  (conceitos imutáveis e inquestionávei).

A partir de então percebi que acredito na ciência, do que é palpável e exemplificavel e provável, e que não me cabe,  racionalmente, ter religião e acreditar em deus, qie nunca pode ser provado, só acreditado.

Mas também não é tão simples assim "desacreditar" em deus.  Eu vejo que a espiritualidade está muito relacionada com as culturas e os hábitos de uma população, não só no Brasil. Inclusive a primeira vez que li sobre essa relação era uma pesquisa feita no Japão, cujos costumes estão tão intrinsecamente relacionados ao budismo. É algo tão natural que os próprios japoneses não se consideravam espiritualizados como o resto do mundo os via. E eu acho que no Brasil é parecido,  talvez o cristianismo não permeia todos os nossos ritos, mas com certeza é parte do nosso imaginário coletivo. Por exemplo, falamos sem pensar em religião coisas como "graças a deus" ou "minha nossa senhora" ou "deus me livre". Eu tento me policiar ao máximo porque não quero passar a mensagem errada ao mundo e porque não quero desrespeitar a crença alheia proferindo coisas sobre as quais não tenho autoridade.

Quem primeiro disse que éramos quase atéias foi uma amiga de ex trabalho com quem me identifico muito. Houve uma época que eu compartilhava muita coisa sobre ateísmo e ela disse que estávamos no caminho, mas ainda não completamente lá. Por mais que eu aceite racionalmente o ceticismo absoluto e entenda que não terei vida após a morte, é difícil de uma hora para outra não pensar que nossos entes queridos que já morreram se foram para todo o sempre, por exemplo. Ou não fazer o sinal da cruz quando está apreensivo.  E sempre escapa um "deus te ouça" sem querer querendo.
Nossa, resolvi rascunhar esse texto a mão e ele já está super longo! Mas tudo o que eu queria explicar é como com o tempo estou me tornando atéia, muito cética,  acreditando que a ciência pode explicar tudo, mesmo quando ela ainda não tem uma explicação para aquilo. Mas essa é a minha crença, não vim aqui tentar convencer ninguém!

Eu só me empolguei um pouquinho com a ciência esses dias e resolvi compartilhar =)

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#beda: resumo da semana
segunda-feira, 29 de agosto de 2016 at 12:38
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Dá pra acreditar que chegamos na última semana de beda??? Apesar do esforço que tá sendo termina-lo, vai deixar saudades. Mal posso esperar o blog day pra indicar muitas lindas que conheci no nosso grupo de apoio <3

Passar a semana sem Olimpíadas só foi menos difícil porque as vendas de ingressos para as Paralimpiadas atingiram recordes e porque, na falta de outra pauta, continuo se falando de Olimpíadas em muitos canais.

Essa semana não fui pra São Paulo, fiquei mais quieta em casa. Ou o quão quieta eu consigo ficar. Comecei a reler a saga Harry Potter, dessa vez em inglês (os 4 primeiros livros eu só tinha lido em português), mas eu não tenho a versão em inglês de Cálice de Fogo (quando comprei os outros 3 não tinha justo esse volume), então comecei a ler em português mas não tá avançando. E eu sei que é uum livro muito bom! Imagina quando chegar na Orden da Fênix, que eu acho chato??? Bom, por conta disso, resolvi espairecer com outro livro, igualmente inglês, mas totalmente diferente, Pride & Prejudice, da Jane Austen.

A primeira vez que eu li esse livro, tinha uns 15 anos e estava encantada por Jane Austen depois do filme "Sense and sensibility", adaptado pro cinema pela Emma Thompson. Achei o livro em português no meio das coisas de um tio, e logo que comecei a ler não consegui parar! Se tornou meu livro favorito de cara e eu reli aquela edição muitas vezes. Até na faculdade encontrar uma promoção da versão em inglês e tentar ler. Não vou dizer que é a coisa mais fácil, porque é inglês arcaico, mas a narrativa da Jane Austen é maravilhosa e isso se torna um detalhe.

A história fala de como a vida da família Bennet, da casa de Longbourn, muda com a chegada a região do Mr Bingley e sua família e amigos a casa de Netherfield.

Confesso que dessa vez a leitura começou mais devagar, mas logo a história engata e foi difícil largar o livro! Pra tornar a experiência ainda mais satisfatória, fui ler alguns dias no Starbucks, porque eu adoro o clima de lá, e o chá, claro ;). Se houvesse Starbucks na cidade aqui na roça, ai que eu nunca mais sairia de lá!

Em 2005 adaptaram a história pro cinema e eu simplesmente odeio essa versão. Tudo o que tem pra fazer de errado eles fizeram, em especial, e imperdoavemente, colocaram o pior Mr Darcy qe eles poderiam achar e fizeram do personagem um emo do caralho.

Porém existe essa versão maravilhosa que a BBC fez em 1995, o primeiro trabalho grande do Colin Firth como o Mr Darcy perfeito! É uma minisérie pra tv que foi dividida em 6 episódios e que os produtores tentaram recriar o mais fielmente possível. Foi a partir dessa minissérie que a autora de Bridget Jones moldou os seus personagens e que a adaptação pro cinema foi feita (tanto é que o Colin Firth faz o Mr Darcy da Bridget!).

O meu box eu comprei numa viagem ao Canadá, mas eu já vi pra vender aqui no Brasil (na Livraria Cultura do Conjunto Nacional) e não é muito caro.

Pra mim, tudo o que o filme de 2005 fez de errado, essa série acertou. Colin Firth hesitou em aceitar o papel, mas sabia que ele teria que ser o mais fiel possível ao livro se quisesse fazer jus a história. As irmãs Bennet são perfeitamente inglesas e muito críveis. A Mrs Bennet é simplesmente sensacional! Sabe quando você vibra por uma interprestação? É essa mulher! Até o Colonel Fitzwilliam é aquilo que eu esperava (e claro, super shippo ele com a Lizzy durante a visita de Hunsford!).

Claro que eu reassisti o box depois de ler o livro, eu tinha que rever aquilo que se passou na minha cabeça, hehe...


Depois de reler "Pride..", ao invés de voltar pro Harry Potter, resolvi reler um xerox da época da faculdade que achei no meio das minhas agendas. Sabem o Prof. Clóvis de Barros Filho? Antes dele ser essa pequena celebridade academica que aparece no Jô ele foi meu professor na faculdade. Era pra termos aula de Direito do Turismo, mas a formação dele é em Direito, mais voltado pra filosofia e ética, logo o Código de Defesa do consumidor foi tendo cada vez menos tempo nas nossas aulas, mas em compensação a aula de ética dele era simplesmente hipnotizante!

Em uma das aulas ele pediu pra gente ler o livro "Felicidade, desesperadamente", que, como era difícil de encontrar, ele tinha disponibilizado no xerox pra gente. Na época nem lembro porque ele nos pediu pra ler esse texto e eu achava que nunca tinha conseguido terminar de ler, porque me lembrava claramente de que eu ficava muito deprimida de lê-lo. Mas uma coisa que nunca esqueci é que ele sempre dizia que esse título em português era errado, e que deveria ser "Felicidade, desesperançadamente".

Como da outra vez, o começo do livro não foi fácil, mas continuei e lá pelo meio do livro ele toma uma direção que eu nunca tinha esperado (e dai cheguei a conclusão de que nunca tinha terminado de lê-lo) e aoo final da leitura, eu era uma pessoa muito mais satisfeita!

O livro é na verdade um seminário que o autor, Andre Comte-Sponville, deu na França sobre a filosofia do que é a felicidade. Então é um livro bem didático que explora várias definições de maneira bem clara, até fazer-nos chegar a conclusão do que é a felicidade. Ele explica desejo, vontade, satisfação e, por fim, felicidade e isso me fez pensar muito, e acho que é a partir de discussões como essa, que a expressão "a gente faz a nossa felicidade" vem, mas lendo esse livro eu realmente entendi o que isso quer dizer. Felicidade dá trabalho, mas não é só físico, é mental também.

No fim de semana meu irmão foi viajar, então no domingo fui almoçar com minha mãe no shopping. Não sei porque, durante a semana bateu uma vontade louca de comer Mc Donald's, então foi o que pedi. Meu pedido clássico é sempre o número dois, quarteirão com queijo e coca normal de bebida, hehe.

Aproveitei pra ver o que tinha no cinema, e infelizmente, nessa roça, só tá passando "Pets" dublado =( Porra, Kinoplex! Porra, Cinemark! Assim fica difícil ir no cinema, né!

Fomos no Wal Mart que é dentro desse shopping e achei geléia de mocotó sabor natural pra vender, finalmente! Sei que é difícil achar geléa de mocotó pra vender hoje em dia, mas sabor natural é ainda mais difícil! Já falei aqui que adoro isso desde criança, pra mim é a sobremesa perfeita =).

Além do blog day ainda tem amanhã pra pautar, mas eu já tenho uma idéia do que escrever, ao menos! E pra setembro, o que será que teremos? Hehehe...

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#beda: era uma vez, há muito tempo atrás...
domingo, 28 de agosto de 2016 at 10:30
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Lembrei que nunca escrevi sobre a formatura do meu irmão, que aconteceu em janeiro de 2012, então resolvi usar pro beda, já que eu ainda não tinha pauta pra esse domingo :)

Meu irmão se formou em Engenharia Elétrica pela Unesp de Guaratinguetá e a festa foi lá mesmo. É tradição que as famílias aluguém chacaras pra passar o fim de semana todo com os formandos, e ai eles aproveitam pra fazer quase que uma festa paralela, com muita bebida e muito churrasco.

Como família do formando, eu e minha mãe tivemos toda uma preparação. Minha mãe mandou fazer um vestido e eu fiquei um tempão tentando decidir o que eu queria usar. Minha mãe até passou maquiagem (que ela nunca usa)!

Meu vestido eu comprei em uma loja na José Paulino, cujo nome eu não lembro. Era uma portinha, mas a loja era extensa. Na porta ficavam os manequins, não tinha nem uma vitrine fechada, pra ver como era a coisa! Eu pensei em ir até a Feira do Vestido de Festa, que é uma loja enorme lá no fim da rua (onde já tinha comprado um vestido pra casamento antes) e na Elouva, que são lojas bem conhecidas, mas acabei nessa loja sem ir nas outras, porque achei o vestido que eu nem sabia que queria! Na verdade, entrei na loja por causa de outro vestido muito bonito também, cinza chumbo, mas quando vi o vestido que acabe comprando no manequin no interior da loja, sabia que era ele que teria o maior impacto e que eu voltaria pra olhar nas fotos e gostar pra sempre <3

Antes de fazer a barra
A sandália tive a sorte de achar em uma liquidação da Capodarte e paguei tipo R$ 50!!! Minha mãe ainda não tinha decidido o vestido (mas eu também não) e não quis comprar e depois se arrepedeu porque nunca mais achou sapato tão barato, hehe.

A gente foi pra Guará na sexta de manhã. Meu irmão dividiu o aluguel da chacará com outro amigo dele. Ficamos com uma suite até que bem grande, onde coube nós 3 e mais 2 amigas do meu irmão. A chácara ainda tinha um salão de festas e uma churrasqueira, cabia muita gente ali, e eles levaram muitos convidados durante o dia.

No sábado acordamos cedinho pra ir na missa de formatura que foi na basílica de Aparecida, que é ali perto. Fui só pra não ficar abandonada na chácara, porque sentei lá no fundo esperando a missa acabar, com muito sono. Na volta tomamos um bom café da manhã de padaria, onde um monte de outros formando estavam também (a cidade estava tomada por formandos e famílias) e ai voltamos pra chácara pra fazer o churrasco.




Ainda rolou minha caipirinha de abacaxi que é sempre muito bem recepcionada, haha! Comi razoavelmente, mas não fiquei bebada. No fim da tarde eu tinha hora no cabelereiro pra fazer o penteado e uma amiga do meu irmão levou eu e a namorada de outro menino pros salões (eu escolhi fazer em um salão de shopping mesmo).

Escolhi fazer um coque banana, porque achei que seria um penteado que ficaria no meu cabelo, que na época estavalongo, apesar de repicado.

Ledo engano. Teve um momento que eu achei que eu ia sar sem nenhum penteado! A moça começou a fazer o coque e... Pluft, o cabelo todo caiu do coque! Ela tentou espirrar um monte de laquê e o cabelo caiu várias outras vezes! Até pedir ajudar pra uma outra moça pra segurar o coque enquanto ela enrolava, terminava com uma lata de laquê e uma caixa de grampo, haha! Sério, foi tenso...

Essas presilhas estavam ali pra garantir que o coque não ia abrir!
A maquiagem eu fiz sozinha, com certeza ali é que eu não ia encontrar uma especialista em orientais! Mas nem ligo, porque eu gosto de me maquiar e não gosto muito de ficar muito rebocada. Também fiz a make de mamys.

A festa foi em pleno verão e estava mesmo bem quente. E o verão é também época de chuvas, então claro que choveu horrores antes do começo, e claro que o estacionamento do salão era só barro e tinha fila.

Nada glamouroso ter que segurar a barra do vestido
Comprei uns brincos simples na Morana e o colar eu peguei emprestado de mamys.

Família <3
Lá é costume dar os convites sobrando das mesas para os companheiros de república. Meu irmão morou no mesmo lugar a faculdade toda, foram 8 anos de convivência (ao contrário de mim que trancou a faculdade e foi viajar ou só postergou mesmo o tcc, meu irmão pegou algumas dp's pelo meio do caminho, hehe...) e de qualquer forma não tinha muita família pra ocupar a mesa toda mesmo.

A festa foi bem divertida, eu dancei uma das valsas com meu irmão (a pista era muito pequena pra todo mundo, e tinha muita gente, a troca dos pares foi caótica e dancei tipo uns 2 minutos só com ele, haha), o open bar era ótimo, a comida era boa e até o banheiro estava em boas condições, apesar do barro que todo mundo trouxe pra dentro do salão.

A gente ficou até mais de 5am e só fomos embora porque eu estava literamente dormindo na mesa e porque já estava acabando de qualquer jeito.

Eu mesmo não participei da minha formatura. O que eles fazem na ECA é juntar todos os cursos, mas não é tanta gente assim, e eu preferi usar o dinheiro pra ir viajar, a maioria dos meus amigos também não participou de qualquer jeito... Acho que eu encaro formatura como festa de casamento: eu não vou fazer pra mim, mas me convidem pras suas que eu participo e muito me divirto!

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#beda: meme escrito (a mão)
sábado, 27 de agosto de 2016 at 13:30
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Esse grupo é só amor! A Lidy sugeriu esse meme, que é da Cacá:

1. Qual é o seu nome?
2. URL do seu blog.
3. Escreva: 'A rápida raposa marrom pula sobre o cão preguiçoso'.
4. Citação favorita.
5. Música favortia (no momento).
6. Cantor/Banda favorita (no momento).
7. Diga o que quiser.
8. Indique 3 ou 5 blogs.


Pardon pela letra! O caderno eu achei esses dias nas minhas coisas, e na verdade é um apanhado de sobras de cadernos da escola com um arame de plástico, por isso a folha toda manchada!

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#beda: quando a gente falha
sexta-feira, 26 de agosto de 2016 at 20:51
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Uma vez li que o perfeccionismo pode frear as pessoas de fazerem coisas. No começo achei isso muito estranho, mas a explicação é que só de pensar na magnitude do objetivo, e de como ele poderia dar errado, o perfeccionista sequer começava. E as vezes eu vejo isso em mim. E hoje eu sinto isso nesse beda. Resolvi que ia escrever a semana toda sobre viagens, tomei um gás, mas o post de hoje não quer sair por nada. Comecei a escrever, mas não gostei do que escrevi e joguei fora. Passei o dia contemplando o que escrever, e não consegui achar nada que me agradasse.

Então me perdoem, hoje eu prefiro não escrever nada do que escrever algo que eu não vá gostar.

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#beda: dos passeios inusitados
quinta-feira, 25 de agosto de 2016 at 21:37
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Viagens de pacote nunca me interessaram, talvez porque, como tudo na vida, eu queria fazer do meu jeito. Foi com muito tempo que eu aceitei que passeios com guia pudessem ser legais, imagina pensar em entrar numa viagem onde tudo o que decidi foi pagar? Jamais!

Claro que quando meus amigos viajam, eu gosto de ouvir o que eles tem pra falar dos lugares que eu visitei também e comparar as nossas opiniões, mas também gosto de ouvir sobre lugares diferentes e fora do padrão.

Manitoba talvez seja o lugar mais diferente que eu já visitei. Quem vai passear pelas padrarias canadenses, né? Pois bem, não existe uma viagem ao Canadá, pra mim, que não inclua esse pedaço de terra tão plano quanto o olho consegue ver! Eu nunca nem pisei em Toronto, Ottawa ou Vancouver. Mas tão na lista (da última vez tive que mudar os planos e tirar TO e Ottawa da viagem).

Fomos "caçar" bison em 2013

E achamos!
Não conheço só os lagos e Winnpeg, conheci vários outros lugares no intercâmbio, que eu nunca teria conhecido sozinha! Posso não conhecer TO, mas conheço outras coisas diferentes, e que quando eu olho pra traz, me dá muita felicidade de saber que fiz uma viagem tão diferente!

No Japão aluguei apatos via Air b'n'b que não é muito comum e super indico! É bem mais barato, muito melhor localizado e muito confortável!


Apato enoooorme (pra padrào japa) em Kyoto <3

Sinto falta dessa cama de Tokyo até hoje!

Também fui pra Ueno com minha amiga, e acho que eu não ouço falar de lá do jeito que deveriam. Parece um mercado de pulgas, MAS tem muita coisa que não se vê no resto da cidade. Além de ter uma  loja de malas baratas mas muito baratas bem na saida da estação (embaixo da linha do trem)!


*Ueno a noite, perto da estação

Claro que na Inglaterra também fiz coisas que não se fazem se você não estiver morando lá, como visitar pequenos castelos desconhecidos em cidades pequenas ou costeiras e andar na floresta. Mas descobri que é mesmo uma atividade muito comum para eles andar pelos bosques por puro lazer (claro que lá é muito mais seguro do que simplesmente se embrenhar no mato como no Brasil).

Lulworth cove



 *Caminhada pela floresta até Ringwood

Caminhada na praia numa ventania durante o inverno
 As vezes são essas coisas inusitadas e diferentes que a gente faz que tornam a experiência muito mais marcante e valiosa. Pode ser que deixemos de visitar aquele "lugar imperdível", mas quem disse que a sensação de maravilhamento pelo mundo deixa de ser enorme?

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#beda: pra viajar é só preciso (boa) vontade
quarta-feira, 24 de agosto de 2016 at 10:30
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Quando estava em Berlim, conheci um grupo de canadenses que tinha acabado de se formar na faculdade e em uma conversa um deles falou que parecia que eu viajava muito. Eu disse que ele provavelmente achava que eu era muito mais nova do que a realidade  (haha, pelo menos 10 anos!), mas a verdade é que muita gente que me conhece também acha.

Na roça a mentalidade sempre foi de que pra ser alguém na vida, tinha que comprar casa e carro e na minha época apenas 4 pessoas da minha turma fizeram um intercâmbio, eu inclusa nessa conta. Na época eu já achava no mínimo estranho, mas hoje eu acho um absurdo, numa escola particular, onde a maioria tinha condições financeiras  (tanto é que algumas pessoas foram pra Disney - até mais de uma vez!), que ninguém tivesse o menor interesse de abranger seus horizontes!

Eu tenho plena consciência de que falo de um ponto de vista privilegiado, cresci numa família intelectual, onde meus pais podiam fazer escolhas como comprar comidas saudáveis ao invés de comidas processadas, que mandou 2 filhos pra escola particular e pro curso de inglês, mas por conta dessas escolhas também não tinha dinheiro sobrando pra bancar luxos.

Confesso que tive muita inveja quando todos os meus amigos do prédio foram pra Disney. Nunca foi um sonho, mas quem é que não quer se divertir com os amigos em algo diferente? Mas eu jamais trocaria pela viagem que fiz depois, e que certamente ajudou a trilhar o caminho que eu queria pra minha vida.

Só com quase 30 anos fui fazer minha primeira viagem grande inteiramente a lazer. Antes disso, toda viagem que quis fazer teve que envolver um elemento free. Não digo que as viagens não tenham custado nada, mas o dinheiro que eu tive que tirar do bolso foi muito menos do que muita gente imagina.


Eu sabia que pra conseguir fazer um intercâmbio eu teria que diminuir os custos drasticamente pro meu pai se sentir confortável de pagar. Minha chance veio com o intercâmbio do Lions, que "banca" a acomodação e a alimentação. Mas pra isso eu teria que ser uma boa aluna no curso de inglês. Ter boa participação e relativamente boas notas (embora alunos repetentes não fossem excluídos da seleção se mostrassem que poderiam ser bons representantes). E foi o que aconteceu. Fui escolhida pra ir pro intercâmbio, sem sequer poder escolher o lugar pro qual eu seria mandada. É a situação ideal? Não é, mas é a oportunidade que eu tive de fazer aquilo que eu queria. No fim foi, considerando até hoje, a melhor experiência da minha vida e eu não trocaria isso por nada, nem por ter dinheiro pra ter feito do jeito que eu achava que seria o ideal naquele momento.


Quando estava na faculdade passei a oportunidade de ir pro Japão logo depois que meu pai morreu, mas acho que as coisas acontecem do jeito que tem que ser. Um ano depois disso tudo, eu estava embarcando pra ir trabalhar na Disney.

Enquanto nunca tive o sonho de conhecer a Disney, sempre quis ter a experiência de trabalhar fora. E o programa da Disney foi o primeiro que conheci, e o que mais me chamou a atenção. Poder trabalhar na Disney, ter acesso ilimitado nessa época, e ainda ser paga por isso era a maior barganha que eu poderia imaginar.

Na ponta do lápis, essa viagem saiu "de graça". Eu tinha que ter o dinheiro pra "sair" daqui, mas o dinheiro lá me bancava com folga, e economizando direito, trabalhando certinho, dava pra trazer o dinheiro gasto com passagem e seguro de volta. Foi o que fiz, embora no fim da viagem minha mãe tivesse me "liberado" de pagar os custos de volta pra ela (desconfio que ela só queria que eu levasse o programa a sério).


2 anos depois, quando descobri o intercâmbio da USP, tive que arregaçar as mangas e ir a luta pelo dinheiro pra morar no Canadá. A parte fácil foi poder ir pro Japão pra juntar o dinheiro, mas trabalhar na linha de montagem não foi a coisa mais legal que já fiz, nem de longe. Mas era a oportunidade que eu tinha. Foram 4 meses de horror e  depressão, não gosto nem de lembrar muito o que sentia nessa época, mas mais uma vez provei pra mim, e principalmente pra quem duvidou de mim ("alá a patricinha que nunca pegou na enxada tentando sobreviver no chão de fábrica"), que quando se tem determinação e vontade, tudo é possível. Eu passei fome e muito cansaço, tomei muito relaxante muscular pra dor e pra tentar dormir melhor, mas valeu a pena, por tudo que pude viver no interior do Quebec depois.


Passei 5 anos sem mal sair do estado antes de ter minhas merecidas férias nos EUA. Não caiu do céu, não foi barato. Mas a vida é feita de escolhas. Preferi economizar em algumas coisas pra poder aproveitar outras, como qualquer um. Fiz muita pesquisa, operei tudo na unha, tive controle de todos os gastos. Valeu muito a pena, todo o trabalho mental, a economia com as coisas e a viagem toda. Fui bem realista com o que eu podia fazer com o dinheiro que eu tinha, escolhi por exemplo acomodações mais simples, voos mais "chatos" (gru-mia via mao - Manaus durante o dia), andar de ônibus até em Orlando, pesquisar muito sobre como economizar nas atrações de NYC. As coisas não caem do céu mesmo.


Quando resolvi tirar um tempo do trabalho, em 2015, eu já tinha uma reserva pra me manter. Planejamento é tudo! Eu já sabia que eu queria viajar, e quis o destino que um ano antes o Henrique entrasse na minha vida pra ser a ponte pra esse desejo, que eu ainda nem tinha naquela época!

Claro que pude contar com economias, mas decidi ir pra esse voluntariado por muitas razões, principalmente a financeira. Todas as outras opções que vi eram mais caras. E sabia que, apesar da "bolsa voluntário" ser ínfima, com um pouco de vontade eu ainda conseguiria fazer muitas outras coisas.


E deu certo. Praticamente fiz 2 viagens sem encostar no dinheiro que tinha na poupança e só gastei mais porque exatamente eu tinha sido disciplinada o suficiente com minhas finanças. Não vou dizer que não passei vontades, até agora penso em várias coisas que eu queria comprar que só tem na Europa, mas as memórias que fiz valem muito mais, até os "perrengues" em que a gente se metia exatamente porque não queria gastar!


Acho que como tudo na vida, não adianta ficar reclamando que você não viaja se efetivamente não faz nada pra mudar isso. Viajar exige planejamento e economia, mas é bem possível e mais fácil do que se imagina. E ninguém precisa ficar preso em um roteiro, cada viagem é única e é a gente que faz o momento ser especial.

Em tempo, sei que andei falando no Twitter que a viagem pra Tokyo vai sair muito cara pras olimpíadas de 2020, mas vi essa semana mesmo que a gente tem 4 anos pra economizar, e se fizer direito, não sai tão pesado. Começando agora, em 48 meses, ou 2 anos, metade do tempo que leva pros próximos jogos, se economizar 350 golpinhos por mês já será o suficiente para cobrir os gastos básicos  (passagem, hotel, ingressos e alimentação) pra todos os dias das olimpíadas! E a partir daí são mais 2 anos pra economizar pra levar um dinheiro pra gastar, porque afinal das contas, é um país bem diferente do nosso, muito longe, e acho que tentar trazer um pedacinho de lá em souvenires vale a pena :)


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#beda: viajar é preciso
terça-feira, 23 de agosto de 2016 at 10:30
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Essa é a última semana inteira que temos de beda e eu tinha me prometido fazer uma semana sobre viagens, e isso ai sair nem que seja a fórceps!!!

Ok, parei de drama. Tô me sentindo mais inspirada esses dias e acredito que agora vai, sem a distração das medalhas olímpicas... Hihihi!

Ano novo na Times Square

Eu nem sei dizer de quando vem essa minha paixão por viajar. Sempre tive vontade de sair da roça, mas não sei se isso é motivo pra ter tanto wanderlust nesse corpinho.

Wanderlust:  um desejo intenso por ou um impulso de vagar ou viajar e explorar o mundo.

Quase 5 mil metros de altitude, num vulcão no Equador

Não posso dizer que meus pais instigaram esse desejo em mim. Não que eles reprimissem isso também, mas, como a gente nunca teve muito dinheiro pra luxos, a viagem mais longa da minha infância tinha sido até Registro, no Vale do Ribeira, pra visitar um tio. Mas eu lembro de ler numa revista sobre o Camboja quando eu tinha menos de 10 anos e falar pro meu pai que era aquilo que eu queria fazer, eu queria viajar até lá pra ver Angkor Wat com meus próprios olhos, sem lente, sem filtro.

Pra mim, viajar é realmente conhecer o mundo. É entrar em contato com outras culturas, ver o modo de vida deles, e se possível, fazer parte daquilo.

Minha primeira viagem internacional veio aos 16 anos, e eu sabia que não pararia ali. E quando passo muitos anos sem viajar, fico muito incomodada, como se estivesse aprisionada.

A famosa caminhada pra North Hatley

Um clássico


Primavera no Japão


Verão inglês

Acho que não precisa de legenda, hehe

Amelie não tava lá

Lembrança do que o ser humano é capaz de fazer pior

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