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#beda - tag literária: escritores
sábado, 20 de agosto de 2016 at 11:30
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A Fernanda me indiciou pra essa tag e aqui estamos nós respondendo!

1. O ESCRITOR QUE TE INICIOU NO MUNDO DA LEITURA:
Nossa, quando eu comecei a ler eu lia de tudo, até placa de trânsito, hahaha! Um dos primeiros livros que li na escola foi "Lúcia já vou indo", da Maria Heloísa Penteado, sobre uma lesma que sai de casa com muita antecedência pra ir numa festa, mas que encontra muitos obstáculos no caminho. Também sempre amei os gibis da Turma da Mônica e um tio me dava todo ano o Almanacão. Aqui em casa meu pai sempre assinou várias revistas e a gente não tinha restrição de ler nem a Playboy!

2. UM ESCRITOR QUE TE GANHOU DE VOLTA E UM QUE TE PERDEU PARA SEMPRE:
Olha, eu comecei a ler "Catcher in the Rye" (Um apanhador nos campos de centeio) do JD Salinger adorando a forma como ele escreve. Mas lá pelo meio do livro, cansa, e até hoje não consegui terminar. Mas acho que fora ele, nunca teve outro escritor que eu especificamente odiei tanto e depois tentei retomar a leitura...

3. UM ESCRITOR BRASILEIRO E UM ESTRANGEIRO:
Meu escritor brasilero favorito até hoje é o Pedro Bandeira, o autor da série da "Droga da Obediência"! Quem da minha época não achava os Karas a melhor squad do universo? Fora essa série, ele ainda escreveu "A marca de uma lágrima" que é um clássico mulherzinha <3.

De estrangeiro, não posso deixar de citar a rainha JK Rowling. Ela nos deu Harry Potter e isso é tudo!

4. UM ESCRITOR "ZONA DE CONFORTO":
A própria Fernanda me apresentou a Emily Griffin, autora de "Something borrowed" (que no cinema virou "O noivo da minha melhor amiga"). Recomendo pra quem tá na casa dos 30, choro sempre que vejo o filme e me perco no tempo sempre que releio o livro! Li a continuação, "Something blue" e quero muito ler "Babyproof"!

5. UM ESCRITOR QUE VOCÊ TRARIA DE VOLTA DOS MORTOS:
Esse não tem pra ninguém, Jane Austen, claro! Nem tanto pra ler outra coisa dela, mas pra poder saber mais sobre as inspirações dela, e seu processo de escrita. AMO o jeito que ela escreve!

Como ainda é #beda, eu vou deixar aberta a tag pra quem quiser fazer. É só me contar nos comentários que eu atualizo uma lista de links aqui ;)

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that would be me. bye!

#beda: das amizades
sexta-feira, 19 de agosto de 2016 at 10:30
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"Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito"

Eu nem sei por onde começar um post sobre uma das coisas mais importantes da minha vida: a amizade. Família é muito importante sim, mas amizade...

Família é aquela coisa, eles tem uma ligação de sangue com você e socialmente é imposto que você goste daquelas pessoas só porque vocês tem um pouco de DNA em comum. Não que eu ache isso ruim, quer dizer, sou muito grata pela família que tenho, mas é na amizade que o ser humano mostra aquilo que ele tem de melhor.

Nas amizades verdadeiras os laços de afeição existem simplesmente porque sim. Vocês podem até ter coisas em comum, claro que existe um interesse mútuo de companhia, mas numa amizade pura e verdadeira, você não espera nada em troca da outra pessoa. Você nem espera que ela te considere tão amiga quanto você a considera.

Vira e mexe eu vejo gente reclamando por ai que as pessoas as decepcionam e que não podem contar com os amigos que tem, ou que os amigos são falsos, que não ligam pros seus sentimentos, que não se interessam pelo seu bem estar, ou as vezes... Que as pessoas não advinham aquilo que sentem sem ao menor ter uma pista!!!

Vejamos bem, eu já fui essa pessoa que se decepcionava quando um amigo não correspondia às minhas espectativas. Não vou dizer que não me chateia mais quando alguém dá uma mancada ou prova ser uma pessoa pior do que eu imaginava, mas hoje em dia eu entendo melhor que a culpa de alguém não atingir as minhas espectativas é toda minha, eu que crio essa imagem perfeita e inatingível das pessoas que eu gosto, e bem, ninguém é tudo isso. 

Eu tendo a achar meus amigos muito incríveis e quero pelo bem deles mesmos que eles sejam fantásticos. Na maior parte do tempo eles são, mas eles também são muito humanos e cometem erros. E eu acho que se eu aceitei tê-los na minha vida é porque eu também acredito que eles não me fariam mal de propósito.

Eu tento manter uma política de honestidade com meus amigos, do tipo que falo do que gosto ou não, me explico e tento deixar o mais claro possível que existem coisas que são minha culpa, meus gostos, que não serão mudados, mas que isso não significa que eles serem diferentes e terem outras opiniões me chateie. E que eles tem todo o direito e a liberdade de serem eles mesmos comigo, e serem abertos e honestos comigo também. É verdade que tem coisa que é fruto da maturidde, mas tenho descoberto que a vida é muito mais fácil quando a gente não se esconde.

O feminismo tem me ensinado a importância da sororidade e da amizade entre as mulheres e eu tenho valorizado muito os momentos que passo com minhas amigas e encorajado quando possível que as mulheres se enxerguem com mais compaixão. Acho muito triste quando mulheres reproduzem pensamentos machistas sobre amizade feminina.

Eu acho que o melhor que a gente pode fazer é ensinar por exemplos, e eu poderia só falar que mulheres tem que se uunir e blá blá blá, mas vou contar a minha história.

Sim, quando eu era adolescente eu fui aquela menina que achava que era importante ter amizades co muitos meninos, e ser um dos caras pra ter algum valor. Mas a verdade é que a vida mesmo foi me mostrando que as mulheres são incríveis e que a amizade delas era importante na minha vida.

Não que eu não tenha amigos homens. Tenho alguns sim, alguns dos meus melhores amigos da vida são homens, mas também, a gente cresceu junto numa cidade pequena... Porém, quando fui pra faculdade, fiz um curso predominantemente de mulher. 2/3 da sala eram mulheres. E não vou dizer que foi sempre fácil e que todas se davam bem, afinal a turma rachou antes do meio do curso. Mas eu tenho muitas amigas da faculdade. Quase todos os meus amigos de SP são dessa época. Não só da minha sala, mas como de outros anos. Quando a gente se reúne é sim um clube da luluzinha de tanta mulher, e como já disse, é um monte de mulher solteira. A gente já teve fase de sair pra caçar, mas hoje eu acredito que a gente esteja numa fase muito mais tranquila de vida, e pricipalmente, o fato de termos umas as outras, acho que a gente se aceita muito mais. Aceita que ser solteira não é estar sozinha, aceita que não é um homem que nos define, aceita que a gente não é obrigada. Que a gente tem umas as outras pra provar isso, que a gente tem que se valorizar, porque as nossas amigas nos valorizam por algum motivo e elas estão certas.

Além desse grupo, tenho a felicidade e o privilégio de fazer parte de um grupo lindo de migas virtuais que estão há um clique de distância pra discutirmos de tudo, das futilidades até política, gastronomia e, porque não, homens. Já disse e repito, a melhor coisa que a internet faz pela humanidade é encurtar distâncias entre pessoas e facilitar a comunicação. Não consigo nem imaginar o quão triste seria a minha existência sem essas meninas! Nossas vidas não são só flores, rola bad vibes, mas com a ajuda umas das outras, eu acredito sim que a vida fica um pouco melhor. De saber que tem alguém que quer o seu bem, que pensa no seu bem estar, que vibra com as suas vitórias... E que pode te dar um choque de realidade quando necessário também.

Não vou obrigar ninguém a ser amigo da galera, mas faça uma reflexão e veja se você está sendo tão compassivo com os outros quanto gostariam que fossem com você. Se as pessoas são realmente tão insensiveis com você como você imagina. E se está mesmo alocando suas energias para as pessoas certas. Ninguém é obrigado a ser amigo de ninguém, ninguém é obrigado a retribuir amizade na mesma intensidade, inclusive você. Mas veja bem, tem muita gente por ai disposto a ser amigo sim, não é tão difícil se você souber onde procurar ;)

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that would be me. bye!

#beda: da procastinação
quinta-feira, 18 de agosto de 2016 at 10:31
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Acho que ninguém reparou, mas durante a semana gosto de publicar os posts às 10h30. Sei lá porque, é o horário que escolhi há muito tempo. Embora uma vez publicado o post fique lá pra ser lido a qualquer hora, é como se ele estivesse disponível o dia todo, sabe?

Pois bem, acho que hoje haverá um certo atraso. Mas isso é culpa inteiramente da minha desorganização e certa falta de criatividade. Eu queria ter escrito esse post ontem, aliás, um post para hoje, mas ai deixei pra depois e quando vi... Bem, só lembrei disso quando estava indo deitar e resolvi que com o sono que eu estava não ia sair nada...

Desde que eu descobri o verbo procastinar eu me identifiquei imediatamente com ele. Acho que nem precisei saber a definição pra saber o que era, de tão forte a conexão. Procastinar não é necessariamente ter preguiça, mas no meu caso a preguiça bem ajuda a minha procastinação. E se for levar em consideração, é incrível que eu tenha conseguido tanta coisa na vida tendo procastinado tanto.

Verdade que quando eu era mais jovem parece que eu tinha mais obstinação na vida. Eu me jogava em projetos, eu tinha todos esses objetivos enormes de vida que eu realmente perseguia e fazia acontecer. Acho que é um pouco natural que com o tempo a gente deixe de ter tantos objetivos, afinal, a gente vai checando a listinha mental e não sobra muita coisa.

O bom de estar nessa fase transitória é que eu tenho bastante tempo de fazer as coisas no meu ritmo. O que quer dizer resolver fazer um diário mas colocar um livro inteiro pra ler no meio da atividade. Ou começar a ler um livro e comprar outro, parar no meio da leitura do primeiro pra devorar o livro novo antes de continua-lo. Ou simplesmente parar uma atividade pra contemplar a vida pela janela.

Pena que essa fase vai ter que passar logo, porque minha mãe já tá dando sinais de que ela não tá mais aprovando tanto assim eu ficar em casa sem fazer nada e porque eu não nasci rica. Mas estamos ai apostando na loteria, porque, VAI QUE ;)

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#beda: de posts pessoais
quarta-feira, 17 de agosto de 2016 at 10:30
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Não sou uma pessoa particularmente organizada. Nunca serei a Nicas (quando crescer, quero ser que nem ela!), mas eu gosto de manter um certo padrão. E se essa semana eu comecei fazendo reflexões, vou tentar manter o tema! Por que? Porque é meu blog e eu mando nessa bagaça! Ou porque eu precise de um norte pra continuar sobrevivendo a esse beda XD

Das coisas que eu sinto falta de quando eu comecei a blogar é de ter tempo de pensar naquilo que escrevo. Infeizmente perdi os arquivos daqueles posts, mas lembro bem de escrever bastante sobre aquilo que passava a vida matutando.

Verdade que eu sinto falta de ter tempo de ficar matutando sobre a vida. Eu passava tardes olhando pela janela pensando na vida. Pegava os pensamentos e passava um tempão organizando na minha cachola, criando argumentos, estruturando os pensamentos.

Acho é que já fui muito melhor para dissertações. E os posts tinham uma estrutura melhor. E, bem, até meus pensamentos tinham uma ordem.

Inclusive, nesses dias que andei organizando minhas agendas antigas, achei vários rascunhos de posts e vi como eu pensava em tudo o que eu postava. Acho que escrever a mão tem essa vantagem, você é obrigada a reduzir a velocidade do pensamento e organizar o que se passa na sua cabeça melhor.

De verdade, é disso que eu sinto falta ao blogar e é isso que tô tentando resgatar com esse beda... Ou eu acho que é. Eu gosto de escrever, sempre gostei, e acho que tenho que voltar a redigir melhor. Bateu até aquela saudadezinha da aula de redação do colegial...

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#beda: reflexões - amizades x namoros
terça-feira, 16 de agosto de 2016 at 10:30
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Olha, eu queria muito fazer uma semana de posts sobre viajar, dicas e tudo o mais, porém: não rolou. Sabe quando a coisa fica entalada e não importa o esforço, não sai? Pois é, as vezes minha inspiração literária é tipo minha prisão de ventre crônica...

Mas as migas tão ai pra ajudar até quando nem sabem que tão ajudando. Essa segunda fui almoçar com uma amiga e da nossa conversa eu sai pensando num assunto.

Um amigo nosso começou a namorar um cara que conhecemos esses dias, e, sendo besties, ela me perguntou o que eu tinha achado. E sendo besties, fui sincera: achei o cara meio estranho. Uma boa definição seria de que ele ainda está sob estado probatório. Não sei se gosto dele ou não.

Comentamos o porque de acharmos ele estranho e chegamos às mesmas conclusões, e eu até falei que sei lá, talvez ele tenha se sentido meio deslocado no nosso grupo e tentou se mostrar. Sabe quando a pessoa fala umas coisas tentando mostrar que sabe de algo, mas nem ela sabe o que tá dizendo?

E ai eu fiquei pensando nisso. Meu grupo da faculdade é um grande clube da luluzinha. De vez em quando algumas de nós estão namorando, mas na maior parte do tempo a maioria tá solteira. E as vezes nem tá a procura não. E é muito raro um dos namorados se encaixar na turma. Claro que ele não tem que virar nosso bestie também, mas se uma amiga que tem tanto em comum com o resto se relaciona com outro alguém, você espera que essa nova pessoa se encaixe, né? E nem é questão de tempo, alguns namorados sobreviveram bravamente o passar dos anos, mas no final, cairam. E a gente ficou meio aliviado pela miga ter se livrado de um cara que o resto do grupo não achava que era o melhor pra ela (mas tomem nota, a gente jamais influenciou ninguém a terminar namoro, a gente super dá apoio se não tem um motivo real pra não gostar 100% da pessoa - a gente sabe que na maioria das vezes a gente é bem chata com o resto do mundo a nossa volta).

A conclusão que eu cheguei é que eu acho que o nosso círculo social influi muito no tipo de pessoa que a gente traz pra dentro dele. E o quanto a gente está disposto a lutar para que essa pessoa se encaixe. Nosso grupo não é imutável e no passar dos anos várias pessoas foram agregadas, o que é prova de que a gente não é um grupo fechado, mas é fato que os namorados que não vingaram eram pessoas que simplesmente não se encaixavam.

Tenho que registrar que não tem nada a ver com raça, credo, posição política ou educação. Mas é o jeito de pensar o mundo e de se aceitar no meio. Sei que não é fácil conviver com pessoas que as vezes tem mais experiência e privilégios que você, mas meu pai mesmo dizia que a gente só aprende de quem sabe mais que  gente e devemos sempre aproveitar as oportunidades que a vida nos dá de nos aprimorarmos.

Quem já sentiu que seu grupo de amigos mais fiéis ditam as pessoas que passam nas vidas umas das outras (sem, claro, fazer isso de propósito)?

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#beda: resumo da semana
segunda-feira, 15 de agosto de 2016 at 10:30
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Sobrevivemos a mais uma semana de beda! Pra mim, agora é que a coisa pega, porque até então eu tinha todos os posts agendadinhos! Mas vamos que vamos!

Essa semana comecei empolgada porque estava com os meus patins de volta e ia poder usá-los aqui na roça. Minha mãe muito loka achou que eu ia levar pro parque pra andar, mas eu tenho amor a vida e pavor de ser assaltada, então o plano era andar no playground do prédio mesmo. Eu queria mesmo era andar todos os dias, pelo menos 1h a tarde, mas ai a vida aconteceu, né? Segunda e terça foram bem suaves, inclusive não achei que sobreviveria há tanto exercício logo de cara, mas nem senti dor. Na quarta o tempo virou, fez um puta frio e rolou toda aquela preguiça de até me trocar pra descer.

Na quinta, fui no dentista da ATM levar o resultado dos exames. Eu sei que tenho bruxismo pelo menos há 10 anos. Quando morava no Canadá,um dia minha amiga me contou que vivia escutando um barulho a noite mas não sabia o que era até ver "Requiem para um sonho", onde um dos personagens tinha bruxismo e ai ela associou uma coisa a outra e me contou. Mas o negócio não estava tão ruim há uns 2 anos atrás quando minha dentista falou que meus dentes pareciam muito desgastados. Quando fui fazer a limpeza desse ano ela me passou um contato e fui lá ver o que fazer. Ultimamente a pressão na mandibula tem me incomodado bastante, e ai o dentista me explicou tudo bonitinho o que estaa acontecendo, inclusive me explicou a ressonancia magnética com paciência e tirou todas as minhas dúvidas. De um lado a cartilagem que impede o atrito dos ossos já se desolocou completamente e do outro ainda tá lá, meio torta, mas tá. Agora o negócio é fazer a tal da plaquinha pra dormir pra impedir que a outra cartilagem saia do lugar e aliviar o atrito dos ossos. Mas o negócio não é barato, então estamos estudando qual o melhor plano de ação...

Na sexta fui visitar o apartamento novo do meu irmão, que se mudou durante a semana. Inclusive a Brisa dormiu em casa um dia e passou o tempo toda grudada em mim.


Nesse apartamento novo tem sacada gourmet e sábado minha mãe quis ir lá estrear com churrasco. Exagerada que é, tinha comida pra umas 20 pessoas. Mas eramos só em 6 (a irmã e o cunhado da minha cunhada vieram visitar e ajudar a oganizar a casa nova). Eu nem lembro quando tinha sido a última ez que eu tinha comido churrasco assim! Me esbaldei mesmo, tinha carne (meu irmão não gosta de picanha =/), frango, linguiça e coração de galinha <3. Minha mãe também descobriu pra vender coração de peru que é enorme, então esperamos ansiosamente pra experimentar. No fim, nem é tudo isso, tem mais gosto de carne vermelha do que de ave, então preferimos os tradicionais. Também rolou oniguiri, que nunca pode faltar num churras, e  o vinagrete da minha mãe, que recebeu muito elogios. Passamos literalmente a tarde na varanda, até escurecer! Meu irmão começou a fazer um pudim de leite condensado mas não ficou pronto a tempo =( Cheguei em casa e nem conseguia mais comer!

No domingo, apesar de não termos mais pai, fomos no almoço na casa da minha tia, pra uma tradicional bacalhoada. NOssa, também fazia tempo que eu não comia, tava bom demais! O arroz da minha tia é fantástico, e o feijão também estava muito bom. E pra sobremesa tinha um bem casado marailhoso, até comi 2! Eu, que nem curto bem casado tanto assim!

Durante o almoço tava passando a final da ginástica de solo na tv, e quando o segundo japonês terminou com a nota menor que a do Hipólito, todo mundo virou pra acompanhar, porque tinha o Nory e o americano pra competirem ainda e foi muito emocionante. Torcemos muito pro Nory, mas ele nem precisou, o americamo errou muito e ele e o Hipólito subiram ao pódio com o britânico. Coitado do moço que teve sua medalha de ouro ofuscada pela festa dos brasileiros! Nory esperou a ultima nota em posição fetal no chão, provavelmente fazendo pacto com o diabo pra conseguir ganhar, e todo mundo focou nos 2 brasileiros. O mesmo no pódio, o branquelo saiu do pódio sozinho enquanto os outros dois ficaram festando juntos e todas as cameras neles!

Tô acompanhando bem mais ou menos os jogos olímpicos, confesso. Como já disse, fico muito apreensiva assistindo competições e prefiro ver quando já sei o resultado!

Essa semana que começa é o meu desafio, agora que o bda pega de verdade pra mim! Boa sorte pra todo mundo, mais uma semana!

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#beda: 5 memórias favoritas de viagem
domingo, 14 de agosto de 2016 at 12:30
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As vezes nem é a viagem em si, mas tem aqueles momentos que a tornam a vida mais especial.

1. O pôr do sol as 22h no Canadá.
Eu não sabia que o dia era tão longo lá! Logo no primeiro dia tentei me acostumar com o fuso pelo sol e fui surpreendida!


2. Pisar no Magic Kingdom pela primeira vez.
Quase chorei, uma das primeiras coisas que vi foi uma loja com coisas de baseball, que meu pai curtia. Infelizmente ele não era mais vivo, ele teria sido a pessoa que aproeitaria aquela viagem comigo.


3. A caminhada a North Hatley.
Confiamos no Pedroca que achou que conseguiamos fazer o caminho em 90 minutos. Levamos 3h. Inclusive ele teve que me levar de cavalinho uma parte porque fiquei com bolha na planta do pé! Mas foi tão gostoso, primavera no Quebec, um bando de intercambista perdido...


4. Ano novo na Times Square.
7h de pé deiaixo de chuva e neve, passando fome, vendo os cabelos da Mariah Carey a distância. Mas valeu tudo a pena, porque a alma aqui não é nada pequena!


5. Entrar no mar do Pácifico Sul.
Porque a água lá é isso tudo mesmo, é cristalina e deliciosa de se nadar!



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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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