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#beda: meme escrito (a mão)
sábado, 27 de agosto de 2016 at 13:30
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Esse grupo é só amor! A Lidy sugeriu esse meme, que é da Cacá:

1. Qual é o seu nome?
2. URL do seu blog.
3. Escreva: 'A rápida raposa marrom pula sobre o cão preguiçoso'.
4. Citação favorita.
5. Música favortia (no momento).
6. Cantor/Banda favorita (no momento).
7. Diga o que quiser.
8. Indique 3 ou 5 blogs.


Pardon pela letra! O caderno eu achei esses dias nas minhas coisas, e na verdade é um apanhado de sobras de cadernos da escola com um arame de plástico, por isso a folha toda manchada!

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that would be me. bye!

#beda: quando a gente falha
sexta-feira, 26 de agosto de 2016 at 20:51
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Uma vez li que o perfeccionismo pode frear as pessoas de fazerem coisas. No começo achei isso muito estranho, mas a explicação é que só de pensar na magnitude do objetivo, e de como ele poderia dar errado, o perfeccionista sequer começava. E as vezes eu vejo isso em mim. E hoje eu sinto isso nesse beda. Resolvi que ia escrever a semana toda sobre viagens, tomei um gás, mas o post de hoje não quer sair por nada. Comecei a escrever, mas não gostei do que escrevi e joguei fora. Passei o dia contemplando o que escrever, e não consegui achar nada que me agradasse.

Então me perdoem, hoje eu prefiro não escrever nada do que escrever algo que eu não vá gostar.

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#beda: dos passeios inusitados
quinta-feira, 25 de agosto de 2016 at 21:37
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Viagens de pacote nunca me interessaram, talvez porque, como tudo na vida, eu queria fazer do meu jeito. Foi com muito tempo que eu aceitei que passeios com guia pudessem ser legais, imagina pensar em entrar numa viagem onde tudo o que decidi foi pagar? Jamais!

Claro que quando meus amigos viajam, eu gosto de ouvir o que eles tem pra falar dos lugares que eu visitei também e comparar as nossas opiniões, mas também gosto de ouvir sobre lugares diferentes e fora do padrão.

Manitoba talvez seja o lugar mais diferente que eu já visitei. Quem vai passear pelas padrarias canadenses, né? Pois bem, não existe uma viagem ao Canadá, pra mim, que não inclua esse pedaço de terra tão plano quanto o olho consegue ver! Eu nunca nem pisei em Toronto, Ottawa ou Vancouver. Mas tão na lista (da última vez tive que mudar os planos e tirar TO e Ottawa da viagem).

Fomos "caçar" bison em 2013

E achamos!
Não conheço só os lagos e Winnpeg, conheci vários outros lugares no intercâmbio, que eu nunca teria conhecido sozinha! Posso não conhecer TO, mas conheço outras coisas diferentes, e que quando eu olho pra traz, me dá muita felicidade de saber que fiz uma viagem tão diferente!

No Japão aluguei apatos via Air b'n'b que não é muito comum e super indico! É bem mais barato, muito melhor localizado e muito confortável!


Apato enoooorme (pra padrào japa) em Kyoto <3

Sinto falta dessa cama de Tokyo até hoje!

Também fui pra Ueno com minha amiga, e acho que eu não ouço falar de lá do jeito que deveriam. Parece um mercado de pulgas, MAS tem muita coisa que não se vê no resto da cidade. Além de ter uma  loja de malas baratas mas muito baratas bem na saida da estação (embaixo da linha do trem)!


*Ueno a noite, perto da estação

Claro que na Inglaterra também fiz coisas que não se fazem se você não estiver morando lá, como visitar pequenos castelos desconhecidos em cidades pequenas ou costeiras e andar na floresta. Mas descobri que é mesmo uma atividade muito comum para eles andar pelos bosques por puro lazer (claro que lá é muito mais seguro do que simplesmente se embrenhar no mato como no Brasil).

Lulworth cove



 *Caminhada pela floresta até Ringwood

Caminhada na praia numa ventania durante o inverno
 As vezes são essas coisas inusitadas e diferentes que a gente faz que tornam a experiência muito mais marcante e valiosa. Pode ser que deixemos de visitar aquele "lugar imperdível", mas quem disse que a sensação de maravilhamento pelo mundo deixa de ser enorme?

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#beda: pra viajar é só preciso (boa) vontade
quarta-feira, 24 de agosto de 2016 at 10:30
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Quando estava em Berlim, conheci um grupo de canadenses que tinha acabado de se formar na faculdade e em uma conversa um deles falou que parecia que eu viajava muito. Eu disse que ele provavelmente achava que eu era muito mais nova do que a realidade  (haha, pelo menos 10 anos!), mas a verdade é que muita gente que me conhece também acha.

Na roça a mentalidade sempre foi de que pra ser alguém na vida, tinha que comprar casa e carro e na minha época apenas 4 pessoas da minha turma fizeram um intercâmbio, eu inclusa nessa conta. Na época eu já achava no mínimo estranho, mas hoje eu acho um absurdo, numa escola particular, onde a maioria tinha condições financeiras  (tanto é que algumas pessoas foram pra Disney - até mais de uma vez!), que ninguém tivesse o menor interesse de abranger seus horizontes!

Eu tenho plena consciência de que falo de um ponto de vista privilegiado, cresci numa família intelectual, onde meus pais podiam fazer escolhas como comprar comidas saudáveis ao invés de comidas processadas, que mandou 2 filhos pra escola particular e pro curso de inglês, mas por conta dessas escolhas também não tinha dinheiro sobrando pra bancar luxos.

Confesso que tive muita inveja quando todos os meus amigos do prédio foram pra Disney. Nunca foi um sonho, mas quem é que não quer se divertir com os amigos em algo diferente? Mas eu jamais trocaria pela viagem que fiz depois, e que certamente ajudou a trilhar o caminho que eu queria pra minha vida.

Só com quase 30 anos fui fazer minha primeira viagem grande inteiramente a lazer. Antes disso, toda viagem que quis fazer teve que envolver um elemento free. Não digo que as viagens não tenham custado nada, mas o dinheiro que eu tive que tirar do bolso foi muito menos do que muita gente imagina.


Eu sabia que pra conseguir fazer um intercâmbio eu teria que diminuir os custos drasticamente pro meu pai se sentir confortável de pagar. Minha chance veio com o intercâmbio do Lions, que "banca" a acomodação e a alimentação. Mas pra isso eu teria que ser uma boa aluna no curso de inglês. Ter boa participação e relativamente boas notas (embora alunos repetentes não fossem excluídos da seleção se mostrassem que poderiam ser bons representantes). E foi o que aconteceu. Fui escolhida pra ir pro intercâmbio, sem sequer poder escolher o lugar pro qual eu seria mandada. É a situação ideal? Não é, mas é a oportunidade que eu tive de fazer aquilo que eu queria. No fim foi, considerando até hoje, a melhor experiência da minha vida e eu não trocaria isso por nada, nem por ter dinheiro pra ter feito do jeito que eu achava que seria o ideal naquele momento.


Quando estava na faculdade passei a oportunidade de ir pro Japão logo depois que meu pai morreu, mas acho que as coisas acontecem do jeito que tem que ser. Um ano depois disso tudo, eu estava embarcando pra ir trabalhar na Disney.

Enquanto nunca tive o sonho de conhecer a Disney, sempre quis ter a experiência de trabalhar fora. E o programa da Disney foi o primeiro que conheci, e o que mais me chamou a atenção. Poder trabalhar na Disney, ter acesso ilimitado nessa época, e ainda ser paga por isso era a maior barganha que eu poderia imaginar.

Na ponta do lápis, essa viagem saiu "de graça". Eu tinha que ter o dinheiro pra "sair" daqui, mas o dinheiro lá me bancava com folga, e economizando direito, trabalhando certinho, dava pra trazer o dinheiro gasto com passagem e seguro de volta. Foi o que fiz, embora no fim da viagem minha mãe tivesse me "liberado" de pagar os custos de volta pra ela (desconfio que ela só queria que eu levasse o programa a sério).


2 anos depois, quando descobri o intercâmbio da USP, tive que arregaçar as mangas e ir a luta pelo dinheiro pra morar no Canadá. A parte fácil foi poder ir pro Japão pra juntar o dinheiro, mas trabalhar na linha de montagem não foi a coisa mais legal que já fiz, nem de longe. Mas era a oportunidade que eu tinha. Foram 4 meses de horror e  depressão, não gosto nem de lembrar muito o que sentia nessa época, mas mais uma vez provei pra mim, e principalmente pra quem duvidou de mim ("alá a patricinha que nunca pegou na enxada tentando sobreviver no chão de fábrica"), que quando se tem determinação e vontade, tudo é possível. Eu passei fome e muito cansaço, tomei muito relaxante muscular pra dor e pra tentar dormir melhor, mas valeu a pena, por tudo que pude viver no interior do Quebec depois.


Passei 5 anos sem mal sair do estado antes de ter minhas merecidas férias nos EUA. Não caiu do céu, não foi barato. Mas a vida é feita de escolhas. Preferi economizar em algumas coisas pra poder aproveitar outras, como qualquer um. Fiz muita pesquisa, operei tudo na unha, tive controle de todos os gastos. Valeu muito a pena, todo o trabalho mental, a economia com as coisas e a viagem toda. Fui bem realista com o que eu podia fazer com o dinheiro que eu tinha, escolhi por exemplo acomodações mais simples, voos mais "chatos" (gru-mia via mao - Manaus durante o dia), andar de ônibus até em Orlando, pesquisar muito sobre como economizar nas atrações de NYC. As coisas não caem do céu mesmo.


Quando resolvi tirar um tempo do trabalho, em 2015, eu já tinha uma reserva pra me manter. Planejamento é tudo! Eu já sabia que eu queria viajar, e quis o destino que um ano antes o Henrique entrasse na minha vida pra ser a ponte pra esse desejo, que eu ainda nem tinha naquela época!

Claro que pude contar com economias, mas decidi ir pra esse voluntariado por muitas razões, principalmente a financeira. Todas as outras opções que vi eram mais caras. E sabia que, apesar da "bolsa voluntário" ser ínfima, com um pouco de vontade eu ainda conseguiria fazer muitas outras coisas.


E deu certo. Praticamente fiz 2 viagens sem encostar no dinheiro que tinha na poupança e só gastei mais porque exatamente eu tinha sido disciplinada o suficiente com minhas finanças. Não vou dizer que não passei vontades, até agora penso em várias coisas que eu queria comprar que só tem na Europa, mas as memórias que fiz valem muito mais, até os "perrengues" em que a gente se metia exatamente porque não queria gastar!


Acho que como tudo na vida, não adianta ficar reclamando que você não viaja se efetivamente não faz nada pra mudar isso. Viajar exige planejamento e economia, mas é bem possível e mais fácil do que se imagina. E ninguém precisa ficar preso em um roteiro, cada viagem é única e é a gente que faz o momento ser especial.

Em tempo, sei que andei falando no Twitter que a viagem pra Tokyo vai sair muito cara pras olimpíadas de 2020, mas vi essa semana mesmo que a gente tem 4 anos pra economizar, e se fizer direito, não sai tão pesado. Começando agora, em 48 meses, ou 2 anos, metade do tempo que leva pros próximos jogos, se economizar 350 golpinhos por mês já será o suficiente para cobrir os gastos básicos  (passagem, hotel, ingressos e alimentação) pra todos os dias das olimpíadas! E a partir daí são mais 2 anos pra economizar pra levar um dinheiro pra gastar, porque afinal das contas, é um país bem diferente do nosso, muito longe, e acho que tentar trazer um pedacinho de lá em souvenires vale a pena :)


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#beda: viajar é preciso
terça-feira, 23 de agosto de 2016 at 10:30
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Essa é a última semana inteira que temos de beda e eu tinha me prometido fazer uma semana sobre viagens, e isso ai sair nem que seja a fórceps!!!

Ok, parei de drama. Tô me sentindo mais inspirada esses dias e acredito que agora vai, sem a distração das medalhas olímpicas... Hihihi!

Ano novo na Times Square

Eu nem sei dizer de quando vem essa minha paixão por viajar. Sempre tive vontade de sair da roça, mas não sei se isso é motivo pra ter tanto wanderlust nesse corpinho.

Wanderlust:  um desejo intenso por ou um impulso de vagar ou viajar e explorar o mundo.

Quase 5 mil metros de altitude, num vulcão no Equador

Não posso dizer que meus pais instigaram esse desejo em mim. Não que eles reprimissem isso também, mas, como a gente nunca teve muito dinheiro pra luxos, a viagem mais longa da minha infância tinha sido até Registro, no Vale do Ribeira, pra visitar um tio. Mas eu lembro de ler numa revista sobre o Camboja quando eu tinha menos de 10 anos e falar pro meu pai que era aquilo que eu queria fazer, eu queria viajar até lá pra ver Angkor Wat com meus próprios olhos, sem lente, sem filtro.

Pra mim, viajar é realmente conhecer o mundo. É entrar em contato com outras culturas, ver o modo de vida deles, e se possível, fazer parte daquilo.

Minha primeira viagem internacional veio aos 16 anos, e eu sabia que não pararia ali. E quando passo muitos anos sem viajar, fico muito incomodada, como se estivesse aprisionada.

A famosa caminhada pra North Hatley

Um clássico


Primavera no Japão


Verão inglês

Acho que não precisa de legenda, hehe

Amelie não tava lá

Lembrança do que o ser humano é capaz de fazer pior

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#beda: resumo da semana
segunda-feira, 22 de agosto de 2016 at 10:30
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Gente, que emoção, quarta semana de beda e nóis firme e forte aqui! Orgulho de mim mesma, me sinto olimpica quase, haha!

Inclusive vou começar o post falando disso. Quem me acompanha deve ter achado que eu nem liguei muito pras olimpiadas... E olha, tava certo, hahaha! A de Londres eu basicamente só vi o fim pra assistir Take That e Spice Girls, a dessa até que eu vi mais. Lá no twitter (@msginnymoon, in case you missed it ;) acompanhei a cerimônia de abertura que foi bem bonita mesmo, mas de resto, quase não comentei. Apesar de ficar o dia todo em casa, não gosto muito de ficar vendo tv, e tenho problemas em assistir competições. Eu fico meio nervosa... Eu sei, sou meio estranha mesmo! Resolvi ver algumas coisas só no fim, tipo algumas apresentações de ginástica (afinal, vi Hipólito e Nory ganhando medalhas no dia dos pais!), meio que vi a final do futebol feminino - medalha de bronze (e fiquei bem triste e inconformada das meninas não terem ganho) e ai passei o último sábado mergulhada em ginástica rítmica. Mas esse tipo eu gosto porque não é uma competição lado a lado... Não sei se faz muito sentido, haha! Vi a final do futebol masculino, e embora tenha gostado de ganhar a medalha de ouro, não acho que a selecinha tenha feito nada mais do que a obrigação. E o verdadeiro herói desse resultado foi o goleiro que pegou o último penalti da Alemanha! E, por mais que eu tenha uma gastura de ver volei, vi a final do masculino no almoço de domingo. Foi bem emocionate. Lembro vagamente do primeiro ouro em Barcelona 92, vira e mexe vejo jogo da liga (se passa na tv), mas fazia um tempo que não estava dando muita bola pra isso. Foi traumático saber que as meninas tinham perdido o bronze (o que foi a imagem do neto do técnico chorando no colo dele no fim??? </3), não queria ficar na gastura de novo, mas a curiosidade foi maior. O jogo não foi fácil, o time ganhou os sets bem apertados, mas foi bonito ver a emoção daqueles homens enormes na quadra. E a celebração de um time de verdade, que se apóia, sabe? E claro que acompanhei a cerimônia de encerramento lá no twitter de novo, é bem mais divertido acompanhar eventos mundiais por lá. Achei essa até mais bonita que a primeira, gostei muito que começaram de novo esfregando Santos Dumont na cara do mundo (quem discorda que vá voar num avião estilingado nos céus! #tenhodito) e achei a plasticidade até mais coerente dessa vez, e todas as homenagens a cultura do norte e a do nordeste. E o que dizer do momento Japão, né? Sabia que eles iam fazer algo muito legal, mas jamais imaginei que eles iam pôr o primeiro ministro numa roupa de Mario Bros e jogá-lo por um tubo atravessando a terra! Também fiquei de cara com o kimono lindo da governadora de Tokyo. Ela só deve ter odiado ter que molha-lo na chuva que não parou no Rio.

Agora vamos tentar dar uma atenção para as paralimpiadas!

Se eu tivesse me planejado melhor, queria ter ido fazer voluntariado nesses jogos. Toda vez que vejo a vibe pela tv fico com vontade da fazer parte dessas coisas. Next time, next time...

Segunda tive que madrugar, literalmente. Na correria de fazer tudo caber nas malas, esqueci meu casaco de couro que comprei no Equador na casa do meu amigo em Londres e outro amigo nosso que estava na Fazenda ficou de trazer pra mim quando voltasse pro Brasil. O que significava ter que encontrá-lo quando ele chegasse no aeroporto (ele ainda tinha uma conexão pra fazer pro interior). Como fiquei tensa de perder a hora, claro que não consegui dormir direito. Mas deu tudo certo chegando lá, apesar de todo o sono monstro que eu estava sentindo. Até fiz companhia pra ele enquanto ele esperava o ônibus pra Congonhas.

Como tive que acordar muito cedo, deixei pra fazer a maquiagem no aeroporto. Mas fiz só depois que ele foi embora. Também aproveitei pra pegar minha bebida grátis do cartão fidelidade do Starbucks lá. E ver se um chá preto venti me ajudava a ficar acordada.

De lá, ainda fui até o Morumbi entregar umas coisas pra uma prima do Júnior que ele tinha me pedido e aproveitei pra dar uma voltinha no shopping. Nunca tinha ido lá antes da reforma/ampliação, mas do que eu conheço dele, sempre gostei pela quantidade de lojas. Não deu pra ver tanta coisa assim porque tinha que voltar pro centro pra almoçar com uma amiga e depois ainda ia passar na casa onde eu morava antes de eu ir pra Inglaterra.

O almoço com minha amiga foi ótimo, como ela trabalha lá no centro, conhece os melhores lugares. E ela também tem 1h30 de almoço, então deu pra dar aquela atualizada nos papos. Depois, um pouco antes de começar a chover, consegui pegar um ônibus pro bairro, mas não escapei de molhar o pé na rua. A dona da casa onde eu morava é muito fofa, e a gente se dá super bem. Ela me recebeu com chá e ovos cozidos, porque ela sabe que eu adoro, e conversamos um tempão. Só fui embora porque queria fugir da hora do rush. Mas deu tempo até de ver a gata dela que vivia querendo dormir na minha cama (mas acho que ela ficou com medo, sei lá, até a Brisa ficou meio receosa quando eu voltei).

Nos outros dias passei um tempão lendo "Me before you" que comprei na Livraria Cultura quando passei por SP. Apesar de já conhecer a história porque vi o filme, adorei o livro. Li mesmo em inglês, é sempre bom pra treinar, além de que não se perder nenhum significado por causa de tradução. O livro, claro, é melhor do que o filme, mas consegui ver que as mudanças feitas foram bem coerentes. Das coisas que e achei diferentes é que no livro eu imaginei o Will com uma cara de bem mais velho e menos bonito, mas mais encantado com a Lou. Também achei o Pat do livro menos bobo. E gostei bem menos da irmã da Lou. Achei que não ia chorar, até, claro, chegar lá na viagem final e quase morrer de tanto chorar com tão poucos parágrafos. O final do filme achei mais dramático, até mais legal, mas gostei da forma como se desenrolou no livro. E achei muito bom que no filme eles nem mencionam a história do labirinto, eu não teria estomago pra ver aquilo nem falado no filme (no livro eles meio que contam aos pouquinhos então não é tão péssimo e eu meio que já sabia - li em alguma resenha por ai).





Tentei encontrar uma agenda 2016 que fosse baratinha e tivesse um layout legal, pra começar a fazer agenda, mas não encontrei. Como quero uma agenda com as datas fixas, e não um caderno qualquer, resolvi procurar nas minhas anotações de viagem espaço pra escrever sobre elas, pra ver se eu teria paciência. Comecei com o caderno do Japão e super me empolguei! Antes de viajar peguei um caderno em branco (tenho vários que ganhei no trabalho) e anotei coisas que queria fazer, então peguei o resto do caderno (um moleskine de bolso com capa mole) e comecei a escrever sobre o que eu lembrava, tentando enfeitar com algumas dicas tiradas do pinterest. Alias, só tô usando o pinterest por causa disso, haha! Lá tem muitas dicas fofas. Também tem outras imagens e as vezes eu me perco nelas, então não fico muito tempo lá quando posso, senão eu não faço mais nada da vida além de ver coisas de Harry Potter e coisas que não posso comprar.

Minha caligrafia não tá aquela maravilha e tenho que fazer pausas porque com o tempo vai virando garrancho, mas é um bom treino pra agenda que quero fazer ano que vem. Sei que a moda é bullet journal, mas isso eu meio que fiz nos últimos 10 anos ou mais (na verdade eu gosto daquelas agendas tipo schedule mensal), quero mesmo é escrever sobre os meus dias e o que ando pensando, e guardar pra posteridade (quem sabem meu sobrinho, apesar dos pais, seja um ser humaninho sensível que se interessa pela vida como ela era antes dele ou além daquilo que as pessoas falam no convívio social, né).

Eu não era a maior apoiadora dessas olimpiadas, mas confesso que me sinto um pouco orfã, tipo quando acabou a copa, então essa semana vai ser meio de luto. Ou eu posso criar vergonha na cara e voltar a andar de roler, haha! Total abandonei essa semana, mas sinto que não posso ficar muito parada. Vou tentar outras estratégias e vamos ver o que é melhor. E também escrever os posts dessa semana! De novo não tenho nada, mas sinto a criatiidade voltando... Acho =P

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#beda: Tag petralha - 13 perguntas pessoais
domingo, 21 de agosto de 2016 at 11:30
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Gente, esse grupo é o melhor do universo! Afinal, onde achariamos um post coom esse título maravilhoso??? Obrigada, Lidy, pela graça alcançada!

1. O que costuma pedir no Starbucks?
Antes do Starbucks chegar no Brasil eu jurava que ele não ia ingar, porque eu amava o Fran's Café. Mas ai, né, o atendimento no FRan's é péssimo e tem Starbucks em todo lugar em SP. Tenho até o cartão de fidelidade e vivo ganhando drink grátis, hehe... O que sempre peço é o chá preto gelado tall/grande. Não, sem limão. Sim, puro (e nos EUA, sweetened).

2. Qual item do teu armário tu não consegue viver sem?
Camiseta branca. Tenho várias, de vários tipos. Tô numa fase basicona mesmo.

3. Diga uma coisa que as pessoas provavelmente não sabem sobre ti.
Que a ~blogosfera~ não saiba? Vejamos... Eu sou uma pssoa peculiar, até meus amigos mais chegados diriam isso. Acho que algo que as pessoas nunca escrevem nos blogs é sobre sexo. Mas olha, sexo é bom, viu? E acho que a blogosferia deveria se graduar e ser mais Sex and the City. Não precisa dizer nomes, nem precisa dizer se a história é sua. A gente via SatC por uma razão, e não era pelo fetiche sexual...

4. Diga uma coisa que tu quer fazer antes de morrer.
Nossa, são tantas coisas! Sério, as vezes acho que não fiz nada da vida, então a lista do que eu ainda quero fazer é longa. De visitar os templos de Angkor Wat, a mergulhar com as águas vivas inofensivas em Bora Bora, salvar vidas em algum projeto tipo Médicos sem Fronteiras, levar meu sobrinho pra Disney... São tantas coisas!

5. Qual comida que tu não consegue viver sem?
Ovo!!! Sabe o casaco que o Drake usa em Work, da Rihanna? Me define. Posso comer ovo todos os dias e não enjoar. E sinto falta quando passo muito tempo sem.



6. Qual a frase que rege a tua vida?
Dou um boi pra não entrar em briga, mas é preciso mais do que uma boiada pra me tirar de uma.

7. O que tu gosta e não gosta sobre o YouTube?
Odeio os comerciais. Amo poder achar um video pra qualquer coisa. Sério, ejo de tutoriais de maquiagem, a receitas, a formas de trocar tela de laptop ou formatar o celular. E muitos vídeos sobre qualquer coisa que me interesse, de música, filme ou tv.

8. Qual a música que mais ouve?
Ouço muito pop e no momento tô numa fase "Stardust" do Lifehouse <3

Amo esse clipe!!! E essa música me lembra Londres...

9. Como definiria o teu estilo?
Uns amigos acham que as ezes eu me visto de anime, mas todo mundo sabe que sou básica: muito jeans e camiseta. O que costumo fazer é um high-low, misturando uma peça mais chamativa num conjunto neutro.

10. Número favorito:
9. Nine. Neuf. Kyu. Sei lá porque, talvez porque seja minha data de nascimento.

11. Dois hobbies:
Fazer nada é um hobby? Hehehe... Gosto muito de ler e quando acho o livro certo, posso dedicar horas da minha vida a ele, mergulhando nas palavras... E escrever, afinal, olha o tanto de tempo que ando dedicando ao blog nesse beda ;)

12. Duas coisas que te irritam:
As vezes sou uma pessoa bem irritadinha, mas o que mais me irrita é gente mau-carater (eu xingo mesmo a tv quando passa lagum político que eu detesto) e tecnologia que não funciona. Fico irada com celular, laptop ou site que não funcionam, de verdade!

13. Um prazer culposo…
Diria Dave Grohl que não existe guilty pleasure, que a gente não tem que ter medo de admitir o que somos, então hoje em dia não tenho vergonha de admitir que gosto de Justin Bieber, de ovo frito, de coca cola de canudinho...


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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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