HOME | SOTMB | VY.COM.BR


#beda: o glorioso blogday!!!
quarta-feira, 31 de agosto de 2016 at 10:30
3 comments



Eu nem acredito que agosto tá finalmente acabando!!! Vou sentir falta dessa energia que o beda teve, com tantas blogueiras sijoganu nesse desafio. Somos todas vencedoras!!!

Esse beda serviu pra dar um gás pra quem tava meio desanimado de blogar e pra conhecer gente nova. Confesso que por causa do grupo, sai da minha concha e descobri blogs maravilhosos!

Resolvi indicar nesse dia lindo as lindas que passaram por aqui com mais frequência e deixaram um carinho nos comentários:



Todos blogs bem pessoais com textos ótimos, bem blogagi ~tru~.

Além, de claro, todas as lindies que tão na barra lateral aqui do blog <3

Como é de se imaginar, vou dar um tempo (alguns dias) pra respirar dessa loucura que foi o beda, mas não quero jamais abandonar isso! Vou tentar dar um gás no outro blog, mas com certeza volto pra cá o quanto antes. Pautas na minha mente é o que não faltam!

Este post faz parte do BEDA - blog everyday august. Se quiser conhecer mais gente que está  se aventurando nesta loucura ou precisar de um grupo de apoio pra continuar firme e forte na ~blogueragi~ clica no banner!

Marcadores: ,

that would be me. bye!

#beda: sendo quase atéia
terça-feira, 30 de agosto de 2016 at 11:34
2 comments

Quando decidi fazer o beda, eu queria ter tido tempo de escrever sobre alguns temas "polemicuzinhos". Mas ai a vida me levou pra outro lado e eu acho que terei outras oportunidades de falar dos assuntos que me interessam.

De qualquer forma, eu tinha visualizado em mente escrever sobre um assunto que toma meu Facebook, porém é algo que me interessa tanto que acho que será apresentado melhor se eu destrincha-lo em vários posts.

Para agora, resolvi escrever sobre algo que me chamou a atenção totalmente sem querer e que teve desses desdobramentos loucos que só nossas mentes podem ter.
Apareceu na minha timeline uma dessas listas despretensiosas do Buzzfeed sobre casos de morte misteriosos. Pra que, né? Por mais que a gente não acredite no sobrenatural, depois de ler coisas sem explicação todo mundo fica impressionado.

O caso que me chamou mais atenção foi o de um grupo de esquiadores russos achados numa trilha de montanha, aparentemente mortos por hipotermia (o caso ocorreu no inverno entre as décadas de 1940 e 1950). Chamou atenção porque as 8 pessoas envolvidas eram esquiadores e exploradores experientes e que carregavam equipamentos muito adequados para o frio e porque não havia ocorrido nenhum desastre natural que pudesse tê-los deixado sem condições de suportar o frio. As investigações chegaram a conclusão que na última noite em que estiveram vivos, algo aconteceu que fez com que eles rasgassem a barraca para fugir em aparente pânico, sem roupas adequadas, até o bosque mais próximo. Como as buscas demoraram a começar, eles não conseguiram sobreviver ao inverno russo e foram achados mortos na floresta.

Muitas hipóteses foram levantadas, a maioria sem fundamento, mas uma que me chamou a atenção, e sobre a qual eu nunca tinha ouvido falar, era a de "pânico induzido por infra som". Infra som é o som que a gente não ouve, porque é muito "baixo". E essa teoria me perturbou muito! Acho que é porque o infra som não é algo difícil de se obter, e eu não sabia que existia uma maneira de isso induzir o pânico no ser humano!

A curiosidade falou mais alto, e depois de relutar em descobrir como isso funciona de verdade, resolvi googlar um pouco pra entender melhor essa coisa de infra som e sua influência no ser humano.

Depois de uma breve explicação, achei uma lista de "usos" e de como o infra som influencia nossas vidas.

O som é uma onda com diferentes frequências. Alguns animais são capazes de ouvir sons que o ser humano não consegue escutar. Os nossos ouvidos só são capazes de captar sons a partir de uma certa frequência,  o que não quer dizer que aqueles que não ouvimos não estejam presentes.

Apesar de não ouvirmos estes infra sons, eles ainda são ondaa que chegam nos nossos cérebros. E são essas ondas que são capazes de influenciar o funcionamento dos nossos cérebros. Trocando em miúdos, o infra som é capaz de manipular o que o nosso cérebro nos mostra.

Depois de pesquisas e análises, chegou-se a conclusão de que não existia possibilidade de os exploradores russos terem sofrido de pânico induzido por infra som e a hipótese que faz mais sentido é de que a região era usada secretamente para treinamentos militares e eles tenham sido vítimas de algum experimento sem querer, e o governo russo jamais admitirá isso.

Continuando com minha pesquisa sobre os efeitos do infra som em humanos, descobri algumas experiências simples que explicavam eventos "sobrenaturais". Desde a aparição de fantasmas, passando por objetos que se movem sozinhos até sons do além, tudo pode ser explicado pela existência de Infra som no ambiente.

O que me leva ao título deste post, finalmente  (ou não).

Fui criada mais ou menos católica numa casa não muito praticante. Fiz primeira comunhão e crisma, além de claro ter sido batizada (com 3 anos, mas tá valendo) e sempre entendi que, crescendo em um país culturalmente cristão, por mais que eu tivesse lido no livro de história que Jesus era um líder comunitário que chamou mais atenção do que deveria na época do império romano, eu não tinha como fugir dessa "espiritualidade". Porém sempre balancei sobre essa questão da religião e da fé, principalmente assistindo a Igreja ser tão criminosa contra o povo quanto qualquer outra instituição política corrupta mundo afora.  Por muito tempo, inclusive, me considerei agnóstica, querendo a maior distância possível de uma organização com a qual eu não concordo.

Um dos meus melhores amigos sempre foi ateu, de família atéia, mas eles sempre foram considerados "excêntricos". Além de tudo, imaginem só, eles eram esquerdistas! E a gente aprende na escola que uma das "maldade" que governos socialistas impuseram quando instalaram o regime tanto na Rússia, quanto na China, foi "proibir" o povo de ter sua religião. O Estado socialista deveria ser o centro de tudo, inclusive de culto. Por muito tempo,  achava que ser ateu era algo muito radical,  e ter um pouco de fé não matava ninguém.

Exceto que as vezes a fé mata sim. Porque infelizmente existe muita gente ruim no mundo que explora a fé alheia sem escrúpulos visando somente seu próprio bem.

Mas além disso, comecei a prestar mais atenção em mim e na evolução do mundo. Comecei a ler e estudar um livro sobre filosofia e a ver que as religiões partem do mesmo processo filosófico de tentar explicar o mundo.  A ciência surgiu da necessidade de provar esses processos filosóficos e, ao analisar a evolução do mundo,  é muito fácil perceber como a ciência veio para ajudar a provar aqui que não entendemos, mas que ela  só consegue avançar a medida que a tecnologia permite.  E a ciência e a tecnologia só avançam se estiverem livres de dogmas  (conceitos imutáveis e inquestionávei).

A partir de então percebi que acredito na ciência, do que é palpável e exemplificavel e provável, e que não me cabe,  racionalmente, ter religião e acreditar em deus, qie nunca pode ser provado, só acreditado.

Mas também não é tão simples assim "desacreditar" em deus.  Eu vejo que a espiritualidade está muito relacionada com as culturas e os hábitos de uma população, não só no Brasil. Inclusive a primeira vez que li sobre essa relação era uma pesquisa feita no Japão, cujos costumes estão tão intrinsecamente relacionados ao budismo. É algo tão natural que os próprios japoneses não se consideravam espiritualizados como o resto do mundo os via. E eu acho que no Brasil é parecido,  talvez o cristianismo não permeia todos os nossos ritos, mas com certeza é parte do nosso imaginário coletivo. Por exemplo, falamos sem pensar em religião coisas como "graças a deus" ou "minha nossa senhora" ou "deus me livre". Eu tento me policiar ao máximo porque não quero passar a mensagem errada ao mundo e porque não quero desrespeitar a crença alheia proferindo coisas sobre as quais não tenho autoridade.

Quem primeiro disse que éramos quase atéias foi uma amiga de ex trabalho com quem me identifico muito. Houve uma época que eu compartilhava muita coisa sobre ateísmo e ela disse que estávamos no caminho, mas ainda não completamente lá. Por mais que eu aceite racionalmente o ceticismo absoluto e entenda que não terei vida após a morte, é difícil de uma hora para outra não pensar que nossos entes queridos que já morreram se foram para todo o sempre, por exemplo. Ou não fazer o sinal da cruz quando está apreensivo.  E sempre escapa um "deus te ouça" sem querer querendo.
Nossa, resolvi rascunhar esse texto a mão e ele já está super longo! Mas tudo o que eu queria explicar é como com o tempo estou me tornando atéia, muito cética,  acreditando que a ciência pode explicar tudo, mesmo quando ela ainda não tem uma explicação para aquilo. Mas essa é a minha crença, não vim aqui tentar convencer ninguém!

Eu só me empolguei um pouquinho com a ciência esses dias e resolvi compartilhar =)

Este post faz parte do BEDA - blog everyday august. Se quiser conhecer mais gente que está  se aventurando nesta loucura ou precisar de um grupo de apoio pra continuar firme e forte na ~blogueragi~ clica no banner!

Marcadores: , ,

that would be me. bye!

#beda: resumo da semana
segunda-feira, 29 de agosto de 2016 at 12:38
1 comments

Dá pra acreditar que chegamos na última semana de beda??? Apesar do esforço que tá sendo termina-lo, vai deixar saudades. Mal posso esperar o blog day pra indicar muitas lindas que conheci no nosso grupo de apoio <3

Passar a semana sem Olimpíadas só foi menos difícil porque as vendas de ingressos para as Paralimpiadas atingiram recordes e porque, na falta de outra pauta, continuo se falando de Olimpíadas em muitos canais.

Essa semana não fui pra São Paulo, fiquei mais quieta em casa. Ou o quão quieta eu consigo ficar. Comecei a reler a saga Harry Potter, dessa vez em inglês (os 4 primeiros livros eu só tinha lido em português), mas eu não tenho a versão em inglês de Cálice de Fogo (quando comprei os outros 3 não tinha justo esse volume), então comecei a ler em português mas não tá avançando. E eu sei que é uum livro muito bom! Imagina quando chegar na Orden da Fênix, que eu acho chato??? Bom, por conta disso, resolvi espairecer com outro livro, igualmente inglês, mas totalmente diferente, Pride & Prejudice, da Jane Austen.

A primeira vez que eu li esse livro, tinha uns 15 anos e estava encantada por Jane Austen depois do filme "Sense and sensibility", adaptado pro cinema pela Emma Thompson. Achei o livro em português no meio das coisas de um tio, e logo que comecei a ler não consegui parar! Se tornou meu livro favorito de cara e eu reli aquela edição muitas vezes. Até na faculdade encontrar uma promoção da versão em inglês e tentar ler. Não vou dizer que é a coisa mais fácil, porque é inglês arcaico, mas a narrativa da Jane Austen é maravilhosa e isso se torna um detalhe.

A história fala de como a vida da família Bennet, da casa de Longbourn, muda com a chegada a região do Mr Bingley e sua família e amigos a casa de Netherfield.

Confesso que dessa vez a leitura começou mais devagar, mas logo a história engata e foi difícil largar o livro! Pra tornar a experiência ainda mais satisfatória, fui ler alguns dias no Starbucks, porque eu adoro o clima de lá, e o chá, claro ;). Se houvesse Starbucks na cidade aqui na roça, ai que eu nunca mais sairia de lá!

Em 2005 adaptaram a história pro cinema e eu simplesmente odeio essa versão. Tudo o que tem pra fazer de errado eles fizeram, em especial, e imperdoavemente, colocaram o pior Mr Darcy qe eles poderiam achar e fizeram do personagem um emo do caralho.

Porém existe essa versão maravilhosa que a BBC fez em 1995, o primeiro trabalho grande do Colin Firth como o Mr Darcy perfeito! É uma minisérie pra tv que foi dividida em 6 episódios e que os produtores tentaram recriar o mais fielmente possível. Foi a partir dessa minissérie que a autora de Bridget Jones moldou os seus personagens e que a adaptação pro cinema foi feita (tanto é que o Colin Firth faz o Mr Darcy da Bridget!).

O meu box eu comprei numa viagem ao Canadá, mas eu já vi pra vender aqui no Brasil (na Livraria Cultura do Conjunto Nacional) e não é muito caro.

Pra mim, tudo o que o filme de 2005 fez de errado, essa série acertou. Colin Firth hesitou em aceitar o papel, mas sabia que ele teria que ser o mais fiel possível ao livro se quisesse fazer jus a história. As irmãs Bennet são perfeitamente inglesas e muito críveis. A Mrs Bennet é simplesmente sensacional! Sabe quando você vibra por uma interprestação? É essa mulher! Até o Colonel Fitzwilliam é aquilo que eu esperava (e claro, super shippo ele com a Lizzy durante a visita de Hunsford!).

Claro que eu reassisti o box depois de ler o livro, eu tinha que rever aquilo que se passou na minha cabeça, hehe...


Depois de reler "Pride..", ao invés de voltar pro Harry Potter, resolvi reler um xerox da época da faculdade que achei no meio das minhas agendas. Sabem o Prof. Clóvis de Barros Filho? Antes dele ser essa pequena celebridade academica que aparece no Jô ele foi meu professor na faculdade. Era pra termos aula de Direito do Turismo, mas a formação dele é em Direito, mais voltado pra filosofia e ética, logo o Código de Defesa do consumidor foi tendo cada vez menos tempo nas nossas aulas, mas em compensação a aula de ética dele era simplesmente hipnotizante!

Em uma das aulas ele pediu pra gente ler o livro "Felicidade, desesperadamente", que, como era difícil de encontrar, ele tinha disponibilizado no xerox pra gente. Na época nem lembro porque ele nos pediu pra ler esse texto e eu achava que nunca tinha conseguido terminar de ler, porque me lembrava claramente de que eu ficava muito deprimida de lê-lo. Mas uma coisa que nunca esqueci é que ele sempre dizia que esse título em português era errado, e que deveria ser "Felicidade, desesperançadamente".

Como da outra vez, o começo do livro não foi fácil, mas continuei e lá pelo meio do livro ele toma uma direção que eu nunca tinha esperado (e dai cheguei a conclusão de que nunca tinha terminado de lê-lo) e aoo final da leitura, eu era uma pessoa muito mais satisfeita!

O livro é na verdade um seminário que o autor, Andre Comte-Sponville, deu na França sobre a filosofia do que é a felicidade. Então é um livro bem didático que explora várias definições de maneira bem clara, até fazer-nos chegar a conclusão do que é a felicidade. Ele explica desejo, vontade, satisfação e, por fim, felicidade e isso me fez pensar muito, e acho que é a partir de discussões como essa, que a expressão "a gente faz a nossa felicidade" vem, mas lendo esse livro eu realmente entendi o que isso quer dizer. Felicidade dá trabalho, mas não é só físico, é mental também.

No fim de semana meu irmão foi viajar, então no domingo fui almoçar com minha mãe no shopping. Não sei porque, durante a semana bateu uma vontade louca de comer Mc Donald's, então foi o que pedi. Meu pedido clássico é sempre o número dois, quarteirão com queijo e coca normal de bebida, hehe.

Aproveitei pra ver o que tinha no cinema, e infelizmente, nessa roça, só tá passando "Pets" dublado =( Porra, Kinoplex! Porra, Cinemark! Assim fica difícil ir no cinema, né!

Fomos no Wal Mart que é dentro desse shopping e achei geléia de mocotó sabor natural pra vender, finalmente! Sei que é difícil achar geléa de mocotó pra vender hoje em dia, mas sabor natural é ainda mais difícil! Já falei aqui que adoro isso desde criança, pra mim é a sobremesa perfeita =).

Além do blog day ainda tem amanhã pra pautar, mas eu já tenho uma idéia do que escrever, ao menos! E pra setembro, o que será que teremos? Hehehe...

Este post faz parte do BEDA - blog everyday august. Se quiser conhecer mais gente que está  se aventurando nesta loucura ou precisar de um grupo de apoio pra continuar firme e forte na ~blogueragi~ clica no banner!

Marcadores: , , , , ,

that would be me. bye!

#beda: era uma vez, há muito tempo atrás...
domingo, 28 de agosto de 2016 at 10:30
1 comments

Lembrei que nunca escrevi sobre a formatura do meu irmão, que aconteceu em janeiro de 2012, então resolvi usar pro beda, já que eu ainda não tinha pauta pra esse domingo :)

Meu irmão se formou em Engenharia Elétrica pela Unesp de Guaratinguetá e a festa foi lá mesmo. É tradição que as famílias aluguém chacaras pra passar o fim de semana todo com os formandos, e ai eles aproveitam pra fazer quase que uma festa paralela, com muita bebida e muito churrasco.

Como família do formando, eu e minha mãe tivemos toda uma preparação. Minha mãe mandou fazer um vestido e eu fiquei um tempão tentando decidir o que eu queria usar. Minha mãe até passou maquiagem (que ela nunca usa)!

Meu vestido eu comprei em uma loja na José Paulino, cujo nome eu não lembro. Era uma portinha, mas a loja era extensa. Na porta ficavam os manequins, não tinha nem uma vitrine fechada, pra ver como era a coisa! Eu pensei em ir até a Feira do Vestido de Festa, que é uma loja enorme lá no fim da rua (onde já tinha comprado um vestido pra casamento antes) e na Elouva, que são lojas bem conhecidas, mas acabei nessa loja sem ir nas outras, porque achei o vestido que eu nem sabia que queria! Na verdade, entrei na loja por causa de outro vestido muito bonito também, cinza chumbo, mas quando vi o vestido que acabe comprando no manequin no interior da loja, sabia que era ele que teria o maior impacto e que eu voltaria pra olhar nas fotos e gostar pra sempre <3

Antes de fazer a barra
A sandália tive a sorte de achar em uma liquidação da Capodarte e paguei tipo R$ 50!!! Minha mãe ainda não tinha decidido o vestido (mas eu também não) e não quis comprar e depois se arrepedeu porque nunca mais achou sapato tão barato, hehe.

A gente foi pra Guará na sexta de manhã. Meu irmão dividiu o aluguel da chacará com outro amigo dele. Ficamos com uma suite até que bem grande, onde coube nós 3 e mais 2 amigas do meu irmão. A chácara ainda tinha um salão de festas e uma churrasqueira, cabia muita gente ali, e eles levaram muitos convidados durante o dia.

No sábado acordamos cedinho pra ir na missa de formatura que foi na basílica de Aparecida, que é ali perto. Fui só pra não ficar abandonada na chácara, porque sentei lá no fundo esperando a missa acabar, com muito sono. Na volta tomamos um bom café da manhã de padaria, onde um monte de outros formando estavam também (a cidade estava tomada por formandos e famílias) e ai voltamos pra chácara pra fazer o churrasco.




Ainda rolou minha caipirinha de abacaxi que é sempre muito bem recepcionada, haha! Comi razoavelmente, mas não fiquei bebada. No fim da tarde eu tinha hora no cabelereiro pra fazer o penteado e uma amiga do meu irmão levou eu e a namorada de outro menino pros salões (eu escolhi fazer em um salão de shopping mesmo).

Escolhi fazer um coque banana, porque achei que seria um penteado que ficaria no meu cabelo, que na época estavalongo, apesar de repicado.

Ledo engano. Teve um momento que eu achei que eu ia sar sem nenhum penteado! A moça começou a fazer o coque e... Pluft, o cabelo todo caiu do coque! Ela tentou espirrar um monte de laquê e o cabelo caiu várias outras vezes! Até pedir ajudar pra uma outra moça pra segurar o coque enquanto ela enrolava, terminava com uma lata de laquê e uma caixa de grampo, haha! Sério, foi tenso...

Essas presilhas estavam ali pra garantir que o coque não ia abrir!
A maquiagem eu fiz sozinha, com certeza ali é que eu não ia encontrar uma especialista em orientais! Mas nem ligo, porque eu gosto de me maquiar e não gosto muito de ficar muito rebocada. Também fiz a make de mamys.

A festa foi em pleno verão e estava mesmo bem quente. E o verão é também época de chuvas, então claro que choveu horrores antes do começo, e claro que o estacionamento do salão era só barro e tinha fila.

Nada glamouroso ter que segurar a barra do vestido
Comprei uns brincos simples na Morana e o colar eu peguei emprestado de mamys.

Família <3
Lá é costume dar os convites sobrando das mesas para os companheiros de república. Meu irmão morou no mesmo lugar a faculdade toda, foram 8 anos de convivência (ao contrário de mim que trancou a faculdade e foi viajar ou só postergou mesmo o tcc, meu irmão pegou algumas dp's pelo meio do caminho, hehe...) e de qualquer forma não tinha muita família pra ocupar a mesa toda mesmo.

A festa foi bem divertida, eu dancei uma das valsas com meu irmão (a pista era muito pequena pra todo mundo, e tinha muita gente, a troca dos pares foi caótica e dancei tipo uns 2 minutos só com ele, haha), o open bar era ótimo, a comida era boa e até o banheiro estava em boas condições, apesar do barro que todo mundo trouxe pra dentro do salão.

A gente ficou até mais de 5am e só fomos embora porque eu estava literamente dormindo na mesa e porque já estava acabando de qualquer jeito.

Eu mesmo não participei da minha formatura. O que eles fazem na ECA é juntar todos os cursos, mas não é tanta gente assim, e eu preferi usar o dinheiro pra ir viajar, a maioria dos meus amigos também não participou de qualquer jeito... Acho que eu encaro formatura como festa de casamento: eu não vou fazer pra mim, mas me convidem pras suas que eu participo e muito me divirto!

Este post faz parte do BEDA - blog everyday august. Se quiser conhecer mais gente que está  se aventurando nesta loucura ou precisar de um grupo de apoio pra continuar firme e forte na ~blogueragi~ clica no banner!

Marcadores: , , , ,

that would be me. bye!

about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

good reads

@ carol c. [rolê do amor]
@ nicas
@ nati n.
@ line
@ lari
@ lomogracinha
@ fernanda n.
@ paula b.
@ thais h.
@ tany
@ lia f. [verbo ler]
@ maria t.
@ simone pearl
@ anne r. [cat loves vinyl]
@ bruna
@ pamela
@ lecticia
@ gesiane
@ chris m.
@ meire k.
@ carlos & denise

the past



extras

the simple life