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retrospectiva 2016
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016 at 13:30
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2016 com certeza deixará um gosto amargo nas nossas bocas. Todos tem a mesma impressão: de que o ano á vai tarde, de que ele não trouxe nada além de dor e sofrimento.

Mas numa retrospectiva pessoal, 2016 não foi um ano ruim. Pelo contrário, comecei o ano em Londres com a certeza de que estava onde eu deveria estar na vida. Aprendi muita coisa na Inglaterra, principalmente sobre mim mesma, e não me arrependo de ter voltado antes.

Então vamos listar as coisas boas desse ano!

1. Viagens, viagens!

Um ano se torna exponencialmente melhor que os outros se inclui viagens. E nesse ano teve várias. Fui passear em Londres 2x e acho que nenhum número de vezes jamais será suficiente pra conhecer bem a cidade.


Também conheci a cidade luz e entendi porque as pessoas se apaixonam por Paris. Paris é encantadora, parece saída de um sonho! E ainda tem uma Disney, que é sempre um bonus, né?


E por fim, me apaixonei perdidamente por Berlim. Acho que tenho a mesma impressão de lá que tenho de Hiroshima. Vou voltar um dia, eu sei. E vou recomendar pra todo mundo visitar, porque é uma cidade incrível!


2. Harry Potter

Revivi Réri Póter na minha vida esse ano? Sim, e não só porque estava na Inglaterra. Visitei os estúdios de Leavesden onde mergulhei naquele mundo mágico, mas também ganhamos "Cursed Child" (que é horrível, mas é Harry Potter e ganhamos Scorbus, que é o que interessa) e "Fantastic Beasts", onde finalmente o ruivo mais fofo que você respeita, Eddie Redmayne, entrou pra saga (e não foi como um Weasley!). E nos apaixonamos pelos animais fantásticos e já queremos mais.


3. Virei tia-madrinha

Quem diria que eu ia ter uma criança tão presente na minha vida e nem reclamaria? Pois é, o tempo é o senhor das coisas mesmo. Amo meu afilhado e vou protegê-lo, de verdade.


4. Música do ano

Não sei pra vocês, mas tenho a impressão que a música que mais me marcou foi "Closer", de The Chainsmokers com a Halsey. Ela tava maravilinda no VMA, inclusive #goals #girlcrush E essa música é um chiclete, toda vez que ouço saio cantando.



5. Leituras

Eu sempre leio muito menos do que eu gostaria, mas esse ano reli boa parte de Harry Potter (empaquei forever em OotP), recomecei "O livro da Filosofia" e me apaixonei por "Longe da árvore". Ah, e depois de assistir e me acabar de chorar, li "Me before you", porque precisava revisitar as pequenas cidadezinhas inglesas <3

 

6. Cinema

Na Inglaterra eu não tinha como ir no cinema, era caro e eu não tinha carro, então até que assisti umas coisas interessantes quando voltei. Além de "Me before you", vi "Bridget Jones" e me reapaixonei por ela. O primeiro filme é ótimo, o segundo é bem meh, mas o terceiro, mesmo sem Hugh Grant, é perfeito! E claro, fui ver "Fantastic Beasts", porque o que tem de melhor do que juntar Eddie Redmayne com o mundo mágico da JK Rowling, né?


7. O melhor grupo de apoio que você respeita

O "Se organizar, todo mundo bloga" começou despretensiosamente pra nos ajudarmos a encarar o desafio do BEDA, e a partir dai foi só amor! Cada pessoa fofa que conhecemos durante o segundo semestre valeu o estresse de enlouquecidamente nos propor a um desafio insano desses!


8. Voltar a blogar com certa regularidade

Em parte por causa da viagem, já estava blogando um pouco mais do que antes e por causa do BEDA, do grupo, de conhecer tanto blog legal e também ter tido mais tempo, reencontrei o prazer de blogar <3

9. O retorno a SP

Podem falar o que quiserem de SP, mas essa é sim uma das cidades mais legais pra se morar e eu já sentia falta dessa loucura. São Paulo reúne tanta gente, tantas culturas diferentes e tantas oportunidades que eu não entendo como alguém pode não gostar de morar aqui!


10. Voltando a ter um emprego pago

O voluntariado foi bem legal, passei 8 meses em que tive que repensar hábitos de consumo, mas é bom ter dinheiro de novo. Não é muito, mas é alguma coisa. Sem contar que o emprego novo é no mesmo bairro em que moro e posso ir a pé, economizando muito tempo do dia e da vida!


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that would be me. bye!

#gordasafada: namga, o retorno da comida thai em sp
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016 at 10:30
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Há muitos anos (muitos mesmo), num Restaurant Week da vida, conheci o Thai Gardens, um restaurant lindo de comida tailandesa no Itaim Bibi. Fomos em um grupo grande, e apesar da comida ser bem apimentada, não teve uma pessoa que tivesse saído daquela refeição sem estar encantada com a comida e com o lugar. O atendimento era atencioso e o salão era enorme. Apesar de ficar numa área "nobre" da cidade, o cardápio regular não era um absurdo de caro e prometemos voltar.

Enrolamos tanto (afinal, tantos restaurantes em SP em lugares mais fáceis de acessar) que o restaurante fechou =(

Ficamos orfãos por um bom tempo, até a aparição do Tele Thai, um serviço de delivery de comida tailandesa. Quem provou, disse que é bom, mesmo sendo meio caro, mas que as porções são generosas.

Do Tele Thai, surgiu o Namga, um restaurante com salão próprio. Apesar de ser um clássico do cinema, o delivery de comida tailandesa, faltava um restaurante propriamente dito e com isso eles resolveram abrir a casa nas Perdizes.

No "Christmas eve eve", sai mais cedo do serviço e fui encontrar com uma amiga lá. Por causa da lei cidade limpa, é meio difícil de encontrar a fachada do restaurante, o nome fica acima do toldo que protege a entrada do sol e a fachada é marrom, uma cor que não se destaca.

Mas a porta é bonita, decorada com motivos orientais, e o salão é calmo, não é grande, mas aconchegante, em tons marrons também.

Pra esperar, pedi uma sakerinha de abacaxi, bem boa. Pedi a de Azuma Kirin e o barman faz do jeito que eu gosto, fica quase igual a que eu faço em casa ;).

Quando minha amiga chegou, ela pediu um chá típico com leite condensado, recomendação do garçom. Achamos que seria um drink super doce, e apesar da cara, nem era, era até refrescante! É um tipo de chá preto, lembra chá mugi, bem bom.

Durante a semana eles contam com um menu executivo. Você escolhe o prato principal, e pelo valor desse prato, leva uma entrada e uma sobremesa.

De entrada, naquele dia, sí tinha o rolinho primavera vegetariano. Eu gosto de rolinho primavera, então achei esse bem gostoso, com a casca bem crocante, fininha e nada encharcada de óleo.


De prato principal, cada uma escolheu uma coisa. Eu peguei um Pad Thai de camarões e ela um salteado Phuket de camarões também, com arroz de jasmim.

O Pad Thai é um prato bem típico tailandês, de macarrão com legumes e carne, com um molho agridoce de tamarindo (o suco do Chaves!).

Eu gostei bastante do meu prato, foi bem servido e não achei o molho muito proeminente (não sou super fã de agridoce). O prato era bem grande e nem consegui terminar! A única coisa que incomoda é o cheiro, que é meio de cachorro molhado, mas ok, é passável.


O prato da minha amiga também estava ótimo, embora ela tenha achado apimentado, eu achei que não tinha pimenta nenhuma, haha! O molho era suave e o arroz "normal" de jasmim complementou bem (tem a versão cozida no leite de coco). Minha amiga achou que arroz japonês é melhor, mas eu gostei bastante do arroz de jasmim, é leve e não tão grudento.


De sobremesa, pegamos o sorvete artesanal, o meu de chocolate com pimenta e o dela de tamarindo. O meu eu não achei com gosto de pimenta nenhum, nem minha amiga, mas era gostoso. O dela era bem gostoso também, tem aquele quê azedinho de iogurte e um fundo da fruta. Não sobrou pedaço pra contar história.


A única coisa é que toda essa brincadeira não sai nada barata. Ainda pedimos um refri e uma água e no total, a conta deu quase R$ 200!

Pra quem quiser experimentar uma boa comida tailandesa, mas sem entrar em falência financeira, dá tranquilamente para dividir os pratos (que é o que uma amiga faz quando vai com o namorado). E fique na água, porque as bebidas são caras mesmo.

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quando a idade tira o prazer
terça-feira, 27 de dezembro de 2016 at 10:05
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Eu sei que vivo dizendo que estou velha pras coisas. Velha pro fervo, velha pra bebedeira, velha pra aturar adolescentes. Na maior parte do tempo eu sei o que devo evitar e sei onde estou me metendo.

Na maior parte do tempo não é sempre.

Eis que desde que voltei da Inglaterra estou decidida a reencontrar alguns dos meus restaurantes favoritos e dia desses tive a oportunidade de voltar ao bar do Bee W, um albergue da juventude na região da paulista. Uma das pessoas que me apresentou esse bar foi a Tany e antes de viajar eu sempre ia com a Carol, geralmente de sexta, tomar umas caipirinhas e comer. Os lanches sempre foram bem feitos e o atendimento bem divertido.

No meu retorno, ainda tive a atenção de ligar lá antes pra confirmar que ainda serviam meu prato favorito. Cheguei lá, no meio da semana, e o lugar estava bem cheio. A pessoa que me atendeu no telefone esqueceu de mencionar que estava tendo um aniversário e a parte coberta estava fechada, só tendo lugar na parte de fora, onde as pessoas fumam.

Um adendo: odeio fumantes. Não é pessoal, mas odeio que nenhum deles se importa de verdade com as pessoas ao seu redor. A fumaça é prejudicial a quem inala, além de impregnar a roupa alheia. Acho o cúmulo da falta de educação fumar sem olhar pros lados pra ver se vai incomodar. Fora que considero o fumo uma forma de suicídio, e quem quer se matar, que o faça longe de mim, sem envolver terceiros. O que cada um faz da sua vida é de cada um desde que não interfira na vida dos outros.

Pedi uma mesa o mais longe possível da área de fumantes, o que me deixou isolada, mas ok. Fiz meu pedido rápido e claro que logo veio minutos bebida.

Os fumantes sem noção ficaram jogando fumaça e cinza a torto e a direito, como se o mundo estivesse a disposição somente deles. Mas o vento estava a meu favor, e pela maior parte do tempo, valeu a pena a espera.

Porém a espera acabou sendo muito mais longa do que deveria. Mais de meia hora depois e nem sinal do meu prato, enquanto diversos outros passavam lá dentro e até na área de fumantes. Com o horário, o lugar ficou mais cheio ainda e vieram mais fumantes. Sem o menor respeito e educação. E eu a comecei a passar mal. De verdade, de não conseguir respirar e ter ânsia de vômito.

Tive que trocar de lugar pra ficar mais longe ainda, e ainda esperei mais ainda pra ser servida. Já estava com fome no ponto de ser grossa com o garçom, mas nada naquela situação se salvava


Finalmente meu prato chegou. Claro que ele continua uma delícia, e o preço é bacana, mas eu não tenho mais idade pra passar o perrengue de ser mal atendida e ficar no meio daquela pirralhada e dos fumantes mal educados.

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fui pro zoológico... aprender sobre dinossauros!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 at 10:00
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No começo do mês, meu amigo mexicano que estava em SP a trabalho foi embora, mas antes ele queria muito ir conhecer o zoológico e eu o levei num sábado. Avisei que não era nada demais, mas ele insistiu e eu fui.

O pproblema é que ele estava hospedado lá em Alphaville, e ficou de me encontrar na bilheteria do parque. Eu fui pelo Jabaquara, via ponte Orca (que agora é paga, fiquei ultrajada) e descobri só quando cheguei que haviam 2 entradas. Pra piorar, meu amigo não tinha um telefone pra eu avisar e muito menos naquela lonjura dava sinal pra algo.

Mas no fim deu tudo certo, e na bilheteria ele descobriu que havia uma exposição de dinossauros, e foi ai que descobri, depois de 10 anos, que ele é um aficcionado por dinossauros.

O passeio do zoológico em si foi ok. Tá em melhor estado do que eu me lembrava, mas ainda assim não é nada demais. Eu achava mais divertido quando ia com a escolinha...



Ai que pelas tantas a gente resolveu entrar no mundo dos dinossauros.


No começo tem uma exposição contando um pouco sobre os dinossauros. Eu não sei vocês, mas eu cresci ouvindo que os dinossauros eram grandes répteis. E eis que meu amigo me contou que na verdade eles são considerados aves primitivas. Eu ouvi algo sobre penas em dinossauros, mas nunca dei muita bola. Porém meu amigo me explicou que pela estrutura dos dinossauros, eles são mais parecidos com aves do que com répteis ou mamíferos. E eles nem eram tão grandes como achamos.




Os dinossauros foram extintos e então apareceram os grandes répteis, que nada tem a ver com os dinossauros. Estes também foram extintos, mas acrdita-se até que pode ter havido uma mudança de gravidade no planeta que tenha dificultado animais tão grandes de habitarem a Terra. Não é muito doido?

A exibição em si é meio tosca, tem uns dinossauros que se movimentas, mas é um passeio de meia hora. É divertido pra fazer boomerang, mas só.

Gosto muito de passar tempo com meus amigos, eles sempre me ensinam algo! Pena que alguns moram tã longe =(

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#tag meu natal
sábado, 24 de dezembro de 2016 at 11:30
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E pro natal, nada melhor que falar de natal <3

1. O que você costuma fazer na véspera de Natal e no dia 25? Na véspera tem o jantar na casa dos meus tios. E no dia seguinte, o almoço de restondontê XD.
2. Qual é o seu filme natalino favorito? Love actually <3
3. E a sua música natalina preferida? "Merry Christmas, Happy Holidays", do Nsync ;)
4. Você tem uma comida de Natal favorita? Como é algo que só como nessa época, o leitão a pururuca da minha tia
5. O que você mais gostaria de ganhar nesse Natal? Pra mim, fiz a listinha. Mas seria bem legal se meu irmão arranjasse um emprego...
6. Você gosta mais de dar ou receber presentes? Vou jogar a real: sou pobre, gosto de ganhar. Gostaria de poder dar mais, mas a falta de dinheiro não deixa.
7. Você já passou o Natal na neve? Não, mas já passei em lugares bem frios.
8. Onde você gostaria de passar o Natal? Ainda passarei com minha família do Canadá por lá.
9. Sua família costuma decorar a casa? Quem fica encarregado das decorações? Meu pai era mais organizado com isso e assim que as árvores começavam a ser vendidas, ele comprava uma pra casa. Minha mãe oscila entre me fazer arrumar a casa pro natal na época certa ou simplesmente esquecer disso até eu notar que não fui feita de designer natalina escrava.
10. É época de Natal. O que você está lendo? Tenho que terminar de ler "Longe da árvore".
11. Qual é o seu cheiro preferido no Natal? Comida!
12. Você foi um bom menino/uma boa menina esse ano? Fui. Não fui presa nem condenada a nada. Já considero uma vitória XD.
13. O que sempre tem pra comer no Natal? Leitão a pururuca <3
14. Como você costuma se vestir na ocasião? "Roupa de sair". Geralmente escolho um vestido comportado, bonito e que me permita respirar e comer muito, HAHA!
15. Você começa suas compras de Natal na Black Friday ou deixa tudo pra última hora? Gostaria de ser organizada pra começar na Black Friday. A verdade é que só me dou conta que tô fudida tipo na semana do natal.
16. Você sabe embrulhar presentes? Você faz com gosto ou não? Sei, mas não é uma maravilha. Faço se for obrigada, mas não curto não.
17. Você sabe o nome de todas as renas do Papai Noel? Não, e tento fugir dessas coisas. Um trauma chamado camp hill, hahaha!
18. Você tenta espiar seus presentes antes ou prefere a surpresa? A surpresa é eu ganhar algo, haha!
19. Você abre seus presentes na véspera ou na manhã de Natal? Na véspera, sempre, até quando era criança!
20. Quando você descobriu a verdade sobre o Papai Noel? Na verdade acho que nunca acreditei.
21. Qual o melhor presente de Natal que você já ganhou? Teve um ano que eu quis mais do que tudo a miniatura do Mc Donald's. Afe, como quis ganhar aquilo, aporrinhei todos os papais noéis de shopping, hahaha! Mas amei ganhar, e ainda lembro daquele brinquedo <3
22. Você faz resoluções de ano novo? Você as cumpre? Desisti de faze, porque nunca lembro depois, hahaha!
23. Conte uma história de Natal memorável. Ano passado estava na Inglaterra, sem família e só 1 amigo mais próximo. A gente decidiu de última hora (mesmo!) ir pra Amsterdã, mas não rolava passar o natal lá porque a diária do hostel subia muito. Voltamos pra Inglaterra no dia 24, durante o dia, echegamos no camp hill um pouco antes da meia noite, mortos de andar meia hora com malas e sacolas no frio. A ceia foi umas coisas semi prontas do supermercado, numa casa enrome e antiga,sozinhos. Mas valeu muito a pena!
24. O que torna essa época do ano especial para você? Estar reunida com a famíia <3
25. Sua coisa preferida no Natal? Comer, sempre, hahaha!

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oficialmente dinda S2
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016 at 12:00
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Antes que o ano acabe, preciso contar a coisa mais importante que me aconteceu esse ano.

Virei madrinha oficialmente. Na igreja e tudo.

Começando do começo, em novembro fiz o cursinho de batismo from hell. Passei a tarde de um sábado interio ouvindo cantoria fora de tom e ritmo e um monte de blá blá blá pra ganhar um pedaço de papel escrito a mão pra só então poder participar do batizado do meu sobrinho na igreja. Os pais também têm que fazer o curso, mas meu irmão e a cunhada fizeram em MG com uma conhecida da igreja.

No dia, um sábado, chegamos atrasados. Todos. Eu e minha mãe pegamos carona com meus tios que moram na mesma rua que a gente e por coincidência estacionamos bem atrás do meu irmão perto da igreja. Mas como é de se esperar de um evento que reune um monte de bebê, ainda nem tinha começado. E pra nossa sorte, as famílias foram organizadas por ordem alfabética (eles optaram por um batismo coletivo, eram 20 crianças nesse dia).



Uma das coisas que eu abomino em missa é essa palhaçada de ficar sentando e levantando. Nossa, que coisa patética! Eu quase nunca me levanto, e me recuso a cantar. De desculpa, fiquei brincando com meu ~agora~ afilhado.

Até que a maioria das crianças se comportou e não teve muita choradeira. O menino na nossa frente era maiorzinho e estava indignado, assim como eu, de ter que participar daquilo. Chorou muito e queria ficar na parte de fora da igreja. Olhava pra ele e sussurrava que super entendi a sua agonia. Entendia mesmo.



O diáono chama as crianças 3 vezes, mas só uma delas a gente leva no altar, que é o batismoo de água que a gente conhece. Nessa igreja que fomos (onde euu e meu irmão fizemos catequese e crisma), não tem pia batismal. Nessa hora o Gui tava acordadinho e queria porque queria mexer na bacia.


Com a contenção de custos não rolou fotógrafo profissional, então os familiares ficaram tirando foto de celular mesmo, haha!

Depois rolou um churras no prédio do meu irmão com os familiares e alguns amigos e foi bem gostoso. Mas meu afilhado tava enjoadinho da maratona, o batizado foi bem na hora da soneca. E bem, o evento era mais pros adultos do que pra ele mesmo.

Eu sempre disso, e sito mesmo que meu sobrinho é minha extensão e eu vou protegê-lo de tudo o que é ruim dessa vida se eu puder. Gui, não tenha dúvidas de que você é nesso tesouro!

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wishlist de natal
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016 at 10:30
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Esse fim de ano tá passando que nem um furacão! Ainda tô me adaptando a nova rotina, então tô perdida no tempo... Mas acho que ainda dá pra fazer uma listinha pro papai noel, né?



1. Utensílios de cozinha: você sabe que virou adulto quando começa a cobiçar itens pra casa nas datas comemorativas. Já não basta assistiir GNT e prestar atenção nas receitas e dicas pro lar! 

Agora tô querendo uma grelha pra fazer umas carnes gostosas. Acho que serve pra legumes também, né?



E também uma panela elétrica de arroz porque cheguei a conclusão de que arroz é bom pra minha digestão (super impressionada pelo personal nutrition project!).



2. Um par de nike shox.
Pode ser brega ou o que quer que queiram chamar, mas o meu par durou uns 4 anos e foi o melhor tênis que já tive. E eu odeio comprar tênis. Mas o que tenho agora está indo pras cucuias e preciso pensar em substitui-lo antes que el fique pelo caminho. Gosto do de 5 molas branco, ok? ;)



3. Um Hobonichi.
Porque eu sou a louca da papelaria e eu tô meio obcecada por essa agenda



4. Uma mochila de couro.
Eu levei pra Inglaterra uma mochila da Risca que eu tenho desde os meus 11 anos. A coitada tá destroçada, então preciso urgentemente substitui-la. Como vou viajar sem uma boa mochila?


5. Uma estante. Grande. Enorme. Ou que tenha um feitíço pra aumentar seu interior.
Tenho uma estante modular que tá lotada já. Preciso de uma maior, e que continue crescendo por dentro, porque só por deus eu ocupar tanto espaço. E nem trouxe todas as coisas que poderia ter trazido de mudança ainda.

Eu sei que isso é uma cristaleira, mas eu quero algo assim, com porta de vidro mesmo,e umas gavetinhas embaixo. Essa inclusive super combinaria com o estilo rústico da casa onde eu moro.

Essa idéia foi trazida pro grupo (bem como esse banner lindão) pela Beatriz do avesso da coisa. O Blogmas é um projeto de postagem diária durante o mês de dezembro, com temas natalinos (ou que lembrem dezembro). Esse grupo é só amor!

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Morte e vida celulítica
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016 at 10:30
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Lá pelos meados da década de 90, ter uma linha de telefone fixo era muito complicado. Quando a tecnologia de telefonia celular começou a despontar, meu pai conseguiu comprar uma linha. A ligação era tão cara que a gente só usava mesmo pra emergências. E era meio brega ter um celular, coisa de tiozão. Os aparelhos também eram enormes. A gente devolveu a linha com a abertura das teles, no final do século, já que conseguiu uma linha fixa e não via a menor necessidade de ter um aparelho cuja utilização era tão cara.




Quando entrei na faculdade, quase ninguém tinha celular. Eu só ganhei um porque minha mãe insistiu que queria saber onde os filhos estavam, depois que meu pai morreu (ele morreu de doença, e não de acidente, o que torna essa lógica sem pé nem cabeça). Naquela época até o tarifa de sms era proibitiva e a gente só usava celular, de novo, pra emergências (teve uma época que não dava nem pra mandar sms pra telefones de operadoras diferentes!!!!). Meu celular só não durou mais porque eu cai em cima dele. O segundo durou uns bons 2 anos, e só troquei porque eu havia passado um tempo fora do país e quando voltei, meu irmão tinha trocado o dele e minha mãe acabou me dando um novo. Mas o velho ainda funcionava muito bem e estava intacto. Mas esse coitado durou 3 dias. Fui roubada bebada na porta de uma festa... Só comprei um novo quando voltei a estagiar. Esse tinha toque polifônico e camera!!! Durou um bom tempo também, acho que uns 3 anos também. Troquei quando achei uma promoção pra um Sony Ericsson rosa super fofo... Mas cuja bateria não durava nada (pra época, 48h era um ultraje!). Mas num natal minha mãe me acordou no telefone perguntando se eu não queria um celular novo que meu irmão tinha escolhido e então acabei ganhando um Nokia, flip, com camera frontal. E fazendo jus a fama, aquele celular foi highlander. Só troquei o bicho porque ele começou a falhar mesmo, mas foi um dos celulares que mais gostei de ter. O design era lindo!




Foi então que entrei no mundo dos espertofones. Tenho a mão pequena, então sempre achei eles muito grandes. E tenho unha comprida, então sempre achei que essa coisa de touch screen não era pra mim. Meu primeiro smart foi um Nokia (de novo!) E62 com teclado físico, que se eu tentar ligar até hoje deve funcionar, haha! Mas o sistema proprietário da Nokia, o Symbian, foi um fracasso, até para nós amantes da Nokia. Foi então que resolvi me aventurar pelo Android e comecei a colocar meu pézinho no mundo do touch com um Samsung, mas que tinha a opção de teclado físico também. Na época eu fugia do Whatsapp, haha! Meus amigos ficavam meio putos que eu nunca ligava o 3G =P Depois dessa adaptação, comprei um maior, só com touch e não vou negar, a adaptação pra digitar foi brutal. Mas sobrevivi. Eu nem tinha intenções de trocar de celular quando vi o Galaxy S4 na mão da minha amiga e me apaixonei. Tive que comprar, né? Mas como era um celular novo, e caro, me prometi que aquele teria que durar, que eu não ia ficar enlouquecida por outros modelos, que só trocaria quando ele realmente pedisse. E a essa altura, meu coração já era do robozinho, não havia nenhuma chance de eu trocar por qualquer coisa que não rodasse Android <3

Muitas capinhas lindas <3


Meu Galaxy S4 foi um grande companheiro. Um celular que funciona muito bem, que cumpre o que promete, que aguenta o tranco. Foi comigo pra várias viagens, pegou frio e calor, e registrou muitos momentos incríveis desses últimos 3 anos. Mas celular não é feito pra durar muito hoje em dia. #rip os imortais Nokias do passado. E meu queridinho começou a dar sinais de que estava pedindo arrego, logo depois que voltamos da Inglaterra. Eu não queria admitir, mas o coitadinho já não estava performando da maneira que deveria. A bateria já estava indo pro saco. O fato de o sistema não ser mais atualizado começou a pesar com a atualização dos aplicativos e então eu tive que começar a pensar na sua substituição. Conhecendo mais sobre smartphones, tendo mais experiência, tinha resolvido que queria um celular com Android puro, de preferência um celular do Google, mas infelizmente os útlimos Nexus sequer vieram pro Brasil =( O novo Pixel é fabricado por uma empres que nem tem presença por aqui. Então eu posterguei um pouco a pesquisa por substitutos, mas só até me deparar com um video que falava bem dos telefones da Asus.

Na verdade a Paula fez uma resenha sobre o iPhone SE dela, que ela comprou pra substituir o Zenphone que estava nas últimas, e as comparações que ela fez me interessaram muito... No Zenphone! Comecei a pesquisar melhor e descobrir que a Asus tinha acabado de lançar a linha nova de Zenphones e que eles estavam na categoria média, que era exatamente o que eu procurava! Depois de comprar um celular muito caro e top de linha, eu não queria cair nessa de novo. Além de não ter dinheiro, acompanhando a evolução da linha Galaxy S achei que não compensava o valor e que existe um teto do que eu realmente preciso do hardware de um celular, que não adianta comprar uma Ferrari se eu mal sei andar de bicicleta, sabe? Já tinha na cabeça que já que não ia ter o meu celular dos sonhos mesmo, que queria achar uma alternativa mediana e o Zenphone 3 caia exatamente nessa faixa.

Claro que eu não facilito a minha vida, e resolvi procurar esse celular pra vender logo depois da black Friday. Pelo que vi, ele não entrou na promoção por ser muito novo, mas como era um lançamento super recenete, estava em falta em vários lugares. Não achei pra comprar em nenhuma loja física na roça (fui comprar quando virou meu cartão) e mesmo online tive dificuldade de achar um lugar que tivesse a configuração que eu queria, na cor que eu resolvi querer.

Sempre preferi celulares mais discretos e comprei os últimos nas cores mais óbvias, sempre entre o preto ou o branco. E mei que já estava decidida a comprar entre essas cores de novo, quando por um lampejo de insanidade, decidi que ia mudar e comprar o modelo dourado. DOURADO. A pessoa que não gosta de cor de ouro. Pois é. Resolvi, me estressei, mas achei pra comprar num site o modelo com a configuração que eu queria, na cor que eu decidi por impulso.

Fiz o pedido no sábado a noite e na quarta de manhã a entrega foi feita, em perfeito estado. E agora sou a feliz dona de um Zenphone 3, intermediário (3GB ram / 32GB memória, tela 5’2), DOURADO.




Até agora o que posso falar sobre ele é o seguinte:

- Já tinha lido que por causa do vidro na dianteira E na traseira, ele fica cheio de marca de dedos. Você pensa em tocar nele e ele marca. Então comprei uma capinha transparente pra evitar de ficar irritada com tantas marcas de dedo pelo celular;
- Ele é SUPER leve. Parece de brinquedo, de tão leve;
- As bordas dos vidros são levemente curvadas, é bem gostoso segurar o aparelho. Mas com isso não dá pra colocar película em toda a tela e a minha película de vidro fica “curta”. Veremos o quanto vou aguentar com isso;
- O leitor de digital é ótimo! Tenho dificuldade com leitores de digital, passei 1 ano em um emprego sem registrar entrada ou saída porque o RH cansou de tentar me registrar e não conseguir, mas esse celular reconhece direitinho! Cadastrei 4 dedos entre as 2 mãos e ele só reconhece esses dedos. E bem rápido!
- Até agora não tive probeblas com a máscara do ZenUI pro Android, pelo contrário. Ele tem várias opções de customização de tema, dá pra mudar até a aparencia dos icones dos apps;
- O teclado é ok. O do Galaxy é mais esperto, mais completo e eu estava muito mais acostumada com ele depois de 3 celulares da mesma marca. Acho que é questão de costume, uma hora vou achar o teclado bom. Já adianto que é infinitamente melhor do que o teclado do ios do iPod!
- Bateria parece aguentar o tranco bem. Usei um dia bastante, com GPS, e em 12 horas não tinha nem chegado nos 50% de uso ainda. Acho que meu Galaxy S4 nunca tinha feito isso;
- Ainda não testei muito a camera, mas é um dos grandes trunfos de marketing da linha. Vi que tem várias opções manuais, e a qualidade parece boa mesmo.
- A única coisa que realmente não gostei é que a tecla de voltar fica no lado oposto, o esquerdo, e com uma mão tão pequena é impossível fazer as coisas com uma mão só =(

Dentro dessa linha nova lançada agora no final de 2016 tem o Zenphone 3 Max, que é mais barata e mais simples, o Zenphone 3 com tela de 5’2 e 5’5 e o Zenphone 3 Deluxe, com um hardware mais “potente” e uma tela ainda maior. Optei pelo intermediário, com a tela “menor”, porque já achava a tela do S4 bem grande, principalmente para alguém com uma mão tão pequena quando a minha. E quando chegou, já achei ele até muito grande (ele é maior do que o iPhone 6, por exemplo). Não quis o modelo de 4GB de ram porque, como disse lá em cima, acho que não preciso de tudo isso. Queria algo que fosse um pouco melhor do que meu S4, já pensando na demanda do sistema e que já uso mais apps, mas tenho plena noção de que ainda assim já é um celular mais potente do que eu preciso de fato.

Eu não acredito em trocar o celular todo ano só porque é lançado um modelo novo. Mesmo quando troquei o celular anualmente, troquei por modelos de linhas diferentes, que eu acreditava que tinham coisas melhores e diferentes pra me oferecer. Espero que esse celular dure bastante, muito provavelmente até eu conseguir comprar o meu celular dos sonhos (um Pixel última geração *.*).

O único conselho que dou é que se você vai comprar um celular caro, já compre o lançamento mais recente. Por exemplo, não compensa comprar um S4 agora que já existe o S7. Melhor comprar um celular mais barato, mas mais recente, de outra linha. A Samsung não disponibiliza atualização de sistema depois de uns 2 ou 3 anos, então logo ele fica defasado, se comprar algo que já é “velho” vai ficar defasado mais rápido.

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rotina pra quem precisa
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016 at 11:00
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Eu sempre achei quem era uma pessoa de rotina. Eu vivi uma enorme rotina uns 18 anos da minha vida, era só o que eu conhecia. E é fato que o ser humano não gosta muito de mudanças, principalmente as repentinas. Existe um período para ajuste em que a gente fica meio desconfortável mesmo e eu achava que a rotina mantinha minha paz de espírito.

O que eu nunca percebi antes é que eu odiava rotina. Existe algo sobre a rotina que eu até curto, mas não por muito tempo, não do jeito "tempos modernos" (de Chaplin). O que e percebi é que a rotina me cansa e é ela que me faz desgostosa da vida.

Quando morava na roça, fazia sempre as mesmas coisas, com as mesmas pessoas, sempre igual, sem nada de novo. Tudo era sempre igual, formatado, sem  chances de expandir. Não havia absolutamente nada de diferente, nunca, o que acabava cansativo e chato.

O que eu amo em SP é que existe grande variedade de tudo, principalmente de pensamentos e ideologias. Você é sempre forçado a ver as coisas de formas diferentes, de ângulos diversos. Não existe mesmice mesmo na rotina.

Exceto que o nosso cérebro é uma coisa louca e acaba encaixando a nossa falta de rotina num padrão que acaba nos chateando e logo nos vemos cansado da "mesmice" criada pela nossa cabeça maluca.
Ou pelo menos é o que andei notando que acontece comigo. Mudanças me deixam bem desconfortável, mas eu não sei se conseguiria viver uma vida previsível pra sempre.

Eu amo São Paulo e amo a vida que construí aqui. Gosto de saber que tenho opções de lazer e entretenimento na minha porta e companhia pra me divertir, mesmo sem planejamento pra isso. Mas vira e mexe me sinto cansada dessa imprevisibilidade previsível e sinto que preciso de coisas novas pra me impulsionar a crescer.

Em 7 anos e meio de faculdade fiz bastante coisa diferente. Foram vários estágios, cursos e viagens. E eu cheguei a reclamar de não ter uma certa rotina! Depois que me formei, em compensação, foram mais 7 anos de mesmice! Trabalhei em lugares diferentes, passei a levar uma vida "que eu sempre quis", mas ai comecei  a ficar bem infeliz e não sabia o porquê. Achei que era uma crise existencial, que não sabia o que queria da vida...

Verdade que aprendi muito sobre mim e sobre a vida nesses últimos 2 anos e que isso não teria acontecido se tivesse ficado no mesmo lugar, mas andei refletindo e acabei percebendo que minha mola propulsora sempre foi a curiosidade. O novo sempre me fascinou, mesmo que também me deixe com muito receio. A curiosidade sempre leva a melhor, e acaba me levantar pra uma melhor.

Sabendo disso, não devo durar muito no mesmo lugar. Não digo que já penso em largar esse emprego, até porque tenho adorado, mas agora que me conheço melhor, sei identificar os sinais e posso planejar maneiras de lidar melhor com isso.

It's a small world afterall

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that would be me. bye!

meus natais mundo afora
domingo, 4 de dezembro de 2016 at 13:30
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Natal pra mim sempre foi data pra comemorar em família. Quando éramos pequenos, minha vó ainda tinha dinheiro e dava festões de natal, com árvore enorme e muitos presentes debaixo dela. Os melhores presentes que ganhei quando criança, até uns 11 ou 12 anos, foram nos natais na casa da minha vó.

Depois de grande, e depois que minha vó ficou sem dinheiro, a gente passou a comemorar o natal na casa de um tio aqui na roça mesmo (e ela vinha todo ano, claro), e eu passei a dar mais importância pra comida da ceia, hehe #gordasafada

E depois que entrei na faculdade, passei alguns natais fora do Brasil.

Aqui a tradição é ter uma ceia grande no dia 24, com troca de presentes logo depois (não dá sempre pra ser a meia noite porque as crianças tem que dormir!) e no dia 25 a gente come o restodontê, geralmente na mesma casa. E quem tem conjuge tem que se dividir entre as 2 famílias nesses dias.

Lá fora, meu primeiro natal foi nos EUA, quando trabalhava na Disney. Cheguei quando o parque já estava todo enfeitado, o clima de natal era pesado. Mas a gente também estava em uma galera enooooorme de brasileiros, e a gente fez a festa da nossa maneira. Lá, o costume é dormir cedo no dia 24, pra acordar com os presentes debaixo da árvore e fazer uma refeição de festa no dia 25. A gente, claro, festou muito na noite do dia 24. Muita gente, como eu, trabalhou durante o dia (parques lotaaaados!) e foi pra casa dos amigos a noite. Eu passei na casa de uma menina que trabalhava comigo pra comer, já que ela e as roommates fizeram um peruzão assado, e depois fui pra casa de uns meninos no prédio do lado do meu, onde tava uma galera enorme (e minha bestie da facul).

Uma foto muito boa #sqn

Dois anos depois, me vi passando um dos natais mais deprimentes da minha vida, no Japão. Como eles não são cristãos, o natal pra eles é meramente comercial. Rola enfeite de natal e umas músicas americanas, mas não é essa coisa enlouquecida dos EUA, por exemplo. A noite de natal lá é um date night, as pessoas se encontram com os amigos, vão pro karaoke e comem Christmas cake. A data mais importante por lá é o ano novo, oshogatsu, quando eles tem de fato um feriadão (dos poucos que tem no Japão) pra visitar familiares e amigos. Quando eu era criança, no ano novo na casa dos parentes, eu ganhava dinheiro dos adultos e dava pra fazer uma micareta do natal na loja de brinquedos, hehe. Mas anyway, no natal que passei no Japão, além de não ter ninguém próximo, passei chorando as pitangas porque cortaram a nossa linha na noite anterior e a gente ficou meio puto de ficar sem trabalho (e sem dinheiro das horas que trabalharíamos) sem nenhum aviso prévio. A gente foi comer batata frita num restaurante perto da fábrica, e essa parte foi divertida, mas eu não recomendo muito não. Pra compensar, 2 meses depois quando estava no Canadá visitando minha família de intercâmbio em um dos feriados da faculdade, eles fizeram uma mini noite de natal pra mim, cheia de presentes <3

Óbvio que a idéia de ir comer batata frita no Gusto foi minha #gordasafada

E ai, ano passado, passei o natal na Inglaterra. Os ingleses curtem natal e enfeites, eles gostam muito de artesanato, mas como morávamos na escola (camp hill), a celebração era meio diferente, a época era mais sobre o solstício, e por causa dos níveis de ansiedade dos alunos, a gente não tinha decoração de natal nas casas =( Mas o meu dis 24 de dezembro de 2015 eu passei viajando, voltando da viagem pra Amsterdã, de ônibus. Das vantagens desse dia: comemos um café reforçado, com pão francês (que não tem na Inglaterra), no hostel, fizemos uma marmita (que não podia) com o buffet, pegamos a travessia do canal da mancha pelo túnel (que vai muito mais rápido) e conseguimos chegar em Londres em tempo de fazer umas compras antes de voltarmos pra Ringwood. Chegando na cidade, um frio congelante, a gente andou de mala e sacolas até o camp hill e preparamos nossas comidas de madrugada pra comemorar. Eu e o Henrique T. E no dia seguinte convidamos os outros brasileiros da fazenda pra comer pizza e conhecer a escola.

Ceia de voluntários.

Particularmente eu gosto de passar o natal em casa mesmo e gosto das tradições brasileiras. Gosto da abundância de comida e do clima de cordialidade. E curto até as músicas, existe algo de pacificador em ouvir a Simone cantando que "então é natal". No Brasil a gente meio que entra em clima de "café com leite" nessa época, até o carnaval, e eu acho bom relaxar e não levar a vida tão a sério, mesmo que seja por umas semanas só.

Essa idéia foi trazida pro grupo (bem como esse banner lindão) pela Beatriz do avesso da coisa. O Blogmas é um projeto de postagem diária durante o mês de dezembro, com temas natalinos (ou que lembrem dezembro). Esse grupo é só amor!

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então é natal (?)
sábado, 3 de dezembro de 2016 at 19:27
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Já é dezembro e a gente pode começar a falar de natal, é?

Eu nunca fui super ligada a músicas de natal, mas quando ouço, acho divertido. E lá pelos anos 2000, eu, super fã de boys bands que era, ouvia qualquer coisa que qualquer uma lançasse. E também assistia o que eles gravassem pra tv. Eu sempre fui #teambsb, mas ouvia N'Sync numa boa. E foi num desses programas que o SBT comprava velho já, que eu descobri a música de natal deles.



E por causa disso, quando essa época do ano chega, me lembra dessa música, e me lembra dos verões que eu passava sem nenhuma preocupação na vida <3



Consigo até sentir o colchão dos meus pais de onde eu ficava revendo o vhs com essa apresentação <3



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#euvi: animais fantásticos e onde habitam
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016 at 14:47
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Como potterhead de carteirinha, não poderia deixar de assistir a mais um filme com selo da JK Rowling de enredo mágico, né? Afinal, eu me senti órfã, em 2011, quando saiu o último Relíquias, e poder ouvir de novo, no cinema, o tema da Edwiges acompanhando o logo da Warner, era um sonho...

Confesso que fiquei meio cética quanto a história, ainda mais depois de Cursed Child, e apesar de demorar 1 semana pra decidir ver no cinema, finalmente sucumbi e fui. Sozinha.

Se eu deixei de ver algumas animações porque não consegui achar sessão legendada, pra Animais Fantásticos tava difícil achar sessão 2D. No fim fui ver 3D mesmo por causa do horário, mas já começo dizendo que foi totalmente desnecessário. Se você puder, economize seu dinheiro e vá numa sessão 2D.

Bom, se ainda existe alguém que não sabe, Animais Fantásticos e Onde Habitam é um filme sobre o mundo bruxo da JK Rowling. Nele, acompanhamos a viagem de Newt Scamander, um magizoologista (estudioso de animais mágicos) inglês, a Nova York, onde, numa confusão, sua maleta mágica que abriga os animais fantásticos é extraviada e aberta, causando uma pequena confusão na cidade.



SPOILER ALERT!!! Não passe dessa linha se não quiser saber mais sobre o filme!!!

Eu consegui fugir por 1 semana inteira sobre qualquer spoiler do filme, eu realmente não sabia o que esperar, além do que eu contei ali em cima, quando entrei no cinema.

E já no começo o espectador é bombardeado com menções a Grindewald, aquele ex-amigo do Dumbledore que o Voldemort vai interrogar pra saber mais sobre a varinha das varinhas. É tipo uma contextualização sobre a época em que o filme se passa.

É 1926, entre guerras, e NYC está sendo aterrorizada por “vândalos” que estão destruindo várias propriedades pela cidade. Logo descobrimos que o Congresso Americano de Magia, a MACUSA, está investigando os casos, junto (ou em paralelo) com a polícia “trouxa” local.

E quem viu os traillers já sabe que os americanos não chamam os não bruxos de “trouxas”, e sim de “no-maj” (não mágicos), o que é bem estranho, mas eu entendo, afinal, a própria língua inglesa “trouxa” tem tantas diferenças de cada lado do oceano...

É no meio dessa confusão que Newt se encontra, e todo o imbróglio sobre a sua maleta não ajuda a facilitar a sua vida e a vida dos nova-iorquinos (trouxas ou bruxos). Pra piorar a história, tem uma mini seita, fundada por uma mulher (que poderia ser a versão extrema do tio Walter) que odeia bruxos e quer que eles sejam banidos da terra (trazendo de volta a história os julgamentos de Salém, em que pessoas foram queimadas vivas), e pra isso, tenta recrutar crianças carentes, além de adotar crianças “problemáticas”.

A maleta do Newt não é exatamente a coisa mais segura do mundo, já que os animais mais espertinhos conseguem abri-la pra fugir, e é claro que isso acontece. Mas pra piorar a situação, ele PERDE a maleta. E uma ex-aurora acaba percebendo toda a situação e fica no encalço de Newt, tentando fazer com que seja julgado, já que, dentro dos EUA, ele está cometendo um crime (nessa época os bruxos deveriam se esconder ao máximo dos trouxas e qualquer um que deixasse escapar qualquer traço de magia deveria ser punido).

Mas claro que Newt, sendo o personagem principal da história da JK, não é um seguidor de regras. E vai se esquivar de sua algoz, principalmente porque está preocupado com seus animais fugitivos. E já que nada é fácil pra nenhum herói, ele tem que carregar junto o Jacob, o cara que levou sua maleta embora por engano e deixou os animais escaparem, e que é um pouco atrapalhado com a VIDA (além de ser um trouxa meio sem noção de absolutamente nada – mas baum coração, tá?).

Tudo isso por si só já dá um bom filme, principalmente no que concerne os animais fantásticos, e eu teria ficado bem feliz se o filme fosse só sobre a viagem do Newt e sua maleta, mas como eu falei ali em cima, ainda tem a “coisa” que anda tocando o terror em NYC e a ameaça de Grindewald (na linha do tempo, ele já brigou com Dumbledore e está tentando dominar o mundo).

Você não precisa ser um gênio pra deduzir que a maluca da mini seita adota crianças que ela acha que são bruxas pra tentar “exorciza-las” e “endireitá-las”, e que isso, claro, não pode dar certo. E daí pra deduzir que quem anda tocando o terror em NYC é um de seus filhos não é difícil. Lá na MACUSA a ex-aurora esbarra não só na presidenta, mas em um de seus braços direito, o Mr Graves, que logo é revelado como meio que um agente duplo, com uns motivos bem obscuros, e pra descobrir a real identidade dele também não é difícil.

Essas coisas não estragam a história, mas fico pensando que elas tem um peso bem importante já nessa narrativa, o que pode eclipsar a participação do Newt na saga... Ou que pode levar a saga a tomar uma curva que fuja da temática original. A JK já disse que, no termo original, os “animais (monstros) fantásticos” podem ser não só animais, mas os nossos monstros internos, mas mesmo assim...

Quanto aos animais do título, pelo menos nesse primeiro filme, eu adorei conhecer um pouco mais da fauna bruxa, tem cada coisa incrível e linda, ou mesmo fofa, e me senti meio Jacob quando eles entram na maleta, bem maravilhada, e gostaria que aparecessem mais animais diferentes ao longo dos próximos 4 filmes, além do retorno de alguns que já apareceram em Harry Potter.

Eddie Redmayne já é um dos meus atores “novos” queridinhos e ele está ótimo nesse filme, tem uma coisa de “desabrochar” do personagem ao longo da história (no sentido de conhecermos ele melhor e ele se mostrar mais “aberto” com o tempo) e eu espero vê-lo muito na tela!

Jacob a principio parece só ser um alívio cômico, mas o personagem é genuinamente doce, sensível e fofo. Ele é atrapalhado e um serumaninho sem noção, mas não achei nada caricato, e no fim, você torce por ele e fica com vontade de ter uma pessoa coração baum assim na sua vida. Espero que o personagem volte, nem que seja pra fazer uma pontinha, nos próximos filmes, e que ele fique mesmo com a Queenie #otp

A única coisa mesmo que me incomodou é a participação do Johnny Depp na história, porque eu imaginava o personagem dele totalmente diferente. Já vi gente pedindo pra trocar por Tom Hiddleston, e eu não me oporia a isso. Afinal, se a gente teve que engolir Michael Gambon que não se deu ao trabalho de procurar saber mais do seu personagem e fez um Dumbledore totalmente fora de si, acho que a história não sofreria com essa transfiguração (aliás, JK anda abusando dessa história de pessoas se transfigurarem em outra sem poção polissuco – já basta o próprio Harry em Cursed Child!!!). Mas eu sei que, a menos que ele MORRA, Johnny Depp continua na saga até o fim...


A gente reclama muito, mas no fim, acaba lá que nem trouxa no cinema pagando o que for pra continuar acompanhando esse mundo mágico.

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once upon a time
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016 at 09:00
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Essa idéia foi trazida pro grupo (bem como esse banner lindão) pela Beatriz do avesso da coisa. O Blogmas é um projeto de postagem diária durante o mês de dezembro, com temas natalinos (ou que lembrem dezembro). Esse grupo é só amor!

Dia 1 de dezembro é pra sempre, pra mim, o dia que comecei a realizar um dos meus sonhos mais fantásticos. Acho que faço um post sobre isso todo ano em alguma rede social, mas é inesquecível mesmo. Dia 1 de dezembro de 2003 eu estava pisando na Florida pela primeira vez, pra vender a minha alma pro rato e virar oficialmente uma "cast member". Foi naquele verão/inverno que eu realizei o sonho de trabalhar na Disney <3

Tem dias que a gente não lembra nem se colocou a camiseta do lado certo, mas tem dias que nunca se apagam da memória. Lembro direitinho de desembarcar, com muito sono, super cedo de manhã em Miami, e lá na fila da imigração ver um pessoal correndo pra não perder a conexão pra Orlando. A minha conexão só aconteceria de tarde, então nem me preocupei.

Já desembarcada, encontrei com o resto do pessoal que ficou na mesma situação que eu e decidimos que, já que tínhamos tempo, mas era muito cedo, que a gente ia pegar um ônibus pra Miami Beach!

Foto da foto - porque naquela época longinqua a gente não tinha nem câmera digital ainda!

Lembro de chegar lá, de ir no mercadinho, de percebermos que a gente também não tinha nada pra fazer ali e que a gente deveria verificar como voltar logo, porque o ônibus da ida era a coisa mais lerda que a gente já viu na vida!

Lembro da senhorinha doida do ônibus que não deixou mais ninguém sentar, num lugar lotado, porque ela queria picotar jornal (?)!!! E de chegar de volta no aeroporto e resolver almoçar Burger King, porque afinal, também não tinha isso no Brasil naquela época #idosafeelings

Depois fomos nos trocar, porque as recomendações era de que deveriamos chegar em Orlando parecendo o mais profissionais possível (e todo mundo tinha chegado ali de calça jeans e camiseta, haha).

Chegamos, e como combinado, tinha alguém da Disney pra nos buscar. Minha mala chegou aberta =( Mas não senti falta de nada, então embarquei no ônibus e fomos fazer nosso check in pra descobrir onde iriamos morar.

Não vou esquecer de chegar no Vista Way e encontrar minha amiga, que tinha ido 1 semana antes. Um rosto conhecido! Passei rapidinho pelo check in e pelo exame médico (mais fuleiro que aqueles da escola) e peguei o primeiro ônibus pro Chatham Square. Pra minha sorte, parou na frente do meu prédio e meu apartamento era no térreo. Nunca que conseguiria subir com aquelas malas, haha!

Ao contrário de todo mundo, não fui pro super mercado. Fui é me arrumar, tomar uum bom banho, e filar bóia na casa de outro amigo nosso #gordasafada

Primeira foto na "propriedade"

Os meninos faziam uma comida bem da boa! E depois fomos pra balada, meu primeiro contato com a balada americana. Foi bem bizarro e eu acabei voltando cedo porque tinha que levantar cedo no dia seguinte, mas nunca vou esquecer como foi realizar esse sonho. Vão se passar muitas décadas ainda, e esse vai ser um dos momentos mais marcantes da minha vida até o fim!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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