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retrospectiva 2016
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016 at 13:30
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2016 com certeza deixará um gosto amargo nas nossas bocas. Todos tem a mesma impressão: de que o ano á vai tarde, de que ele não trouxe nada além de dor e sofrimento.

Mas numa retrospectiva pessoal, 2016 não foi um ano ruim. Pelo contrário, comecei o ano em Londres com a certeza de que estava onde eu deveria estar na vida. Aprendi muita coisa na Inglaterra, principalmente sobre mim mesma, e não me arrependo de ter voltado antes.

Então vamos listar as coisas boas desse ano!

1. Viagens, viagens!

Um ano se torna exponencialmente melhor que os outros se inclui viagens. E nesse ano teve várias. Fui passear em Londres 2x e acho que nenhum número de vezes jamais será suficiente pra conhecer bem a cidade.


Também conheci a cidade luz e entendi porque as pessoas se apaixonam por Paris. Paris é encantadora, parece saída de um sonho! E ainda tem uma Disney, que é sempre um bonus, né?


E por fim, me apaixonei perdidamente por Berlim. Acho que tenho a mesma impressão de lá que tenho de Hiroshima. Vou voltar um dia, eu sei. E vou recomendar pra todo mundo visitar, porque é uma cidade incrível!


2. Harry Potter

Revivi Réri Póter na minha vida esse ano? Sim, e não só porque estava na Inglaterra. Visitei os estúdios de Leavesden onde mergulhei naquele mundo mágico, mas também ganhamos "Cursed Child" (que é horrível, mas é Harry Potter e ganhamos Scorbus, que é o que interessa) e "Fantastic Beasts", onde finalmente o ruivo mais fofo que você respeita, Eddie Redmayne, entrou pra saga (e não foi como um Weasley!). E nos apaixonamos pelos animais fantásticos e já queremos mais.


3. Virei tia-madrinha

Quem diria que eu ia ter uma criança tão presente na minha vida e nem reclamaria? Pois é, o tempo é o senhor das coisas mesmo. Amo meu afilhado e vou protegê-lo, de verdade.


4. Música do ano

Não sei pra vocês, mas tenho a impressão que a música que mais me marcou foi "Closer", de The Chainsmokers com a Halsey. Ela tava maravilinda no VMA, inclusive #goals #girlcrush E essa música é um chiclete, toda vez que ouço saio cantando.



5. Leituras

Eu sempre leio muito menos do que eu gostaria, mas esse ano reli boa parte de Harry Potter (empaquei forever em OotP), recomecei "O livro da Filosofia" e me apaixonei por "Longe da árvore". Ah, e depois de assistir e me acabar de chorar, li "Me before you", porque precisava revisitar as pequenas cidadezinhas inglesas <3

 

6. Cinema

Na Inglaterra eu não tinha como ir no cinema, era caro e eu não tinha carro, então até que assisti umas coisas interessantes quando voltei. Além de "Me before you", vi "Bridget Jones" e me reapaixonei por ela. O primeiro filme é ótimo, o segundo é bem meh, mas o terceiro, mesmo sem Hugh Grant, é perfeito! E claro, fui ver "Fantastic Beasts", porque o que tem de melhor do que juntar Eddie Redmayne com o mundo mágico da JK Rowling, né?


7. O melhor grupo de apoio que você respeita

O "Se organizar, todo mundo bloga" começou despretensiosamente pra nos ajudarmos a encarar o desafio do BEDA, e a partir dai foi só amor! Cada pessoa fofa que conhecemos durante o segundo semestre valeu o estresse de enlouquecidamente nos propor a um desafio insano desses!


8. Voltar a blogar com certa regularidade

Em parte por causa da viagem, já estava blogando um pouco mais do que antes e por causa do BEDA, do grupo, de conhecer tanto blog legal e também ter tido mais tempo, reencontrei o prazer de blogar <3

9. O retorno a SP

Podem falar o que quiserem de SP, mas essa é sim uma das cidades mais legais pra se morar e eu já sentia falta dessa loucura. São Paulo reúne tanta gente, tantas culturas diferentes e tantas oportunidades que eu não entendo como alguém pode não gostar de morar aqui!


10. Voltando a ter um emprego pago

O voluntariado foi bem legal, passei 8 meses em que tive que repensar hábitos de consumo, mas é bom ter dinheiro de novo. Não é muito, mas é alguma coisa. Sem contar que o emprego novo é no mesmo bairro em que moro e posso ir a pé, economizando muito tempo do dia e da vida!


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that would be me. bye!

#gordasafada: namga, o retorno da comida thai em sp
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016 at 10:30
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Há muitos anos (muitos mesmo), num Restaurant Week da vida, conheci o Thai Gardens, um restaurant lindo de comida tailandesa no Itaim Bibi. Fomos em um grupo grande, e apesar da comida ser bem apimentada, não teve uma pessoa que tivesse saído daquela refeição sem estar encantada com a comida e com o lugar. O atendimento era atencioso e o salão era enorme. Apesar de ficar numa área "nobre" da cidade, o cardápio regular não era um absurdo de caro e prometemos voltar.

Enrolamos tanto (afinal, tantos restaurantes em SP em lugares mais fáceis de acessar) que o restaurante fechou =(

Ficamos orfãos por um bom tempo, até a aparição do Tele Thai, um serviço de delivery de comida tailandesa. Quem provou, disse que é bom, mesmo sendo meio caro, mas que as porções são generosas.

Do Tele Thai, surgiu o Namga, um restaurante com salão próprio. Apesar de ser um clássico do cinema, o delivery de comida tailandesa, faltava um restaurante propriamente dito e com isso eles resolveram abrir a casa nas Perdizes.

No "Christmas eve eve", sai mais cedo do serviço e fui encontrar com uma amiga lá. Por causa da lei cidade limpa, é meio difícil de encontrar a fachada do restaurante, o nome fica acima do toldo que protege a entrada do sol e a fachada é marrom, uma cor que não se destaca.

Mas a porta é bonita, decorada com motivos orientais, e o salão é calmo, não é grande, mas aconchegante, em tons marrons também.

Pra esperar, pedi uma sakerinha de abacaxi, bem boa. Pedi a de Azuma Kirin e o barman faz do jeito que eu gosto, fica quase igual a que eu faço em casa ;).

Quando minha amiga chegou, ela pediu um chá típico com leite condensado, recomendação do garçom. Achamos que seria um drink super doce, e apesar da cara, nem era, era até refrescante! É um tipo de chá preto, lembra chá mugi, bem bom.

Durante a semana eles contam com um menu executivo. Você escolhe o prato principal, e pelo valor desse prato, leva uma entrada e uma sobremesa.

De entrada, naquele dia, sí tinha o rolinho primavera vegetariano. Eu gosto de rolinho primavera, então achei esse bem gostoso, com a casca bem crocante, fininha e nada encharcada de óleo.


De prato principal, cada uma escolheu uma coisa. Eu peguei um Pad Thai de camarões e ela um salteado Phuket de camarões também, com arroz de jasmim.

O Pad Thai é um prato bem típico tailandês, de macarrão com legumes e carne, com um molho agridoce de tamarindo (o suco do Chaves!).

Eu gostei bastante do meu prato, foi bem servido e não achei o molho muito proeminente (não sou super fã de agridoce). O prato era bem grande e nem consegui terminar! A única coisa que incomoda é o cheiro, que é meio de cachorro molhado, mas ok, é passável.


O prato da minha amiga também estava ótimo, embora ela tenha achado apimentado, eu achei que não tinha pimenta nenhuma, haha! O molho era suave e o arroz "normal" de jasmim complementou bem (tem a versão cozida no leite de coco). Minha amiga achou que arroz japonês é melhor, mas eu gostei bastante do arroz de jasmim, é leve e não tão grudento.


De sobremesa, pegamos o sorvete artesanal, o meu de chocolate com pimenta e o dela de tamarindo. O meu eu não achei com gosto de pimenta nenhum, nem minha amiga, mas era gostoso. O dela era bem gostoso também, tem aquele quê azedinho de iogurte e um fundo da fruta. Não sobrou pedaço pra contar história.


A única coisa é que toda essa brincadeira não sai nada barata. Ainda pedimos um refri e uma água e no total, a conta deu quase R$ 200!

Pra quem quiser experimentar uma boa comida tailandesa, mas sem entrar em falência financeira, dá tranquilamente para dividir os pratos (que é o que uma amiga faz quando vai com o namorado). E fique na água, porque as bebidas são caras mesmo.

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quando a idade tira o prazer
terça-feira, 27 de dezembro de 2016 at 10:05
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Eu sei que vivo dizendo que estou velha pras coisas. Velha pro fervo, velha pra bebedeira, velha pra aturar adolescentes. Na maior parte do tempo eu sei o que devo evitar e sei onde estou me metendo.

Na maior parte do tempo não é sempre.

Eis que desde que voltei da Inglaterra estou decidida a reencontrar alguns dos meus restaurantes favoritos e dia desses tive a oportunidade de voltar ao bar do Bee W, um albergue da juventude na região da paulista. Uma das pessoas que me apresentou esse bar foi a Tany e antes de viajar eu sempre ia com a Carol, geralmente de sexta, tomar umas caipirinhas e comer. Os lanches sempre foram bem feitos e o atendimento bem divertido.

No meu retorno, ainda tive a atenção de ligar lá antes pra confirmar que ainda serviam meu prato favorito. Cheguei lá, no meio da semana, e o lugar estava bem cheio. A pessoa que me atendeu no telefone esqueceu de mencionar que estava tendo um aniversário e a parte coberta estava fechada, só tendo lugar na parte de fora, onde as pessoas fumam.

Um adendo: odeio fumantes. Não é pessoal, mas odeio que nenhum deles se importa de verdade com as pessoas ao seu redor. A fumaça é prejudicial a quem inala, além de impregnar a roupa alheia. Acho o cúmulo da falta de educação fumar sem olhar pros lados pra ver se vai incomodar. Fora que considero o fumo uma forma de suicídio, e quem quer se matar, que o faça longe de mim, sem envolver terceiros. O que cada um faz da sua vida é de cada um desde que não interfira na vida dos outros.

Pedi uma mesa o mais longe possível da área de fumantes, o que me deixou isolada, mas ok. Fiz meu pedido rápido e claro que logo veio minutos bebida.

Os fumantes sem noção ficaram jogando fumaça e cinza a torto e a direito, como se o mundo estivesse a disposição somente deles. Mas o vento estava a meu favor, e pela maior parte do tempo, valeu a pena a espera.

Porém a espera acabou sendo muito mais longa do que deveria. Mais de meia hora depois e nem sinal do meu prato, enquanto diversos outros passavam lá dentro e até na área de fumantes. Com o horário, o lugar ficou mais cheio ainda e vieram mais fumantes. Sem o menor respeito e educação. E eu a comecei a passar mal. De verdade, de não conseguir respirar e ter ânsia de vômito.

Tive que trocar de lugar pra ficar mais longe ainda, e ainda esperei mais ainda pra ser servida. Já estava com fome no ponto de ser grossa com o garçom, mas nada naquela situação se salvava


Finalmente meu prato chegou. Claro que ele continua uma delícia, e o preço é bacana, mas eu não tenho mais idade pra passar o perrengue de ser mal atendida e ficar no meio daquela pirralhada e dos fumantes mal educados.

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fui pro zoológico... aprender sobre dinossauros!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 at 10:00
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No começo do mês, meu amigo mexicano que estava em SP a trabalho foi embora, mas antes ele queria muito ir conhecer o zoológico e eu o levei num sábado. Avisei que não era nada demais, mas ele insistiu e eu fui.

O pproblema é que ele estava hospedado lá em Alphaville, e ficou de me encontrar na bilheteria do parque. Eu fui pelo Jabaquara, via ponte Orca (que agora é paga, fiquei ultrajada) e descobri só quando cheguei que haviam 2 entradas. Pra piorar, meu amigo não tinha um telefone pra eu avisar e muito menos naquela lonjura dava sinal pra algo.

Mas no fim deu tudo certo, e na bilheteria ele descobriu que havia uma exposição de dinossauros, e foi ai que descobri, depois de 10 anos, que ele é um aficcionado por dinossauros.

O passeio do zoológico em si foi ok. Tá em melhor estado do que eu me lembrava, mas ainda assim não é nada demais. Eu achava mais divertido quando ia com a escolinha...



Ai que pelas tantas a gente resolveu entrar no mundo dos dinossauros.


No começo tem uma exposição contando um pouco sobre os dinossauros. Eu não sei vocês, mas eu cresci ouvindo que os dinossauros eram grandes répteis. E eis que meu amigo me contou que na verdade eles são considerados aves primitivas. Eu ouvi algo sobre penas em dinossauros, mas nunca dei muita bola. Porém meu amigo me explicou que pela estrutura dos dinossauros, eles são mais parecidos com aves do que com répteis ou mamíferos. E eles nem eram tão grandes como achamos.




Os dinossauros foram extintos e então apareceram os grandes répteis, que nada tem a ver com os dinossauros. Estes também foram extintos, mas acrdita-se até que pode ter havido uma mudança de gravidade no planeta que tenha dificultado animais tão grandes de habitarem a Terra. Não é muito doido?

A exibição em si é meio tosca, tem uns dinossauros que se movimentas, mas é um passeio de meia hora. É divertido pra fazer boomerang, mas só.

Gosto muito de passar tempo com meus amigos, eles sempre me ensinam algo! Pena que alguns moram tã longe =(

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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