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alô, alô! planeta terra chamando!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017 at 16:52
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O blog anda meio parado porque tô tentando mudar a hospedagem dele. Por isso ele tá aqui no blogspot por enquanto. Alias, quem conhecer uma boa hospedagem com preço bacana e bom suporte, pode indicar nos comentários.

Por enquanto tô por ai me divertindo de outras formas. Uma delas tomou corpo com um vlog que eu fiz no aniversário de São Paulo (pra quem não é daqui, no dia 25 de janeiro) que compartilho com o mundo abaixo.



Minha inspiração foi a Gesiane, que também começou a vlogar a pouco tempo. Ela sempre teve um blog super fofo, mas desde que se mudou pro Japão não tem escrito mais, então é uma forma de estar perto e acompanhar como é a vida de uma estrangeira em Tokyo (spoiler: muito legal).

Se eu vou continuar vlogando? Eu queria viajar o suficiente pra poder fazer uns vídeos mais interessantes, mas vou tentar fazer outros vídeos quando tiver uma programação diferente aqui em SP.

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that would be me. bye!

óleo de coco e rotina de cuidados com a pele
terça-feira, 17 de janeiro de 2017 at 10:30
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Em casa, quando era mais nova, apesar de pais vaidosos com a pele, a gente não tinha essa cultura de comprar produtos pra ficar passando na cara. Também não tinha dinheiro. E por um longo período, jamais achei que seria a pessoa que passa vários produtos na cara para ficar mais bonita.

Mas a gente cresce e aparece. E tudo mudou quando descobri o mundo da maquiagem. Porque esse mundo não é só sobre a maquiagem em si, é sobre todo o mundo da pele perfeita. De como lavar e hidratar e tratar a pele de uma forma geral. Tudo o que você faz, seja comendo, bebendo ou passando na cara influencia na aparência da sua pele.

Pesquisando sobre produtos japoneses quando estava pra viajar, descobri que os orientais faziam o double cleansing, que é retirar a maquiagem com um produto e depois lavar o rosto com outro. Ou eu descobri como as vezes eu sou japonesa sem saber, porque eu nunca consegui só passar um lencinho demaquilante e ir dormir. Na época da faculdade inclusive eu chegava bebassa do open bar, tirava a maquiagem, tomava um banho completo antes de ir pra cama! E aqui eu mostrei o que trouxe de lá (não foi só isso, mas foi uma revelação descobrir esses óleos demaquilantes que dissolvem na água!).

Mas meus óleos estão acabando =( *música trágica* Porém, em tempo, descobri o hype do óleo de coco. Aparentemente o óleo de coco pode fazer de tudo emais um pouco. Dá pra usar por fora e por dentro do corpo. Mas vamos focar no bem que ele pode fazer na pele.


Como eu já conhecia a máxima de que "semelhante dissolve semelhante" e que os óleos do demaquilante é que dissolvem a maquiagem, nem duvidei quando li sobre as vantagens de usar o óleo de coco para remover maquiagem e limpar o rosto. Também li sobre como ele é um ótimo limpante em si (até demais, alguns dizem) e ajuda na hidratação. Realmente, tem algo que o óleo de coco não faça? Talvez a única coisa não muito boa que ouço sobre ele é que realmente, um potinho não é nada barato. Porém, pode durar bastante.

Resolvi testar como demaquilante depois que achei um pote dando mole na casa da minha mãe. Ela também ouviu falar das propriedades miraculosas do óleo de coco e comprou pra testar. Exceto que ela acabou nunca usando. Melhor pra mim!

Não é sempre que uso primer, mas uso várias bases liquidas, blush bem pigmentado e delineador e principalmente, rimel a prova d'água. Desses mesmo da Maybelline. Que só sai com demaquilante muito bom (ou o Creme de Corps da Khiel's).

O óleo de coco se liquefaz a temperaturas altas, tipo uns 25 graus celsius, então aqui no sudeste é comum acha-lo no pote esbranquiçado, parecendo uma geléia (tipo vaselina). Eu uso o meu pote de termometro. Começou a ficar liquido, sei que tá fazendo um calor da porra. Mas quando ele está geleioso não tem problema, em contato com o calor do nosso corpo ele derrete fácil.

No começo achava a textura do óleo de coco muito grossa, mas com o tempo acostuma. Ele passa bem na pele e forma uma camada mais espessa do que qualquer óleo que eu já tenha passado. É mais espessa do que o da geléia da Biore. Mas você espalha bem (na pele seca) e faz a massagem e até se perde porque é bem gostoso ficar passando a mão na cara com o óleo, haha! Ele não fica escorrendo, então não dá nenhum nervoso de passar demais ou de menos por disperdício ou algo parecido.

Acho que os óleos propriamente demaquilantes tiram o rimel a prova d'água mais facilmente, mas não é que eu precise esfregar muito mais. Como óleo de coco sai tão bem quanto, só exige uma nova forma de passar o produto.

Li que para retirar todo o produto da pele é recomendado usar água morna. Mas não a água morna que você aguenta no banho. Uma morna bem quente. BEM quente. Então é mais fácil tentar esse método de retirar o produto na pia do banheiro, com um algodão ou uma toalha que você possa lavar depois. Tentei esse método e realmente foi o que retirou TODO o óleo de coco da pele rapidamente.

O que eu faço é lavar o rosto como sempre no banho. Passo o óleo com a pele seca, faço a massagem, perco a hora, sinto a maquiagem ir derretendo e enxáguo com a água do banho morninha aturável mesmo. O óleo sai todo da pele? NÃO, eu sinto a água batendo no óleo sem penetrar, mas sinto ele escorrer aos pouqunhos. Tomo meu banho normal e no fim lavo o rosto com meu sabonete facial escolhido pro dia. Não passo nem mais nem menos do que passaria se não tivesse passado o óleo de coco.

Quando seco o rosto, a sensação é de que há uma película protetora e a texturado meu rosto está mais lisinha. No dia seguinte, num dia de médio para muito calor, meu rosto acorda mais oleoso do que nos outros dias, mas nada que uma lavagem não resolva. E NÃO me causa espinhas!

Já adotei o óleo de coco como demaquilante pra vida, isso é certo. Os outros óleos que tenho são ótimos, mas não moro no Japão nem viajo pra lá sempre pra reestoca-los, então o óleo de coco é um substituto bem a altura. Por enquanto uso uma vez por semana (também estou diminuindo o uso de base durante a semana), mas acho que logo vou começar a usar 2x (no fim da semana já dá pra sentir que tá "perdendo o efeito") e acho que é uma boa frequência pra minha pele. Tem quem use até mais vezes, mas vai de cada um. Um potinho dura bastante porque não é necessário muito para lavar o rosto todo, ele vai se espalhando com facilidade e se você passa demais você sente que exagerou, que o excesso não vai servir de nada, sabe?

Acho muito legal quando consigo achar que um produto totalmente natural realmente cumpra o papel de outro todo industraliazado e eu realmente sinta que posso substituir um pelo outro sem prejuizo de qualidade de vida <3 Alguém mais usa?

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#euvi: moana
terça-feira, 10 de janeiro de 2017 at 10:30
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Apesar de ser meio Disney freak, eu não sou muito de me ligar em filmes só porque eles são da Disney. O que não quer dizer que não gosto dos filmes, só que não me empolgo com eles só porque são Disney, sabe?

O primeiro filme que vi no cinema na vida foi o desenho da "Bela e a Fera". Pra esse filme live action estou bem empolgada, alias. Meu filme favorito na infância era o desenho dos "101 dalmatas". Como a gente não tinha video cassete em casa, assistia toda vez que ia na casa da minha vó. E a gente ia quase que toda semana. E assistia muitas vezes. Minha princesa favorita é a Ariel e eu AMO de paixão o filme da "Pequena sereia". Mas de verdade, nunca tive esse entusiasmo de querer ir no cinema só porque era filme da Disney. Na maior parte das vezes, inclusive, eu bem cago pra eles. Me empolgo mais com Pixar (principalmente antes de ser comprada pela Disney) e Dreamworks. Acho que Disney sempre vai ter essa aura de infância pra mim (só vi "Rei Leão" uns 10 anos depois em uma aula de francês, "Mulan" só vi porque o ex-crush quis me mostrar, não lembro porque acabei vendo "Lilo & Stitch" - acho que foi falta do que fazer num intercâmbio - e até hoje não vi coisas como "Pocahontas" e "Frozen" - e nem faço questão). Então ir ver Moana nem estava nos meus mais remotos sonhos. Só fui ver porque estava na rua com uns amigos e eles queriam ver. E eu não tinha o que fazer mesmo. E eles iam numa sessão legendada, porque se fosse dublada eu não ia não.


Fomos no Playarte do Center 3, meu cinema preferido, só porque é o de mais fácil acesso pra mim. Foi reformado ano passado, finalmente, mas as salas não estão boas. Estão melhoras, mais modernas, mas a sala que tá passando "Moana" é pequena, o ar condicionado tava bombando (piorou minha sinusite e tive que ir no hospital no dia seguinte) e o som é alto demais pro tamanho da sala. Mas tá melhor do que as salas velhas de antes.

A história é sobre uma menina polinésia que luta contra as forças da natureza para restaurar o bem estar da sua ilha. Ela não está atrás de um par romântico, nem existe um par romântico pra ela, porque Moana é muito jovem (na wikipedia diz que ela tem 16 anos, no filme Maui insinua que ela não pode ter mais do que 8, mas a impressão é de que ela não pode ter mais do que 13...). O que Moana quer é aventurar-se no mar, e encontra na sobrevivência da ilha que nasceu pra comandar uma grande razão para desafiar as ordens do pai, o chefe da ilha, que não quer que ninguém cruze o recife de corais que protege a lagoa.

Então, a princípio, Moana sequer é uma princesa, pelo menos não da forma como conhecemos até "A Pequena Sereia" e vimos em "Frozen". E depois de ler esse artigo do Buzzfeed fica claro que é intencional que as "princesas" sejam cada vez mais independentes, fortes e desconectadas de um príncipe.

Moana é uma boa aventura e é óbvio que esse mote foi escolhido para abranger a parte do público que torce o nariz para histórias de pricnesas - os homens heteros cuja masculinidade tão frágil não os permite apreciar "coisa de menina". Na história não importa que ela seja uma menina, ela é uma adolescente procurando seu lugar no mundo, com suas vonatdes próprias e que embarca em uma grande aventura que poderia ser empreendida por qualquer um, independente de genero. E a aventura é boa. A aventura é o mar, esse que intriga a todos nós, de um jeito ou de outro.

Moana também foi desenhada para ser mais realista. Ela não tem corpo de boneca Barbie, sequer tem pele clara. Ela é ainda assim magra, morena, com cabelos cacheados. Sua maior encorajadora, aquela que acredita no potencial dentro dela, é sua avó. Que admite que a idade a permite ser "a maluca da ilha", e faz uso disso pra ser quem ela quer ser, sem as amarras sociais que uma vila pequena impõe, principalmente às mulheres.


Seu side kick é um semi deus orgulhoso e vaidoso. Homem, claro. Ele a ajuda nessa empreitada, mas não sem antes recuperar seu acessório, um anzol com super poderes, e fazer umas prezepadas no caminho. E claro, diminuir Moana por ser mulher jovem sem experiência no mar.

Mas Moana não desiste. Ela tem que devolver o coração de Te Fiti para restaurar a paz na Terra. Fizeram-na acreditar que ela deveria levar Maui, que ele deveria fazer isso, uma vez que foi ele que roubou e perdeu o coração, até entender que se é ela que quer restaurar a paz na Terra, ela que tem que arregaçar as mangas e fazer isso, com ou sem a ajuda de Maui.

Seguindo a tradição, não poderiam faltar os números musicais ao longo da trama, mas dentro de todos os musicais da Disney, esse é o que tem as músicas mais fracas. As músicas não são ruins, mas em comparação com "Frozen", que faz qualquer um cantar "Let it go" quando começa a esfriar, em qualquer parte do mundo, eu não consigo imaginar ninguém cantando o tema da Moana, até porque achei o ritmo dela meio difícil, e não tem um gancho tão marcante. É gostoso de ouvir, mas não é algo que vai grudar pra sempre na mente, nem que vai ser fácil sair cantarolando por ai.

Como eu não esperava nada desse filme, acabei gostando bastante, foi uma diversão bem inócua, e fico pensando que essa geração já cresce com referências melhores do que as anteriores. Para essa geração, espero que o termo "princesa" signifique algo mais positivo, e que a Disney consiga perder esse estigma de criar no inconscente das meninas algo tão venenosos quanto a idéia de que devemos esperar um principe encantado para ns salvar.

Vale a pena separar parte do seu tempo para assistir, seja no cinema ou quando sair no dvd (ou Netflix, tv a cabo, etc). Os gráficos são lindos, e só dá mais vontade ainda de ir pra Polinésia.

E Heihei. Meu spirit animal, definitivamente XD


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o meme daquele site
terça-feira, 3 de janeiro de 2017 at 10:30
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Eu queria ter postado antes, mas afe, não deu. Ai resolvi postar aqui mesmo. Coomo já diisse, 2016 não foi ruim pessoalmente, mas quero que 2017 seja muito maravilindo - pra mim e pro resto do mundo ;)

Na minha primeira foto do ano de 2016 eu estava em Londres. Passei um certo frio (menos do que no ano novo na Times Square) e um certo perrengue (banheiro, where art tho?), mas valeu muito a pena!

Passei a virada em SJC mesmo, porque o que importa é estar com quem a gente ama! O ano se provou tão bom quanto eu esperava mesmo, aprendi muito e espero que 2017 seja um ano de colher amor!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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