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#gordasafada: tan tan noodle bar
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017 at 10:30
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Quem me conhece sabe que nos últimos anos fui apresentada ao maravilhoso mundo dos lamens, e pra minha felicidade São Paulo tem ganho muitos restaurantes especializados no prato.

Pra quem não sabe, lamen é o pai do miojo: enquanto o miojo é uma versão fast food piorada, o lamen é um prato saboroso e nutritivo <3. Tem um macarrão gostoso, num caldo de frango, shoyu, sal, missô ou otros ingredientes, com carne, moyashi, cebolinha, nori, menma e as vezes até milho e manteiga!

Tenho 2 amigas que são fãs comigo e a gente sempre tá indo num restaurante diferente pra comparar. Então combinamos de ir no Hirá, na Vila Madalena, dia desses, porque abriu enquanto eu não estava aqui e els já conheciam. Nos encontramos, mas no meio do caminho... Tinha o Tan Tan. Literalmente no meio do caminho! Como nenhuma de nós três conheciamos ainda, resolvemos entrar pra ver qual é que era.

O lugar em si é bem bonitinho, com bastante mdeira clara, meio industrial, mas bem pequeno. Demos sorte de chegar cedo e não ter fila, mas lá pelas 20h o lugar fica lotado!

O Tan Tan, diferente do Kazu, por exemplo, não é focado só em Lamen e tem outros pratos também. De lamen mesmo eles têm 3 opções, sendo 1 vegetariana.

Pelo que andei pesquisando, o cardápio sofreu uma boa alteração (ou então é algo sazonal?) e não tinha a opção básica de shoyu lamen. Pedi uma que eu não sei o nome direito, haha, mas que me pareceu a opção mais básica. O caldo não era de shoyu, era clarinho.

O prato não demora pra chegar na mesa. A tigela que eles usam é bem mais alta que o comum, mas a base é menor, o que dá a impressão de que vem menos. Mas eu sai meio rolando de lá!

A apresentação é bonita, mas notei que vem bem menos ingredientes do que nos restaurantes da Liba. Não tem cebolinha e eu tive que pedir o moyashi a parte. Mas vem MUITO macarrão. A carne achei bem gordurosa (não sei se era o meu pedaço, mas era só gordura!) e os pedaços de menma são SUPER salgados.


Mas não é um lamen ruim. Não é meu favorito, mas na mesma rua já comi no Miya e achei o Tan Tan MUITO melhor. É uma opção válida, numa boa localização.

Minhas amigas ainda pediram a sobremesa (única opção) de limão e eu achei muito forte, mas não é ruim, é até divertida.


Agora quero ir no Hirá pra ver se a Vila Madá dá um bom caldo, hehe.​​

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that would be me. bye!

economia compartilhada - ou como fugir de empresas picaretas
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017 at 10:30
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Acho que quem me acompanha há algum tempo conhece o sofrimento que é ter que utilizar qualquer serviço de merda da Pássaro Marron. Além da questão de que eu não gosto da roça em si, ainda tem essa empresa picareta literalmente no caminho e voltar a morar em SP tinha trazido de volta toda a dor e sofrimento de depender da falta de caráter da viação.

Mas ai descobri que uma das meninas da ~firma também é da roça e ela me falou do mundo das caronas e me adicionou num grupo no Facebook.

Confesso que ainda tenho medo de desconhecidos da internet. Cresci ouvindo que não devemos falar com estranhos e que as pessoas da Internet mentem quem são pra nos atrair pra arapucas, nos estuprar e roubar nossos órgãos. Mas como ela disse que era um grupo meio fechado e que já usava há um tempo, resolvi arriscar.

Nossa, nunca mais quero ter até viajar entre SP e a roçar de ônibus!

O funcionamento do grupo é simples: quem tem carro oferece carona entre 2 pontos num horário determinado e quem precisa pede a reserva do lugar. Cada carona estipula "uma ajuda de custo" e as partes combinam melhor a carona por inbox ou telefone.

Não vou dizer que é tudo uma maravilha sempre porque já vi treta no grupo, mas na maioria das vezes tudo corre como combinado.

Na minha primeira carona encontrei com um cara perto de casa, depois fomos buscar os demais. Tentei travar uma conversa, mas não rolou muito não. O cara era gente boa, mas quieto. Achei meio estranho, mas depois acostumei e na verdade prefiro caronas mais silenciosas. E prefiro viajar no banco de trás pra não ter que interagir muito, haha #introvertfeelings

O bom é que tem bastante gente que mora ou trabalha perto do meu bairro. Na ida pra roça consigo sair relativamente cedo e na volta pra SP se não me deixam na porta de casa, fico bem perto. Na roça tem um ponto de encontro que já foi "o point" da galera, perto da saída da cidade, tenho que ir de taxi, mas não é muito mais longe do que a rodoviária, então dá na mesma em termos de tempo e gasto.

E o valor da carona eu acho bem justo, em se tratando de só 100km em estrada boa. No fim gasto muito menos, mesmo considerando os deslocamentos de taxi.

No fim, as grandes empresas que prestam serviços horrorosos como a Pássaro Marron vão, "se deus quiser e ele há de querer", falir por conta da própria falta de caráter e ineficácia num mundo dominado pelos "mais espertos", que agora tentam consertar as bostas que essas empresas botaram ai.

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that would be me. bye!

so cute
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017 at 10:30
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Descobri a So Cute por acaso nas sugestões do instagram. A primeira vista, achei bem parecida com a proposta da Antix: vestidos delicados com estampas super fofas.

A So Cute é uma loja de Brasília que abriu loja física em SP recentemente. Tem um e-commerce bem simples e as coleções não são super vastas. O que está no site e no instagram é o que eles tem para oferecer.

Sempre achei a Antix fofa demais, mas tão cara quanto. Com o tempo eles cresceram, e as lojas físicas deles são uma graça. Mas das vezes que fui lá, sentia um certo distanciamento, ou a loja estava sempre cheia (em época de promoção) ou então eu era simplesmente ignorada. E os tamanhos também achava sempre muito pequenos. Talvez eu tenha relegado a Antix ao pano de fundo porque quando conheci a marca eu não tinha muito dinheiro para comprar, tendo sempre essa impressão de que era uma marca cara demais pra mim.

A So Cute não é uma marca barata, mas como conheci num momento financeiro melhor, resolvi pelo menos dar uma chance.

Minha primeira visita na loja foi no fim de semana da Black Friday. Como fui num sábado de manhã, a loja estava sem ninguém, só com a vendedora ao telefone. Aparentemente as pessoas ligam muito lá atrás de produtos. A loja é super romântica e bem pequena. Tem araras de 2 lados com tudo o que tem disponível de modelo (algumas numerações estão no estoque) e um provador bem fofo.

Mas não foi dessa vez que comprei algo lá. Com a aproximação do ano novo, resolvi procurar um vestido para a virada, mas o que eu tinha em mente, um muito lindo da Zara Kids, já não tinha mais.

Então resolvi voltar na So Cute porque eles estavam com uma coleção nova que era ainda mais fofa do que tudo o que eu já tinha acompanhado nas redes.

O atendimento das vendedoras é sempre muito atencioso, mesmo quando elas tem que ficar no telefone ou estão atendendo outros clientes. E não importa se você está levando algo, elas sempre são bem simpáticas e não ignoram a sua presença na loja.

Eu fui com o intuito de comprar só um vestido, já que eu sabia pelo site os valores e não achei que estaria no pique de gastar muito dinheiro. Mas chegando na loja, escolhi vários vestidos para experimentar.

O material deles é muito bom e o acabamento é impecável. Não é só um forrinho mixuruca por baixo. Para quem gosta de peças estruturadas, vários vestidos deles seguem essa linha. A modelagem varia um pouco, experimentei tanto coisas P como M, e teve coisa que não ficou boa no busto (ou muito pequeno ou muito grande).

Em geral os modelos tem aquela cintura um pouco mais alta, que marca a parte mais estreita do abdomem e dá a impressão de emagrecimento. Pra mim é o modelo perfeito e fica bem em todo mundo, embora pareça um pouco jovial demais. Para mim, com 1,60m, fica como os vestidos da Zara Kids (tamanho 13/14) que eu gosto tanto (compro também porque os vestidos infantis são bem mais baratos do que os adultos, e tem umas estampas mais interessantes e felizes).

Incapaz de decidir quais queria, resolvi levar um da coleção mais nova e outro da coleção anterior, que estava com desconto. Barato não foi, mas para mim foi um bom investimento, um produto de qualidade, com bom acabamento, em modelos que eu adoro!


Usei o claro de mangas no natal e o rosa estampado no ano novo, quando comi bem, e não fiquei me sentido apertada nem inchada. Boas compras, cm gente simpática. Gosto muito!

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#gordasafada: coxinharia prime taste
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017 at 10:30
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Eu tô velha e já não aturo mais muvuca, nem nos meus lugares favoritos. Sofri bastante com o fato de fim de semana passado ter sido comemoração do ano novo chinês na Liberdade, porque ai os restaurantes do bairro não seriam opções pra mim nesses dias=(

Como sempre fui pra Paulista e contemplando o Google Maps achei a Coxinharia bem do lado do Jo Jo lamen. Eu já tinha visto das outras vezes que fui comer lamen e resolvi experimentar.

Apesar de ser horário de almoço, o lugar estava vazio. Ele fica mesmo bem do lado do Jo Jo, que estava lotado, mas isso talvez se deva porque achamos que coxinha é lanche, e não refeição, né?

O lugar é fofo, tem 4 mesas na parte debaixo e um bar. O interessante é que, por causa das coxinhas, eles tem uma carta de bom tamanho de cervejas (pra quem gosta).

Eu queria experimentar vários sabores, claro, mas as coxinhas são de tamanho "normal" e achei que não ia dar conta. Infelizmente eles não tem um "menu degustação" de mini coxinhas, só porções de sabores únicos =(

Como queria comer algo diferente, pedi uma coxinha de palmito e outra de camarão. As coxinhas são fritas na hora, então demoram um pouquinho para serem servidas.

Eu sou a maior fã da coxinha do Veloso, acho que tem a consistência ideal e o melhor recheio. A coxinha da Coxinharia é diferente, a começar pela "casquinha" que é daquele tipo durinha. Eu particularmente não gosto muito, mas a massa por dentro é bem coxinha, mas sem ser "dura". O recheio de palmito lembra pastel, o que achei bem gostoso, e vem com pedações de palmito mesmo. Fica uma delícia com pimenta ;). A de camarão também tem uns mini camarões no meio do recheio, é bem gostosa, mas não foi a minha favorita. Quando voltar, não vou repetir, mas não é de todo ruim.


Tinha umas meninas numa mesa perto e elas pediram vários sabores para dividir e experimentar. Inclusive no cardápio tem o Coxiburguer, que é uma coxinha, de qualquer sabor, cortada no meio e com um hamburguer entre as metades e elas pediram pra provar, mas fui embora antes. Achei meio extremo.


Tem também opção doce, de chocolate, com recheio de morango e talz, mas pra mim coxinha é salgada, eu nem chegaria perto dessas outras.

Gostei do passeio, achei interessante, é uma opção pra um dia mais relax ou um fim de tarde. Cada coxinha custa em torno de R$ 5 a uns R$ 8 e tem as opções vegetarianas pra quem não come carne.

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#euvi: la la land
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017 at 10:30
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Um dia na vida eu achei que estudaria Audio Visual na ECA e seria uma cineasta bem sucedida. Acompanhava tudo sobre cinema, assinava até revista sobre isso.

Isso foi na minha adolescência. Continuo gostando de um "red carpet season", mas deixei de acompanhar ferrenhamente o mundo do cinema. Então quando decidi assistir "La la land" no cinema foi mais pelo fato de não ter mais nada pra fazer do que pra preencher qualquer "lista de indicados assistidos". E escolhi ele porque se falou tanto, tá indicado pra tantos prêmios, que eu achei que ia ser bom, né?

O problema começa quando ninguém consegue definir sobre o que é o filme. Várias pessoas que eu vi que gostaram disseram que era difícil de definir. Então eu vou contar: é um musical que acompanha o relacionamento da personagem da Emma Stone, a Mia, com o personagem do Ryan Goslin, o Sebastian, e suas vidas de aspirantes a estrelas em Los Angeles (LA la land, ahn, ahn?). Mostra como eles se conhecem e como o relacionamento deles se desenvolve, com vários números musicais ilustrando.

A partir daqui não me responsabilizo por spoilers!!!

Começa que eu não gostei do primeiríssimo número musical do filme. Tanto espaço, tanta gente, com uma música que não empolgou.

Ver o Ryan Goslin tentar cantar e dançar também me deu AQUELE alívio de ele ter recusado o convite do AJ pra fazer parte dos Backstreet Boys.

Mas a Emma Stone faz seu trabalho direitinho, e tem as partes mais divertidas, principalmente nos números com as roomies. Quem amamos aquele figurino color block delas???

A história é ok, o problema é que eu não gostei da forma como isso foi transportado pra tela. Como filme, achei ele bem mediocre. Não entendo de verdade qual o hype da academia entorno dele. Tanto filme por ai com história melhor, que tenho certeza que como filme também é mais interessante que La la land, e que não ganhou tanta atenção. Sério que como filme até o filme da Bridget Jones é melhor.

Pra não dizer que odiei tudo, achei bem legal o desenvolvimento do personagem do Ryan Goslin, embora o ator mesmo não faça muito esforço durante o filme todo pra atuar con muita convicção. Fiquei com um pouco de dó do final dado pro Sebastian, embora entenda que nem tudo é "happily ever after", mas gostei de ver ele se transformando do idealista imatura para o romantico incuravel e o homem de negócios que ele precisava ser pra atingir seus objetivos. Gostei que ele resolve assinar contrato com a banda pra dar segurança pra Mia, mas que ele nunca deixou de ser o maior cheerleader da vida dela. E amo como ele vai atrás dela pra fazer ela reaizar seu sonho. E a cena no exterior do observatório. Nossa, de cortar o coração! Mas é tão linda! E por mim se o filme tivesse acabado ali, já estaria de bom tamanho.

Agora aquele fim dela, com um cara X, toda bem sucedida com a vida perfeita, BLERGH GRANDÃO! De verdade, precisava de TANTO açucar nesse tipo de filme? Meu deus, só faltou aquela criança sair santando e sapateando no final! NÃO gostei, nada vai me convencer de que aquilo era necessário, ainda mais em contrapartida ao final do Sebastian. Que eles não ficassem juntos, ok, mas não precisava pirar tanto na batatinha assim com o final dela.

Eu fiquei com aquela sensação de que La la land leva aquele hype de 500 dias com ela, em que um cara apaixonado tem uma história de coração partido contada pra gente ficar com dózinha dele. Exceto que eu gosto mais do Sebastian do que do cara dos 500 dias (que eu não lembro o nome sem ter que pesquisar).

Eu sei que vai ter muita gente que vai querer me xingar por causa dessa resenha, mas eu não consegui gostar desse filme e ainda sai mega deprimida do cinema. Não vou torcer pra ganhar Oscar não, não gostei, acho que é tão nada a ver ganhar quanto quando Crash ganhou.

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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