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#beda: descobrimento do brasil
sábado, 22 de abril de 2017 at 10:30
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Só eu acho muito estranho que o dia do descobrimento do nosso país não seja uma data comemorativa e um feriado? Tudo bem que fomos uma colonia de exploração, o destino do maior número de escravos, por uma margem vergonhosamente muito maior do que dos outros países, e convivemos com muitos problemas causados por uma cultura de aproveitadores, mas estamos aqui, somos daqui, temos que fazer o nosso mundo melhor, né?

Eu sempre digo que tenho orgulho de ser brasileira. Sabe, não é fácil não se parecer com todos os seus coleguinhas e se sentir a parte da cultura só porque sua cara é diferente, quando na verdade você é tão fruto daquela sociedade quanto qualquer outra pessoa, então eu sempre tive essa coisa de me afirmar daqui sim. Tem problemas? Muitos! Mas também acho que se a gente não faz a nossa parte, não pode exatamente reclamar dos outros. Quer o fim da corrupção? Comece sendo honesto você mesmo, pagando seus impostos corretamente exigindo seus direitos sem abuso. Acha um absurdo o abismo sócio econômico na população? Pague bem pelos serviços que utiliza, dê um bom salário pra sua empregada, registre ela em carteira da forma como tem que ser. Lute pelos diretos dos menos favorecidos e menos privilegiados, lute por uma educação de qualidade, por um sistema de saúde que permita de verdade que as pessoas possam ser saudáveis e produtivas.

Somos um país com 517 anos de história, além daqueles incontáveis anos antes de Cabral chegar por essas bandas. Não é tanta coisa como outros países, mas é um número suficiente pra gente poder se orgulhar da nossa cultura e ainda continuar escrevendo e moldando a nossa história. A gente tem muito o que consertar ainda, mas também tem do que ter orgulho. Somos brasileiros, não desistimos nunca (só quando bate o sono, haha!).

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that would be me. bye!

aquele grande esforço
sexta-feira, 21 de abril de 2017 at 17:24
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Escrever é como qualquer atividade física: você precisa praticar pra melhorar sempre. Mas além da própria escrita, também é necessário ler, porque conteúdo não brota magicamente nas nossas mentes. Ter referência é primordial.

Acontece que ultimamente minha agenda tá um pouco louca e eu não ando tendo muito tempo de ler, muito menos de escrever. E com isso sinto que, além de emburrecer, vou esquecendo como se escreve.

O maior desafio do beda é criar conteúdo e exercitar a escrita. É isso que eu acho o mais legal dessa loucura toda, não é só postar todo dia, mas é criar um post novo e colocar os dedinhos pra digitar alguma coisa. A gente sempre tem o que dizer, as vezes a gente não sabe como fazer isso.

Hoje é um dia que eu queria falar sobre história e política, afinal, é dia de Tiradentes, um moço ai que andou envolvido com a nossa vontade de independência na época da colônia. Mas ele não era o único, talvez nem fosse o mais importante. Mas foi um bode expiatório que séculos depois ganhou até seriado na Globo. Mas tudo o que eu consigo pensar é que eu vi alguém comentar em alguma rede social que gostava de ir no dentista. Porque, claro, Tiradentes não era o nome verdadeiro do moço que nos deu esse feriado glorioso, o moço era dentista e arrancava uns dentes de vem em quando, ganhando esse apelido. Mas ó, tratar dos dentes também é importante! E dê graças a Deus por morar num país onde o tratamento pode até sair de graça, porque quando você vai pro Japão ou pra Inglaterra, dá até medo quando algumas pessoas sorriem pra você, é sério!

Aproveitem o feriado e não faça como umas amigas ai que marcam pra terem os dentes arrancados bem no feriado. APROVEITEM, sem dor ;)

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meme das 9 coisas
terça-feira, 18 de abril de 2017 at 23:01
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Tá rolando no feices um meme sobre 9 coisas aleatórias sobre a pessoa, em que um dos itens é falso. Resolvi roubar e postar aqui pro dia não passar em branco. O post que queria fazer ainda não saiu =(

1. Já me caguei as calças depois de grande. Não aguentei da porta de casa até a privada =(

2. Já impedi meio que indiretamente uma pessoa de realizar o ICP da Disney. De propósito ;)

3. Já fui numa micareta. E cai, de calça branca, no chão molhado de chuva. Com um cara muito grande e muito bêbado. Que até hoje não sei se era gaúcho ou carioca.

4. Já chorei num show dos Hanson (More than anything, em 2011).

5. Já chorei num show dos Backstreet Boys (Show me the meaning (of being lonely), em 2011).

6. Já dei prum cara do Tinder que eu nunca tinha visto antes. Foi o cara mais gato que já peguei na vida.

7. Ja fiquei bêbada na balada a ponto de dar black out. Acordei na manhã seguinte na casa de uma amiga. Segundo relatos, no fim da festa fui parar na enfermaria. Me levaram pra casa, mas chegando no prédio, tinha umas escadas. Um vizinho que estava saindo bem cedo me pegou no colo e me levou pro apartamento.

8. Quando eu bebo eu faço amigos. Geralmente já tenho a cara brava, mesmo não estando brava, mas quando bebo fico sorridente, extrovertida e falo com qualquer um. Qualquer um mesmo.

9. Quando estava na faculdade, pegava um cara que eu sabia que namorava, mas "a gente" não podia contar pra ninguém. Foi a única vez que eu peguei um cara por quem eu tinha um crush antes de ele descobrir, mas ele descobriu porque no fim ele também tinha um crush-zinho por mim.

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#euvi: 13 reasons why
segunda-feira, 17 de abril de 2017 at 10:30
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Eu ando super por fora dos seriados mais falados da Internet. As coisas soam sempre muito interessantes, mas sofro de uma.preguiça enorme de seguir seriados ultimamente. Quando "13 reasons why" foi anunciada, com a história de que uma adolescente se suicida e deixar 13 fitas gravadas com a suas razões, achei um tema super interessante, mas nem de longe me fez querer pegar o laptop pra abrir a Netflix pra assistir. O que me fez querer ver de verdade foram os comentários ao longo da semana de todo mundo que tava assistindo. Todo mundo falava que era muito boa e que dava uma puta bad. Acho que fui convencida por essa mistura inusitada!


ATENÇÃO: a partir daqui o texto pode conter spoilers! Não me responsabilizo se você ler algo que ainda não assistiu!

Aproveitei uma sexta em que não ia fazer nada e comecei a maratona. Me preparei pra uma jornada emocional brutal, mas não esperava tanto suspense, crescente. Em geral eu evito esse tipo de coisa porque me dá muita ansiedade, mas quando vi já estava absorta na história e não tinha mais volta.

Hannah se suicida e deixa fitas gravadas contando a história do que tinha acontecido na vida dela para ela tomar essa decisão. Ouvimos as fitas junto com o Clay, que tinha um mega crush nela. Logo de cara descobrimos que cada razão é a história da Hannah com uma pessoa diferente da escola.

É uma história sobre jovens que se passa na escola, mas não podemos diminuir como uma história adolescente. O que acontece naquele microcosmos é só um pequeno exemplo do que acontece no mundo, mesmo depois que a gente se forma e ganha carteirinha de adulto.

Hannah não é muito popular, é aluna nova na escola e logo vira alvo de todo tipo de boato. É interessante ver como 1 boato leva a geração de outros, é uma bola de neve! Através das 13 histórias vemos como as nossas experiências tem efeito cumulativo na nossa psiquê, e como ações que parecem isoladas pra quem as toma pode ser a gota d'água na vida do outro.

Hannah não parece ter muita sorte, tudo de ruim acaba acontecendo com ela ou na frente dela. É uma foto inapropriada, é crime, é perda, é acidente... Até um stalker mega creepy ela consegue atrair! Claro que essas coisas ela não procura nem escolhe, são coisas passíveis de acontecer a qualquer um, mas que tomam uma proporção muito maior ao acontecer todas com uma única pessoa e adolescente ainda por cima.

Pelo que via o pessoal comentando, esperava terminar a temporada de cara inchada, mas não foi o que aconteceu. Até agora também não bateu a bad que todo mundo descreveu, mas definitivamente não é um show fácil de digerir.

A princípio vemos dramas de escola de desdobrarem. Boatos sobre a vida sexual dos alunos, namoros que começam e terminam... Vemos como a vida na escola afeta os alunos, mas não tem como não fazer um paralelo com a vida adulta. A gente ganha mais estabilidade emocional, mas quando é que a vida para de ser essa grande high school?

É importante que a protagonista seja uma menina, porque vemos como a sociedade é machista e cruel com o sexo feminino. Parece que nada que a Hannah tente fazer está certo, principalmente depois que a sociedade decide rotula-la de vadia. Todos preferem acreditar em fontes mais "confiáveis" do que ouvir o seu lado da história. Aliás, por isso ela deixa a sua história narrada nas fitas. Depois de morta, ninguém tem como questionar aquilo que ela conta, e ela conta do seu jeito, com a sua verdade.

Do meio pro final a história fica bem tensa, e antes dos episódios aparece um aviso sobre cenas que podem ser traumáticas para algumas pessoas. Graças a deus, por um milagre, as cenas de estupro não me descaralharam muito. Em geral eu tenho dificuldade até de pensar nisso, mas o primeiro episódio que trata disso faz de uma maneira meio "diluída" e prepara o telespectador para o que está por vir. O estupro aparece sem nenhuma censura, é uma cena indigesta, mas necessária. E de certa forma essa primeira história prepara para o estupro em primeira pessoa da narradora, com uma cena ainda mais destruidora, mais crua e revoltante.

Como se não fosse suficientemente revoltante saber que estupro ocorre e o estuprador na maioria das vezes é alguém próximo, o pior é como a vítima é desacreditada e como o estuprador é defendido. Em um dos melhores diálogos da série Ryan chama a atenção da Courtney por ela ser a única menina no grupo e a única pessoa a culpar a vítima e defender o estuprador nessa história.

A série expandiu  a história para mostrar a comunidade e os adultos envolvidos ao fundo, os pais e os professores. Não entendo como todos, desde sempre, sentimos esse encontro de gerações e somos incapazes de perceber o quanto os adolescentes sofrem calados. Seria cômico se não fosse trágico ver como os pais não conseguem se conectar com os filhos e pensar em quão real isso é.

Alguns dos poucos raios de sol que penetram essa história triste é perceber que escolheram um elenco etnicamente diverso sem fazer dos personagens caricatos ou clichê, e como trataram na maior parte com muita naturalidade a questão lgbt. E apesar de tudo de errado que acontece na escola, é um alívio perceber que, apesar da maneira meio torta como ele decide honrar sua palavra, Tony é um dos poucos personagens com o caráter intacto. E que algumas amizades podem ser sim puras. Infelizmente o personagem mais gente boa da história, apesar de não ser principal, o Jeff, morre uma morte estúpida. Mas sempre que ele aparece é um alívio, como se fosse a certeza de que ainda dá pra ter fé na humanidade. Ah, e o namorado fofo do Tony <3 (brasileiro, btw;).

Claro que uma das coisas que mais queria ver e saber era da fita do Clay, que tá lá pro fim, pra manter a gente esperando muito! Inclusive lá pelo meio a gente quase acha que vai ser a dele mas nem é... Mas isso contribui pra preparar melhor o caminho e entender porque o próprio Clay tem medo de escutar o que a Hannah tem a dizer dele. Desde a noite na festa ele não entende o que pode ter feito para que a Hannah o expulsasse do quarto, então ele tinha medo de ouvir dela a verdade.

A série é intercalada de momentos atuais com flashbacks, e para tal eles escolheram deixar as memórias com um filtro mais quente, enquanto que o presente é bem mais frio, em tons azuis, o que ajuda o telespectador a não se perder. Até porque em dado ponto, além dessa alternância, começam a surgir os pesadelos lúcidos do Clay e vira uma bagunça.

Estão falando de uma segunda temporada, acho que estão medindo como é a recepção a essa ideia, e a princípio eu não gostaria de ver se acontecesse, mesmo que eu esteja muito curiosa por todas as pontas soltas que foram deixadas. Acho que se o autor quiser contar em uma entrevista especial o que teria sido dos personagens, ok, mas fazer uma continuação seria esticar a conversa sem necessidade e tirar o sentido maior, que é a história da Hannah.

Tô recomendando a série pra quem me pergunta, mas acho que pais de jovens deveriam assistir com seus filhos e realmente se abrirem pra entender essa geração mais nova. Adultos não devem ser permissivos, mas tem que fazer o esforço de entender os adolescentes e criarem um ambiente acolhedor que dê segurança pro jovem se abrir.

PS: só eu achei o Clay a cara do Charlie em "Perks of being a wallflower"? Eles tem essa coisa de serem calados, não saberem lidar com meninas e fisicamente são muito parecidos! "Perks" é mais meu tipo de história, mas acho que quem gosta de um, gosta de outro! Ah, e menina Nambara mencionou que a voz do Dylan Millete (o Clay) é uma delicinha de ouvir e é mesmo ;)

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#beda: páscoa
domingo, 16 de abril de 2017 at 11:00
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Coelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim?

Ok, eu sei que a Páscoa é a celebração do milagre da ressurreição de Cristo. Mas e pra quem não é cristão?

Eu sempre ganhei ovo de Páscoa, acredito que desde antes de eu poder comer chocolate. Lembro de páscoas fartas, em que eu e meu irmão nem conseguíamos comer todos os chocolates que ganhávamos antes de estragarem.

Com o tempo, crescemos e deixamos de ganhar tanto chocolate, mas vamos ser sinceros: quem consegue comer mais do que um ovo? É um exagero comer mais do que isso! Eu me contento com um bom ovo.

Geralmente eu ganho mesmo ovo, as vezes eu peço algum ovo com surpresa, mas esse ano eu queria um ovo bem gordo. Pedi um ovo de colher e já tô sonhando com ele!


Em geral eu nem sou tão fã de doce (prefiro muito mais uma coxinha), mas quando decido comer doce, quero comer o melhor doce que tem! É tipo uma reserva, sabe? Que eu me resguardo pra aproveitar em poucas vezes.

E vocês, como vão de Páscoa?

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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