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#euvi: baby driver (em ritmo de fuga)
quarta-feira, 26 de julho de 2017 at 10:30
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Sou do tipo de pessoa que quando pede carro em app, tem que guardar a cor do carro e a placa. O modelo do carro não me diz nada, se não for um Fusca ou uma Brasília Amarela. Tirei carta porque era mais barato do que meu pai comprar uma armação de óculos caríssima que a gente apostou se eu passasse em uma universidade pública na época do cursinho. Mas passei direto no teste prático, com uma das balizas mais lindas que já vi, ultrapassando um ônibus no ponto porque tinha medo de parar o carro e ele morrer, HAHAHA!

Óbvio que se fosse por mim eu nem teria notado esse filme no cinema. Mas ai tem o tal do crush, fanboy de Edgar Wright, que estava louco pra ver esse filme, e ai como eu não tava fazendo nada mesmo, convidei pra irmos.

Incrivelmente, Em ritmo de fuga parece um título muito melhor do que seu original. No filme, Baby é um piloto de fuga de assaltos, fazendo coisas incríveis no volante, em plena Atlanta, para um chefão do crime. O catch é que para fazer as coisas mirabolantes que faz, ele tem que ter a trilha sonora perfeita. E ele carrega seus iPods de acordo com o humor do dia. Baby começou cedo nesse mundo, mas deseja sair dele. Tem um crush numa menina com quem nunca falou e numa dessas voltas do destino, acaba conhecendo ela quando menos esperava.

Eu acho o filme meio tenso por causa do tema de perseguição, e porque sou uma negação no volante não consigo nem imaginar como lidar com tanta velocidade e prestar atenção em tantas coisas ao mesmo tempo. Fora isso, em termos me lembrou um quê de Gone in 60 Seconds, aquele em que tentam passar o Nicolas Cage por galã que tem um caso bem quente com uma Angelina Jolie loira, o que não é mal porque é um dos filmes de ação que mais gosto.

Como eu não tinha lido nada sobre o filme, achei um bom entretenimento, mas li muita crítica falando mal da pretenciosidade do diretor, de como só serve como uma desculpa pra ele se gabar de seu gosto musical e talz. Talvez seja mesmo, mas não é um mal filme. Tem uma pitada de humor, bastante ação, uma história até que bem amarradinha. Se você já viu outras coisas desse diretor (Scott Pilgrim Against the World ou Hot Fuzz) vá preparado para algo um pouco diferente, não é tão engraçado, não é tão ácido, mas rola umas risadas ;)

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that would be me. bye!

#euvi: kedi - gatos
sexta-feira, 21 de julho de 2017 at 10:30
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Quando eu era criança minha mãe não nos deixava ter bicho de estimação e a gente tinha que se contentar com os dos parentes que a gente visitava. Minha vó sempre teve vários animais de estimação, e uma época ela teve muitos gatos. Sempre gostei muito deles. Ao contrário dos cachorros, os gatos não latiam e não pulavam em cima da gente, além de serem bem menores.

Mas minha vida toda foi um tal de "gato é traiçoeiro", "gato não tem graça como animal de estimação", gato isso de ruim, aquilo de mau...

Com a ascensão das redes sociais, porém, uma nova onda de adoração aos gatos surgiu. É como se voltássemos ao antigo Egito, ilustrando gatos em todos os lugares, mas agora de uma forma virtual e mais viral.

Claro que foi no Twitter que eu vi alguém comentando sobre um documentário sobre gatos, e tratei de comentar logo com o crush, que também curte gato. E, até então, eu não imaginava que ele curtia tanto assim! Quis assistir na hora e então arranjei uma companhia pra curtir meus gostos peculiares <3

"Gatos", ou "Kedi", é um pequeno documentários sobre a cultura dos gatos de rua em Istambul. Crush, muito viajado que é, disse que Istambul é mesmo cheio de gatos (e que tem sua fotinho com gatos de lá, claro).

O documentário segue alguns desses gatos, a maioria com dono, mas que vive perambulando pelas ruas. Em se tratando de uma área portuária, é normal que a cidade tenha muitos gatos, mas Istambul sobe o nível. Eles tratam os gatos como um patrimônio da cidade, e no fim das contas, meio que todo mundo toma conta dos gatos. Os "gatos principais" tem uma história contada e acompanhada, e algumas pessoas tem suas relações com os gatos das ruas mostradas.

O que achei muito legal é que o documentário trata cada animal como um ser tão importante para a sociedade quanto um humano. Mostram várias fêmeas como mulheres fortes que lutam pelos seus filhos e seu território. E mostram a relação de amor que os humanos de Istambul tem com os gatos, uma ode aos felinos.

O filme é curtinho, 90 minutos, e vale bem a pena, o ingresso e o tempo, não só pra quem já ama gatos, mas pra todo mundo entender que gatos são animais amorosos e importantes.

O crush gostou muito e disse que a cinematografia é fantástica e a trilha sonora é ótima ;). Recomendamos!

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that would be me. bye!

depressão sazonal
terça-feira, 11 de julho de 2017 at 10:30
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Depressão sazonal é real. É quando algumas coisas como ansiedade e depressão são intensificadas em certas épocas do ano. No inverno, com menor incidência de luz solar, hormônios como cortisol e melatonina sofrem um desequilíbrio que pode afetar o nosso humor.

A primeira vez que ouvi falar sobe isso foi no intercâmbio do Quebec. Não foi com esse nome, mas era isso, era a depressão que alguns dos alunos sentiam porque no inverno no Quebec os dias eram bem mais curtos.

Uns anos depois comecei a me sentir meio estranha nessa época do ano também, mas achei que estava ligado ao cansaço, de dormir mal, trabalhar muito, stress, etc.

Mas esse ano a coisa tá pegando. Claro que teve outras coisas, mas que só exacerbaram esse desequilíbrio. O frio anda bem intenso e eu já não durmo como dormia antigamente. Outro dia fiquei com vontade de chorar vendo um clipe da Sandy. E isso é o suficiente para reconhecer que a depressão tá batendo mais intensamente esse ano.

Ok, não é um caso grave, é algo passageiro e eu tenho plena consciência disso, mas isso não quer dizer que é mais fácil lidar com essa sensação. Pra minha sorte, porém, tenho amigos incríveis que tem ajudado pacas <3


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uma mente pronta pro crime?
sexta-feira, 7 de julho de 2017 at 10:30
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Quando fui pro Japão da última vez, fiquei reparando como a segurança dos lugares é bem fraca. Quer dizer, não existe uma preocupação em dificultar as coisas, muito pelo contrário. A bilheteria para entrar no Kinkaku-ji, por exemplo, fica do lado do portão de entrada, que tem só um segurança. Não tem catraca e a verificação é só mostrar ao longe que está com um papel que eles te dão depois de pagar a entrada (e pelo que entendi, é tipo um "papel da sorte", nem é uma entrada).

Na época lembro que acabava sempre imaginando mil maneiras de burlar o sistema deles, em tudo quanto era lugar que eu visitava. Comecei a achar que era por causa da minha criação o meio do jeitinho brasileiro. Cresci sabendo que existem regras a serem seguidas, mas que se elas não funcionam pra você, você pode "criar" o seu jeito, e sempre existe um jeito mais fácil de fazer as coisas no Brasil.

Mas ai comecei a ler mais sobre INTJ e descobri que antever cenários, e criar alternativas, é algo bem comum de quem passa a vida analisando tudo a sua volta. Não é que eu sempre fique tentando me safar da burocracia, porque no fim eu sempre acabo fazendo o certo, mas é natural do meu cérebro criar essas alternativas just in case.

Tô falando tudo isso porque eu cai numa situação que no fim eu fiquei pensando como homem é trouxa. E depois fiquei pensando se não era eu que tenho essa mente muito louca e neurótica...

Cai no clássico "não falei que tinha namorada porque ela está longe e estamos brigados" e "terminamos, mas ela ainda acha que vamos nos encontrar".

Vamos combinar que a internet é livre e brasileiro, desde a época do orkut, sabe do valor de um perfil fake. Como é que alguém que tem high stakes me faz um perfil num app de relacionamento com seu perfil oficial, me diz? Tava lá, pra qualquer um ver, onde ele trabalha e as conexões, com fotos bem nítidas. Sério, não dava nem pra mentir que não era ele, que fizeram uma conta pra sacanear. ERA ele.

Na verdade, agora que me dou conta, já dei de cara até com conhecido, comprometido, nesses apps, com perfis mais do que reais oficiais... Sério, a homarada se acha mesmo tão invencível? Que tem essa lábia toda? Ou só são muito ingênuos, noobs e afins?

Só sei que fiquei me perguntando por que é que antes de tudo, a pessoa não criou uma conta fake? Como é que em pleno 2017 as pessoas não se dão conta desses pequenos detalhes? Literalmente NÃO CUSTA NADA criar um e-mail fake pra abrir uma conta fake!!!

O pior mesmo é que depois de descobrir a história da namorada, vi que ele criou outra conta, agora fake (mas as fotos tão lá, até melhores). FINALMENTE uma decisão mais esperta, né?

Tá precisando se livrar de uma situação? Acho que vou cobrar consultoria pra essas coisas. Garanto sigilo ;)


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that would be me. bye!

oh, canada
sábado, 1 de julho de 2017 at 10:30
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HAPPEE BIRFDAEE, CANADA!!!

Obrigada por ser minha segunda casa,e que venham muitos mais anos de exemplo pro resto do mundo!


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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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