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se redescobrir
sexta-feira, 4 de agosto de 2017 at 12:42
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Talvez 2017 seja um ano de redescobertas. Um ano meu. Diz Susan Miller que em muitas décadas um ano não era tão generoso assim com os librianos. Ainda não ganhei na loteria, e não sei se estou no caminho certo do amor, mas até que tem sido um ano interessante, apesar dos trancos e barrancos que andei passando.

Quem me conhece a mais tempo sabe que eu sempre curti um som eletrônico. Technera, como a gente chamava no "meu tempo". Mas nunca tive muita companhia pra curtir comigo. Meus amigos diziam que a música tinha que ao menos ter uma letra pra cantar junto. Teve até uma vez que a gente foi parar numa balada que só tocava eletrônico e acabou indo embora porque azamigue não suportaram o som puts puts (e a gente foi parar num lugar hipster demais pro meu gosto, passei a noite encostada num canto odiando a troca).

Ai heis que esse ano comecei ele saindo com um cara que adora música eletrônica. Num nível meio too much, mas ok. Ele reascendeu esse meu gosto por batidão (e te contar que é muito mais confortável não ter letras nas músicas do que você estar lá naquele rala e rola e de repente se dar conta que está ouvindo uma música com letra muito errada, hahaha).


O crush passou, mas a música ficou. Nunca entendi muito de música, muito menos de eletrônica, mas eu curto ouvir, acho até bem relaxante. Na pista de dança é quase um transe!

E ai que agora tô saindo com um cara que já foi DJ e curte produzir música eletrônica. Esse ouve um pouco de tudo, mas a gente já ouviu uns puts puts juntos também.

Meu ex era uma pessoa um pouco obcecada demais com música, achava que só ele entendia da coisa e por muito tempo acho que tava com ranço da coisa. Mas é tão bom redescobrir essas coisas que a gente curtia e ficou esquecido na memória... E perceber que continua curtindo! Tava até vendo um pouco da Tomorrowland na Bélgica e bateu quase uma vontade de estar lá. Quase, porque eu não gosto de festivais gigantes e na hora também bateu a preguiça de estar naquele mundaréu de gente, HAHA!

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that would be me. bye!

#beda: eu bedo, tu bedas, elas bedam
quarta-feira, 2 de agosto de 2017 at 16:39
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Vai ter #beda esse semestre? Olha, eu não posso prometer nada, mas que tá tendo #beda já, isso tá tendo, e tá tendo muito!

Como de praxe, siga o link do banner, se não faz parte ainda, peça autorização pra entrar no grupo e conheça muita gente legal e blogs incríveis. E muita gente doida, porque só tendo um parafusinho a menos na cachola pra encarar 31 dias postando sem parar <3

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that would be me. bye!

bem me quer, mal me quer
terça-feira, 1 de agosto de 2017 at 10:30
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Outro dia a Melissa Rauch, que faz a brilhante Bernadette em The Big Bang Theory, anunciou sua gravidez. Mas não foi um anúncio simples, foi um tratado sobre a vontade de engravidar e a dificuldade de manter uma gravidez. Você pode ler o texto aqui.

Obviamente todo mundo sabe que eu não quero ficar grávida. Mas o texto me chamou a atenção porque fala de um tema recorrente nas nossas vidas: querer muito algo, se esforçar pra que acontença, mas as circunstâncias da vida não deixarem.

Cada um sabe daquilo que lhe aflinge. Não adianta tentar relativizar os problemas alheios. Nossos problemas nos importam porque são nossos. Não importa se parecem mais ou menos sérios do que os dos outros; eles nos dóem porque dóem em nós e em ninguém mais.

Pra mim, ela resumiu aquilo que venho sentido há um tempo: eu quero o que eu quero e não importa o que os outros digam. E quando alguém tem aquilo que eu quero não dá pra não questionar porque os outros tem esse direito e eu não. Não é uma inveja pessoal, mas é uma revolta com o universo. O que é que estamos fazendo de errado que não conseguimos atingir o resultado que almejamos?

A Melissa está no caminho certo agora, depois de um aborto espontâneo a gravidez dela parece estar saudável e em vias de ter o melhor resultado possível. Eu continuo na busca da felicidade, mas confesso que me sinto como ela se sentiu antes, com uma certa raiva do universo por não conseguir atingir objetivos mesmo me esforçando muito, bem além da minha zona de conforto.


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that would be me. bye!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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