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android x ios
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014 at 10:00
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Eu nunca entendi essa coisa de u sistema funcionar em um aparelho específico, e só nele. Parece uma coisa forçada, elitista, segregadora. Ou seja, nunca entendi porque ios só roda em produtos apple.

Quuando o android saiu, achei a idéia muito boa. Fiquei triste que a Nokia nunca tenha quisto usar o sistema. Teria sido suscesso absoluto. Bom sistema com ótimo hardwear. Mas não rolou. Ainda usei smartphone com Symbian, mas o sistema ficou osoleto. O celular funciona lindamente até hoje, mas já não acompanha as funções dos demais =(.

Ai foi a hora de buscar um smartphone com um sistema mais avançado. A escolha pelo android foi econômica: como android roda em diversos aparelhos, há mais opções, para todos os bolsos.

Comecei com um simples, pouca memória, mas que não fazia feio. Para um começo, estava bom, mas claro, logo precisei de mais espaço. Com um aparelho que custava algo como uns R$ 500, eu estava bem feliz com o desempenho. Jamais comparei meu aparelho humilde com um iPhone. Um iPhone sempre custou 4x o que eu tinha pago naquele aparelho, não fazia sentido comparar alhos com bugalhos.

Troquei por outro aparelho um pouco melhor. Tela maior, mais memória, processador melhor. Nunca me deixou na mão. Camera honesta... Passei pra frente para um amigo que está adorando.

Resolvi trocar esse modelo intermediário quando vi na mão o Galaxy S4. Já achava o Galaxy S3 lindo e maravilhoso, mas o S4 na mão... É paixão <3. Com uma grana sobrando, finalmente resolvi investir num celular mais potente, daqueles que você acha que é pra vida.

Sei que a adaptação a cada sistema é pessoal, mas eu gosto muito do jeito do android. Peguei super fácil, nunca precisei de manual. E o desempenho dele depende muito do aparelho que você tem.

O que sempre meio que me emputeceu quando esse povo paga pau de Apple. Não tem dinheiro, compra um android podrinho qualquer e depois reclama que o sistema que é ruim. Ruim é você que é pobre de espirito, Não dá pra comparar um android de R$ 500 com um iPhone de R$ 2.000. Se o iPhone não fosse melhor, seria uma bela bosta, não? Agora, um S4 roda lindamente, não tenho do que reclamar e eu pelo menos digo: team android dcriancinha, porque o bichinho responde bem.

Antes que me acusem de nunca ter usado ios, digo que tenho um iPod touch de última geração. O desempenho é muito bom, mas não me acostumo com o jeito do ios. Acho meio burro, sei lá, sempre me irrito de ter que usar app nele. Tenho coisas baixadas, mas no fim, o iPod é um excelente tocardor e mp3, e só. Teria comprado outro nano se eles ainda fizessem no modelo da segunda geração, que é fantástico. Eu não sou anti Apple só sou pró android=).

Alias, tão pro android que depois docelular, ganhei um Galaxy Tab que é meu amor na vida <3. 8 polegadas de pura paixão!

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that would be me. bye!

#diáriodeviagem: perrengue e 24 horas de viagem
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014 at 13:30
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Como falei no post anterior, no dia de ir embora de NYC peguei uma tempestade de verão e os aeroportos de fato fecharam para pousos e decolagens, atrasando todos os vôos. Cheguei no La Guardia no horário que deveria chegar, e no check in eletrônico saiu que meu vôo seria atrasado em umas 04h, o que significava perder a conexão para Winnipeg em Mineapólis.

De bom humor (mas cansada) peguei uma puta fila pra tentar resolver meu caso. Eu não sou burra, eu trabalho com turismo, eu sei que não custa muito me darem uma informação correta e uma solução. Mas não foi o que a supervisora do check in da Delta, aquela VACA da Amanda, fez. Ela só faltou dizer que o azar era meu do aeroporto fechar e que eu que ia me fuder de perder a conexão e não conseguir ir pra Winnipeg no mesmo dia. FILHA DA PUTA!!! Fiquei mega nervosa porque isso não é jeito de tratar passageiro, aquela idiota foi uma grossa e estúpida e se fosse um passageiro meu, ah, mas essa imbecil tava sem emprego e sem um tostão pra contar história >.<

Embarquei puta de raiva, fiquei um tempão esperando o vôo e claro que quando cheguei em Mineapolis perdi a conexão. Mas olha só, o boarding de lá foi um amor. A moça que me atendeu disse que se não conseguisse embarcar no vôo seguinte (que estava até overbookado) não tinha problema porque a cia aérea pagaria por acomodação, transporte AND alimentação. E me deu um voucher pra tomar um lanche enquanto esperava. OLHA SÓ QUE DIFERENÇA! Amanda, aquela mal comida cagada de NYC >.<

Fiquei umas 05hs esperando o próximo vôo e realmente deu overbooking e uma mulher se voluntariou para ir no vôo do dia seguinte. Quando o embarque fechou, nos deram os vouchers e nos encaminharam pro hotel em St Paul (cidade vizinha). Até perguntaram se eu queria minhas malas, mas àquela altura, o que eu queria era cama. Tanto que quando chegamos, só consegui ir dormir, nem comi, mesmo faminta!

No dia seguinte, acordamos super cedo e voltamos para o aeroporto. Dessa vez, vôo tranquilinho, tinha até 02 assentos pra mim=).

A chegada e o primeiro dia no Canadá conto no próximo post =). Só alegria! <3

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#diáriodeviagem: 24hs em nyc
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014 at 10:30
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Depois do show em Camden, eu cheguei a cogitar passar 01 dia na Philadélphia. Pesquisei o que fazer lá e cheguei a conclusão de que não queria fazer nada em Philly, além de comer Philly Cheese Steak. E todas as resernhas sobre a cidade falavam de passeios de um dia inteiro a partir de Nova York. O que quer dizer que NYC fica perto de Philly. Pesquisei e cheguei a conclusão de que seria uma viagem tranquilinha e que poderia passar esse dia na Grande Maçã, que eu amo tanto <3

Praticamente tirei só um cochilo e acordei cedissimo pra pegar o bus pra NYC. Com tanta ansiedade, nem dormi, mas a viagem foi relativamente curta. Chegamos e nem sabia em que estação estava. O que acarretou em eu pegar um taxi pra subir só 02 quadras, HAHAHA!


Escolhi ficar num hotel dessa vez porque queria boa localização e conforto. Optei pelo Milford Plaza, um hotel que todos os brasileiros recomendam. Entendi que era pela localização, bem atrás da Times Square, mas realmente, é um lugar onde você encontra só brasileiro!! O hotel é enorme, são uns 06 elevadores, uns 20 apartamentos em cada andar e uns 30 andares!!!

Cheguei bem cedo e o check in foi tranquilo, apesar da quantidade de gente no hotel. E até me deram de cortesia um early check in! Subi e quase não consegui entrar no quarto porque o cartão não funcionava. Troquei e continuou não funcionando!! Mas por sorte o housekeeping tava no andar e me ajudaram. Tinham um macete na porta pra abrir que só peguei quando já estava indo embora...

Me arrumei e fui pimpona descer 19 andares. Quase não consegui!!! O hotel é gigante e o elevador fica lotado! Sem brincadeira, passaram uns 10 elevadores até conseguir descer com um (porque ele também não funciona se estiver com excesso de peso).

Primeira missão do dia: comprar o Macbook do Marcel. Ele me pediu, me deu tudo certinho e achei melhor ir comprar logo e me livrar do peso. Fui no da 5ª avenida, e claro que antes passei na FAO pra dar uma olhada nos brinquedos, hihi...

Na Apple, pra variar, uma multidão de gente. Foi um parto conseguir um Genius maldito pra me atender. Nem quando falei que queria só saber se eles tinham o maldito computador pra eu já levar >.< E ainda no fim me arranjaram um que ficou dando em cima de mim... Eu mereço!!

Voltei pro hotel e me refresquei, porque tava nublado mas tava quente e dei uma boa andada. Já era hora do almoço (cedo, mas era!) e resolvi caçar um lugar pra comer. Resolvi experimentar finalmente o Bubba Gump, inspirado no filme ("Forrest Gump", pra quem não sabe...), onde nunca consegui ir. Sozinha, poderia escolher qualquer prato do cardápio e foi o que fiz: mandei um snow crab. Sou vidrada em crustáceo e sempre quis comer um carangueijão <3 Fora que a última vez que comi carangueijo na vida foi em 2002...

Comer caranguejo, qualquer que seja, nunca é uma tarefa limpa e fácil. A panelinha chegou com o monstrinho morto dentro, um garfinho e um alicate. Além de uma grande porção de fritas on the side e um belo copo de refrigerante, gigante para aguentar a maratona.


A casca do snow crab não é tão rigida quanto a do caranguejo de mangue que estava acostumada a comer. Por um lado é bom, porque não espirra gordura pra todo o lado pra tentar quebrar, mas por outro é ruim porque quando a casaca não cede, ela não cede mesmo! E o garfinho não tava ajudando, não era fino o suficiente, e obviamente o restaurante não tinha hashi pra eu tentar puxar a carne de dentro (é, eu pedi e deixei como sugestão).

A carne é bem saborosa, tem aquele gosto bem gostoso de caranguejo. O tempero é bem simples, acho que para não roubar o sabor do bicho (meu primo faz o melhor molho de caranguejo ever, mas também é o mais apimentado). Passei umas boas 02h tentando domar o bichinho, vi várias mesas passando, mas valeu a pena: comi todas as patas. Inclusive, meu caranguejo era especial e tinha TRÊS pinças, haha!

Sai de lá quase sem rumo. Quase. Peguei o metro e fui pro Downtown ver se achava a tal da camera que eu queria. Nem tinha dinheiro, mas queria pelo menos olhar pra ela. No fim, a B&H não tava mais onde eu achava que estaria e passei na J&R mas também não achei a camera. Claro, parei no Starbucks mais próximo, pedi um chá e usei a internet. E me refresquei do verão novaiorquino, porque, olha, tava fácil não!

Fui dar uma volta na Broadway ver se achava umas encomendas e promoções. Poxa, a MNG era bem mais legal lá no shopping Eldorado!! Na Zara também não tinha nada (a de DC parecia mais interessante) e na Pink não achei o sutien que eu queria.

O jeito foi então partir pra Khiel's, na 3ª com a 13ª, na esquina do pé de pêra. Sempre quis ir lá, desde que conheci a loja do Iguatemi. A loja é uma graça e bem grande. Tem de tudo, dá vontade de levar a loja toda!! Mas me comportei e levei meu shampoo e condicionador e um creme pras mãos pra minha mãe. Perto tinha ainda uma Ricki's, uma loja incrível de cosméticos que me deixa louca. Por sorte não achei o tal do Miracurl (pra fazer cachos no cabelo) e a palheta de cores do verão pra esmalte não me agradou tanto, então levei só uns 4 vidrinhos de esmalte, hehe.

Voltei pro hotel pra deixar as compras (rolou uma compra de encomendas) e aproveitei pra me referscar um pouco de novo. Quando sai, já estava noite, e eu também já estava com fome. Resolvi ir pra Times Square passear e ver luzes. Na verdade queria passar na Forever 21, haha! Ainda bem que andei, andei, e não me apaixonei por nada.

Como acordei muito cedo, logo estava com sono. Resolvi ir jantar por ali mesmo e decidi experimentar o Olive Garden. Não é uma experiência gourmet, é só uma... Experiência americana. Como estava sozinha, fiquei no bar no terreo mesmo e pedi um refri com umas bruschettas com camarão. Confesso que escolhi mais por causa dos camarões do que por qualquer outro motivo, huahua! Tava tão cansada que quase não consegui terminar o prato sem cair com a cara nele.


Voltei tão cansada pro hotel que tudo que consegui fazer foi capotar de sono. O quarto não é enorme, mas é bonitinho e tem uma cama bem da gostosa.

No dia seguinte, acordei bem ansiosa pra ir pro Canadá. 5am e eu estava de pé acordada! Fui tomar um bom banho e arrumar a mala. Juro que não fiz muitas compras e parecia que não ia mais caber nada na mala!!

Enquanto arrumava minhas coisas, fui assistindo a tv. Naquela hora só tinha noticiário, principalmente do tempo, e havia aviso de tempestade. Como brasileira, uma tempestade não significa muito pra mim. Falavam em fechar aeroportos e eu nem tchuns. Deu a hora do comércio abrir e sai feliz pela rua.

Na minha reserva tinha café da manhã incluso, e eu fui serelepe perguntar como isso funcionava. Descobri que esse café da manhã incluso na diária sequer era dentro do hotel! Fui checar o lugar e era bizarríssimo, sai correndo pro Starbucks mais perto >.<

Fui no Starbucks do Marriot e descobri que dava pra roubar o wifi do hotel, fiquei na passagem coberta um tempinho, esperando meu chá dar uma esfriadinha, e checando os últimos acontecimentos online. A chuva apertou e tive que comprar uma daquelas capa-saco de chuva pra sassaricar pela cidade.

Passei na Aeropostale e estava com promoção boa. Fiz umas comprinhas e, muito nada espertamente, na chuva, de sacola, resolvi dar um pulo no Rockefeller center. A pé.

Óbvio que só consegui chegar lá. Ensopada. De saco cheio. Tive que dar um tempo por lá pra ver se a chuva diminuia, mas que nada. A previsão estava certíssima e a chuva foi virando tempestade.

Voltei semi ensopada pro hotel, não dava pra fazer muita coisa. Fiquei vendo tv e guardando as últimas coisas na mala. Peguei um taxi e fui pro aeroporto e... Acho que o perrengue merece um post a parte.

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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