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segunda-feira, 23 de abril de 2018 at 10:30
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filmes favoritos x filmes da vida

Esses dias me peguei categorizando os filmes que mais gosto e percebi que tenho 2 listas: a dos filmes favoritos, e a dos filmes da vida. E nenhum filme aparece nas 2 ao mesmo tempo.

Meus filmes favoritos são aqueles que eu posso assistir a qualquer hora, que eu vou falar pra qualquer um que eu amo, que são os filmes que me fazem felizes quando eu os assisto.

Já os filmes da minha vida são filmes que mexeram comigo, que me fizeram sentir algo, que me fazem pensar sobre a vida (e que não necessariamente estou pronta para assistir a qualquer momento).

Meus filmes favoritos (ou a trilogia Richard Curtis / Hugh Grant)




Quatro casamentos e um funeral (1994) - Meu primeiro filme do Hugh Grant, que me fez me apaixonar pelo ator e por Londres <3. Conta a história de como Charles se apaixona por Carrie e tem então seu coração despedaçado por ela enquanto se encontram em 4 casamentos e 1 funeral. Peak Hugh Grant! Na época que foi lançado foi uma surpresa, porque os filmes ingleses estavam relegados a filmes de arte ou filmes de época, "Quatro casamentos" veio e mudou isso, colocou os atores ingleses no mapa de Hollywood e deu uma carreira incrível ao Hugh Grant.


Um lugar chamado Notting Hill (1999) - Eu esperei ANOS por esse filme, desde que foi anunciado que o roteirista de "Quatro casamentos" faria outro filme que estrelaria Hugh Grant! Anna Scott é a estrela mais famosa de Hollywood, e num acaso do destino, se envolve com William Thacker, um pacato dono de uma livraria em Notting Hill. Se tem um filme que me enche de esperança (não sei em que), é esse! Mais um pra minha obsessão londrina (sim, fui até a casa da porta azul em Notting Hill!). Também firmou Richard Curtis como o roteirista queridinho das comédias românticas. Notting Hill foi o segundo maior filme daquele verão, só perdeu pra Matrix (que era um filme feito para ser um blockbuster de verão)!



Simplesmente Amor (2003) - Mais uns anos se passaram e Richard Curtis tomou coragem pra escrever e dirigir a comédia romântica das comédias românticas (ele disse que queria escrever sobre todas as histórias de amor que ele tinha em mente). Nas semanas que antecipam o natal, o filme conta várias histórias de amor em Londres, entre dublês de corpo, entregadores de catering e até o premier inglês, que culminam na noite de natal. Um filme que nos deu muitas cenas icônicas, como a cena das plaquinhas, Hugh Grant dançando, uma criança arrasando cantando "All I want for Christmas" e um dos primeiros filmes grandes em que o Rodrigo Santoro tem falas! Sem contar no elenco estreladíssimo, que conta ainda com Colin Firth, uma Keira Kneightley novinha, Liam Neeson e até o Mr Bean! É um filme sobre o amor, sobre esperança, sobre coisas boas. Impossível assistir e não sentir o coração quentinho com o discurso do aeroporto <3

Filmes da vida (que me fazem sentir sentimentos!)


Encontros e Desencontros (2003) - Assisti esse filme pra faculdade uns meses antes de sequer imaginar que um dia pisaria no Japão. E então eu pisei, e tudo fez sentido. Bob é um ator meio esquecido de Hollywood que está em Tokyo para um trabalho e Charlotte é uma moça recém casada que acompanha o marido numa viagem de negócios. As vidas deles se cruzam no bar do Park Hyatt e durante algumas noites insones, eles acham conforto na companhia um do outro numa cidade que é tão estranha. Talvez esse tenha sido o primeiro filme "parado" do qual eu tenha gostado na vida. Um filme tão... Delicado. Talvez o primeiro com o qual eu tenha me identificado tanto, por falar da solidão de estar num lugar onde a gente não pertence e não consegue pertencer. Ainda assim, um dia ainda terei dinheiro para me hospedar no quarto em que eles passam tanto tempo no filme!



A árvore da vida (2011) - Fui ver no cinema apesar de todas as críticas que diziam que era um filme parado, arrastado, chato mesmo. Até hoje eu não sei explicar sobre o que é esse filme. Sobre a vida? Sobre uma família? Sobre o universo? Acompanhamos essa família ordinária, que passa pela guerra do Vietnã, e toda a evolução do universo, do Big Bang, aos dinossauros, ao momento atual. E ainda assim, poucos filmes me impactaram tanto quanto esse. Chorei muito quando vi no cinema, fiquei atordoada pensando nele por muitos dias e até hoje me emociono quando penso sobre ele.



O noivo da minha melhor amiga (2011) - Quando resolvi assistir esse filme achei que seria uma ótima comédia romântica, mas só. Rachel é a garota certinha e boazinha, mas que não se acha muita coisa. Deixa o crush da faculdade para a melhor amiga de infância, porque é isso que Darcy faz, Darcy sempre consegue o que quer, não importa o que os outros pensem. Mas ninguém contava é que Dex, esse crushão da porra, também fosse apaixonado por Rachel. E isso tudo acontece naquele momento de dúvida - a aproximação do casamento e os 30 anos de Rachel. Eu não estava preparada para ter o meu retorno de Saturno jogado com toda a força do créu 5 na minha cara numa história. No filme Rachel tem um momento "meus 30 anos", mas acho que no livro isso é mais explorado. Esse momento de dúvida sobre nós mesmas, sobre os nossos sonhos e nossa realidade. E bem, ajuda que no filme o Dex é essa maravilhosidade do Colin Egglesfield <3.


Me chame pelo seu nome (2017) - Quem me acompanha no Twitter sabe que estou obcecada por esse filme desde o lançamento aqui no Brasil. Num verão na década de 1980, Oliver passa um verão como pesquisador convidado na casa de veraneio dos Pearlman, na Itália, onde se torna a luz dos olhos de Elio, o filho adolescente do professor. Oliver é mais do que uma paixonite de Elio, ele é a epitome dos desejos do menino. Com atuações primorosas, um roteiro adaptado belíssimo, uma direção impecável, #cmbyn é um filme languido, pra ser saboreado a cada mordida. Fala sobre desejo, sobre antecipação, sobre paixão, e principalmente, sobre sofrimento. Não importa que seja um romance entre 2 caras, a história tem algo pra todo mundo que assista o filme. A primeira vez que vi no cinema, sai destruída, como se tivessem arrancado meu coração do peito e feito picadinho. O livro vai além, e consegue ser ainda mais triste. Mas seguindo o famoso discurso do Professor Pearlman, não devemos tentar apagar a dor, pois com ela apagamos a alegria que sentimos anteriormente, e então, apesar do coração partido do fim do filme, assisti outras vezes porque afinal a história de Oliver e Elio é uma linda história de amizade, desejo e amor. E, afinal, quem nunca teve um desses "amores de verão que não sobem a serra", né?

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sexta-feira, 13 de abril de 2018 at 23:57
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#euvi: love, simon

Meses depois e ainda to apaixonada por #cmbyn. Acompanho sim a tag no Twitter, e como ainda tá em lançamento em várias partes do mundo, vira e mexe tem coisa novas (como fotos maravilindas dos bastidores ❤️).

Foi assim que descobri esse outro filme sobre o primeiro amor de um adolescente, "Com amor, Simon", baseado no livro "Simon e a agenda homo sapiens" (Simon and the homo sapiens agenda). Na verdade eu tava com um pouco de ranço porque muitas coisas que eu li era em comparação a "Call me", fãs contra fãs e isso geralmente me dá preguiça.

Mas ai esses dias eu não tava fazendo nada mesmo e resolvi ir ver no cinema.


Simon é um aluno do último ano na escola. Branco, não afetado, bom aluno, bom filho, bom irmão, família bem funcional, classe média, elite intelectual. Basicamente o retrato do privilégio americano. Mas ele é gay enrustido. 

Na comunidade deles, rola uma coisa meio "Gossip Girl", com um tumblr (blog é coisa de millenial, afs) com os segredos da escola revelados. Um belo dia, surge uma confidência anônima de outro garoto enrustido, com quem Simon começa uma relação com e-mails fakes. Tudo vai bem, até que claro, alguém descobre essa correspondência e começa a chantagea-lo.

O filme é bem adolescente, rola varias inseguranças e trapalhadas, mas nada grave.

Em comum com #cmbyn, só o fato do protagonista ter 17 anos. E realmente é só. Elio explora muito mais a sua sexualidade e o seu desejo, sua preocupação nunca foi sair do armário. Para Simon, isso é um grande PROBLEMA. Que só ta na cabeça dele. Simon se mete em um monte de confusão com essa coisa de não querer sair do armário, envolve os amigos e brinca com os sentimentos de gente que ele diz amar. Claro que nada e muito grave, porque e um simples filme adolescente, mas cria desentendimentos desnecessários.

Também falaram do discurso da mae, mas desculpem, que discursinho fajuto em comparação a obra literária que e o magnífico discurso final do Mr Pearlman! E até um insulto ao Andre Aciman essa comparação!

Guardadas as devidas proporções, não encare os filmes como iguais, porque um não tem nada a ver com o outro. "Call me by your name" e um filme de arte sobre a descoberta do desejo, o amor e um coração partido. "Simon" e um filme de high school que por acaso tem um protagonista gay.


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segunda-feira, 9 de abril de 2018 at 21:13
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a girl's gotta do what a girl's gotta do

Quem me conhece sabe que sou bem teimosa. Que quando boto uma coisa na cabeça, vou lá e faço. E se duvidarem de mim, vou e faço duas vezes, pra esfregar na cara e deixar bem claro que não é pra duvidarem de mim.

O que não quer dizer que nem tudo que eu quero fazer é algo assim, legal. Ou que eu faria em outras circunstancias. Tem aquelas coisas que a gente simplesmente tem que fazer, não adianta ficar discutindo. A girl's gotta do what a girl's gotta do.

Então, quando a data limite se aproxima, aquele misto de animação por finalmente por a mão na massa e o terror das coisas acontecerem se encontram no meu estomago e eu acho que eu queria só acordar daqui uns muitos meses, quando tudo passasse.

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quinta-feira, 5 de abril de 2018 at 23:14
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e se... ?

A gente não deve viver a vida em condicional, esperando que a vida dê uma virada mágica, mas eu gosto de parar as vezes e imaginar uns "e se".

Geralmente faço isso com a minha mãe, imaginando como a vida seria se meu pai ainda fosse vivo. Não de ficar imaginando o caminho que a vida poderia ter dado, mas as coisas cotidianas que ele faria se fosse vivo nessa era tecnologica.


Meu pai era uma pessoa curiosa e bem entusiasmada com avanços tecnológicos nos utensílios do nosso dia a dia. Como ele morreu em 2002, não viu muito das coisas que a gente usa hoje em dia e já não consegue se imaginar sem.

Um dos sonhos de consumo dele era ter um home theatre. Na época, como a gente estudava, não dava pra entreter certos luxos, mas tenham em mente que a gente sempre morou num apartamento de menos de 90 metros quadrados!!! Toda a vez que ele começava com essa ideia, a gente tinha que lembra-lo que o apartamento nem comportaria uma tv grande com um som potente. A gente correria o risco de ser despejado do prédio!

Mas se meu pai fosse vivo hoje, com certeza ele teria o tal home theatre. Testaria o som com todo o tipo de programa: de filmes a documentários do Nat Geo. Shows de rock, de edm, programas de culinária e arte francesa. Passaria horas configurando o som. E ai de quem mexesse!

Com um sistema tão bom, não perderia nenhuma novela. Infelizmente a novela da Band, por exemplo, passa na hora do JN, senão ele veria até as novelas turcas. Meu pai realmente prestava atenção nesse tipo de coisa, sabia comentar e analisar cada uma!

Também assistiria vários programas de culinária. Coitada da minha mãe, porque com certeza ele se acharia o mestre cuca e explodiria a cozinha. Meu pai as vezes não tinha a menor noção de como se comportar numa. Mas uma vantagem é que ele se empolgaria e compraria os melhores eletrodomésticos, panelas e acessórios.

Assistiria todos os programas de transformação de casas e derrubaria paredes, pintaria paredes, redecoraria a casa toda. Deixaria minha mãe louca.

Também teria os últimos eletrônicos. O melhor laptop. O último iPhone. Smart watch. E todos os aplicativos, inclusive os de joguinhos. Solicitação de Candy Crush é o que não faltaria no meu e-mail...

Meu pai também era um contabilista muito melhor do que minha mãe jamais será, então ele teria dinheiro pra viajar. E ficaria até emocionado de descobrir o preço das camisas polo que ele tanto gostava lá na gringa. Alias, preço de tudo, né, da bala até o tal do iPhone de última geração.

Ma eu também teria uma companhia pra tomar vinho tinto todas as noites. E jamais voltaria a morar em casa, porque a gente não foi feito pra conviver mais do que um fim de semana inteiro por vez.

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quarta-feira, 4 de abril de 2018 at 22:34
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em defesa de armie hammer (em #cmbyn)

"Call me by your name" já se tornou um dos meus filmes favoritos da vida. Acompanhei fervorosamente a temporada de prêmios por causa desse filme e de todos os envolvidos e me deliciei com cada nova entrevista de cada um.

Timothee Chalamet e Michael Stulbarch realmente roubaram cenas com momentos edificantes durante o filme, e Luca Guadagnino consegue fazer qualquer um se apaixonar por qualquer coisa sobre a qual ele estiver falando, mas, depois de uma matéria muito da azeda que o Buzzfeed publicou sobre a carreira do Armie Hammer, poucas pessoas se deram ao trabalho de expressar o quanto o trabalho dele nesse filme também é espetacular.

Pela natureza da narrativa, não conhecemos muito sobre o personagem dele, Oliver. é natural, a história é contata do ponto de vista de Elio, e o que vemos de Oliver é o que quer que seja que Elio vê, então existe essa limitação no entendimento do personagem Oliver. E ainda assim, com tão pouco, Armie Hammer consegue comunicar tanta coisa!


Durante boa parte do filme a gente só observa Oliver passear pela casa dos Pearlman. É como se fossemos Elio, só admirando esse cara alto, lindo e confiante bailar pela vida na nossa frente. Nada parece abalar esse "muso". E então a perspectiva começa a mudar um pouco, após uma tarde de chuva em que a famíla Pearlman discute um trecho de Heptamerão, em que um humilde cavalheiro debate se deve revelar seus sentimentos a uma nobre donzela. Enquanto Elio casualmente conta sobre essa discussão, observamos a cena da perspectiva de Oliver, com a camera filmando Armie Hammer em primeiro plano, de costas para Timothee Chalamet. Oliver está absorto em pensamentos, debatendo internamente o significado dessa passagem em sua própia vida, "is it better do speak or die?" e podemos ver nitidamente em cada expressão do rosto de Armie Hammer exatamente o que se passa. Tem que ser muito bom pra conseguir passar tanto sentimento sem uma linha do script, e essa é uma das minhas cenas favoritas!


Depois da primeira noite, apesar da felicidade de ter dormido com Elio, Oliver tem receio de que algo dê errado, porque ele sabe que Elio nunca experimentou nada do tipo antes. De fato, Elio acorda estranho, e vemos Oliver sentir alegria, receio e medo em um pedacinho pequeno da cena, mas que diz muito do personagem. É um momento do Armie Hammer atuando com nada, ninguém, só com a camera! Adoro quando chega nessa parte pra ver as caras que ele faz, até o sorriso que ele dá quando eles decidem ir nadar não é o mesmo sorriso de sempre e ele consegue fazer a gente sentir tudo com maestria!


Elio é um adolescente muito confuso que só manda sinais contraditórios, mas Oliver sabe que tem que descubrir o que é que existe lá no fundo. Quando eles chegam de volta e cada um vai pro seu quarto, vemos Oliver arquitetar o próximo passo, da dúvida até a certeza do que deve fazer. Adoro esse close no Armie Hammer, é exatamente como a gente faz quando dá aquela luz na nossa vida sobre algo que está nos importunando! E é uma cena que não tem ninguém mais, é só ele mesmo no comodo!


Essa é a cena preferida do Timothe Chalamet de Armie Hammer no filme. Ele sempre fala que Luca queria que ele expressasse um turbilhão de sentimentos naquele momento n escuro e que acha que essa cena é uma das obras primas do cinema. Tenho que concordar com Timothee, Armie arrasa comunicando a antecipação da dor da despedida enquanto Elio dorme ao seu lado.


Coloquei essa foto como um bônus porque acho que o Armie tá lindo nela, hahaha! Na verdade, acho essa cena engraçadinha,  Professor Pearlman está falando sobre a sensualidade das estátuas masculinas do slides que está mostrando para Oliver, e Oliver desconfia que o professor sabe muito bem o que se passa no íntimo de seu convidado. É comoo se ele dissesse "sério???"


Espero que apreciem a qualidade do trabalho desse ator maravilhoso. Mas claro, pode apreciar essa beleza também,porque o que é bonito é pra olhar mesmo XD

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terça-feira, 3 de abril de 2018 at 23:23
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noveleira, eu?

Minha mãe nunca foi noveleira. Mesmo as novelas que ela diz ter acompanhado, ela só viu uns pedaços, o suficiente pra entender o enredo. Já meu pai era super noveleiro, mas não tinha tempo de ficar pendurado na tv. Quando ele se aposentou, sentava na sala as 17h30 e via de Malhação até o fim da novela das 21h e sabia comentar todas!

Eu sou meio como minha mãe, até porque a minha geração já era mais seletiva com as novelas que acompanhava (Malhação surgiu de uma necessidade de engajar os jovens do meu tempo), mas nem seriado eu tenho muita paciência de acompanhar sempre. Porém também sofro do problema que se perco um episódio, largo mão porque fico perdida e me irrito, hahaha!

Vira e mexe tem alguma novela que me chama a atenção e eu tento assistir, mas eu sou meio que um mau agouro: quase toda novela que gostei muito flopou, haha!


A chamada de "Orgulho e Paixão" me chamou a atenção de cara porque era óbvio que seria uma releitura de "Orgulho e Preconceito", um dos meus livros favoritos da vida.

Sendo muito cética, tinha muito medo de que deturpassem a estória, que as adaptações descaracterizassem os personagens. E no começo, na primeira semana, foi bem difícil ver tantas mudanças numa história que eu conheço tão bem (desde os 15 anos eu releio esse livro, ou em inglês ou em português, pelo menos 1x por ano!) e acho que só acompanhei pra dar pitaco em cada segundo da trama.

Mas depois de uns 10 dias, tenho que tirar o chapéu para os roteiristas. Verdade que deixei de esperar que a novela seja uma adaptação fiel de "O&P" e aceitei que eles se isnpiram bastante no livro mas que a novela é uma nova história. Além do que, não é só em "O&P" que eles se inspiram e também estão mesclando "Emma" (que é inspiração do filme adolescente da minha geração, "Patricinhas de Beverly Hills") na história.

Para que não acompanha nada de novela, ela conta a história de uma família com 5 filhas no vale histórico do café na década de 1920. Dá pra ver os primeiros capítulos na integra aqui (depois dá pra ver a maior parte picotada em pequenos videos, se você não for assinante da Globo).

Em geral eu vejo muito pouco de tv aberta, mas essa novelinha das 18h, pra quem gosta de uma coisa mais levinha pra espairecer, vale a pena ;)

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segunda-feira, 2 de abril de 2018 at 17:34
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here we go again

Beda que começa num dia da mentira é sacanagem! Em quem devo confiar?

De qualquer maneira, prefiro achar que o beda serve pra exercitar a escritta, independente de conseguir postar os 30 dias direitinho. E, bem, já comecei atrasada. Contempli postar ontem, mas... Quando vi já era mais de meia noite, hehehe...

Boa sorte para todos aqueles que se desafiarem a criar conteúdo de qualidade pra postar todos os dias até o fim do mês, Tô aqui torcendo e tentando postar o máximo possível também!


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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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