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quarta-feira, 30 de maio de 2018 at 10:00
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voa, voa aviãozinho: 24h no ar, sala vip na terra

A aventura comecou!!! Quinta-feira passada embarquei com destino a terra do sol nascente... E ao resto do mundo! Mas claro, não sem antes uns percalços.


Começa que toda vez que resolvo viajar, o dólar explode. Por sorte, dessa vez, fiquei só na compra de yen, que estava bem estável. Mas ainda assim, esse cenário de incerteza econômica nunca é muito bom.

Aí, já que a subida do dólar não foi suficiente, veio a crise do abastecimento poucos dias antes de eu embarcar e eu quase achei que ia ter que ir a pé pra GRU! Minha mãe me fez sair de casa muito mais cedo do que o normal por medo de trânsito na estrada e até falta de combustível!

Almocei 11h no dia do embarque, pra pegar um ônibus saindo da roça as 13h. Os ônibus estavam desviando pela Carvalho Pinto pra evitar qualquer paralisação no caminho e com isso chegamos na hora normal, ou seja, cedo pra caramba!

As coisas no aeroporto são meio caras, ne, e uma vez me surpreendi de descobrir que até o Starbucks é mais caro lá! Como eu tenho cartão fidelidade, acumulei pontos pra tirar bebidas grátis lá. Sabiam que dá pra comprar até água com pontos? Hahaha! Foda que não tinha meu chá na loja em que paramos =(

Ficamos um tempão esperando pelo check in e mais um tanto pelo embarque. As últimas horinhas com mamys por um tempo indeterminado! É muito estranho pensar nisso, porque nunca não tive data pra voltar...

O cara do check in foi simpático, mas poxa, nem pra me dar um upgrade? XD O vôo estava lotado... Ou é todo mundo fugindo ou a crise só fode pobre mesmo... E o mesmo cara me embarcou, foi simpatico de lembrar de mim!


Antes do embarque fui com mamys no Carl's Jr. Ela tem essa coisa de passar meio mal com qualquer hamburguer, mas esse ela experimentou quando meu irmão embarcou e foi aprovado! Fora que ali dentro é uma das alternativas mais em conta...

A minha sorte nesse vôo foi que não tinha ninguém no assento do meio e foi bem mais confortável de voar com esse tanto de espaço. Rolou até um cochilo! Também acabei assistindo "I, Tonya" pelo entretenimento de bordo e foi divertido.

Estava um pouco apreensiva pela imigração no Canadá porque não sabia como seria essa coisa de visto eletrônico, mas no final o maior problema foi achar o lugar certo de fazer a imigração mesmo, haha! Em Toronto eles têm portões específicos pra quem tá lá só pra conexão em que a gente só passa numa máquina, é muito rápido!


O terminal internacional não é muito grande, mas já tinha pesquisado sobre uso de sala vip e depois de uma voltinha rápida, fui lá pagar pra passar meu tempo numa poltrona confortável, num ambiente quieto, com comida e bebida a vonts e... Uso de chuveiro!!! Eu não sei vocês, mas poder tomar um bom banho entre vôos tão longos é uma benção! Das outras vezes sempre chegava acabada no Japão, me sentindo imunda. Poder tomar esse banho foi im presente, fora que ajudou a ficar desperta até o próximo vôo.


Tanto em GRU quanto em YYZ parece que só esperaram eu chegar no portão pra começar o embarque! E olha que nem entrei tão em cima da hora assim!

Nesse vôo não tive a mesma sorte de viajar com espaço, mas pelo menos o cara do meu lado foi bem simpático e conversamos um pouco, enquanto comiamos ou então só esperávamos o tempo passar mesmo.

Deu pra cochilar sim, e aproveitei pra editar uns vídeos. Longe de mim querer ser YouTuber, mas quando vejo vídeo de viagem sinto que gostaria de ter esse tipo de memória das minhas, e também porque assim dá pra mostrar as coisas melhor pra minha mãe =)

A chegada em Haneda foi bem tranquila. Nunca tinha chegado nesse aeroporto,e gostei bastante. Como tenho visto de residente, passei por uma fila especifica e já sai com meu cartão de estrangeiro. Muito melhor pra carregar do que o passaporte (sempre tenho medo de perder quando saio com o meu).

Claro que minhas malas foram as últimas da esteira =/ E como estava com muita mala (no fim, escolhi voar pela Air Canada por ser uma das únicas cias que ainda permitem bagagem de 32kgs e minhas malas simplesmente não tinham espaço pra tanto peso e acabei pagando item extra) o cara da alfândega ficou perguntando porque eu tinha tanta mala e me fez abrir uma delas pra ver que só tinha roupa.

O plano era ja despachar as malas maiores pra casa do meu irmão do aeroporto usando um serviço chamado Takyubin (ta-q-bin), o que foi super fácil porque logo no desembarque já tem um balcão da JAL ABC pra fazer isso, com gente falando inglês. Minhas malas tinham em torno de 25kgs cada e o total pra despachar as duas ficou menos de 5mil ienes, e chegou no dia seguinte pro meu irmão.

Logo na saída também ja tem o monorail que leva pra Tokyo. Sabe aquilo que o picolé de chuchu imprestável deveria ter feito pra GRU? Pois aqui é uma realidade (em Narita também). Comprei meu Suica (que é tipo o bilhete único dos trens) e embarquei rapidinho. Escolhi um air bnb bem na estação final do monorail, e a viagem não levou nem 15 minutos ;)

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quinta-feira, 24 de maio de 2018 at 08:30
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sayonara! au revoir! see you!

Quando este post for ao ar... Eu já estarei no ar! No avião! Rumo ao Japão! Eu não quis dar muitos detalhes nas redes nem aqui por motivos de segurança. Infelizmente tem gente mal carater que ainda acha que quem vai pro Japão vai pra ficar milionário, e a verdade é bem outra: a gente vai pra ralar pra caralho e não volta com muita coisa.

Como alguns sabem, meu irmão já está lá, ele ficou um tempão desempregado e pra poder pagar as contas, ele se submeteu a essa vida de chão de fábrica. Eu fui demitida no fim do ano passado, e então resolvi ir porque infelizmente a minha profissão não é reconhecida, a gente rala pra caralho, se prepara muito, pra ganhar mixaria, e ficando no Brasil eu nunca ia conseguir juntar dinheiro pra realizar meus sonhos.

Quem me conhece sabe que eu nunca gostei de ir pro Japão trabalhar, sofri um monte das vezes que fui, mas quando a gente põe um sonho na cabeça, tem que se submeter ao que for pra conseguir realizar. E eu nunca fui de desistir diante de um desafio!

Espero conseguir postar com alguma frequência pra contar um pouco das agruras e até fazer uns vídeos pra mostrar as coisas interessantes da vida no Japão, então quem quiser, pode continuar seguindo aqui, no blog de viagem e no YouTube ;)


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terça-feira, 15 de maio de 2018 at 10:30
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minha festa de despedida

Nessa vida eu já fiz algumas festas de despedidas. Das pequenas (quando fui pra Disney por 3 meses) às grandes (quando não sabia quando voltaria da Inglaterra).

Agora a coisa tá mais séria. Eu tô indo, pela primeira vez na vida, com uma passagem só de ida, sem data pra voltar, literalmente!


Fui dizer au revoir pros meus amigos no "Quintal do Espeto", um lugar muito prático: rodízio de espeto com comanda individual. Tem todo tipo de espeto, agrada carnívoros e veganos, tem de suco a cerveja e outras bebidas misturadas e rola até uma música ao vivo. O couvert é bem amigo, só cincão. Os únicos contras é que é cheio de família, é enorme e as vezes o som é meio alto. E a menos que tenha um aniversariante no grupo, não dão VIP e nenhum agrado =(

Mas o que importa é que meus amigos foram e fizeram do meu último dia em São Paulo um dia especial, cheio de amor e carinho <3


Não tirei foto com todo mundo, infelizmente, o que só gera mais desculpa pra irem me visitar lá do outro lado do mundo ou pra onde quer eu vá!


Eu tenho amigos maravilhosos, mesmo os que não puderam ir me mandaram mensagens, me fizeram me sentir querida e me dão mais aperto no coração de ir embora... Mas viajar é preciso! E tenho certeza de que vou encontrar todo mundo mais vezes ainda nessa vida, porque nossos corações estão todos misturados e a gente precisa botar todo esse amor pra rodar!

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domingo, 13 de maio de 2018 at 23:53
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happy mother's day

Eu sempre soube que tive muita sorte com a minha mãe. Claro que já tive fases de brigas e vira e mexe a gente discute, mas sempre achei minha mãe a melhor mãe do mundo. Pode não ser perfeita, mas além de ser minha, ela realmente é uma mãezona.

Ultimamente tenho percebido que tirei o ticket dourado da vida. Estou em grupos no ~outro site~ em que as pessoas contam atrocidades sobre as mães, as relações tóxicas que as mães cultivam, mesmo com filhos bem adultos.

Eu sou da opinião de que tem gente que simplesmente não nasceu pra ser pai ou mãe. Tem gente que parece quetem prazer de fazer o filho sofrer. Ou que não tem a mínima idéia do que tá fazendo e não faz nenhum esforço pra melhorar.

Parte da minha não vontade de ter filhos é que eu enxergo essa função como uma das maiores responsabilidades que um ser humano tem na vida e no planeta. Não é só gerar vida, é educar um ser humano pro mundo! E ser responsável por tudo o que ele vai passar e fazer uma vez fora do útero. Eu pelo menos reconheço a minha incapacidade e falta de vontade de fazer isso, mas vejo muita gente egoísta que só quer um boneco e um troféus pra chamar de seu, que não se importa com as consequências da educação que dará a esse filho e o que esse ser humano se tornará.

Meus pais fizeram um trabalho bem ok, devo dizer, sem grandes traumas, tilizando todo o privilégio de que eles sempre dispuseram pra criar gente independente e feliz pra fazer um mundo um tantinho melhor. 

E como hoje é dia das mães, tenho que falar da minha, que é um poço sem fundo de amor e adoração e carinho. Uma alma que transborda fofura e coisas boas, que só quer ver o bem no mundo, que nunca faria nada para gerar sofrimento de propósito. Minha mãe nem sempre sonhou em ser mãe, mas quando aconteceu, abraçou a causa e nunca mais largou. Fez tudo o que podia ou não pra dar amor e um lar pra gente, e só mais e mais razões pra gente se orlgulhar de ter nascido dela. Obrigada, universo, por ter jogado minhas poeiras cósmicas nesse lugarzinho!


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quarta-feira, 9 de maio de 2018 at 16:52
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a vida é cíclica

Não tenho nem desculpa pra ter sumido daqui. Foi um misto de preguiça e outras coisas ou mais importantes, ou mais interessantes pra fazer fora da internet. Nem precisa dizer nada.

Mas vim avisar que logo logo terei muitas novidades pra contar. Não desistam de mim, por favor.


that would be me. bye!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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