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#euvi: interstellar
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 at 11:31
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Em geral não sou muito fã de filmes de ficção científica. Nunca consegui ver Star Wars inteiro, não curto Jornada nas Estrelas, nem fui ver Gravidade. Alias, tinha um mínimo de interesse pelos efeitos visuais do último, mas gongaram tanto a história que bodiei.

Então nem dei muita bola quando saiu Interstellar... Até todo mundo falar que a história era boa e ver alguns reviews na tv. Pelo que entendi, havia o apelo cientifico de Gravidade, mas com um fundo emocional para a história. Acho que fi a cena em que o pai está falando com a filha no quarto que me convenceu a ir ver no cinema.



Interstellar se passa num futuro não muito distante, quando a humanidade se volta para a terra e para a Terra (há!), deixando de lado a busca desenfreada por avanços tecnológicos. Cooper é um ex engenheiro da NASA que vira fazendeiro com o sogro e os dois filhos adolescente. A vida é uma eterna luta de sobreivência contra as intempéries do mundo. O que importa é sobreviver, plantar, lutar contra pragas, acordar sem saber se há um futuro.

Cooper nunca superou seus dias de piloto da NASA, ainda mais no marasmo que a vida se tornou. Mas isso muda quando, depois de uma tempestade de areia, ele e a filha acham no chão do quarto dela as coordenadas para um ponto desconhecido da região. Embarcam na aventura de procurar o que pode ser aquilo e acabam em uma base secreta da NASA. Lá, descobrem que existe um projeto para procurar outros planetas habitáveis no resto do universo.

É ai que a coisa fica bem legal. Usando teorias reais e outras definições de física, Cooper embarca na aventura de buscar 3 outros astronautas que foram enviados uma década atrás para analisar as possibilidades existentes, entrando por um wormhole, um "portal" capaz de ligar 2 lugares muito distantes no universo em questão de segundos.

Eu sempre fui muito burra de matemática,o que me impossibilita de entender física, mas sempre fui fascinada por buracos negros, super novas e vida fora da Terra, e é mais ou menos isso que o filme explora, as possibilidades e dificuldades em outras galaxias, em lugares tão longe que ainda são impossíveis de serem alcançados.

E meu, tem um buraco negro lindo e ameaçador no meio do caminho deles!

Confesso que ainda não entendi o fim direito, e que eu conheço a teoria da relatividade, mas nunca entendi direito como ela faz pra funcionar, mas ó, filmão, super indicado, faz até filosofar!


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