#euvi: last christmas (uma segunda chance para amar)
Mas vocês podiam ter absoluta certeza de que eu ia ver esse filme! Se tivesse estreado antes, eu já teria visto até mais de uma vez!
Kate, uma aspirante a cantora e atriz, trabalha em uma loja de artigos natalinos, sem muita perspectiva de sucesso. Se sente perdida e incompreendida, quando conhece o enigmático Tom, que se parece o seu oposto. Com ele, começa a exergar mais a vida ao seu redor e a considerar outros rumos para a sua vida. Tudo isso enquanto passeiam por uma Londres encantadoramente decorada para o Natal.
ALERTA DE SPOILERS! NÃO LEIA A PARTIR DAQUI SE NÃO QUISER SABER MAIS DETALHES DO FILME!!!
É muito difícil escrever uma sinopse para este filme sem dar spoiler! Ou você escorrega, ou escreve algo tão genérico que ninguém vai querer ver!
Desde que o 1o trailler saiu, começaram as especulações sobre a real história por trás desse romance. Por que as pessoas simplesmente não conseguem aceitar que as vezes tudo o que a gente precisa é de um filme previsível? Sempre aconteceu com os filmes de Richard Curtis e ninguém nunca reclamou!!! (Mentira, só não tinha rede social, hahaha) Mas enfim, SEM QUERER eu acabei caindo nessa armadilha, apesar de tentar me manter distante até que conseguisse assistir o filme. O que não foi fácil, estando no Brasil, já que levou uma eternidade (TRÊS FUCKING SEMANAS!!!) pro filme estrear aqui!!!
Eu arrastei minha mãe pra ver comigo, e não sei se ela ainda não comentou nada porque achou o filme péssimo ou se foi porque eu chorei horrores, HAHAHAHA! Mas eu vou dizer já que é um dos meus filmes de natal favoritos (depois de Love Actually, claro)!
Então, logo de cara, digo que as especulações que rolaram estavam bem fundamentadas. Bom, não foi difícil de ligar os pontos, uma vez que toda a divulgação do filme foi feita em cima do fato de ser baseado na música do Wham, "Last Christmas". E a letra diz: "Last Christmas, I GAVE YOU MY HEART" ("No último Natal EU TE DEI MEU CORAÇÃO")!!!
Uma parte de mim simplesmente ODEIA filmes com motivos espirituais/transcedentais!!! Uma das razões é que eu me irrito com inverdades/coisas que não podem ser provadas, principalmente se misturadas ao "mundo real", e outra é porque eu não acredito no supernatural de uma maneira geral.
Mas ok, é só um filme!!! E é um filme muito fofo! Em Londres! No Natal! Com a Emma Thompson!
Assistindo umas entrevistas da turnê promocional, eu achei que tinha tomado um spolier reverso com uma resposta do Henry Golding dizendo que o seu personagem era um humano especial, que te faz querer ser melhor. Achei que isso queria dizer que tudo o que estava sendo dito sobre seu personagem ser um fantasma era mentira e que ele estava bem vivo no filme! Mas ai, sei lá porque isso me ocorreu tão depois, eu fquei pensando que se a divulgação insistia tanto em ser sobre a música, que ele tinha sido um bom humano, mas que ele doou seu coração pra personagem da Emilia Clarke, e era sim um fantasma! Então eu meio que fui pro cinema esperando que isso fosse e não fosse verdade <o> Sei lá, ainda tinha a possibilidade do filme ser uma memória, em que ela conhecesse ele vivo e depois ele morresse, eu não sei o que meu cérebro estava tentando fazer!!!
O que eu achei legal, apesar da história do fantasma (tem gente se perguntando se era uma alucinação da Kate, mas se até eu, atéia, posso aceitar que no filme ele era um fantasma, todo mundo pode aceitar que ESSE FILME É SÓ UMA OBRA DE FICÇÃO!!!), tem o flash back dos momentos em que eles passaram "juntos" mostrando como na verdade ela estava sozinha o tempo todo para o resto do mundo. E no fim, mesmo que você ainda insista em achar que foi uma alucinação, ela consegue por si mesma contornar a situação caótica em que levava a sua vida e dar um bom rumo para ela!
Além do romance, eu gostei que a Emma Thompson jogou um pouco de crítica social com uma pitada de Brexit na história, já que a família da Kate foge da antiga Yuguslávia por causa da guerra, mas se sente ameaçada mesmo tendo criado raizes na Inglaterra.
O elenco é incrível, mas se você já tinha visto "Me before you" ("Como eu era antes de você"), já sabia que a Emilia Clarke era mais do que a mãe dos dragões (e eu acho que, apesar de personalidades opostas, ela faz o mesmo personagem nos dois filmes). Achei que Henry Golding não fosse segurar esse papel, no começo ele não me convenceu muito, mas a medida que seu personagem ganha mais dimensão, ele me ganhou! E o que dizer que Emma Thompson, né? Dame Emma <3 E Michele Yeoh está absolutamente fantástica sendo cômica!
#euvi: para todos os garotos que amei (to all the boys i loved before)
Eu soou a rainha da comédia romântica e não estou cabendo dentro de mim nesse revival do gênero <3 Outro dia uma amiga contou que pegou o fim de "Notting Hill" na tv, emendando com "Love Actually" e suspeitou que estuvesse por trás da programação, hahaha!
Além desse revival das rom-coms, elas estão trazendo a tal da representatividade leste asiática (além do TATBILB, estreou nos EUA "Crazy Rich ASIANS", o primeiro filme hollywoodiano passado nos tempos atuais em 25 anos a ter elenco principal todo asiático - o último foi o meu adorado "O clube da felicidade e da sorte", também baseado em um livro). Confesso que de asiática eu só tenho a cara, por muito tempo eu não achei que tinha nada de "japa" e até "rechacei" essa idenficiação. É verdade que como nippo brasileira e paulista não enfrento as dificuldades dos asiáticos americanos e basicamente, no Brasil, a comunidade nikkey não é nem vista como um "povo de cor" (é só ver que os japoneses foram trazidos em detrimento da força de trbalho local por uma questão de cor da pele, e que desfrutamos de privilégios parecidos com os dos brancos, além de não sofrermos preconceito que possam impedir de alcançarmos muitas oportunidades sociais), mas representatividade importa, nem que seja pra se senitr um pouco mais confortável nessa fantasia que a mãe natureza nos dá como corpo.
Voltando ao filme, a premissa de "para todos os garotos que amei" é que a personagem principal, Lara Jean, quando tem um crush, ao invés de confessar seus sentimentos, escreve uma carta endereçada às pessoas e as guarda numa caixa no guarda roupa. É, ela escreve e não manda as cartas! Até que um dia... Elas misteriosamente somem e ela é confrontada pelos destinatários sobre os sentimentos no papel. Para piorar só um pouco a história, um dos crushes é o namorado da sua irmã mais velha! Para fingir que ele é passado, ela aceita ser a namorada "de mentira" de um antigo crush que também recebeu as cartas e quer fazer ciúmes pra ex-namorada, de quem acabou de levar uma bota.
Seguindo a linha CMBYN, não existe um enorme conflito ou um perigo iminente que ronda o casal principal. As coisas acontecem e você assiste um relacionamento desabrochar na sua frente. Não é um filme profundo, existencialista, nem nada. É um filme sobre uma história adolescente, que poderia acontecer com qualquer um... Ou não, porque Peter Kravinski é bom demais pra ser verdade, HAHAHA!
O filme é fofo demais, a rotagonista é muito gente como a gente e a história acaba aquecendo os corações. Não é uma obra prima, mas é aquele filme que a gente vê pra se sentir mais feliz com o mundo e com a vida. Tá no Netflix, pra quem já assina nào custa nada, e pra quem não tem... Pede a senha pra um amigo que vale a pena! Ou já faz aquele convite capcioso pro crush pra verem juntos debixo da coberta (que eu sei que anda bem friozinho em várias partes do Brasil!).
Como potterhead de carteirinha, não poderia deixar de assistir a mais um
filme com selo da JK Rowling de enredo mágico, né? Afinal, eu me senti órfã, em
2011, quando saiu o último Relíquias, e poder ouvir de novo, no cinema, o tema
da Edwiges acompanhando o logo da Warner, era um sonho...
Confesso que fiquei meio cética quanto a história, ainda mais depois de
Cursed Child, e apesar de demorar 1 semana pra decidir ver no cinema,
finalmente sucumbi e fui. Sozinha.
Se eu deixei de ver algumas animações porque não consegui achar sessão
legendada, pra Animais Fantásticos tava difícil achar sessão 2D. No fim fui ver
3D mesmo por causa do horário, mas já começo dizendo que foi totalmente
desnecessário. Se você puder, economize seu dinheiro e vá numa sessão 2D.
Bom, se ainda existe alguém que não sabe, Animais Fantásticos e
Onde Habitam é um filme sobre o mundo bruxo da JK Rowling. Nele, acompanhamos a
viagem de Newt Scamander, um magizoologista (estudioso de animais mágicos)
inglês, a Nova York, onde, numa confusão, sua maleta mágica que abriga os
animais fantásticos é extraviada e aberta, causando uma pequena confusão na
cidade.
SPOILER ALERT!!! Não passe dessa linha se não quiser saber mais sobre o
filme!!!
Eu consegui fugir por 1 semana inteira sobre qualquer spoiler do filme,
eu realmente não sabia o que esperar, além do que eu contei ali em cima, quando
entrei no cinema.
E já no começo o espectador é bombardeado com menções a Grindewald,
aquele ex-amigo do Dumbledore que o Voldemort vai interrogar pra saber mais
sobre a varinha das varinhas. É tipo uma contextualização sobre a época em que
o filme se passa.
É 1926, entre guerras, e NYC está sendo aterrorizada por “vândalos” que
estão destruindo várias propriedades pela cidade. Logo descobrimos que o
Congresso Americano de Magia, a MACUSA, está investigando os casos, junto (ou
em paralelo) com a polícia “trouxa” local.
E quem viu os traillers já sabe que os americanos não chamam os não
bruxos de “trouxas”, e sim de “no-maj” (não mágicos), o que é bem estranho, mas
eu entendo, afinal, a própria língua inglesa “trouxa” tem tantas diferenças de
cada lado do oceano...
É no meio dessa confusão que Newt se encontra, e todo o imbróglio sobre
a sua maleta não ajuda a facilitar a sua vida e a vida dos nova-iorquinos
(trouxas ou bruxos). Pra piorar a história, tem uma mini seita, fundada por uma
mulher (que poderia ser a versão extrema do tio Walter) que odeia bruxos e quer
que eles sejam banidos da terra (trazendo de volta a história os julgamentos de
Salém, em que pessoas foram queimadas vivas), e pra isso, tenta recrutar
crianças carentes, além de adotar crianças “problemáticas”.
A maleta do Newt não é exatamente a coisa mais segura do mundo, já que
os animais mais espertinhos conseguem abri-la pra fugir, e é claro que isso
acontece. Mas pra piorar a situação, ele PERDE a maleta. E uma ex-aurora acaba
percebendo toda a situação e fica no encalço de Newt, tentando fazer com que
seja julgado, já que, dentro dos EUA, ele está cometendo um crime (nessa época
os bruxos deveriam se esconder ao máximo dos trouxas e qualquer um que deixasse
escapar qualquer traço de magia deveria ser punido).
Mas claro que Newt, sendo o personagem principal da história da JK, não
é um seguidor de regras. E vai se esquivar de sua algoz, principalmente porque
está preocupado com seus animais fugitivos. E já que nada é fácil pra nenhum
herói, ele tem que carregar junto o Jacob, o cara que levou sua maleta embora
por engano e deixou os animais escaparem, e que é um pouco atrapalhado com a
VIDA (além de ser um trouxa meio sem noção de absolutamente nada – mas baumcoração,
tá?).
Tudo isso por si só já dá um bom filme, principalmente no que concerne
os animais fantásticos, e eu teria ficado bem feliz se o filme
fosse só sobre a viagem do Newt e sua maleta, mas como eu falei ali em cima,
ainda tem a “coisa” que anda tocando o terror em NYC e a ameaça de Grindewald
(na linha do tempo, ele já brigou com Dumbledore e está tentando dominar o mundo).
Você não precisa ser um gênio pra deduzir que a maluca da mini seita
adota crianças que ela acha que são bruxas pra tentar “exorciza-las” e
“endireitá-las”, e que isso, claro, não pode dar certo. E daí pra deduzir que
quem anda tocando o terror em NYC é um de seus filhos não é difícil. Lá na
MACUSA a ex-aurora esbarra não só na presidenta, mas em um de seus braços
direito, o Mr Graves, que logo é revelado como meio que um agente duplo, com
uns motivos bem obscuros, e pra descobrir a real identidade dele também não é
difícil.
Essas coisas não estragam a história, mas fico pensando que elas tem um
peso bem importante já nessa narrativa, o que pode eclipsar a participação do
Newt na saga... Ou que pode levar a saga a tomar uma curva que fuja da temática
original. A JK já disse que, no termo original, os “animais (monstros)
fantásticos” podem ser não só animais, mas os nossos monstros internos, mas
mesmo assim...
Quanto aos animais do título, pelo menos nesse primeiro filme, eu adorei
conhecer um pouco mais da fauna bruxa, tem cada coisa incrível e linda, ou
mesmo fofa, e me senti meio Jacob quando eles entram na maleta, bem
maravilhada, e gostaria que aparecessem mais animais diferentes ao longo dos
próximos 4 filmes, além do retorno de alguns que já apareceram em Harry Potter.
Eddie Redmayne já é um dos meus atores “novos” queridinhos e ele está
ótimo nesse filme, tem uma coisa de “desabrochar” do personagem ao longo da
história (no sentido de conhecermos ele melhor e ele se mostrar mais “aberto”
com o tempo) e eu espero vê-lo muito na tela!
Jacob a principio parece só ser um alívio cômico, mas o personagem é
genuinamente doce, sensível e fofo. Ele é atrapalhado e um serumaninho sem
noção, mas não achei nada caricato, e no fim, você torce por ele e fica com
vontade de ter uma pessoa coração baum
assim na sua vida. Espero que o personagem volte, nem que seja pra fazer uma
pontinha, nos próximos filmes, e que ele fique mesmo com a Queenie #otp
A única coisa mesmo que me incomodou é a participação do Johnny Depp na
história, porque eu imaginava o personagem dele totalmente diferente. Já vi
gente pedindo pra trocar por Tom Hiddleston, e eu não me oporia a isso. Afinal,
se a gente teve que engolir Michael Gambon que não se deu ao trabalho de
procurar saber mais do seu personagem e fez um Dumbledore totalmente fora de si,
acho que a história não sofreria com essa transfiguração (aliás, JK anda
abusando dessa história de pessoas se transfigurarem em outra sem poção
polissuco – já basta o próprio Harry em Cursed Child!!!). Mas eu sei que, a
menos que ele MORRA, Johnny Depp continua na saga até o fim...
A gente reclama muito, mas no fim, acaba lá que nem trouxa no cinema
pagando o que for pra continuar acompanhando esse mundo mágico.
É incrível como filmes e seriados que se passam em Nova York acabam se tornando odes à cidade. NYC tem tanta personalidade que acaba tomando vida própria diante das lentes.
Meu caso de amor pela cidade aconteceu meio por acaso. Nunca tinha pensado que conheceria NYC tão cedo na vida até decidir de vez que ia pra Bishop's. Uma vez que antes eu tinha que ir pro Japão juntar dinheiro, peguei meu vôo com escala lá e na volta decidi passar uns dias com minha amiga que foi pro Canadá na minha frente e estaria de férias na cidade com outros brasileiros que foram pro mesmo intercâmbio que a gente. Ou seja, minha primeira viagem pra NYC foi basicamente um mochilão universitário! Desde então voltei várias vezes em diversas ocasiões e acho que a cidade nunca para de me encantar.
Alguns dos meus filmes e seriados favoritos se passam em NYC.
1. Sex and the City
Tanto o seriado quanto os filmes! Nesse caso NYC tá no título e não é pra menos. As 4 personagens principais sempre aparecem na cidade, andando nas ruas, badalando nos melhores clubs da cidade e comendo nos restaurantes mais conhecidos.
2. Gossip Girl
Acompanhei a série toda, mas confesso que no início só via pela cidade mesmo, foi difícil engatar, haha! Foi uma escolha da produção gravar in loco, acharam que a cidade era parte importante da história e é delicioso passear pela parte mais glamurosa de NYC pela série.
3. O noivo da minha melhor amiga (Something borrowed)
Aqui a cidade é só pano de fundo, mas funciona muito bem. É gostoso ver uma NYC bem relax, uma coisa familiar. E eles ainda aparecem na cidade vazia durante o feriado, que é tipo estar em SP, sei lá, num 1 de janeiro, haha!
4. O diabo veste Prada (The devil wears Prada)
Nesse filme a cidade é a casa. Da moda, dos sonhos, a história não poderia ser em outro lugar! NYC é o figurino do roteiro, é com ela que os personagens vivem na pele.
1 semana de #beda! Me sinto muito vitoriosa! Prepara a pipoca e pega um filminho pra relaxar:
Quatro casamentos e um funeral (Four weddings and a funeral)
Já tem mais de 20 anos, mais ainda é a epitome da comédia romântica de Richard Curtis (roteirista de outros sucessos como Notting Hill, Love actually e os filmeds da Bridget Jones). Charles é o eterno solteirão que não dá sorte com as mulheres até conhecer Carrie em um casamento. Ele é inglês e ela, americana. O caso deles não é sério... Por fora. Numa série de encontros e desencontros em igrejas e 1 funeral, eles provam que talvez a melhor coisa seja... Não casar!
Um dos meus filmes favoritos da vida! É leve, engraçado, só um pouquinho de drama, perfeito pra relaxar!
O diabo veste Prada (The deil wears Prada)
A cinderela moderna, completando 10 anos esse ano! Andy é uma garota que chega a Nova York para deslanchar sua carreira de jornalista e escritora e cai de paraquedas na editora da Runaway, chefiada pela temida Miranda Priestley. Apesar de patinar no começo, ela acha seu lugar como a assistente mais confiável da chefona. Mas a que custo?
Um dos raros exemplos em que o filme é infinitamente melhor do que o filme! As roupas são lindas e atuais até hoje, e a história nunca envelhece! Ai ai, as botas...
Como arrasar um coração (L'Arnacoeur)
Um filme francês, mas deliciosamente hollywoodiano! Alex é um destruidor de relacionamentos profissional... Mas só se eles já estiverem a beira da falência! Só que falência mesmo é a situação de suas contas. Para remediar isto, tem que aceitar acabar com um relacionamento perfeitamente saudável. Juliette é o trabalho mais difícil da sua carreira. E também pode ser o último trabalho... Ruína ou salvação?
Em geral filmes franceses são mais filosóficos, mas esse é adoravelmente leve, engraçado e hollywoodiano, mesmo passando em Mônaco, com atores franceses (é a Vanessa Paradis!). Os planos usados para separar casais são geniais, e o Roman Duris é ótimo, galante e desastrado! Destaque pra François Damein, como o cunhado faz tudo da equipe, hilário! Um bom programa pra sair de alma leve.
Simplesmente acontece (Love, Rosie)
Rosie e Alex são melhores amigos de infância, separados por circunstâncias da vida. Mas é um ao outro que procuram nos melhores e piores momentos de suas vidas. É possível viver sem alguém que te conhece tão bem?
Confesso que ODIEI esse filme a primeira vez que vi e só reassisti num desses dias preguiçosos em que queria ver algo com uma cidadezinha inglesa. E ai eu entendi porque tem tanta gente que gosta dele. É um filme fofinho, mescla bem Inglaterra e Estados Unidos e amizade e amor. E a melhor amiga da Rosie (adulta) é ótima! Só gato também, Sam Claflin de galã e Christian Cooke de coadjuvante descamisado!
Spice World
O filme das Spice World! As Spice Girls tentam chegar ao seu super show, enfrentando no meio do caminho até ameaças extraterrestres!
Um filme tão ruim que é bom! Elas fazem o papel delas mesmas... Ou do que a mídia acha que elas são. Tem defeitos especiais e participações ilustres. E são as Spice! Não tem como não amar um filme desses, que não se leva nada a sério. Melhor programa pra terminar um fim de semana cheio ou desanuviar as ideias!
Este post faz parte do BEDA - blog everyday august. Se quiser conhecer mais gente que está se aventurando nesta loucura ou precisar de um grupo de apoio pra continuar firme e forte na ~blogueragi~ clica no banner!
Começo dizendo que quando fui ver esse filme, eu não sabia muito sobre a história. Sabia no máximo que o personagem masculino da história estava numa cadeira de rodas. Deduzi pelo título que o que quer que tivesse acontecido para ele ficar imobilizado acontecia em algum ponto da história que mudava a narrativa da vida dele e das pessoas ao seu redor de uma forma muito impactante. E era só. Então eu fui pro cinema sem muitas espectativas, além de chorar muito, porque já tinham dito que era filme de chorar (levei um pacote fechado de lenços por precaução!). Ah, e que se passava na Inglaterra, porque o ator era inglês.
Nossa, quanta informação (in)útil! Hahaha!
Mas vamos lá, a história é sobre Will Traynor, um cara super ativo que vê sua vida mudar numa manhã chuvosa em que é atropelado por um motociclista em Londres. O acidente o deixa tetraplégico e ele é obrigado a mudar para a casa dos pais no interior da Inglaterra para que possam cuidar dele. Louisa Clark é uma garota simples que depois de 6 anos é demitida quando o café onde trabalha fecha. Precisando ganhar dinheiro para ajudar a pagar as contas na casa dos pais, ela aceita trabalhar de cuidadora de Will. No início a conivência é difícil pois os dois tem personalidades muito díspares, mas com o tempo, a atitude positiva de Louisa amolece a máscara de durão de Will e eles formam uma relação de cumplicidade.
Atenção, pode conter espoilers a partir desta linha!!!
Eu fui achando que ia chorar com tudo. Já tava preparada para o massacre emocional. O acidente é o ponto inicial do filme, mas não é nada melodramático.
Uma coisa que eu não esperava gostar tanto era da locação. Achei que ia gostar ok, mas nossa, eu AMEI que se passa no interior da Inglaterra!!! Foi uma coisa de identificação mesmo, de agora me relacionar intimamente com esse tipo de espaço! A cidadezinha minúscula, um monte de idoso na rua, aquela vida simples, as casinhas...
E o fato de ela ser cuidadora? Nossa, achei demais, super me vi no lugar dela! Tá certo que no voluntariado eu cuidava de gente muito mais jovem, com outro tipo de necessidade especial, mas super entendi o envolvimento dela com o cuidado que ela dava pro cara. Se você é humano o suficiente, e se importa de verdade com o que está fazendo, sim, a pessoa de quem você cuida não é só um trabalho, ela é uma pessoa que poderia ter sido um irmão ou um amigo próximo e você se importa com ela!
O filme é bastante feliz e passa uma mensagem positiva, sobre aproveitar a vida, sobre a volatilidade do que o que a gente conhece como "nossa vida normal" e sobre como é possível ser sim feliz com pouco, que nem todo o dinheiro do mundo pode fazer uma existência ruim melhor. Eu até ri bastante em 90% do filme e gostei da protagonista. E em geral eu não gosto muito desse tipo de gente feliz demais, quase boba, impulsiva, que não se importa muito de pagar um mico...
E o Sam Claflin? Já achava ele gato desde "Simplesmente acontece" ("Love, Rosie"), nesse filme então, nossa, colírio pros olhos mesmo! E olha que no começo ele parece mais um menino rico chato e mimado! Mas quando ele passa a sorrir mais pra vida, nossa, que sorriso! Ele nem precisa mesmo se mover pra ganhar meu core <3
Eu acho que o filme tenta dar uma enfase na mudança na vida da Louisa, mas a pessoa que realmente muda nessa história é ele. Porque ele realmente era um cara que estava acostumado a ter tudo, nasceu numa família rica que era a dona do castelo da cidade (ah, o castelinho no meio da vila, tão característico <3), se deu bem na carreira e fazia tudo que lhe dava na telha. Até perder sua independência, até nas coisas mais básicas, e ficar amargurado, como se fosse um menino que estava sendo posto de castigo na vida. E quando Louisa aparece, tão espontanea, ele começa a perceber que é a gente que faz a nossa felicidade com aquilo que a gente tem, mesmo que tenhamos muito pouco.
Sei que existe uma controversia sobre a história tratar deficientes físicos como um "trambolho" e uma "inconveniência", principalmente quando o próprio personagem declara que não quer viver a vida daquela forma e decide ter uma "morte assistida" (suicídio com ajuda médica), mas eu não vejo tanto dessa forma. Em muitas formas ele viveu muito mais do que muitas pessoas poderiam desejar e é uma decisão pessoal continuar uma vida em que ele não poderia fazer o que quisesse. Talvez seja porque eu entenda completamente a vontade genuína de não querer mais existir, mas eu entendo a decisão dele e o porque de ele não ter desistido do plano mesmo depois de ter alguns dos melhores dias da sua vida ao lado da Louisa. Ele não planejou se apaixonar por ela, muito menos fazer ela gostar tanto dele (acho que no fim ele não achava que ela pudesse gostar dele, não por causa da sua deficiência, mas pelo tipo de pessoa que ele havia sido a vida toda) e sabia que não poderia ser feliz de verdade sem a esperança de qualquer melhora na sua condição de saúde.
Talvez durante o filme quase todo eu tenha deixado cair uma lagriminha durante a discussão dos pais, porque eu sei que nenhuma mãe no mundo está preparada para ver um filho morrer, mas a Louisa é tão feliz e cheia de vida que ela realmente ilumina tudo ao seu redor e o filme é super leve por causa disso. E eu só chorei (muito) quando a luz do sorriso dela se apaga quando ela percebe que não importa o que ela faça, o cara por quem ela se apaixona não consegue ter mais amor pela vida.
Eu chorei muito a partir da cena na praia em Mauritius (lugar espetacular!) até o fim, porque o coração da Louisa é partido de uma forma irrecuperável e inexplicável, mesmo que ela faça as pases com o Will, a vida com certeza fica um pouco mais cinza quando a gente vê quem a gente ama ir embora pra sempre. E eu teria chorado mais se eu não tivesse companhia no cinema, porque eu sai bem triste, apesar daquelas cenas lindas em Paris (que saudades de Paris!) no fim.
Com certeza é um filme que eu recomendo e veria de novo mais vezes, apesar de ser tão triste (ou talvez exatamente por causa disso, do impacto que me causou)!
meme #rotaroots: 5 Filmes para o Oscar da sua vida
Eu já fui bem mais cinéfila, do tipo que assinava revista de cinema e sabia todas as produções, ia er os filmes e me importava de verdade. Continuo gostando, mas assisto bem menos e nem sei o que está pra sair mais. Mas tem sempre aqueles que marcaram:
1. O clube da felicidade e da sorte É um filme inspirado em um livro sobre 4 imigrantes chinesas e suas filhas. A partir de uma festa de despedida, elas contam as histórias de cada um, o que cada mãe passou na China que a levou a migrar e como isso influenciou suas novas vidas e famílias nos EUA.
Eu sempre choro muito, desde a introdução! Não sei explicar o que é, se é o drama, as histórias de superação, mas é um filme que me marcou muito desde que vi pela primeira vez, por acaso, na tv. Tenho o livro e o dvd, o filme foi bem fiel à história e emociona muito!
2. Mister Nobody Esse assisti mais porque era um filme do Jared Leto. Conta a história do último humano mortal na Terra e como era ter uma vida de escolhas. Sim, porque com a imortalidade, tudo é possível: você estuda História hoje e Economia daqui uns 40 anos, e depois de mais uns 30 pode estudar Físicae ai por diante... Enquanto como mortal você tem que escolher, porque não dá pra fazer tudo...
O Mr Nobody então conta uma história com várias vertentes: o que poderia ter acontecido com cada opção que ele teve na vida?
O filme é bem filosófico no fim, e tem certa dose de romantismo. Me fez pensar depois que acabou e em parte é responsável pela decisão que tomei de tirar um período sabático.
3. O noivo da minha melhor amiga Tem fases na vida que a gente não se encontra e parece que precisa de um espelho pra encontrar o nosso rumo. Esse filme foi meio isso. Ele conta a história de uma menina de 30 anos que tem um caso com o noivo da sua melhor amiga.
Óbvio que eu nunca furei o olho de ninguém assim, mas o filme aborda questões de amadurecimento aos 30 anos: como a gente nunca é maduro o suficiente e como isso assusta quando chegamos aos 30.
Claro que o fato do lindo do Colin Egglesfield estar no elenco ajuda, mas vira e mexe preciso ver esse filme ou reler o livro em que ele é baseado (Something borrowed). É gostos de ver e de ler e, claro, sempre me arranca lágrimas.
4. Uma garrafa no mar de Gaza Um filme deprodução francesa, sobre a relação entre uma menina israelita e um menino palestino. Eles trocam correspondência depois que ele encontra uma carta numa garrafa no mar de Gaza, sobre como é viver em cada lado da guerra que os dois povos travam no Oriente Médio. Não é sobre ser a favor ou contra, é sobre ver como cada lado sofre, como os civis vivem com medo, como cada um tem seus problemas.
Acho um filme bompra abrir os olhos das pessoas, sobre como árabes não são todos terroristas ou sobre como judeus não são todos metidos.
5. Árvore da Vida Eu sei, esse filme realmente ganhou Oscar... Mas foi um filme que me marcou MUITO! Todo mundo falava que era chato, de dormir e talz, mas poucos filmes impactaram tanto a minha mente quanto este. É um filme sobre a vida. Não é um roteiro super elaborado, com uma história intrincada. É um filme sobre a vida. Sobre essa família que é como muitas em muitos lugares no mundo. Duas pessoas se conhecem, se casam, decidem começar uma família, as crianças nascem, crescem, a vida caminha.
Tá certo, tem aqueles interlúdios bizarros com o Big Bang e os dinossauros e umas frases filosóficas no meio, mas pramim, tudo se encaixa. Eu chorei MUITO nesse filme, e sempre que eu penso nele, tenho vontade de chorar. É daqueles filmes pra ver em diversas fases da vida, e pra mim ele dá significado para aquilo que vivemos também.
Em geral não sou muito fã de filmes de ficção científica. Nunca consegui ver Star Wars inteiro, não curto Jornada nas Estrelas, nem fui ver Gravidade. Alias, tinha um mínimo de interesse pelos efeitos visuais do último, mas gongaram tanto a história que bodiei.
Então nem dei muita bola quando saiu Interstellar... Até todo mundo falar que a história era boa e ver alguns reviews na tv. Pelo que entendi, havia o apelo cientifico de Gravidade, mas com um fundo emocional para a história. Acho que fi a cena em que o pai está falando com a filha no quarto que me convenceu a ir ver no cinema.
Interstellar se passa num futuro não muito distante, quando a humanidade se volta para a terra e para a Terra (há!), deixando de lado a busca desenfreada por avanços tecnológicos. Cooper é um ex engenheiro da NASA que vira fazendeiro com o sogro e os dois filhos adolescente. A vida é uma eterna luta de sobreivência contra as intempéries do mundo. O que importa é sobreviver, plantar, lutar contra pragas, acordar sem saber se há um futuro.
Cooper nunca superou seus dias de piloto da NASA, ainda mais no marasmo que a vida se tornou. Mas isso muda quando, depois de uma tempestade de areia, ele e a filha acham no chão do quarto dela as coordenadas para um ponto desconhecido da região. Embarcam na aventura de procurar o que pode ser aquilo e acabam em uma base secreta da NASA. Lá, descobrem que existe um projeto para procurar outros planetas habitáveis no resto do universo.
É ai que a coisa fica bem legal. Usando teorias reais e outras definições de física, Cooper embarca na aventura de buscar 3 outros astronautas que foram enviados uma década atrás para analisar as possibilidades existentes, entrando por um wormhole, um "portal" capaz de ligar 2 lugares muito distantes no universo em questão de segundos.
Eu sempre fui muito burra de matemática,o que me impossibilita de entender física, mas sempre fui fascinada por buracos negros, super novas e vida fora da Terra, e é mais ou menos isso que o filme explora, as possibilidades e dificuldades em outras galaxias, em lugares tão longe que ainda são impossíveis de serem alcançados.
E meu, tem um buraco negro lindo e ameaçador no meio do caminho deles!
Confesso que ainda não entendi o fim direito, e que eu conheço a teoria da relatividade, mas nunca entendi direito como ela faz pra funcionar, mas ó, filmão, super indicado, faz até filosofar!
Um filme com Adam Levine. Como não assistir? Foi por isso que fui ver "Mesmo se nada dê certo" no cinema com a bestie. Também foi por culpa do Ben Affleck não passar "Garota Exemplar no cinema que queriamos ir, hehe...
O trailer eu já tinha visto, mas tinha esquecido dele. Quer dizer, na minha mente tinha um filme fofo ai que eu queria ver, mas não lembrava qual.
"Mesmo se nada der certo" conta a história de Gretta, que está em NYC porque foi acompanhar o então namorado em uma turnê na América. Uma noite vai assistir o amigo Steve tocar em um pequeno bar e este a chama para cantar uma de suas composições. Pra sua "sorte", Dan, um ex produtor musical de sucesso está na platéia e a vida deles começa a mudar a partir de então.
É a partir desta cena, no bar, que a história se desenrola na visão de Gretta e Dan. O que aconteceu na vida de cada um para eles estarem ali, e o que acontece a partir de então.
Apesar do tema ser a música, o filme não é um musical. A música exprime os sentimentos que se passam no filme e faz a trilha ser a melhor que já ouvi desde "Um grande garoto".
Não vou mentir, o filme é fofo sim. Mas também tem um que melancólico e tem o melhor final que poderia ter! Chorei sim no filme, pra variar, mas vale a pena ver e ainda comprar o dvd pra ter em casa. Tipo "O noivo da minha melhor amiga".
"O luar estrela do mar
O sol e o dom
Quiçá um dia a fúria
Desse front
Virá lapidar o sonho
Até gerar o som
Como querer caetanear
O que há de bom"
Essa música acompanhou muitos finais de tarde da minha adolescência. Foi o primeiro seriado que vi na vida, que acompanhei. "Confissões de adolescente" falava diretamente a minha geração. Primeiro paquera, primeiro beijo, briga com irmãs, amigas, escola, grana apertada... Tudo que a gente passava na adolescência, nos anos 90, estava lá. Maria Mariana, a autora, era também protagonista. Deborah Secco, uma mera desconhecida, tinha perto da minha idade e era "normalzinha". Como não se identificar?
Já são quase 20 anos, mas a empolgação pela ideia, se não é a mesma, é até maior. Tenho o seriado guardado num espaço especial na minha memória. Não só era parte da minha vida ver todo episódio no fim da tarde; era sempre aquela parte da tarde, depois da tarefa, que eu ia na casa das minhas amigas no prédio. Era um ritual. Ver, comentar, torcer.
Qual não foi minha alegria de saber que o seriado viraria filme! A idéia não era fazer uma continuação, mas atualizar a história para a nova geração. A empolgação não era por um roteiro fantástico, mas sim, pela nostalgia. E as atrizes originais fariam pontas! Yay! Primeiro filme mais aguardado de 2014: check!
Eu confesso que sou velha e não acompanho mais a nova geração de atores. Acho que o último elenco de "Malhação" que lembro tinha Tierry Figueira como novo ator, pra ter idéia. Não esperava que as histórias fossem revividas da forma como foram contadas nos anos 90, que as personagens fossem as mesmas. Só esperava me divertir com um filme leve que me levasse de volta à minha adolescência. E acho que o filme acertou nisso. A história ainda é sobre 4 irmãs passando pelas agruras da adolescência, morando com o pai, no Rio de Janeiro, contando com as amigas e umas com as outras.
Eu acho que o filme fala mais pra quem acompanhou a série, tem aquele tom de nostalgia. Talvez seja um programa fofo para os adolescentes de hoje, mas acho que ele não é pretensioso nem nada, o que é excelente. É um programa de família. Quando sair no Netflix, com certeza verei de novo ;)
Haha, vou roubar as pautas de listas da Carol porque: 1- tô sem pauta e 2- tenho sindrome de High Fidelity =P
Esse é das cenas mais choraveis, mas se for pensar em cenas... São muitas. Então vou pensar em filmes inteiros, porque acredite, sou capaz de passar 02h chorando no cinema, HAHA!
1. Cidade dos Anjos (City of Angels)
Nem chorei tanto no cinema. Ok, chorei a ponto de ficar vermelha. Não vi mais por mais de 10 anos. Resolvi comprar o dvd. Quase lavei a casa toda chorando na minha cama. É a menininha do pijama no começo, é a história deles, dos pacientes, de tudo. E o fim é horrível. E o Nicholas Cage não convence como galã, mas a história é muito boa. E triste.
2. O Quinteto (Party of Five)
Como não chorar com a premissa de 5 irmãos que perdem os pais num acidente? Afe, choro até com a música feliz da abertura. Acha que Grey's Anatomy faz chorar? Nâo viu O Quinteto ainda.
3. Patch Adams
Como um filme do Robin Williams pode ser tão triste??? E aquela cena na ala das crianças com cancer? O cinema rindo um monte e eu lavando a minha cadeira. Outro filme horrivelmente triste. Falando de um médico que tenta fazer a vida dos pacientes mais feliz. Algo tá errado ai...
4. Dawson's Creek
Outro dramalhão da tv, não tão horrível, pelo menos não sempre. Mas o fim... O fim é muito triste! Chorei o episódio duplo todo! Mas amo rever qualquer episódio, mesmo aqueles que sei que vou chorar muito, porque o seriado fez parte da minha adolescência... E pra mim, é o melhor seriado adolescente que já existiu!
5.Amor além da vida (What dreams may come)
Acho que o Robin Williams me faz chorar... Hahaha! Esse foi um dos filmes que eu mais chorei no cinema na vida e se assistir esse filme hoje em dia, vou lavar o mundo chorando! A história é muito triste, começa com a morte dos dois filhos do casal, depois do pai (o Robin Williams) e ai a mãe se suicida. Os três que morrem de morte morrida vão pro céu, e a mãe, como se suicida, vai pro limbo. Ai o pai descobre e vai até o inferno pra busca-la. Meu pai ficou com vergonha de mim quando saimos do cinema, haha!
6.Uma prova de amor (My sister's keeper)
Confesso que não vi o filme todo... Ainda! Sempre passa na tv numas horas ingratas. Mas só de começar a ver, já saio com os olhos inchados. A história da menina que entra com um processo contra os pais para que ela não seja mais obrigada a doar partes do seu corpo pra irmã com cancer é bem dura. Mexe com amor, com família... Argh, dá vontade de chorar só de lembrar!
7.As aventuras de Pi (Life of Pi)
Desde que saiu o trailer lá fora fiquei com muita vontade de assistir, e se tornou um dos meus filmes favoritos desde então. Mas nossa, que história triste! Pi fica a deriva no mar com um tigre de bengala depois de perder a familia toda num acidente de navio. Pensa o quanto não chorei nessa parte? Mas o filme fala sobre superação também, dentre os filmes que eu citei acho que é o menos tenebroso, haha!
8.As vantagens de ser invisivel (Perks of being a wallflower)
Vi duas vezes no cinema e chorei muito nas duas. Na maior parte da história, a parte feliz, acho que me vi lá. Acho que a parte triste não tem nada a ver com a minha vida, mas chorei horrores mesmo assim, e acho que da segunda vez ainda mais que da primeira!
9.Harry Potter e as reliquias da morte Parte II (Harry Potter and the deathly hallows Part II)
Eu não chorei nos livros, mas a última parte do último filme da série serviu pra chorar tudo que não chorei em 10 anos acompanhando a saga! Quem viu e leu, sabe porque postei a foto do Snape! Grande Alan Rickman, consegiu me fazer lavar o cinema duas vezes, haha!
10.O clube da felicidade e da sorte (The joy luck club)
Ai, gente, sério, tenho vontade de chorar só de ver essa foto! Esse é o filme que mais me faz chorar até hoje, mais de 15 anos depois de eu ter visto pela primeira vez! Uma vez a Carol tava falando como sentimos mais penas de orientais porque também somos, e olha, se oriental já sabe fazer drama, imagina eu vendo esse filme? Ele conta a história de 4 chinesas imigrantes que se conhecem e fundam o clube. Cada uma tem uma história HORROROSA que as levam a migrar pros EUA e a formarem suas familias lá. E tem as histórias das suas filhas também. Nossa, deixa eu parar por aqui que lembrar de cada história tá me dando vontade de chorar, haha!
Uma carta em uma garrafa jogada no mar de Gaza inicia uma correspondência entre uma garota israelita e um garoto palestino. Ambos cresceram em um lugar tomado pelo medo do terrosimo, onde familias enterram seus filhos, pais, mães, primos e tios em uma guerra civil escorada na diferença religiosa de povos de uma mesma região. Tal procura uma resposta ao ódio que vê nas ruas e em homens bombas, Naim tenta ter perspectivas de uma vida melhor em uma região onde eletricidade e mantimentos são escassos e limitados pelo "lado inimigo". Dois jovens que tetam entender o mundo e procuram uma solução para suas dores em desconhecidos de lados diferentes da mesma situação.
Fui ver esse filme sem muitas expectativas e sai encantada e de coração partido. Talvez eu nunca vá entender que religião permite que matemos uns aos outros em seu nome, mas com certeza todos podemos entender o sofrimento da incerteza. Tal começa com uma visão idealista e ingenua da situação e Naim tem muita raiva de quem eles acha que faz seu povo sofrer injustamente. Aos poucos, e aos trancos e barrancos, eles começam a modificar sua visão e cada um passa por situações na vida que os levam a simpatizar com a situação um do outro, levando a entender que, como civis, eles sofrem igual, independente da religião.
Quem imagina que isso vira um filme romantico está bem enganado. Os dois jovens trocam impressões de vida, talvez coisas que nem imaginavam que se passasse "do lado de lá" da situação e no fim... Bem, achei o fim perfeito! E chorei horrores, claro (a ponto do meu olho ficar verde!!!), hehe...
É um filme bem balanceado, que não pdende pra nenhum dos lados da situação. Acho que ele só pende para o lado da paz, porque não dá pra ver o quanto cada povo sofre sem razão e não querer que tudo isso acabe.
Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação.
Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.