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dos crushes
terça-feira, 8 de agosto de 2017 at 10:30
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Como boa introvertida, eu tive minha boa cota de crushes platônicos. Na escola eu não tinha nem coragem de chegar perto. Me contentava em olhar de longe.


Na faculdade tive um crush que tinha tudo pra seguir o mesmo caminho, mas quis o destino que ele ficasse sabendo e, pra surpresa geral da nação, ele retribuiu.

Mas na maioria das vezes não foi assim e eu sempre achei essa coisa de gostar de alguém muito complicado. Porque não existe garantia nenhuma de que a outra pessoa vai retribuir, muito menos da forma como você gostaria.

Morando em SP descobri todo esse mundo de cara que só curte a mina se ela tiver genes do oriente extremo. Ai não era mais eu que tinha crush eram essas pessoas, que me eram muito estranhas, que tinham crush em mim. Ok, nem foram muitas, e dessas, acho que só acabei mesmo com o meu ex. Por quem eu não tive crush nenhum.

A própria definição de crush tem essa coisa de idealização, e por um tempo, deixei de idealizar as pessoas. Ou aprendi que não adianta idealizar as pessoas, porque elas vão nos decepcionar (ou nós vamos nos decepcionar por conta própria).

Na era dos apps de relacionamentos, é até fácil arranjar uns crushes mais platônicos. A gente dá like naquelas fotos bonitas e até em perfis bem escritos e torce pra dar match. Quando dá, a gente torce por uma mensagem. E depois pra que a pessoa seja aquilo que a gente idealizou. E que vire um date. E assim, muitos crushes nasceram e morreram nesses últimos anos.


Teve o crush one night stand, que se me perguntarem porque é que nunca virou nada, nem eu sei dizer. O cara era bem gato e legal, é um crush da memória, mas acho que no fim nunca consegui imaginar um happily ever after. A moça que encontrar com ele no momento certo vai ter sorte, e eu nem vou ter ciúmes!

Teve o crush at first sight, que até hoje eu me lembro de como eu gostei dele antes do primeiro date terminar. Não deu certo e foi uma pena (foi também muito sofrimento e enrolação).

Teve o crush errado, porque a gente sempre, sempre passa por esse, né? Parecia um sonho e no fim não passou de um doce azedo na vitrine. Sofri sozinha, e por esse eu sei que sofri porque minha mente foi incapaz de aceitar que fez uma idéia tão errada de alguém. Minha mente é uma coisa muito louca mesmo.

E tem o crush atual, com quem eu achava que não ia dar em nada porque achava que nenhum dos dois ia tomar iniciativa e no fim, não é que aconteceu?

É bem gostosinho ter um crush, e deve ser bem bom quando ele vira o the one, mas também é bom a gente saber quando é que a gente tá viajando na batatinha e quando tá na medida ;)

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that would be me. bye!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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