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#gordasafada: a pizza da mooca
quinta-feira, 14 de setembro de 2017 at 10:30
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Ainda no feriado, fui com uma amiga da z/l numa pizzaria na Mooca, A Pizza da Mooca. Fica numa rua com alguns outros bares/restaurantes, mas não me perguntem a melhor forma de chegar lá, porque a noite na z/l todos os gatos são pardos pra mim, haha!

A especialidade da casa é a pizza napolitana, aquela com a massa fina crocante, bastante molho e algum recheio, sem muita firula.

O lugar é pequeninho, e, mesmo chegando um pouco após as 20h, já não tinha mais lugar. Ficamos no bar e o garçom nos sugeriu pedir uma porção de burrata com massa e tomatinhos pra abrir o apetite. Para beber minha amiga pediu um mojito, que não é só vodka com hortelã, e eu pedi um mate de refrigeração longa com suco de laranja batido. O drink da minha amiga era beeeem doce, meio gosto de xarope, mas ela gostou, e o meu mate estava bem refrescante e gostoso.

Quando terminamos a entrada, chamaram pra mesa. Pedimos uma pizza de 6 pedaços, a maior, com 2 sabores: a margherita clássica e uma "moderna" amatriciana. Pra beber, invertemos, e minha amiga pediu um mate com limão siciliano e eu pedi uma taça de vinho.

Foi mal a foto feia, mas a vontade de comer era maior!

A pizza tem um tamanho mais do que suficiente pra duas pessoas, se tiver comido uma entrada. A massa é bem gostosa, o molho é muito bom mesmo e a sugestão de dividir os sabores é perfeita. A margherita é tudo o que se espera de uma pizza simples e a amatriciana é bem gostosa, mas eu senti falta do picante. Minha amiga achou que tinha sim, mas eu não sou parametro, hehe...

Ainda pedimos sobremesa, ela foi de mousse de chocolate e eu fui de torta com sorvete de leite. O contraste de sabores é muito bom e o sorvete é uma delícia!

A gente não foi muito preocupada em economizar e a conta de R$ 118 por pessoa. A pizza é uns R$ 50 e o mate, R$ 14.

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that would be me. bye!

#gordasafada: le pain quotidien al. lorena
segunda-feira, 11 de setembro de 2017 at 10:30
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No saudoso blog do #gordasafada eu já tinha falado do Le Pain Quotidien de Nova York. A Le Pain é um restaurante belga com comidinhas orgânicas e um conceito de comunidade. Aqui no Brasil também rola a mesa comunal, mas a unidade da Al. Lorena é bem grande, com muitas mesas individuais e um deck na rua bem convidativo.

No feriado resolvi ir até lá porque estava enjoada de comer sempre as mesmas coisas na Paulista e queria comer limpo. De fim de semana e feriados, o brunch e ovos/omeletes são estendidos até as 15h. Além dessas opções matinais, eles tem pratos quentes, saladas e os sanduíches abertos, o prato assinatura da marca.

Cheguei umas 14h30 lá e estava até meio vazio. Resolvi sentar no mezanino pra ver o movimento mas não estar no meio das pessoas, tinha um casal em outra mesa e só. A parte ruim é que não tinha nenhum garçom ali e toda vez que queria alguma coisa, tinha que esperar alguém lá embaixo olhar pra mim e subir.

Pra começar, pedi um croissant com manteiga quentinho. Ah, saudades de Paris =P


Pedi um omelete, e ele vem com uma saladinha de folhas e pães. Pra beber, um suco de laranja natural.

O omelete estava bom, mas meio seco. Pedi recheio de presunto cru com requeijão, e apesar do sabor acentuado, não era forte. Alguns podem achar um pouco salgado, mas é por conta do presunto. O omelete ocupa metade do prato, e achei um tamanho bom, mata a fome sem deixar a gente rolando.


Apesar da falta do garçom, o serviço foi atencioso. Uma pena que tanto itens estivessem em falta, como o brownie pequeno e a mousse =(

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save tonight, and fight the break of dawn
sábado, 2 de setembro de 2017 at 10:31
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Save tonight

Go on and close the curtains
'cause all we need is candlelight
You and me ... and the bottle of wine
And hold you tonight [ohh]

Well we know I'm going away
And how i wish - I wish it weren't so
So take this wine and drink with me
Let's delay our misery

Save tonight and fight the break of dawn
Come tomorrow - tomorrow I'll be gone
Save tonight and fight the break of dawn
Come tomorrow - tomorrow I'll be gone

There's a log on the fire
And it burns like me for you
Tomorrow comes with one desire
To take me away [ohh it's true]

It ain't easy to say good bye
Darling please - don't start to cry
'cause girl you know I've got to go [ohh]
And lord i wish it wasn't so

Save tonight and fight the break of dawn
Come tomorrow - tomorrow I'll be gone
Save tonight and fight the break of dawn
Come tomorrow - tomorrow I'll be gone

Tomorrow comes to take me away
I wish that i - that I could stay
But girl you know I've got to go [ohh]
And lord i wish wasn't so

Save tonight and fight the break of dawn
Come tomorrow - tomorrow I'll be gone
Save tonight and fight the break of dawn
Come tomorrow - tomorrow I'll be gone
Save tonight and fight the break of dawn
Come tomorrow - tomorrow I'll be gone
Save tonight and fight the break of dawn
Come tomorrow - tomorrow I'll be gone

Tomorrow I'll be gone
Tomorrow I'll be gone
Tomorrow I'll be gone
Tomorrow I'll be gone

Save tonight,
Save tonight,
Save tonight,
Save tonight,
Oh thats right
Save tonight - save tonight

that would be me. bye!

3108 day
quinta-feira, 31 de agosto de 2017 at 11:22
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E então, depois do que parece um bilhão de dias, Agosto está acabando! E nesse dia cinza de virada de frente fria (em São Paulo), estamos aqui para encerrar o #beda2017.

Há um ano a gente organizava o grupinho por causa desse evento blogosférico insano e um ano depois só posso elogiar a comunidade criada. São pessoas incríveis, blogueiras tanto veteranas quanto iniciantes que só tem amor pra dar <3

Esse ano não consegui acompanhar quase nada, mas vi no feice os vários posts, e claro, li todos os comentários deixados aqui e só posso ter certeza que ter esse cantinho é uma das melhores coisas da vida de blogueira raíz.

Então nesse blog day, minha indicação é o nosso grupinho do amor, o "Se organizar, todo mundo bloga", cheio de gente linda! Segue o banner, se não estiver no grupo, pede autorização que é que nem coração de mãe, sempre cabe mais um!

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#eufui: hanson em são paulo
segunda-feira, 28 de agosto de 2017 at 14:22
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E a temporada de shows começou (pra mim)! depois de quase 2 anos, volto a um bom show ao vivo de uma banda que eu gosto muito. 

Nunca fui uma fã inveterada de Hanson, mas sempre gostei. Quando fui pro Canadá pela primeira vez, um dos muitos cds que trouxe foi o ao vivo deles da época. Já na faculdade, conheci uma das minhas melhores amigas que é super fã deles, então acaba que sempre fico sabendo dos projetos deles. Em 2005 não pude ir no show deles porque era na véspera da prova pro USP-Quebec, mas sempre quis muito acompanha-la. Nos shows seguintes isso se tornou realidade, mas infelizmente, esse ano, quando anunciaram as datas no Brasil, ela já estava com uma viagem marcada, e eu então tive que ir sozinha.


Como de praxe, cheguei no local do show em cima da hora. Nem pras bandas das quais sou superfã faço questão de ficar na frente e fico bem feliz com a visão do fundo do Credicard Hall. O show estava marcado para começar as 21h30, eu entrei lá umas 21h15, ainda deu tempo de ir no banheiro e ficar esperando o show começar. Com uns 20 minutos de atraso, as luzes se apagaram e o show começou.

Nada de superprodução, de entrada triunfal, de fogos de artifício. A banda entrou calma no palco quando as luzes se ascenderam, cumprimentaram o público, e com todos a postos, começaram a tocar.

Nessa turnê eles estão comemorando os 25 anos de banda e 20 anos do álbum que os lançou ao estrelato, o "Middle of nowhere", então já era de se esperar que a setlist seria bem mais voltada aos antigos hits, mas acho que o público deles, que lota os shows, conhece bem o repertório completo e eles conseguem fazer um balanço bem interessante.

Confesso que dessa vez não fiz uma preparação muito boa pra esse show e não fiz a tradicional listinha do iPod, então durante o show eu dei umas olhadas na setlist online pra ver quando é que iam tocar as músicas que eu queria ouvir. Gostei muito que tocaram "Runaway run", que é uma das que eu acho mais animadas, mas fiquei na expectativa de ouvir "Save me", que nos outros shows tinha sido tocada no meio do set. Fiquei com celular AND iPod a postos pra gravar durante um tempão, até me conformar que eles só tocariam no bis.

Antes ainda rolou muito Taylor pulando com a gaita na boca em "If only" e aquela musiquinha básica que nunca pode faltar, uma cançãozinha singela chamada "Mmmbop". Só um clássico dos nossos tempos <3


E então, depois de duas horas de show, eles voltaram pro bis pra tocar "Save me" <3 Acho que eu posso ver o show deles um milhão de vezes, mas nada vai se comparar ao momento que Taylor puxa aquele Lllllloving you...! É sempre emocionante!

Setlist
Already Home
Waiting for This
Where's the Love
Look at You
Tragic Symphony
Thinking 'Bout Somethin'
Weird
This Time Around
Runaway Run
Madeline
Go
Juliet
I Don't Wanna Go Home
Strong Enough to Break
Penny & Me
Watch Over Me
I Will Come to You
On and On
I Was Born
A Minute Without You
Get the Girl Back
Crazy Beautiful
Man From Milwaukee
MMMBop
If Only
Fired Up
In the City

Encore:

Save Me

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um dia frio, um bom lugar pra ler um livro
quarta-feira, 23 de agosto de 2017 at 10:30
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O que é o beda sem uma listinha, né? Aproveitando essa onda de frio em São Paulo, vamos trocar figurinhas sobre os melhores livros pra ler numa tarde fria?

1. Depois daquela viagem, Valéria Pollizzi
Esse livro foi lançado em 1997 com bastante publicidade. Conta a história de como a autora pegou HIV do primeiro namorado, numa viagem de cruzeiro, e toda a luta para aceitar esse fato e conviver com o tratamento. É uma história de luta e superação, me fez chorar horrores, mas é uma história feliz. A Valéria hoje é casada e mora no exterior, mas continua dando palestras motivacionais e o livro virou peça de teatro. É um dos livros que me marcou, mesmo depois de 20 anos acho fundamental a gente ler!


2. Something borrowed, Emily Griffin
O livro que deu origem ao filme "O noivo da minha melhor amiga" é um dos meus favoritos na vida. Rachel é a menina certinha que aos 30 anos se vê num apartamento gracinha em Manhathan, com um emprego que odeio, mas bem sucedida e sem pretendentes, enquanto sua melhor amiga tem tudo aquilo que alguém poderia desejar: um emprego "dos sonhos", prestes a se casar com o melhor partido da cidade, um amigo da faculdade de Rach. É clichè e bem água com açucar, mas é uma leitura bem fácil e gostosa, pra ter esperança na vida no final.


3. Os contos de Beedle, o Bardo, JK Rowling
Esse é o livro com as histórias mencionadas em "Relíquias da morte". Como é que um bruxo não conhece esses contos? Vá já comprar uma cópia e ler debaixo das cobertas! É um livro curtinho que te faz sentir mais parte ainda do mundo do Harry Potter ;)


4. A droga da amizade, Pedro Bandeira
Quem cresceu nos anos 90 tem que lembrar da série da "Droga da obediência". Alunos de uma escola de Elite em SP investigam acontecimentos estranhos e acabam se envolvendo em grandes esquemas de tráfico, intrigas políticas, etc. Em "A droga da amizade", o autor relembra como a turma se conheceu, se reuniu e como chegaram ao grande acontecimento desse livro. Dá vontade de reler todos os outros depois dessa pincelada pela história dos Karas.


5. Pride and prejudice, Jane Austen
Meu livro favorito na vida! A história das irmãs Bennet na Inglaterra rural dos anos 1800 e seus amores, as intrigas, as reviravoltas e a sociedade da época. E nosso herói muso, Mr Darcy <3


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sorte na vida
segunda-feira, 21 de agosto de 2017 at 10:49
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Hoje em dia tenho noção da dificuldade que é simplesmente ser mulher. Nascer com cromossomos XX implica em muito mais dificuldades de ascender e vencer na vida do que ter nascido XY.

Mas obviamente quando eu era criança eu não entendia isso. Sempre digo que, embora meus pais tentassem ser o mais igualitários possível em casa, era eu que sempre tive que lutar pelo o que eu queria. Não sei se era porque eu sou a mais velha ou porque sou mulher e meu pai tinha muito machismo imbuído na criação e cultura dele, ou os dois junto, mas fato é que quem saia brigando e lutando por tudo o que queria fazer era eu. Desde ir dormir na casa das amigas até começar a sair de balada. Tudo eu tinha que pedir, ouvir não, argumentar e convencer.

Eu sei que não posso reclamar muito da minha posição de privilégio, sei que muitas coisas são mais fáceis pra mim simplesmente por ter nascido na classe social "certa", mas hoje sei que eu não tenho acesso a todas as oportunidades que existem porque sou mulher, ou que o caminho é muito mais difícil só por causa dos meus cromossomos. Porém, ter que ter lutado tanto dentro de casa me preparou para a vida real, e me ensinou que se eu acredito que posso fazer algo, eu posso brigar pra fazer acontecer. E também talvez contar com um pouquinho de sorte, porque sorte nunca é demais e nesse quesito eu não posso reclamar muito não. Talvez eu sempre tenha estado no lugar certo, na hora certa.

Ultimamente tenho comparado minha situação com a do meu irmão, que é uma história que eu conheço de perto, praticamente todos os detalhes, e posso comparar com a minha sem medo. Quando éramos crianças, sempre tive ciúmes de ver que o machsimo do meu pai facilitava as coisas pra ele. Ou então meu irmão simplesmente aprendia com as minhas dificuldades e fazia o que queria, como queria, e depois aguentava as consequências, que pra ele valiam a pena. Não estou dizendo que a vida foi simplesmente fácil para ele, mas em comparação com a minha, com certeza só o fato de ser caçula e homem, os caminhos eram menos tortuosos e com menos obstáculos. Como é a vida de um homem branco típico.

E eu entendo porque as pessoas ficam chocadas de saber que ele está desempregado há tanto tempo. Enquanto eu fiz Turismo, meu irmão é Engenheiro, e não é por qualquer faculdade. Assim como eu fiz USP, ele fez Unesp e teve todo o apoio para se dedicar aos estudos e não sofrer para escolher os estágios que teve que fazer. Nossos caminhos sempre foram parecidos, mas eu sei que os dele sempre foram mais fáceis só porque ele era homem. E é de se esperar que se eu consigo emprego fácil quando procuro, ele deveria nadar em propostas enviadas a ele. Mas por algum motivo, não é bem assim que acontece. Desde que perdeu o emprego, pouco tempo depois que eu fui mandada embora (no ano que tirei meu sabático), eu cansei de ver meu irmão mandando currículo, refazendo currículo e participando de inúmeros processos seletivos, sem uma oferta final.

Minha mãe diz que eu tenho toda a sorte e que meu irmão ficou sem, além de ele não ser tão confiante nas entrevistas quanto eu. Entendo que depois de tanto tempo, é frustrante mesmo não conseguir convencer o entrevistador de que ele é a melhor escolha para a empresa, mesmo sabendo que é capacitado para as vagas. Eu mesma não consigo entender como é que, tendo tudo a seu favor, a vida dele não é mais fácil.

Depois de dar muito murro em ponta de faca, ele está indo para o Japão, porque as contas não se pagam sozinhas, e hoje temos que pensar no futuro do meu sobrinho. Mas não é o que ninguém imaginou pro meu irmão, mesmo nos momentos de birra entre irmãos. Sabemos que a vida na fábrica não é fácil, e que ele terá muito pouco tempo para o filho, que é o que a gente viveu com nosso pai, que embora não tenha ido paa o Japão, sempre trabalhou demais e não teve tempo de aproveitar a vida. A vida tem que ser mais do que trabalho e contas pra pagar, a vida é feita dos momentos de alegria compartilhados com quem a gente ama. E trabalhar em fábrica não foi o que ele escolheu pra vida. A vocação dele é a engenharia, e ele deveria ter tido a oportunidade de conseguir trabalhar na área, para ser feliz no trabalho, ao invés do ressentimento de tger que ter um emprego porque a vida impôs.

Antes que alguém critique, eu não estou diminuindo a vida do dekassegi, para quem escolhe essa vida, ela é boa, mas não é a escolha que ele quis fazer, nem para que meus pais nos prepararam. A gente não foi forçado a fazer faculdade, nem a fazer os cursos que fizemos. Então nossa escolha sempre esteve longe do chão de fábrica, mesmo que fosse para "pagar em dólar". NOssa realização tem mais a ver com a natureza do trabalho do que ganhar dinheiro. Cada um com seu cada qual.

Nunca na vida imaginei dizer algo como isso, mas estou bem chateada que meu irmão está indo embora e não vou vê-lo por tanto tempo =/

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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