c'est moi

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

blogroll

@ carol c. [rolê do amor]
@ nicas
@ nati n.
@ line
@ lari
@ fernanda n.
@ paula b.
@ thais h.
@ maria t.
@ simone pearl
@ anne r. [cat loves vinyl]
@ tany
@ bruna
@ pamela
@ lecticia
@ gesiane
@ lia f. [verbo ler]
@ chris m.
@ meire k.
@ carlos & denise

arquivos



extras

vaca pensativa, de saco cheio de mais um dia molhado na inglaterra.

meus natais mundo afora

domingo, 4 de dezembro de 2016 at 13:30

2 comments

Natal pra mim sempre foi data pra comemorar em família. Quando éramos pequenos, minha vó ainda tinha dinheiro e dava festões de natal, com árvore enorme e muitos presentes debaixo dela. Os melhores presentes que ganhei quando criança, até uns 11 ou 12 anos, foram nos natais na casa da minha vó.

Depois de grande, e depois que minha vó ficou sem dinheiro, a gente passou a comemorar o natal na casa de um tio aqui na roça mesmo (e ela vinha todo ano, claro), e eu passei a dar mais importância pra comida da ceia, hehe #gordasafada

E depois que entrei na faculdade, passei alguns natais fora do Brasil.

Aqui a tradição é ter uma ceia grande no dia 24, com troca de presentes logo depois (não dá sempre pra ser a meia noite porque as crianças tem que dormir!) e no dia 25 a gente come o restodontê, geralmente na mesma casa. E quem tem conjuge tem que se dividir entre as 2 famílias nesses dias.

Lá fora, meu primeiro natal foi nos EUA, quando trabalhava na Disney. Cheguei quando o parque já estava todo enfeitado, o clima de natal era pesado. Mas a gente também estava em uma galera enooooorme de brasileiros, e a gente fez a festa da nossa maneira. Lá, o costume é dormir cedo no dia 24, pra acordar com os presentes debaixo da árvore e fazer uma refeição de festa no dia 25. A gente, claro, festou muito na noite do dia 24. Muita gente, como eu, trabalhou durante o dia (parques lotaaaados!) e foi pra casa dos amigos a noite. Eu passei na casa de uma menina que trabalhava comigo pra comer, já que ela e as roommates fizeram um peruzão assado, e depois fui pra casa de uns meninos no prédio do lado do meu, onde tava uma galera enorme (e minha bestie da facul).

Uma foto muito boa #sqn

Dois anos depois, me vi passando um dos natais mais deprimentes da minha vida, no Japão. Como eles não são cristãos, o natal pra eles é meramente comercial. Rola enfeite de natal e umas músicas americanas, mas não é essa coisa enlouquecida dos EUA, por exemplo. A noite de natal lá é um date night, as pessoas se encontram com os amigos, vão pro karaoke e comem Christmas cake. A data mais importante por lá é o ano novo, oshogatsu, quando eles tem de fato um feriadão (dos poucos que tem no Japão) pra visitar familiares e amigos. Quando eu era criança, no ano novo na casa dos parentes, eu ganhava dinheiro dos adultos e dava pra fazer uma micareta do natal na loja de brinquedos, hehe. Mas anyway, no natal que passei no Japão, além de não ter ninguém próximo, passei chorando as pitangas porque cortaram a nossa linha na noite anterior e a gente ficou meio puto de ficar sem trabalho (e sem dinheiro das horas que trabalharíamos) sem nenhum aviso prévio. A gente foi comer batata frita num restaurante perto da fábrica, e essa parte foi divertida, mas eu não recomendo muito não. Pra compensar, 2 meses depois quando estava no Canadá visitando minha família de intercâmbio em um dos feriados da faculdade, eles fizeram uma mini noite de natal pra mim, cheia de presentes <3

Óbvio que a idéia de ir comer batata frita no Gusto foi minha #gordasafada

E ai, ano passado, passei o natal na Inglaterra. Os ingleses curtem natal e enfeites, eles gostam muito de artesanato, mas como morávamos na escola (camp hill), a celebração era meio diferente, a época era mais sobre o solstício, e por causa dos níveis de ansiedade dos alunos, a gente não tinha decoração de natal nas casas =( Mas o meu dis 24 de dezembro de 2015 eu passei viajando, voltando da viagem pra Amsterdã, de ônibus. Das vantagens desse dia: comemos um café reforçado, com pão francês (que não tem na Inglaterra), no hostel, fizemos uma marmita (que não podia) com o buffet, pegamos a travessia do canal da mancha pelo túnel (que vai muito mais rápido) e conseguimos chegar em Londres em tempo de fazer umas compras antes de voltarmos pra Ringwood. Chegando na cidade, um frio congelante, a gente andou de mala e sacolas até o camp hill e preparamos nossas comidas de madrugada pra comemorar. Eu e o Henrique T. E no dia seguinte convidamos os outros brasileiros da fazenda pra comer pizza e conhecer a escola.

Ceia de voluntários.

Particularmente eu gosto de passar o natal em casa mesmo e gosto das tradições brasileiras. Gosto da abundância de comida e do clima de cordialidade. E curto até as músicas, existe algo de pacificador em ouvir a Simone cantando que "então é natal". No Brasil a gente meio que entra em clima de "café com leite" nessa época, até o carnaval, e eu acho bom relaxar e não levar a vida tão a sério, mesmo que seja por umas semanas só.

Essa idéia foi trazida pro grupo (bem como esse banner lindão) pela Beatriz do avesso da coisa. O Blogmas é um projeto de postagem diária durante o mês de dezembro, com temas natalinos (ou que lembrem dezembro). Esse grupo é só amor!

Marcadores: , , , , ,

that would be me. bye!

então é natal (?)

sábado, 3 de dezembro de 2016 at 19:27

4 comments

Já é dezembro e a gente pode começar a falar de natal, é?

Eu nunca fui super ligada a músicas de natal, mas quando ouço, acho divertido. E lá pelos anos 2000, eu, super fã de boys bands que era, ouvia qualquer coisa que qualquer uma lançasse. E também assistia o que eles gravassem pra tv. Eu sempre fui #teambsb, mas ouvia N'Sync numa boa. E foi num desses programas que o SBT comprava velho já, que eu descobri a música de natal deles.



E por causa disso, quando essa época do ano chega, me lembra dessa música, e me lembra dos verões que eu passava sem nenhuma preocupação na vida <3



Consigo até sentir o colchão dos meus pais de onde eu ficava revendo o vhs com essa apresentação <3



Essa idéia foi trazida pro grupo (bem como esse banner lindão) pela Beatriz do avesso da coisa. O Blogmas é um projeto de postagem diária durante o mês de dezembro, com temas natalinos (ou que lembrem dezembro). Esse grupo é só amor!

Marcadores: , , ,

that would be me. bye!

#euvi: animais fantásticos e onde habitam

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016 at 14:47

0 comments

Como potterhead de carteirinha, não poderia deixar de assistir a mais um filme com selo da JK Rowling de enredo mágico, né? Afinal, eu me senti órfã, em 2011, quando saiu o último Relíquias, e poder ouvir de novo, no cinema, o tema da Edwiges acompanhando o logo da Warner, era um sonho...

Confesso que fiquei meio cética quanto a história, ainda mais depois de Cursed Child, e apesar de demorar 1 semana pra decidir ver no cinema, finalmente sucumbi e fui. Sozinha.

Se eu deixei de ver algumas animações porque não consegui achar sessão legendada, pra Animais Fantásticos tava difícil achar sessão 2D. No fim fui ver 3D mesmo por causa do horário, mas já começo dizendo que foi totalmente desnecessário. Se você puder, economize seu dinheiro e vá numa sessão 2D.

Bom, se ainda existe alguém que não sabe, Animais Fantásticos e Onde Habitam é um filme sobre o mundo bruxo da JK Rowling. Nele, acompanhamos a viagem de Newt Scamander, um magizoologista (estudioso de animais mágicos) inglês, a Nova York, onde, numa confusão, sua maleta mágica que abriga os animais fantásticos é extraviada e aberta, causando uma pequena confusão na cidade.



SPOILER ALERT!!! Não passe dessa linha se não quiser saber mais sobre o filme!!!

Eu consegui fugir por 1 semana inteira sobre qualquer spoiler do filme, eu realmente não sabia o que esperar, além do que eu contei ali em cima, quando entrei no cinema.

E já no começo o espectador é bombardeado com menções a Grindewald, aquele ex-amigo do Dumbledore que o Voldemort vai interrogar pra saber mais sobre a varinha das varinhas. É tipo uma contextualização sobre a época em que o filme se passa.

É 1926, entre guerras, e NYC está sendo aterrorizada por “vândalos” que estão destruindo várias propriedades pela cidade. Logo descobrimos que o Congresso Americano de Magia, a MACUSA, está investigando os casos, junto (ou em paralelo) com a polícia “trouxa” local.

E quem viu os traillers já sabe que os americanos não chamam os não bruxos de “trouxas”, e sim de “no-maj” (não mágicos), o que é bem estranho, mas eu entendo, afinal, a própria língua inglesa “trouxa” tem tantas diferenças de cada lado do oceano...

É no meio dessa confusão que Newt se encontra, e todo o imbróglio sobre a sua maleta não ajuda a facilitar a sua vida e a vida dos nova-iorquinos (trouxas ou bruxos). Pra piorar a história, tem uma mini seita, fundada por uma mulher (que poderia ser a versão extrema do tio Walter) que odeia bruxos e quer que eles sejam banidos da terra (trazendo de volta a história os julgamentos de Salém, em que pessoas foram queimadas vivas), e pra isso, tenta recrutar crianças carentes, além de adotar crianças “problemáticas”.

A maleta do Newt não é exatamente a coisa mais segura do mundo, já que os animais mais espertinhos conseguem abri-la pra fugir, e é claro que isso acontece. Mas pra piorar a situação, ele PERDE a maleta. E uma ex-aurora acaba percebendo toda a situação e fica no encalço de Newt, tentando fazer com que seja julgado, já que, dentro dos EUA, ele está cometendo um crime (nessa época os bruxos deveriam se esconder ao máximo dos trouxas e qualquer um que deixasse escapar qualquer traço de magia deveria ser punido).

Mas claro que Newt, sendo o personagem principal da história da JK, não é um seguidor de regras. E vai se esquivar de sua algoz, principalmente porque está preocupado com seus animais fugitivos. E já que nada é fácil pra nenhum herói, ele tem que carregar junto o Jacob, o cara que levou sua maleta embora por engano e deixou os animais escaparem, e que é um pouco atrapalhado com a VIDA (além de ser um trouxa meio sem noção de absolutamente nada – mas baum coração, tá?).

Tudo isso por si só já dá um bom filme, principalmente no que concerne os animais fantásticos, e eu teria ficado bem feliz se o filme fosse só sobre a viagem do Newt e sua maleta, mas como eu falei ali em cima, ainda tem a “coisa” que anda tocando o terror em NYC e a ameaça de Grindewald (na linha do tempo, ele já brigou com Dumbledore e está tentando dominar o mundo).

Você não precisa ser um gênio pra deduzir que a maluca da mini seita adota crianças que ela acha que são bruxas pra tentar “exorciza-las” e “endireitá-las”, e que isso, claro, não pode dar certo. E daí pra deduzir que quem anda tocando o terror em NYC é um de seus filhos não é difícil. Lá na MACUSA a ex-aurora esbarra não só na presidenta, mas em um de seus braços direito, o Mr Graves, que logo é revelado como meio que um agente duplo, com uns motivos bem obscuros, e pra descobrir a real identidade dele também não é difícil.

Essas coisas não estragam a história, mas fico pensando que elas tem um peso bem importante já nessa narrativa, o que pode eclipsar a participação do Newt na saga... Ou que pode levar a saga a tomar uma curva que fuja da temática original. A JK já disse que, no termo original, os “animais (monstros) fantásticos” podem ser não só animais, mas os nossos monstros internos, mas mesmo assim...

Quanto aos animais do título, pelo menos nesse primeiro filme, eu adorei conhecer um pouco mais da fauna bruxa, tem cada coisa incrível e linda, ou mesmo fofa, e me senti meio Jacob quando eles entram na maleta, bem maravilhada, e gostaria que aparecessem mais animais diferentes ao longo dos próximos 4 filmes, além do retorno de alguns que já apareceram em Harry Potter.

Eddie Redmayne já é um dos meus atores “novos” queridinhos e ele está ótimo nesse filme, tem uma coisa de “desabrochar” do personagem ao longo da história (no sentido de conhecermos ele melhor e ele se mostrar mais “aberto” com o tempo) e eu espero vê-lo muito na tela!

Jacob a principio parece só ser um alívio cômico, mas o personagem é genuinamente doce, sensível e fofo. Ele é atrapalhado e um serumaninho sem noção, mas não achei nada caricato, e no fim, você torce por ele e fica com vontade de ter uma pessoa coração baum assim na sua vida. Espero que o personagem volte, nem que seja pra fazer uma pontinha, nos próximos filmes, e que ele fique mesmo com a Queenie #otp

A única coisa mesmo que me incomodou é a participação do Johnny Depp na história, porque eu imaginava o personagem dele totalmente diferente. Já vi gente pedindo pra trocar por Tom Hiddleston, e eu não me oporia a isso. Afinal, se a gente teve que engolir Michael Gambon que não se deu ao trabalho de procurar saber mais do seu personagem e fez um Dumbledore totalmente fora de si, acho que a história não sofreria com essa transfiguração (aliás, JK anda abusando dessa história de pessoas se transfigurarem em outra sem poção polissuco – já basta o próprio Harry em Cursed Child!!!). Mas eu sei que, a menos que ele MORRA, Johnny Depp continua na saga até o fim...


A gente reclama muito, mas no fim, acaba lá que nem trouxa no cinema pagando o que for pra continuar acompanhando esse mundo mágico.

Marcadores: , , , , ,

that would be me. bye!

once upon a time

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016 at 09:00

2 comments

Essa idéia foi trazida pro grupo (bem como esse banner lindão) pela Beatriz do avesso da coisa. O Blogmas é um projeto de postagem diária durante o mês de dezembro, com temas natalinos (ou que lembrem dezembro). Esse grupo é só amor!

Dia 1 de dezembro é pra sempre, pra mim, o dia que comecei a realizar um dos meus sonhos mais fantásticos. Acho que faço um post sobre isso todo ano em alguma rede social, mas é inesquecível mesmo. Dia 1 de dezembro de 2003 eu estava pisando na Florida pela primeira vez, pra vender a minha alma pro rato e virar oficialmente uma "cast member". Foi naquele verão/inverno que eu realizei o sonho de trabalhar na Disney <3

Tem dias que a gente não lembra nem se colocou a camiseta do lado certo, mas tem dias que nunca se apagam da memória. Lembro direitinho de desembarcar, com muito sono, super cedo de manhã em Miami, e lá na fila da imigração ver um pessoal correndo pra não perder a conexão pra Orlando. A minha conexão só aconteceria de tarde, então nem me preocupei.

Já desembarcada, encontrei com o resto do pessoal que ficou na mesma situação que eu e decidimos que, já que tínhamos tempo, mas era muito cedo, que a gente ia pegar um ônibus pra Miami Beach!

Foto da foto - porque naquela época longinqua a gente não tinha nem câmera digital ainda!

Lembro de chegar lá, de ir no mercadinho, de percebermos que a gente também não tinha nada pra fazer ali e que a gente deveria verificar como voltar logo, porque o ônibus da ida era a coisa mais lerda que a gente já viu na vida!

Lembro da senhorinha doida do ônibus que não deixou mais ninguém sentar, num lugar lotado, porque ela queria picotar jornal (?)!!! E de chegar de volta no aeroporto e resolver almoçar Burger King, porque afinal, também não tinha isso no Brasil naquela época #idosafeelings

Depois fomos nos trocar, porque as recomendações era de que deveriamos chegar em Orlando parecendo o mais profissionais possível (e todo mundo tinha chegado ali de calça jeans e camiseta, haha).

Chegamos, e como combinado, tinha alguém da Disney pra nos buscar. Minha mala chegou aberta =( Mas não senti falta de nada, então embarquei no ônibus e fomos fazer nosso check in pra descobrir onde iriamos morar.

Não vou esquecer de chegar no Vista Way e encontrar minha amiga, que tinha ido 1 semana antes. Um rosto conhecido! Passei rapidinho pelo check in e pelo exame médico (mais fuleiro que aqueles da escola) e peguei o primeiro ônibus pro Chatham Square. Pra minha sorte, parou na frente do meu prédio e meu apartamento era no térreo. Nunca que conseguiria subir com aquelas malas, haha!

Ao contrário de todo mundo, não fui pro super mercado. Fui é me arrumar, tomar uum bom banho, e filar bóia na casa de outro amigo nosso #gordasafada

Primeira foto na "propriedade"

Os meninos faziam uma comida bem da boa! E depois fomos pra balada, meu primeiro contato com a balada americana. Foi bem bizarro e eu acabei voltando cedo porque tinha que levantar cedo no dia seguinte, mas nunca vou esquecer como foi realizar esse sonho. Vão se passar muitas décadas ainda, e esse vai ser um dos momentos mais marcantes da minha vida até o fim!

Marcadores: , , , , , ,

that would be me. bye!

#gordasafada: beach burger

quarta-feira, 30 de novembro de 2016 at 10:30

0 comments

 O que eu mais amo em SP é a variedade de opções pra tudo que a gente encontra na cidade. E eu adoro morar na zona oeste, onde tem opção pra tudo em todo o canto <3.

Outro dia fui almoçar com uma amiga, que vai passar o fim de ano fora, e queríamos conhecer o La Table do Omaley’s, mas estava fechado. Ela então se lembrou de um restaurante que ela frequentava na época do último estágio, e resolvemos ir até lá (até porque era só descida, hehe).

Apesar do nome, o Beach Burger serve pratos a la carte, de carnes, avesa, peixes e massas. O lugar é bem gostosinho, bem aberto, o salão tem 2 pisos e a decoração é bem “hipster de boutique”.

O cardápio tem uma boa seleção, não é super extenso, mas cobre todos os gostos. Tem sim hambúrgueres, mas nesse dia não estávamos nessa pegada, então fico devendo essa (nem olhei direito pra essa parte do cardápio).

Bati o olho em várias coisas bonitas, mas tinha um risotto lá que me chamou mais a atenção, porém, continha brócolis, que eu odeio. Perguntei meio descrente pra minha amiga se ela achava que eles modificariam o pedido e ela afirmou que eles eram legais e flexíveis. O dono estava pelo salão, mas quem nos atendeu foi um garçom bem simpático. Quando perguntei se rolava tirar o brócolis, ele disse com a maior calma que não seria problema nenhum. O pedido da minha amiga também era modificado, ao invés do arroz, ela pediu salada (mas acho que a modificação de um acompanhamento é bem mais tranquilo do que tirar um ingrediente da receita).

Apesar dos grelhados de carne vermelha terem uma cara muito apetitosa, pedi um risotto de camarões com tomatinhos (a câmera do meu celular tá mutcho loka e as fotos saíram péssimas).


NUOSSA! Essa é a expressão que tenho pra compartilhar desse almoço. Fazia tempo que não ia num lugar despretensiosamente e gostava TANTO da comida. Sério, não era fome, o prato estava DELICIOSO! Risotto no ponto, cheio de camarões, saboroso, tomatinhos super combinando... E em um prato que não era gigantesco, mas na medida certa!

É verdade que os pratos não são exatamente baratos, mas o valor não varia muito. Pela localização está na média e vale a pena pra um dia gostoso com os amigos. A comida é uma delícia, daquelas coisas que valem mesmo a pena, e o atendimento é super simpático, bom mesmo! O dono fica no salão, fala com todo mundo, e faz de tudo pra agradar todo mundo. A gente queria tomar um sorvete no caminho de volta pra Paulista, então nem pedimos sobremesa, mas ele nos ofereceu de cortesia a torta de chocolate no potinho, que ele fez pensando nas pessoas que não aguentam comer na hora, mas que querem experimentar o doce mais tarde.

Mais tarde eu quase esqueci do potinho na minha geladeira! Mas ainda bem que lembrei. Que doce delicioso, meu senhor!!! Amo um chocolate, ainda mais belga <3 A torta é na verdade um mousse levinho com uma massa de bolo super aerada no fundo. O pote poderia ser do tamanho de um galão de água de 20 litros e eu ainda acharia pouco!


Beach Burger
Alameda Lorena, 1420
Pratos em torno de R$ 50 + taxa de serviço (merecida!)

Marcadores: ,

that would be me. bye!

#diarinho: pela paulista afora

terça-feira, 29 de novembro de 2016 at 10:30

0 comments

Quando mudei pra SP, achava muito estranho que as pessoas que moravam aqui a vida inteira não conheciam a cidade direito. Como estudava na USP, tinha gente de todo o canto, mas parecia que as pessoas de SP mesmo eram as que menos sabiam se virar por aqui!

Depois de um tempo comecei a entender que a cidade é grande demais pras pessoas andarem de uma ponta a outra toda a hora e que cada bairro era um universo em si, com tudo que as pessoas poderiam precisar num lugar só.

Hoje em dia, eu basicamente vivo a vida de um paulistano: faço tudo pela zona oeste, quase nunca saio da Paulista e a cada dia percebo que conheço menos o resto da cidade, porque até meus amigos que não eram dessa parte estão se mudando pra cá.

Esse último finde na cidade, praticamente passei na Paulista.

Não comprei nada na Black Friday porque não tenho dinheiro mesmo, mas no sábado resolvi ir até a loja física da So Cute pra ver de perto as roupas deles. Passei pelo Starbucks, claro, e fui descendo os Jardins até... Obviamente passar o número deles. A loja fica numa galeriazinha na Haddock Lobo que não tem a placa deles ainda, então é fácil passar reto.

Passei lá no sábado de manhã, e não tinha ninguém, só a coitada da UMA vendedora que também tem que atender o telefone. A loja é uma gracinha, bem romântica, e pequeniníssima. Olhei de tudo, achei os materiais muito bons e as coisas bem feitinhas. Ao telefone a vendedora explicava para uma cliente que eles não podem reservar peças.

Eu já sabia que os preços seriam bem caros, nível Antix, então fui só pra bisbilhotar mesmo. Quando a vendedora ficou livre, foi super simpática, um amor. Disse que já não tinha quase nada da Black Friday, que o pessoal apareceu em peso na sexta, mas que as promoções estão sempre no instagram deles. Gostei tanto da menina que fiquei com dó de não levar nada (e de ela ter que ficar ali sozinha)!

Depois desci mais até a Forever 21 da Oscar Freire porque queria provar as calças jeans ultra baratas deles. Peguei alguns modelos e dei um giro pela loja, mas tô tão pobre que não tive nem coragem de pegar mais coisas pra experimentar pra não passar vontade.

Engraçado que as skinny’s deles são basicamente a mesma calça com lavagens diferentes, mas provei 2 calças super idênticas e uma ficou ótima e a outra ficou uó... Bom, levei só a que ficou boa mesmo. Ainda passei na Arezzo e na Corello, subi até a Empório, mas graças a deus não achei nada que eu quisesse #minhacarteiraagradece

Resolvi almoçar no Viena por falta de criatividade. Apesar de ser meio caro, ao menos ganhei uma das garrafas de alumínio da Coca, da época das olimpíadas <3

A Rhariane sempre fala que gosta muito da Daiso da Saúde, e eu tava querendo muito ir numa loja, mas rolou uma super preguiça de pensar em ir na da Rua Direita, então olhei no mapa e vi que essa lá da Saúde NE era muito longe do metrô e fui comparar.

Já na entrada, tive uma sensação melhor, de amplitude e organização. Apesar de estar cheia, não estava aquela coisa claustrofóbica e caótica, deu pra ver tudo com calma. A loja tem de tudo, a Rhariane tem razão, vale muito a pena ir até lá. Até na parte de papelaria tinha bastante coisa como adesivos e washi tapes. Claro que deixei parte daquele dinheiro que nem tenho, e nem foi tudo aquilo que eu queria ter levado!

A noite, fiquei de ver se saia com umas amigas, mas virei total abóbora! Sabe quando bate aquele sono avassalador? Pois é, eu até pensei em me arrumar pra sair, mas ai elas demoraram aquele 5 minutos a mais pra me mandar mensagem e eu desisti...

No domingo, fui almoçar com uma amiga que vai passar algumas muitas semanas fora agora no fim do ano e descobri um lugar super delícia. Iamos no La Table do Omaley’s, mas estava fechado, então fomos em outro restaurante ali nos Jardins, super delícia. Até já escrevi uma resenha a parte, porque ele merece <3

O problema de ir almoçar pelos Jardins é voltar de lá... Já não gosto muito de andar, se for subida então, tenho vontade de morrer! Mas tudo bem, voltamos no meu passinho de mula empacada, haha, e nos deparamos com o protesto contra a PEC 241 e #foratemer.

Tomamos nosso sorvetinho e aproveitamos a linda da Paulista livre pra passear e ver umas coisas pra viagem dela.

Há um bom tempo, passamos numa NYX pra ela testar umas maquiagens, já que comprar na MAC tava muito caro, e ela descobriu o pó HD deles. Eu mesma nunca tinha usado o pó, só sombras e blushes que acho super pigmentados (ótimos!), mas como tô sem nenhum pó (o meu da MAC deu seus últimos suspiros), resolvi bisbilhotar, e olha que maravilha, o meu tom tava na Black Friday deles! Paguei bem baratinho, do jeito que eu queria! E os vendedores são sempre tão simpáticos, né? Também passamos na MAC, mas eu não comprei nada, só fui testar os delineadores líquidos deles. Ainda to na dúvida, porque achei o meu delineador japonês online por um preço bom, mas... Vem da China, né. Veremos...

Tenho que começar a me organizar melhor, esqueci de novo que o Sacolão do bairro fecha cedo de domingo e fiquei sem comida pra segunda. E depois de descobrir a salada deles, não dá pra voltar a comprar no Pão de Açúcar! Fora a diferença de valores...

Tive até que ir lanchar fora, e no meio do caminho encontrei a massa de palmeirenses saindo do jogo. Até que eles foram mais calminhos pelo bairro e nem causaram muito, mas minha amiga sofreu com eles lá nas Clínicas, reclamou muito do barulho e nem conseguiu estudar, coitada.

Marcadores: , , , , , , ,

that would be me. bye!

conhecendo a 99pop

sexta-feira, 25 de novembro de 2016 at 10:30

4 comments

Quando mudei pra SP, há muito tempo (mais de década, já!), eu era uma pobre estudante universitária. Do tipo que ia pra balada de ônibus e tinha que esperar até o sol raiar pra pegar o ônibus de volta pra casa. Taxi, na minha concepção, era um luxo, ou uma emergência.

Graças a deus, a situação melhorou de uns tempos pra cá, e desde que consegui emprego de consultora (e não mais assistente), tem dado pra pagar uns luxos e comodidades. Tipo pegar taxi.

Mas num passado nem tão distante assim, pegar taxi era meio chato. Ou você ia/ligava no ponto de taxi, ou ligava no Rádio Taxi (e pagava uma taxa pela chamada) ou ia tentar a sorte nas ruas, procurando por um taxi. E tinha que ter dinheiro vivo pra pagar!

Ai surgiram os aplicativos pra chamar taxi do conforto de casa, e claro que aderi logo! Com a concorrência, não tardou pra aparecerem várias promoções. E a segurança de pagar no cartão e no paypal!

Ano passado, quando fui pra Inglaterra, quase ninguém aqui usava ou sabia o que era o uber. Mas menos de 1 ano depois e parece que o aplicativo virou uma febre! Porém, eu nunca concordei com as práticas da empresa, e prefiro não arriscar minha própria segurança.

Então, como nenhum amigo mais quase usa taxi, eu não estava sabendo que tanto a Easy Taxi quando a 99 tinham lançado opções de transporte em carro privativo com tarifas fixas. E nesse post, vou falar da minha experiência com a 99pop.

Ao entrar os dados da corrida no aplicativo da 99taxis, você pode escolher entre as opções, chamar um taxi comum ou um 99pop, que é um carro particular. Em todas as opções vem a estimativa de valores, e a 99pop é a mais barata entre elas, além de ter um valor pré fixado. Você sabe que não vai sair daquela variação que aparece no aplicativo. E não existe tarifa flutuante nem adicional por causa de horário! Além do que, na 99 não existe compartilhamento de corrida.

Conversando com alguns motoristas, eles aprovam o modelo da 99, porque eles são exigentes na avaliação dos carros e dos motoristas. Enquanto que no Uber qualquer um pode se cadastrar, na 99 o motorista passa por uma análise de documentos (que são mais específicos do que no Uber) e uma avaliação em pessoa. A 99 trata os motoristas melhor, cobra um pouco menos e eles se sentem mais seguros em relação aos passageiros também. Além do que, com a 99, os carros são chamados de acordo com a localização, então quem está mais próximo do passageiro é que é chamado, evitando que o motorista tenha que se deslocar um longo caminho pra chegar até o passageiro e depois levar a pessoa para um lugar que é mais próximo que o deslocamento inicial. Isso é excelente pro passageiro, que não tem que ficar esperando um tempão por um cara que vem lá de longe também.

Particularmente, eu sempre gostei na 99, por causa das promoções e por causa dos motoristas, que sempre foram simpáticos, nunca tive grandes problemas com eles. Sei que esse não é um mundo perfeito, e existe muito taxista desgraçado que acaba com nosso dia, mas gosto de saber que eles ao menos passam por um cadastro na prefeitura, que deve fazer um trabalho razoável de garantir a segurança do cidadão. No Uber, sei que qualquer doido pode se cadastrar, e se der qualquer problema, a empresa geralmente deixa o cliente na mão, e até culpa a vítima (quando não a ameaça de morte).

Marcadores: , , , ,

that would be me. bye!