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terça-feira, 1 de setembro de 2020 at 12:47
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eu e meus passa tempos

Eu sempre tive essa personalidade meio obsessiva. Ou eu invisto um tempo ridículo atrás daquilo que me interessa, ou eu simplesmente cago pros assuntos, não tem meio termo. E geralmente essas coisas acontecem só quando eu de fato tenho tempo. Foi assim que acabei caindo no buraco negro da patinação artística: eu tinha tempo e o assunto estava ali gritando na minha cara (no YouTube).



Na adolescência eu pulava de obsessão em obsessão. Na verdade acho que aconteceu desde antes: eu era muito fã de Polegar lá pelos meus 6 ou 7 anos, depois virei muito fã de Michael Jackson na fase Dangerous, tive uma fase mega pagodeira (Exaltasamba das antigas, Katinguelê com Salgadinho, Karametade...) até achar meu amor definitivo em Backstreet Boys. Sim, definitivo, mesmo que eu tenha fases em que não escuto muito. Porque no fim, eu sempre volto pros meus garotos da rua de trás <3



Mas quem me conhece já me viu passar por uma fase hard de 30 seconds to mars e Foo Fighters. 30 seconds começou com o clipe de "Closer to the edge" e Foo Fighters foi o fatídico Lolla em SP. Também teve a fase da redescoberta de Matchbox 20 (de que sempre gostei) e Goo Goo Dolls (ultimamente estou beeeem desapontada com o que andam criando).



E chegamos a quarentena. Tempo livre de sobra. Tava demorando pra eu achar alguma coisa com que me entreter. Então eis que BTS lança "Dynamite" e eu resolvo dar uma chance pra essa nova boysband.

Eu sempre vou amar pop. É pop eu tô ouvindo. Não me interessa se eu sequer entenda a letra. Se for baladinha então, ganha meu coração. Eu posso zoar, mas não tem nenhum artista pop que eu odeie. Sempre tem uma música que eu curto. 

Só que eu já não tenho mais idade pra acompanhar as novidades. Quer dizer, eu ainda sei da maioria das coisas que estão na moda, mas não sou a primeira a descobrir e geralmente não sei muita informação além do básico. Tem gente que eu não sei nem como é a cara.

Mas esse tempo ocioso tá ai pra isso, né? E depois de "Dynamite", cavei um buraco deveras fundo, chegando a assistir alguns vídeos explicando coisas da banda e do fandom. Mas de novo, tô velha. Eu olho SETE pessoas numa banda e nem tento descobrir quem é quem. Eu sei quem é uns... 3 ou 4. De saber qual o rosto do nome. Não sei da onde veem, as idades, nada mais. Ser fã de banda pop é um trabalho bastante intenso, que eu fiz na minha adolescência quando eu tinha plasticidade cerebral pra tal. Hoje em dia eu tenho que ser seletiva com o que eu consigo guardar na memória. E saber o que é um Salchow ou um Axel já tá me demandando capacidade cerebral demais.



Mas olha, eu super entendo o apelo de BTS. Também entendo a loucura do Army. Na minha época era ENGOAL. E lá no futuro, eles vão entender que quando a gente compara BTS a BSB, não é por mal. E a gente também sabe que muita gente carpinou esse caminho antes. Beatles teve que existir para que a sociedade entendesse o poder da fã jovem. Menudos teve que aparecer, pra indústria aprender como fabricar um grupo de sucesso. BSB e 1D consolidaram o poder do pop e mostram as diferentes direções que esses artistas podem tomar (continuar junto não é pra todo mundo, assim como se separar também não é). BTS veio mostrar que diversidade importa sim, que tem força. Cada um tem a sua contribuição pro imaginário pop dos nossos tempos.

Assim como a quarentena, eu ainda tenho muito chão pra galgar nesse buraco negro do k-pop, e provavelmente não vou explorar nem metade, mas tudo bem. A gente tem que saber escolher nossas batalhas.



Como eu disse, eu amo uma baladinha, né? Hehehe...

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segunda-feira, 27 de abril de 2020 at 17:03
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#bedadaquarentena: considerações não tão finais

Eu acho que estou saindo da bad que me acometeu uns dias atrás. Comecei o curso "mais concorrido de Yale", o Science of Well-being e até voltei a ler um livro.

Enquanto estava na bad refletindo negativamente sobre tudo na vida. cheguei a conclusão de que preciso por uma ordem na vida. e que em parte eu larguei o blog porque eu não tinha um propósito tão claro para ele na minha vida. Desde que eu voltei a fazer agenda, fico naquele conflito de ter inspiração pra escrever a mesma coisa de maneiras diferentes duas vezes. E ai a coisa complica, porque eu não me acho alguém tão criativa assim.

Eu comecei a blogar pra ter um lugar para escrever para os outros. E por muito tempo essa conversa ficava na roda dos blogs raiz, onde todo mundo falava dos seus dias e suas angústias, derrotas e vitórias. Mas o tempo passou e muito disso se perdeu, o que acho que fez muita gente desanimar. Blogar não deveria ser só sobre fazer dinheiro ou ter leitores.

Eu vou manter o blog, mas pra escrever coisas que acho que vão ser mais úteis fora de uma agenda que eu deixo só pra minha leitura na minha escrivaninha. O que pode ser que aconteça com mais ou menos frequência. E tá tudo bem, porque no fim das contas, sou eu que pago esse espaço, é a minha casinha virtual, onde eu que mando. A ditadora do país sem habitantes.

O mês tá acabando, e a gente continua em casa. Se eu posso dizer uma coisa de realmnte útil para o mundo com esse post, é isso: fique em casa, salve vidas. Os hospitais em grandes centros com números de casos grande já estão tendo que escolher quem vive e quem morre. Você não quer ser um desses pacientes, nem que alguém que você ame passe por isso. FIQUE EM CASA.


beda 2020

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segunda-feira, 20 de abril de 2020 at 22:33
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#bedadaquarentena:dos altos e baixos

Embora ninguém se importe, se alguém se der ao trabalho vai ver que eu SUMI nesses últimos dias por aqui. Idéias não faltam, o que falta mesmo é vontade de sentar na frente do computador e escrever.

E pela primeira vez nesse 1 mês que eu tô quarentenada, bateu aquela bad, de ficar pensando que não existe futuro e que eu não sei o que tô fazendo aqui e qual o sentido da vida.

Vou culpar o Clóvis (de Barros Filho) por me fazer existencialista e ficar deprimida com o estado do mundo nesse instante.

Mas ao mesmo tempo vou indicar um vídeo de uma palestra que ele deu com o Leandro Karnal que passou esses dias na tv sobre felicidade, porque, né, tô precisando de um raiozinho de luz.



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quinta-feira, 16 de abril de 2020 at 23:54
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#bedadaquarentena: quase

Nove minutos para escrever e postar algo hoje e não deixar um buraco nesse beda. Mas o que? Postar por postar?

O beda é muito mais do quepostar qualquer coisa nos 30 dias do mês: é um exercício de criatividade, de organização. Obviamente  já falhando no meio do mês. Será que vou sobreviver? Espero que sim.

Se eu tinha idéia do que eu queria postar hoje? Tinha uma vaga idéia, mas não tinha o texto, então... Fica pra próxima.

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quarta-feira, 15 de abril de 2020 at 23:59
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#bedadaquarentena: minhas agendas

Continuando o assunto da semana passada, resolvi falar um pouco da agend que estou usando atualmente e porque escolhi ela.


Em 2018 eu usava uma pasta fichário de agenda, e carreguei a dita pro outro lado do mundo. Mas eu já tinha em mente testar a tal da Hobonichi, que é uma agenda (planner) bem famosinha na internet. Como passei por Tokyo, comprei a minha na Loft (uma papelaria maravilhosa em Tokyo) de Shibuya. Optei pelo modelo original, de tamanho A6, porque já tinha onde escrever os detalhes do meu dia.


O que mais me interessava mesmo era o papel utilizado nessa agenda. O Tal do Tomoe Gawa (ou Tomoe River) que é um papel super fino, mas que não deixa passar tinta pra página de trás!

Gosto que tem o calendário mensal no começo, e os dias um por página. O papel é quadriculado, mas com uma linha bem clara, não incomoda, e no rodapé tem un dizeres em japonês. Como comprei a  minha em maio, aproveitei uma promoção em que vinha o caderno com a capa por um preço legal (em geral não é exatamente uma coisa barata), mas já não tinha tantos designs para escolher. O bom da capa é que além de proteger, ela tem vários bolsos pra colocar cartões e cartelas de adesivos e outros papeis. Eu não costumo carregar a agenda para todos os lugares, então eu nem precisaria de uma capa, mas o caderno tem uma capa bem básica. Dá pra usar protetor, encaixa bem (não sei se na Daiso no Brasil tem, mas no Japão tem e eutestei para o tamanho A5 e funciona super) e protege o suficiente. Obviamente dá pra decorar a capa do caderno da forma como você quiser também. Pra quem é artista é uma boa oportunidade. Não é exatmente o meu caso, haha!

A coleção nova sai todo ano em setembro, com as mudanças (ou não) do caderno e s novos designs de capa. Tem as mais básicas que tem um preço bem acessível, e umas que custam algumas centenas de dólares. Então no ffim de 2018 eu já estava de olho no que ia comprar. Eu até queria umas coisas mais descoladas, mas eu acho um pouco de exagero gastar cntenas de dolares em uma agenda... Optei pelo tamanho A5 porque é um bom tamanho para escrever detalhes dos dias e colar bastante washi tape e adesivo! Também comprei uma capa básica preta e azul e um protetor desenhado que é baratinho. Com isso eles sempre mandam alguns brindes. O de 2019 era um ursilho de metal (tipo um peso de papel) e uma caneta de 3 cores que é ótima para escrever no papel do Hobonichi. Gostei tanto que em 2019, assim que saiu a coleção em setembro (e porque depois eu iria embora de qualquer forma) já pedi o "refil" (só o caderno). A novidade para 2020 era o caderno sem data, com menos páginas, para aquelas pesoas que não escrevem todos os dias, mas só saiu em novembro (acho) e não pude pedir. Na verdade na época não tinha me decidido se queria ou não. As vezes eu escrevo fora de ordem, e ter as páginas já datadas ajuda a não ficar tudo bagunçado (eu gosto de deixar tudo em ordem cronológica). Da primeira vez eu fiz o pagamento em cartão de crédito, mas no ano passado acabei pedindo com pagamento na entrega, que é uma modalidade bem comum lá (e muito prática pra quem não tem cartão).

Eu tô bem longe daquelas coisas mega artísticas que o povo posta no instagram (só buscar tags como bujo, journaling que vocês vão ver o que tô faland), mas eu fico bem feliz de escrever sobre o meu dia e colar um monte de coisa, haha! Fora que toda vez que sento pra fazer isso, desligo do resto, é como terapia!

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terça-feira, 14 de abril de 2020 at 02:30
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#bedadaquarentena: torneio dos 4 continentes (4CC) e mundial

Como prometido, venho aqui contar mais do resto da temporada de patinação artística no gelo. Assim como muitos outros esportes, a temporada da patinação também foi encurtada, infelizmente =( Mas antes disso, deu tempo do torneio dos 4 continentes (Américas, África, Ásia e Oceania) acontecer em Seul, pra nos dar um último gostinho (que a gente não sabia ainda que seria o último) de competição equilibrada.

Para os americanos, é um torneio que acontece muito próximo dos nacionais deles, então não é todo mundo que compete. E para muitos outros, também é considerado muito próximo do mundial (que ocorre 1 mês depois) e muitos atletas escolhem não competir para se poupar, principalmente quando o local é muito longe (o 4CC foi na Coréia do Sul e o mundial seria em Montreal, no Canadá). Então não tivemos nem Nathan Chen nem Shoma Uno (embora Shominha tenha competido num challenger 1 ou 2 semanas depois na Holanda e eu não entendi???), mas tivemos Yuzuru, depois de algumas temporadas que ele não pode competir por causa de machucados.

Embora alguns grandes nomes não participem, muitos outross atletas enxergam essa competição como oportunidade de conseguir indice para o mundial, ou pelo menos uma chance para participar de um evento (quase) global. Então a gente pode ver gente de países menores e alguns atletas que estão subindo das categorias juniores.

Na América Latina, temos Donovan Carrillo, um cotoco de gente que eu gostaria que pudesse treinar com os grandes para se desenvolver, eu acho que ele tem muito potencal de conseguir vaga no grand prix e até para as olimpíadas (a próxima de inverno é em Beijing)!



Como comentei lá atrás, o Canadá ainda tinha que definir quem seria o representante para a única vaga a que eles teriam direito na competição de individual masculino no mundial de março. Respeitando o indíce mínimo e a idade, todos os países tem direito de enviar um atleta para o mundial. E de acordo com a classificação dos atletas, os países podem conseguir mais lugares, até 3. É o mesmo método adotado para as vagas nas olimpíadas. O Canadá já teve suas 2 ou 3 vagas, porém, no mundial de 2019, Keegan Messing e Nam Nguyen, não foram bem e não conseguiram manter as 2 vagas para o Canadá. O nacional canadense foi empolgante muito porque se achava que o campeão teria o direito de ir para essa vaga. Mas a federação resolveu que decidiria isso com os resultados do 4CC, o que tornou uma competição entre os integrantes do mesmo time.

Keegan repetiu a performance do nacional. Lindo curto com "Perfect" do Ed Sheeran, mas não segurou no livre com "November Rain". Nam esteve mais inspirado, não foi perfeito, mas conseguiu boa classificação. E Roman... Ah, meu Ronsky, porque fas isso com meu coração??? Rominho foi tão mal no curto!!! Achei ruim já que ele se apresenteu num grupo mais no começo, o que costuma significar notas menores (a medida que a competiçãao avança, as notas sobem, não só porque em geral as apresentações obedecem o ranking da temporada, mas porque os próprios juizes tem um "preconceito" de dar notas altas logo no início e não "sobrar" nota boa para o final em que os grandes nomes se encontram também), mas não foi um dia bom pra ele. O curto dele começa com o melhor salto dele, um Salchow quádruplo, mas ele conseguiu errar logo esse salto! E é um elemento que tem uma base de valor alta, então foi uma pena. Ele mesmo não acreditou no que fez! E depois não conseguiu se recuperar no livre. Eu queria MÓ-RRER assistindo T.T Eu queria muito vê-lo no mundial!

Pelo menos Nam nos proporcionou momentos como esse ao esperar os resultados!

Como o campeonato foi na Coréia do Sul, esperava-se uma boa atuação dos atletas locais. Junhwan Cha treina com Yuzu e é um bom competidor, não fez feio e até esteve esperando no Green Room pelos resultados!


Junhwan é muito simpático, muito fofo, e um ídolo na sua terra natal! Também fala um inglês impecável!



O pódio foi acirrado... Para saber quem ficaria com a prata e o bronze, né? Hahaha! Mas foi bem disputado mesmo. Jin Boyang veio bem do curto, mas foi atropelado pelo Yuma Kagiyama no livre. Mais um japonês pra manter a tradição do país!



Enquanto isso, Jason Brown ficou ali bem concentrado no trabalho dele. Ele tinha que manter os programas limpos, sem erros, para garantir o pódio. Como Jason não tem saltos quadruplos (ainda), seus programas tem uma base de valor menor que a dos outros, então ele tem que apresentar elementos bem feitos para conseguir pontos extras. Os componentes (pcs ou o que o pessoal geramente chama de componente artístico) dele geralmente são altos porque ele consegue apresentar coreografias coesas e transmitir a emoção do programa. E ele conseguiu seu objetivo, marcando mais pontos nos pcs do que o próprio Yuzu!



E claro, a grande estrela do campeonato, Yuzuru Hanyu! Por algum motivo ele nunca tinha conseguido ganhar o ouro nessa competição, e das grandes (contando inclusive as olimpíadas!) era a única que lhe faltava! Fora que em várias temporadas ele teve que deixar de competir por contusões, então quando ele conseguiu passar a temporada sem machucados, ele pediu para a federação japonesa inclui-lo no time que iria para Seul.

Como se já não bastasse a ansiedade de vê-lo ganhar esse ouro que lhe faltava, uns dias antes dos treinos começarem em Seul saiu no site da organização que ele mudaria seus programas para essa competição! Meu deus, como assim??? Como que se troca de programa no meio da competição? Como ele teria tido tempo, mesmo que mais de 1 mês, de treinar novos programas? Na verdade não eram inteiramente novos, porque ele voltou com os programas das olimpíadas, mas ainda assim, ele teria que incorporar alguns elementos diferentes e ainda adaptar o livre para se encaixar nos novos requisitos (menos tempo, executar salto mais complexos)!

Mas ele é o maior patinador de todos os tempos, uma lenda viva, blah blah blah. Claro que ele podia, claro que ele não só mudou os programas no meio da temporada, como aproveitou pra quebrar o recorde mundial do curto. Tá bom ou quer mais?



Inclusive, além de voltar com os programas antigos, atualizados, mais potentes, ele também vltou com roupas ligeiramente modificadas. A blusa do curto era ligeiramente mais esverdeada, e a do livre, ao invés de detalhes roxos, mudou para detalhes bem verdes!



Eu sou suspeita pra falar porque eu sou muito fã das apresentações do Yuzu, mas foram algumas das apresentações mais emocionantes da temporada. Ele terminou o ano bem decepcionado com o que estava fazendo no nacional japonês, e dizia que queria voltar ao "seu" skate. Os programas que ele trouxe depois das olimpiadas eram tributos a Johnny Weir e Evgeni Plushenko, então não era a visão dele, e sim dos seus ídolos, e ele nunca achou que conseguiu fazer jus aos programas. Voltando aos programas das olimpiadas, ele voltou a sua zona de conforto, mas de forma competitiva, provando que a sua visão vale muito ainda!

Os fãs especularam o que ele traria para a gala na Coreia do Sul, já que ele passou a temporada apresentado diferentes programas passados. Antes das mudanças de programas competitivos, muito se perguntavam se ele repetiria Seimei (que ele apresentou como gala no nacional japonês), já que estava de volta onde ele conseguiu ganhar seu segundou ouro olímpico, mas tudo foi pros ares quando ele resolveu mudar, então podia ser qualquer coisa! Ficamos bastante felizes que ele trouxe Hope & Legacy de volta, que é um programa lindo da era entre olimpiadas!



No feminino, Rika fez uma apresentação impecável! Sou muito fã, acho que ela une habilidades técnicas incríveis com uma leveza artística linda!



Sua parceira de treino e outra estrela local, You Young, também não fez feio! Claro que ela vem na sombra gigante da Yuna Kim, mas as apresentações dela tem se desenvolvido muito bem!



Infelizmente o mundial que aconteceria no meio de maio em Montreal foi cancelado por causa do covid-19 (muita gente achou super perigoso o 4CC acontecer na Coréia, mesmo em fevereiro, porque estava muito próximo da China, o país já estava em alerta, a platéia toda estava de máscara, muitos lugares vazios porque os torcedores chineses não ppodiam comparecer, etc), com o governo de Quebec proibindo eventos de larga escala (o que fez coom que a ISU não tivesse que ela declarar o cancelamento, e sim seguir as normas do país anfitrião só) um final de semana antes do evento. Foi de partir o coração, porque esperamos muito, e seria um final de temporada emocionante, em que veriamos o quão próximo da pontuação do Nathan o Yuzu conseguiria chegar, se Nathan seguraria a barra de ser o favorito absoluto, como Shoma se apresentaria num evento tão grande depois de uma temporada de altos e baixos, se Jason conseguiria continuar pontuando bem, se Nam Nguyen conseguiria reaver as 2 vagas para o Canadá em frente a sua platéia, se Aliev repetiria a boa atuação do europeu, se Aymoz se recuperaria, se o Triplo A manteria a consistência do GP e do europeu, se Rika conseguiria quebrar a barreira das Russas, se Papadakis e Cizeron se recuperariam do eurpeu (o livre deles é maravilhoso, assistam eles fazerem milagre da palavra falada!), se Sui e Han manteriam sua hegemonia da temporada...

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segunda-feira, 13 de abril de 2020 at 14:30
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#bedadaquarentena: o novo normal das comemorações e da vida

Eu, como boa introvertida, não me abalo tanto com a quarentena. Acho chato não ter libredade, mas não acho ruim ficar em casa. O que me incomoda mesmo é o medo de me infectar e infectar minha mãe, ou a Léo (a dona da casa onde eu "moro" em SP). "Incomoda". Me dá medo mesmo. Mas "distanciamento social"? Por enquanto tem sido tranquilo.

Mas eu sei que não tem sido assim pra todo mundo. Muita gente se sentindo sozinha. Muita gente com fogo no rabo de querer sair. Muita gente trabalhando ainda mais de casa porque ainda não conseguiu estruturar uma rotina, ou porque o trabalho aumentou com uma realidade nova e imprevista.

Como a maioria dos meus amigos são da faculdade, e a gente fez Turismo e trabalha na área, fomos muito impactados e todos temos mais tempo livre para ficar de papo no whats. Desde que a quarentena foi decretada no estado (de SP), nosso grupinho tem bombado todo dia. A gente passava semanas e meses sem usar o grupo, e agora todo dia tem uma mensagem nova, nem que seja uma reclamação, um desabafo ou um meme besta. De tudo, essa quarentena tem nos aproximado.

Outra mudança, que está sendo um parto doloroso, é nossos hábitos de consumo que mudaram. Como perdi o emprego, voltei para a casa da minha mãe, para ajuda-la e principalmente, vigiá-la! Porque se deixar, ela acha uma desculpa todo dia pra botar o pé na rua! No começo até fui a algumas feiras e supermercado, mas depois da tal live do Átila do dia 20 (de março), ela se convenceu de que a gente tinha que tentar pedir tudo o que fosse possível online ou por telefone. Mas olha, não tem sido tão fácil. Alguns estabelecimentos não facilitam, como o supermercado que ela gosta e tem preços mais baratos, que só entrega no esquema drive through (e a gente não tem carro). Ou o mercadinho asiático que mandou várias coisas erradas da primeira entrega e ela ficou puta e já não quer mais tentar. É um exercício de paciência (que eu não tenho) pra convencer uma pessoa teimosa de que a vida não pode continuar a ser o que era, que isso são medidas para preservar a vida de todas, principalmente a dela que é grupo de risco (além de idosa, é fumante /facepalm).

Mas vamos de pouco em pouco, muita tentativa, muito erro (roça, me ajuda a te ajuda, né!), algumas risadas, porque esse é nosso novo normal até conseguirmos combater esse vírus de uma forma eficiente.

Claro que a gente se perdeu no tempo e só percebeu que era Páscoa uma semana antes. Conseguimos pedir entrega de restaurante com prato de peixe para a sexta feira santa e até ovo de chocolate! Na verdade, a gente pediu um ovo de colher para mim, um brownie e 2 palhas italianas pra minha mãe, mas a moça entendeu que era pra fazer tudo em ovo e agora temos muito mais ovos de colher do que conseguimos comer, HAHAHA! Desse jeito vou sair dessa quarentena diabética =P

Também conseguimos alguém que estava vendendo máscaras de pano e já garantimos algumas, mesmo que não pretendamos sair de casa. Eu já tive que fazê-lo semana passada, e já usei as minhas, Não são as melhores, mas já são alguma coisa. Nada é melhor do que continuar em casa, mas na necessidade, ao menos tempos alguma proteção. Não é prfeita, mas já ajuda. Mas fiquem em casa! Protejam os seus!

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about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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