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it's a new beginning, a new chapter, a new season. it's like spring, life is blooming. look at all the blossoms.

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#beda: viajar é preciso


terça-feira, 23 de agosto de 2016 at 10:30

Essa é a última semana inteira que temos de beda e eu tinha me prometido fazer uma semana sobre viagens, e isso ai sair nem que seja a fórceps!!!

Ok, parei de drama. Tô me sentindo mais inspirada esses dias e acredito que agora vai, sem a distração das medalhas olímpicas... Hihihi!

Ano novo na Times Square

Eu nem sei dizer de quando vem essa minha paixão por viajar. Sempre tive vontade de sair da roça, mas não sei se isso é motivo pra ter tanto wanderlust nesse corpinho.

Wanderlust:  um desejo intenso por ou um impulso de vagar ou viajar e explorar o mundo.

Quase 5 mil metros de altitude, num vulcão no Equador

Não posso dizer que meus pais instigaram esse desejo em mim. Não que eles reprimissem isso também, mas, como a gente nunca teve muito dinheiro pra luxos, a viagem mais longa da minha infância tinha sido até Registro, no Vale do Ribeira, pra visitar um tio. Mas eu lembro de ler numa revista sobre o Camboja quando eu tinha menos de 10 anos e falar pro meu pai que era aquilo que eu queria fazer, eu queria viajar até lá pra ver Angkor Wat com meus próprios olhos, sem lente, sem filtro.

Pra mim, viajar é realmente conhecer o mundo. É entrar em contato com outras culturas, ver o modo de vida deles, e se possível, fazer parte daquilo.

Minha primeira viagem internacional veio aos 16 anos, e eu sabia que não pararia ali. E quando passo muitos anos sem viajar, fico muito incomodada, como se estivesse aprisionada.

A famosa caminhada pra North Hatley

Um clássico


Primavera no Japão


Verão inglês

Acho que não precisa de legenda, hehe

Amelie não tava lá

Lembrança do que o ser humano é capaz de fazer pior

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#beda: resumo da semana


segunda-feira, 22 de agosto de 2016 at 10:30

Gente, que emoção, quarta semana de beda e nóis firme e forte aqui! Orgulho de mim mesma, me sinto olimpica quase, haha!

Inclusive vou começar o post falando disso. Quem me acompanha deve ter achado que eu nem liguei muito pras olimpiadas... E olha, tava certo, hahaha! A de Londres eu basicamente só vi o fim pra assistir Take That e Spice Girls, a dessa até que eu vi mais. Lá no twitter (@msginnymoon, in case you missed it ;) acompanhei a cerimônia de abertura que foi bem bonita mesmo, mas de resto, quase não comentei. Apesar de ficar o dia todo em casa, não gosto muito de ficar vendo tv, e tenho problemas em assistir competições. Eu fico meio nervosa... Eu sei, sou meio estranha mesmo! Resolvi ver algumas coisas só no fim, tipo algumas apresentações de ginástica (afinal, vi Hipólito e Nory ganhando medalhas no dia dos pais!), meio que vi a final do futebol feminino - medalha de bronze (e fiquei bem triste e inconformada das meninas não terem ganho) e ai passei o último sábado mergulhada em ginástica rítmica. Mas esse tipo eu gosto porque não é uma competição lado a lado... Não sei se faz muito sentido, haha! Vi a final do futebol masculino, e embora tenha gostado de ganhar a medalha de ouro, não acho que a selecinha tenha feito nada mais do que a obrigação. E o verdadeiro herói desse resultado foi o goleiro que pegou o último penalti da Alemanha! E, por mais que eu tenha uma gastura de ver volei, vi a final do masculino no almoço de domingo. Foi bem emocionate. Lembro vagamente do primeiro ouro em Barcelona 92, vira e mexe vejo jogo da liga (se passa na tv), mas fazia um tempo que não estava dando muita bola pra isso. Foi traumático saber que as meninas tinham perdido o bronze (o que foi a imagem do neto do técnico chorando no colo dele no fim??? </3), não queria ficar na gastura de novo, mas a curiosidade foi maior. O jogo não foi fácil, o time ganhou os sets bem apertados, mas foi bonito ver a emoção daqueles homens enormes na quadra. E a celebração de um time de verdade, que se apóia, sabe? E claro que acompanhei a cerimônia de encerramento lá no twitter de novo, é bem mais divertido acompanhar eventos mundiais por lá. Achei essa até mais bonita que a primeira, gostei muito que começaram de novo esfregando Santos Dumont na cara do mundo (quem discorda que vá voar num avião estilingado nos céus! #tenhodito) e achei a plasticidade até mais coerente dessa vez, e todas as homenagens a cultura do norte e a do nordeste. E o que dizer do momento Japão, né? Sabia que eles iam fazer algo muito legal, mas jamais imaginei que eles iam pôr o primeiro ministro numa roupa de Mario Bros e jogá-lo por um tubo atravessando a terra! Também fiquei de cara com o kimono lindo da governadora de Tokyo. Ela só deve ter odiado ter que molha-lo na chuva que não parou no Rio.

Agora vamos tentar dar uma atenção para as paralimpiadas!

Se eu tivesse me planejado melhor, queria ter ido fazer voluntariado nesses jogos. Toda vez que vejo a vibe pela tv fico com vontade da fazer parte dessas coisas. Next time, next time...

Segunda tive que madrugar, literalmente. Na correria de fazer tudo caber nas malas, esqueci meu casaco de couro que comprei no Equador na casa do meu amigo em Londres e outro amigo nosso que estava na Fazenda ficou de trazer pra mim quando voltasse pro Brasil. O que significava ter que encontrá-lo quando ele chegasse no aeroporto (ele ainda tinha uma conexão pra fazer pro interior). Como fiquei tensa de perder a hora, claro que não consegui dormir direito. Mas deu tudo certo chegando lá, apesar de todo o sono monstro que eu estava sentindo. Até fiz companhia pra ele enquanto ele esperava o ônibus pra Congonhas.

Como tive que acordar muito cedo, deixei pra fazer a maquiagem no aeroporto. Mas fiz só depois que ele foi embora. Também aproveitei pra pegar minha bebida grátis do cartão fidelidade do Starbucks lá. E ver se um chá preto venti me ajudava a ficar acordada.

De lá, ainda fui até o Morumbi entregar umas coisas pra uma prima do Júnior que ele tinha me pedido e aproveitei pra dar uma voltinha no shopping. Nunca tinha ido lá antes da reforma/ampliação, mas do que eu conheço dele, sempre gostei pela quantidade de lojas. Não deu pra ver tanta coisa assim porque tinha que voltar pro centro pra almoçar com uma amiga e depois ainda ia passar na casa onde eu morava antes de eu ir pra Inglaterra.

O almoço com minha amiga foi ótimo, como ela trabalha lá no centro, conhece os melhores lugares. E ela também tem 1h30 de almoço, então deu pra dar aquela atualizada nos papos. Depois, um pouco antes de começar a chover, consegui pegar um ônibus pro bairro, mas não escapei de molhar o pé na rua. A dona da casa onde eu morava é muito fofa, e a gente se dá super bem. Ela me recebeu com chá e ovos cozidos, porque ela sabe que eu adoro, e conversamos um tempão. Só fui embora porque queria fugir da hora do rush. Mas deu tempo até de ver a gata dela que vivia querendo dormir na minha cama (mas acho que ela ficou com medo, sei lá, até a Brisa ficou meio receosa quando eu voltei).

Nos outros dias passei um tempão lendo "Me before you" que comprei na Livraria Cultura quando passei por SP. Apesar de já conhecer a história porque vi o filme, adorei o livro. Li mesmo em inglês, é sempre bom pra treinar, além de que não se perder nenhum significado por causa de tradução. O livro, claro, é melhor do que o filme, mas consegui ver que as mudanças feitas foram bem coerentes. Das coisas que e achei diferentes é que no livro eu imaginei o Will com uma cara de bem mais velho e menos bonito, mas mais encantado com a Lou. Também achei o Pat do livro menos bobo. E gostei bem menos da irmã da Lou. Achei que não ia chorar, até, claro, chegar lá na viagem final e quase morrer de tanto chorar com tão poucos parágrafos. O final do filme achei mais dramático, até mais legal, mas gostei da forma como se desenrolou no livro. E achei muito bom que no filme eles nem mencionam a história do labirinto, eu não teria estomago pra ver aquilo nem falado no filme (no livro eles meio que contam aos pouquinhos então não é tão péssimo e eu meio que já sabia - li em alguma resenha por ai).





Tentei encontrar uma agenda 2016 que fosse baratinha e tivesse um layout legal, pra começar a fazer agenda, mas não encontrei. Como quero uma agenda com as datas fixas, e não um caderno qualquer, resolvi procurar nas minhas anotações de viagem espaço pra escrever sobre elas, pra ver se eu teria paciência. Comecei com o caderno do Japão e super me empolguei! Antes de viajar peguei um caderno em branco (tenho vários que ganhei no trabalho) e anotei coisas que queria fazer, então peguei o resto do caderno (um moleskine de bolso com capa mole) e comecei a escrever sobre o que eu lembrava, tentando enfeitar com algumas dicas tiradas do pinterest. Alias, só tô usando o pinterest por causa disso, haha! Lá tem muitas dicas fofas. Também tem outras imagens e as vezes eu me perco nelas, então não fico muito tempo lá quando posso, senão eu não faço mais nada da vida além de ver coisas de Harry Potter e coisas que não posso comprar.

Minha caligrafia não tá aquela maravilha e tenho que fazer pausas porque com o tempo vai virando garrancho, mas é um bom treino pra agenda que quero fazer ano que vem. Sei que a moda é bullet journal, mas isso eu meio que fiz nos últimos 10 anos ou mais (na verdade eu gosto daquelas agendas tipo schedule mensal), quero mesmo é escrever sobre os meus dias e o que ando pensando, e guardar pra posteridade (quem sabem meu sobrinho, apesar dos pais, seja um ser humaninho sensível que se interessa pela vida como ela era antes dele ou além daquilo que as pessoas falam no convívio social, né).

Eu não era a maior apoiadora dessas olimpiadas, mas confesso que me sinto um pouco orfã, tipo quando acabou a copa, então essa semana vai ser meio de luto. Ou eu posso criar vergonha na cara e voltar a andar de roler, haha! Total abandonei essa semana, mas sinto que não posso ficar muito parada. Vou tentar outras estratégias e vamos ver o que é melhor. E também escrever os posts dessa semana! De novo não tenho nada, mas sinto a criatiidade voltando... Acho =P

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#beda: Tag petralha - 13 perguntas pessoais


domingo, 21 de agosto de 2016 at 11:30

Gente, esse grupo é o melhor do universo! Afinal, onde achariamos um post coom esse título maravilhoso??? Obrigada, Lidy, pela graça alcançada!

1. O que costuma pedir no Starbucks?
Antes do Starbucks chegar no Brasil eu jurava que ele não ia ingar, porque eu amava o Fran's Café. Mas ai, né, o atendimento no FRan's é péssimo e tem Starbucks em todo lugar em SP. Tenho até o cartão de fidelidade e vivo ganhando drink grátis, hehe... O que sempre peço é o chá preto gelado tall/grande. Não, sem limão. Sim, puro (e nos EUA, sweetened).

2. Qual item do teu armário tu não consegue viver sem?
Camiseta branca. Tenho várias, de vários tipos. Tô numa fase basicona mesmo.

3. Diga uma coisa que as pessoas provavelmente não sabem sobre ti.
Que a ~blogosfera~ não saiba? Vejamos... Eu sou uma pssoa peculiar, até meus amigos mais chegados diriam isso. Acho que algo que as pessoas nunca escrevem nos blogs é sobre sexo. Mas olha, sexo é bom, viu? E acho que a blogosferia deveria se graduar e ser mais Sex and the City. Não precisa dizer nomes, nem precisa dizer se a história é sua. A gente via SatC por uma razão, e não era pelo fetiche sexual...

4. Diga uma coisa que tu quer fazer antes de morrer.
Nossa, são tantas coisas! Sério, as vezes acho que não fiz nada da vida, então a lista do que eu ainda quero fazer é longa. De visitar os templos de Angkor Wat, a mergulhar com as águas vivas inofensivas em Bora Bora, salvar vidas em algum projeto tipo Médicos sem Fronteiras, levar meu sobrinho pra Disney... São tantas coisas!

5. Qual comida que tu não consegue viver sem?
Ovo!!! Sabe o casaco que o Drake usa em Work, da Rihanna? Me define. Posso comer ovo todos os dias e não enjoar. E sinto falta quando passo muito tempo sem.



6. Qual a frase que rege a tua vida?
Dou um boi pra não entrar em briga, mas é preciso mais do que uma boiada pra me tirar de uma.

7. O que tu gosta e não gosta sobre o YouTube?
Odeio os comerciais. Amo poder achar um video pra qualquer coisa. Sério, ejo de tutoriais de maquiagem, a receitas, a formas de trocar tela de laptop ou formatar o celular. E muitos vídeos sobre qualquer coisa que me interesse, de música, filme ou tv.

8. Qual a música que mais ouve?
Ouço muito pop e no momento tô numa fase "Stardust" do Lifehouse <3

Amo esse clipe!!! E essa música me lembra Londres...

9. Como definiria o teu estilo?
Uns amigos acham que as ezes eu me visto de anime, mas todo mundo sabe que sou básica: muito jeans e camiseta. O que costumo fazer é um high-low, misturando uma peça mais chamativa num conjunto neutro.

10. Número favorito:
9. Nine. Neuf. Kyu. Sei lá porque, talvez porque seja minha data de nascimento.

11. Dois hobbies:
Fazer nada é um hobby? Hehehe... Gosto muito de ler e quando acho o livro certo, posso dedicar horas da minha vida a ele, mergulhando nas palavras... E escrever, afinal, olha o tanto de tempo que ando dedicando ao blog nesse beda ;)

12. Duas coisas que te irritam:
As vezes sou uma pessoa bem irritadinha, mas o que mais me irrita é gente mau-carater (eu xingo mesmo a tv quando passa lagum político que eu detesto) e tecnologia que não funciona. Fico irada com celular, laptop ou site que não funcionam, de verdade!

13. Um prazer culposo…
Diria Dave Grohl que não existe guilty pleasure, que a gente não tem que ter medo de admitir o que somos, então hoje em dia não tenho vergonha de admitir que gosto de Justin Bieber, de ovo frito, de coca cola de canudinho...


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#beda - tag literária: escritores


sábado, 20 de agosto de 2016 at 11:30

A Fernanda me indiciou pra essa tag e aqui estamos nós respondendo!

1. O ESCRITOR QUE TE INICIOU NO MUNDO DA LEITURA:
Nossa, quando eu comecei a ler eu lia de tudo, até placa de trânsito, hahaha! Um dos primeiros livros que li na escola foi "Lúcia já vou indo", da Maria Heloísa Penteado, sobre uma lesma que sai de casa com muita antecedência pra ir numa festa, mas que encontra muitos obstáculos no caminho. Também sempre amei os gibis da Turma da Mônica e um tio me dava todo ano o Almanacão. Aqui em casa meu pai sempre assinou várias revistas e a gente não tinha restrição de ler nem a Playboy!

2. UM ESCRITOR QUE TE GANHOU DE VOLTA E UM QUE TE PERDEU PARA SEMPRE:
Olha, eu comecei a ler "Catcher in the Rye" (Um apanhador nos campos de centeio) do JD Salinger adorando a forma como ele escreve. Mas lá pelo meio do livro, cansa, e até hoje não consegui terminar. Mas acho que fora ele, nunca teve outro escritor que eu especificamente odiei tanto e depois tentei retomar a leitura...

3. UM ESCRITOR BRASILEIRO E UM ESTRANGEIRO:
Meu escritor brasilero favorito até hoje é o Pedro Bandeira, o autor da série da "Droga da Obediência"! Quem da minha época não achava os Karas a melhor squad do universo? Fora essa série, ele ainda escreveu "A marca de uma lágrima" que é um clássico mulherzinha <3.

De estrangeiro, não posso deixar de citar a rainha JK Rowling. Ela nos deu Harry Potter e isso é tudo!

4. UM ESCRITOR "ZONA DE CONFORTO":
A própria Fernanda me apresentou a Emily Griffin, autora de "Something borrowed" (que no cinema virou "O noivo da minha melhor amiga"). Recomendo pra quem tá na casa dos 30, choro sempre que vejo o filme e me perco no tempo sempre que releio o livro! Li a continuação, "Something blue" e quero muito ler "Babyproof"!

5. UM ESCRITOR QUE VOCÊ TRARIA DE VOLTA DOS MORTOS:
Esse não tem pra ninguém, Jane Austen, claro! Nem tanto pra ler outra coisa dela, mas pra poder saber mais sobre as inspirações dela, e seu processo de escrita. AMO o jeito que ela escreve!

Como ainda é #beda, eu vou deixar aberta a tag pra quem quiser fazer. É só me contar nos comentários que eu atualizo uma lista de links aqui ;)

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#beda: das amizades


sexta-feira, 19 de agosto de 2016 at 10:30

"Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito"

Eu nem sei por onde começar um post sobre uma das coisas mais importantes da minha vida: a amizade. Família é muito importante sim, mas amizade...

Família é aquela coisa, eles tem uma ligação de sangue com você e socialmente é imposto que você goste daquelas pessoas só porque vocês tem um pouco de DNA em comum. Não que eu ache isso ruim, quer dizer, sou muito grata pela família que tenho, mas é na amizade que o ser humano mostra aquilo que ele tem de melhor.

Nas amizades verdadeiras os laços de afeição existem simplesmente porque sim. Vocês podem até ter coisas em comum, claro que existe um interesse mútuo de companhia, mas numa amizade pura e verdadeira, você não espera nada em troca da outra pessoa. Você nem espera que ela te considere tão amiga quanto você a considera.

Vira e mexe eu vejo gente reclamando por ai que as pessoas as decepcionam e que não podem contar com os amigos que tem, ou que os amigos são falsos, que não ligam pros seus sentimentos, que não se interessam pelo seu bem estar, ou as vezes... Que as pessoas não advinham aquilo que sentem sem ao menor ter uma pista!!!

Vejamos bem, eu já fui essa pessoa que se decepcionava quando um amigo não correspondia às minhas espectativas. Não vou dizer que não me chateia mais quando alguém dá uma mancada ou prova ser uma pessoa pior do que eu imaginava, mas hoje em dia eu entendo melhor que a culpa de alguém não atingir as minhas espectativas é toda minha, eu que crio essa imagem perfeita e inatingível das pessoas que eu gosto, e bem, ninguém é tudo isso. 

Eu tendo a achar meus amigos muito incríveis e quero pelo bem deles mesmos que eles sejam fantásticos. Na maior parte do tempo eles são, mas eles também são muito humanos e cometem erros. E eu acho que se eu aceitei tê-los na minha vida é porque eu também acredito que eles não me fariam mal de propósito.

Eu tento manter uma política de honestidade com meus amigos, do tipo que falo do que gosto ou não, me explico e tento deixar o mais claro possível que existem coisas que são minha culpa, meus gostos, que não serão mudados, mas que isso não significa que eles serem diferentes e terem outras opiniões me chateie. E que eles tem todo o direito e a liberdade de serem eles mesmos comigo, e serem abertos e honestos comigo também. É verdade que tem coisa que é fruto da maturidde, mas tenho descoberto que a vida é muito mais fácil quando a gente não se esconde.

O feminismo tem me ensinado a importância da sororidade e da amizade entre as mulheres e eu tenho valorizado muito os momentos que passo com minhas amigas e encorajado quando possível que as mulheres se enxerguem com mais compaixão. Acho muito triste quando mulheres reproduzem pensamentos machistas sobre amizade feminina.

Eu acho que o melhor que a gente pode fazer é ensinar por exemplos, e eu poderia só falar que mulheres tem que se uunir e blá blá blá, mas vou contar a minha história.

Sim, quando eu era adolescente eu fui aquela menina que achava que era importante ter amizades co muitos meninos, e ser um dos caras pra ter algum valor. Mas a verdade é que a vida mesmo foi me mostrando que as mulheres são incríveis e que a amizade delas era importante na minha vida.

Não que eu não tenha amigos homens. Tenho alguns sim, alguns dos meus melhores amigos da vida são homens, mas também, a gente cresceu junto numa cidade pequena... Porém, quando fui pra faculdade, fiz um curso predominantemente de mulher. 2/3 da sala eram mulheres. E não vou dizer que foi sempre fácil e que todas se davam bem, afinal a turma rachou antes do meio do curso. Mas eu tenho muitas amigas da faculdade. Quase todos os meus amigos de SP são dessa época. Não só da minha sala, mas como de outros anos. Quando a gente se reúne é sim um clube da luluzinha de tanta mulher, e como já disse, é um monte de mulher solteira. A gente já teve fase de sair pra caçar, mas hoje eu acredito que a gente esteja numa fase muito mais tranquila de vida, e pricipalmente, o fato de termos umas as outras, acho que a gente se aceita muito mais. Aceita que ser solteira não é estar sozinha, aceita que não é um homem que nos define, aceita que a gente não é obrigada. Que a gente tem umas as outras pra provar isso, que a gente tem que se valorizar, porque as nossas amigas nos valorizam por algum motivo e elas estão certas.

Além desse grupo, tenho a felicidade e o privilégio de fazer parte de um grupo lindo de migas virtuais que estão há um clique de distância pra discutirmos de tudo, das futilidades até política, gastronomia e, porque não, homens. Já disse e repito, a melhor coisa que a internet faz pela humanidade é encurtar distâncias entre pessoas e facilitar a comunicação. Não consigo nem imaginar o quão triste seria a minha existência sem essas meninas! Nossas vidas não são só flores, rola bad vibes, mas com a ajuda umas das outras, eu acredito sim que a vida fica um pouco melhor. De saber que tem alguém que quer o seu bem, que pensa no seu bem estar, que vibra com as suas vitórias... E que pode te dar um choque de realidade quando necessário também.

Não vou obrigar ninguém a ser amigo da galera, mas faça uma reflexão e veja se você está sendo tão compassivo com os outros quanto gostariam que fossem com você. Se as pessoas são realmente tão insensiveis com você como você imagina. E se está mesmo alocando suas energias para as pessoas certas. Ninguém é obrigado a ser amigo de ninguém, ninguém é obrigado a retribuir amizade na mesma intensidade, inclusive você. Mas veja bem, tem muita gente por ai disposto a ser amigo sim, não é tão difícil se você souber onde procurar ;)

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#beda: da procastinação


quinta-feira, 18 de agosto de 2016 at 10:31

Acho que ninguém reparou, mas durante a semana gosto de publicar os posts às 10h30. Sei lá porque, é o horário que escolhi há muito tempo. Embora uma vez publicado o post fique lá pra ser lido a qualquer hora, é como se ele estivesse disponível o dia todo, sabe?

Pois bem, acho que hoje haverá um certo atraso. Mas isso é culpa inteiramente da minha desorganização e certa falta de criatividade. Eu queria ter escrito esse post ontem, aliás, um post para hoje, mas ai deixei pra depois e quando vi... Bem, só lembrei disso quando estava indo deitar e resolvi que com o sono que eu estava não ia sair nada...

Desde que eu descobri o verbo procastinar eu me identifiquei imediatamente com ele. Acho que nem precisei saber a definição pra saber o que era, de tão forte a conexão. Procastinar não é necessariamente ter preguiça, mas no meu caso a preguiça bem ajuda a minha procastinação. E se for levar em consideração, é incrível que eu tenha conseguido tanta coisa na vida tendo procastinado tanto.

Verdade que quando eu era mais jovem parece que eu tinha mais obstinação na vida. Eu me jogava em projetos, eu tinha todos esses objetivos enormes de vida que eu realmente perseguia e fazia acontecer. Acho que é um pouco natural que com o tempo a gente deixe de ter tantos objetivos, afinal, a gente vai checando a listinha mental e não sobra muita coisa.

O bom de estar nessa fase transitória é que eu tenho bastante tempo de fazer as coisas no meu ritmo. O que quer dizer resolver fazer um diário mas colocar um livro inteiro pra ler no meio da atividade. Ou começar a ler um livro e comprar outro, parar no meio da leitura do primeiro pra devorar o livro novo antes de continua-lo. Ou simplesmente parar uma atividade pra contemplar a vida pela janela.

Pena que essa fase vai ter que passar logo, porque minha mãe já tá dando sinais de que ela não tá mais aprovando tanto assim eu ficar em casa sem fazer nada e porque eu não nasci rica. Mas estamos ai apostando na loteria, porque, VAI QUE ;)

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#beda: de posts pessoais


quarta-feira, 17 de agosto de 2016 at 10:30

Não sou uma pessoa particularmente organizada. Nunca serei a Nicas (quando crescer, quero ser que nem ela!), mas eu gosto de manter um certo padrão. E se essa semana eu comecei fazendo reflexões, vou tentar manter o tema! Por que? Porque é meu blog e eu mando nessa bagaça! Ou porque eu precise de um norte pra continuar sobrevivendo a esse beda XD

Das coisas que eu sinto falta de quando eu comecei a blogar é de ter tempo de pensar naquilo que escrevo. Infeizmente perdi os arquivos daqueles posts, mas lembro bem de escrever bastante sobre aquilo que passava a vida matutando.

Verdade que eu sinto falta de ter tempo de ficar matutando sobre a vida. Eu passava tardes olhando pela janela pensando na vida. Pegava os pensamentos e passava um tempão organizando na minha cachola, criando argumentos, estruturando os pensamentos.

Acho é que já fui muito melhor para dissertações. E os posts tinham uma estrutura melhor. E, bem, até meus pensamentos tinham uma ordem.

Inclusive, nesses dias que andei organizando minhas agendas antigas, achei vários rascunhos de posts e vi como eu pensava em tudo o que eu postava. Acho que escrever a mão tem essa vantagem, você é obrigada a reduzir a velocidade do pensamento e organizar o que se passa na sua cabeça melhor.

De verdade, é disso que eu sinto falta ao blogar e é isso que tô tentando resgatar com esse beda... Ou eu acho que é. Eu gosto de escrever, sempre gostei, e acho que tenho que voltar a redigir melhor. Bateu até aquela saudadezinha da aula de redação do colegial...

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