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segunda-feira, 23 de novembro de 2020 at 22:50
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hora de aposentar... o eletrônico antigo!

Eu só pareço uma pessoa atualizada. As vezes eu sou bem... atrasada. Eu não consigo entender a necessidade de trocar o celular TODO ano, por exemplo. Tiktok? Criei um só pra ver os vovôs sul-coreanos brasileiros mais fofos da internet e ainda assim eu entro bem de vez em quando! Mas a necessidade faz a gente correr atrás, né? Fazer tempo de sprinter em maratona. E resolvi compartilhar um pouquinho do que eu tive que aprender na marra com alguém que possa estar tão perdido quato eu estava há uns tempos atrás (e bem, eu tive que compilar isso pra uma amiga que tava mais perdida que eu).

Meu notebook é um i5. De 2012. Um fiel escudeiro de muitos YouTubes. Que resolveu se revoltar só porque eu precisei usá-lo para um job. O "bom" é que pelo menos isso começou a ficar pior perto da Black Friday, me empurrando a fazer uma compra que eu já tinha cogitado (mas não tinha absoluta certeza se deveria / queria fazer ainda).

Acho difícil fazer uma avaliação do que é "o melhor". Isso depende de cada um, das espectativas, das necessidades. Então vou tentar explicar o que eu avaliei, dando dicas do que é que cada um deve levar em consideração para si.

A primeira coisa que levei em consideração foi o processador. Não só "os numerinhos", mas fui procurar sobre a evolução da linha. Eu tenho um perfil conservador e medroso, então preferi ficar na Intel mesmo, mas existem outros fabricantes. Meu note atual quando comprei era um sonho. Meu primeiro era um Celeron que eu achava péssimo, o seguinte foi um Core Dual que depois de uns ajustes (downgrade do Windows Vista para o XP) ficou bem bem e esse último tinha muito armazenamento, com um processador atual (na época) que rodava bem tudo o que eu precisava (quase nada, haha). Mas depois da atualização para o Windows 10, na sua meia idade, já não ficou o mesmo. E com o tempo só foi piorando. Os Core i estão hoje da sua 10ª geração, mas ainda tem muita coisa no mercado com chips de 8ª geração que também são muito bons. Pelo o que eu li, em se tratando de equipamentos básicos, não tem muita diferença entre os chips de entrada de uma e outra geração (cada geração tem mais de um tipo), só o preço mesmo. Nas minhas pesquisas, vi que a maioria das lojas informa bem fácil sobre isso nos anuncios. Pelo o que entendi, um i3 seria um bom computador para estudantes, que precisam do pacote office e de funções simples na internet (redes sociais, YouTube). De um i5 dá pra exigir mais, pra quem é super multi-tarefas e precisa rodar muita coisa junto ao mesmo tempo. E um i7 já dá pra pensar em rodar jogos (com uma boa placa de vídeo) ou usar programas de edição de imagem e vídeo.
O meu humilde i5 de 3ª geração consegue fazer o básico de Photoshop e Premiere, mas vejam bem, é bem básico mesmo, eu nem sei usar de forma avançada, hahaha!
Depois pesquisei sobre armazenamento. Não só sobre quantidade, mas sobre qualidade. Eu já havia ouvido falar sobre memória SSD, mas não entendi bem o que significava e qual a diferença. Basicamente, o que é mais comum encontrar é o tipo HDD, o disco rígido que faz barulho quando você usa o computador (rotação). O SSD é parecido com o de memória de câmera, uma teconlogia mais nova, mais leve, mais resistente. E mais cara. O SSD é bom pra quem carrega o computador pra cima e pra baixo, e pra quem quer que o computador rode as coisas mais rápido (tipo inicialização e aplicativos). Ai vai depender de como você usa o computador. O meu atual tem 700Gb, mas eu comprei junto um HD portátil, então eu não uso nem 1/4 dele (no meu HD portátil de 1Tb também não tem nem 1/3 usado, e muito lixo que eu tenho que uma hora limpar!).

A memória RAM é o que vai permitir o processador rodar bem. O mínimo que eu vi por ai hoje em dia foi 4Gb, o mais comum foi 8Gb. Meu Vaio tinha o mínimo que o Windows Vista exigia na época e penava, coitado. Nunca mais.

Por último, acho que é bom frisar a impotância da qualidade do produto. Não adianta ir só atrás de preço. Você pode pequisar as mesmas especificações em marcas diferentes e vai mesmo encontrar diferença. Mas hoje em dia a gente tem muito mais acesso a informação, o YouTube tá aí pra isso. Por exemplo, desde que a Sony vendeu a Vaio, eu não sabia mais o que tinha acontecido. Na época da Sony, Vaio era sinônimo de qualidade, mas de preços elevados, era um produto mais premium. Depois da crise, foi vendida pra um fundo de investimentos, e a Positivo tem contrato pra comercializar a marca no Brasil. Eu entendo que o cerne do equipamento é ainda da Vaio, mas a montagem é da Positivo. E eu vi alguns vídeos falando (e mostrando) que deixaram de ser um produto premium há muito tempo. Pode ser que isso não seja importante para algumas pessoas, mas para outras pode fazer muita diferença. Mas o preço é muito competitivo.

Eu também levei em consideração o tamanho. Nem tanto da tela, mas do notebook todo. Porque apesar de ver bastante vídeo nele, eu não me importo de ver numa tela considerada pequena. Eu não uso pra ver vídeo longe, pra isso tem a tv smart. Pra mim, o note tem que ser prático de carregar, e esse meu atual tá no limite pra mim. É bom ter uma fita métrica perto pra medir e comparar.

Tem quem vá falar da qualidade da tela, eu li que a ISP é melhor, pra não ter tanta diferença de ângulo (sabe quando você tem que inclinar a tela pra ajustar cores e sombras? Com a ISP não precisa), e aí é claro que cada coisa que você adiciona, vai encarecendo o produto. E ai vai do freguês. Eu quis fazer uma lista do que é o báisoc pra ajudar nessa Black Friday. E depois eu conto o que é que eu decidi ;)

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that would be me. bye!

sábado, 10 de outubro de 2020 at 00:35
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um ar condicionado para chamar de meu

É notório e bem sabido que eu não nasci pro calor. Toda vez que faz calor, eu reclamo. E sendo residente desse país tropical ABANDONADO por Deus, isso não se limita ao verão. Com as alterações climáticas no mundo, é a norma o brasileiro passar calor em qualquer época do ano. O calor não respeita estação do ano.

Desde que os ares portateis foram lançados, eu fiquei de olho. O apartamento da minha mãe fica virado pro sol o dia inteiro, e tem um quarto que tem 2 paredes externas: "receita" pra boca do inferno! Nos últimos anos, um ar-condicionado tem se feito cada vez mais necessário, só que o prédio é antigo e não tem pré-instalação de ar, nem daquele de janela (o famoso buraco na párede).

Eu protelei comprar um porque não é algo barato, e porque no fim das contas, eu nunca passava o verão inteiro aqui na roça. Minha casa em SP é bem mais fresca. Só que esse ano não dá, de quarentena em casa o tempo todo, com esse clima doido por causa de devastação de florestas, a gente tá MORRENDO de calor em casa. Então fui pesquisar um pouco, pedir umas indicações, e venho com as minhas conclusões. Pode ajudar alguém, né?

Uma coisa muito importante que aprendi é ver a "potência" do ar. Nem todo o ar gela igual, nem todo ar alcança os mesmos espaços. Você tem que saber o tamanho do lugar onde vai ficar o ar condicionado pra ver quantos BTUs precisa ter o seu (tanto para o portátil, quanto para os de parede).

A diferença dos tipos de ar condicionado são basicamente essas:
  • Portátil: não precisa quebrar nada, instalação simples, liga na hora que chega em casa;
  • De janela: quem é mais velho deve lembrar do buraco quadrado na parede que os comodos tinham que ter pra instalar o ar. Se a casa já tinha o buraco, era só encaixar e ligar. Senão tinha que quebrar a parede;
  • Split/Inverter: é o mais comum hoje em dia, aquele que tem 2 partes: o ar que fica no comodo, e a condensadora, que fica pra fora da casa, que joga o ar quente e que "pinga". A instalação desse é mais complexa, tem que conectar o ar a condensadora, pode precisar quebrar parede. Alguns imóveis já vem com pré instalação, que é o buraco e o tubo para passar a instalação;
Além dessas diferenças, tem também o preço: o portátil é bem mais caro, mas para os outros você também precisa calcular o valor da instalação. A gente chegou a procurar quanto fica para instalar um split no apartamento, e fica em torno dos 400-500 golpes, fora o transtorno se você precisar quebrar parede pra passar os canos. Ainda assim é mais barato. Outras diferenças: o portátil gasta mais energia e gela menos, porque não consegue renovar todo o ar do comodo.

Mas como enfiar alguém em casa pra quebrar parede (e fazer uma mini reforma) no meio da pandemia está fora de cogitação, só me restou a opção do portátil mesmo.

Ar Condicionado Portátil Consul 12000 Btus - C1A12AB
Esse é o modelo que eu queria comprar. 12000 BTUs é mais do que suficiente pro meu quarto e eu já conhecia porque minha melhor amiga tem um desse. É um dos mais baratos, e de uma marca confiável. Também tem um tamanho ótimo, é estreito. Não achei que fazia um barulho fora do aceitável (que é algo que muita gente reclama, já que o "motor" do ar portátil fica dentro do quarto...). Só que pesquisar ar condicionado no pico do calor, quando a produção de tudo nesse país sofreu uma queda por causa da quarentena, é uma missão impossível. Óbvio que as opções mais baratas estão esgotadas T.T

Mas para quem está pesquisando e não vai comprar agora, fica de olho nesse (se você não está procurando a opção absolutamente mais silenciosa).

Ar Condicionado Portátil Olimpia Splendid Dolceclima Silent 12.000 BTUs
Quando pedi indicações, esse foi o campeão de elogios! Se alguém falar do ar Piu, é esse aqui. Considerado o mais silencioso, mas não se iluda: ele ainda faz algum barulho sim. É também o mais caro (acabei de olhar para escrever aqui e ele tá mais caro ainda! achei por até 3.500 golpes há 1 semana e agora já tá milão mais caro!!!).

Uma das minhas amiga tem há uns anos e foi a que mais falou bem, mas ele é também o mais pesado (todos são, na base dos 30kgs, que é uma mala de viagem grande bem cheia). Procure saber se o modelo que você está pesquisando tem rodinhas (acho que a maioria tem), porque se você quiser mover de um comodo ao outro, vai precisar! É um dos que mais tem resenhas bem feitas no YouTube.

Ah, esse também tem função de esquentar, para quem mora em lugar que faz inverno rigoroso ou é friorento, pode ser uma boa.

Ar Condicionado Philco Portátil 11000Btus PAC11000QF2
Esse eu vi algumas vezes pelo YouTube e a Carol recomendou porque tem um igual. Ele é 5 em 1, então também tem função de esquentar, além de resfriar e ventilar. Uma das grandes vantagens é que ele não acumula água (tem um modelo bem mais barato da Philco que é quase igual, mas você tem que tirar a água que acumula dentro dele de tempos em tempos) porque tem uma tecnologia que faz ela evaporar.

O preço dele é intermediário e dá pra comprar direto do site da Philco com frete grátis (para Sul e Sudeste - é uma bela ajuda já que o frete de ar portátil pode chegar a uns 80 golpes!). Nas resenhas que vi, falavam que o barulho era ok - não é o mais silencioso, mas também não é barulhento. É um pouco menos potente, o que pode afetar se o comodo que você quer deixar ele for no limite da capacidade, mas para um quarto de um apartamento médio, deve ser suficiente.

No fim, como não achei o da Consul para vender em nenhum lugar (que tivesse a voltagem necessária) que entregasse na roça, acabei comprando esse da Philco. Chegou no meu aniversário e a caixa é ENORME! Como dito, o ar é meio pesado, então o entregador teve que trazer no apartamento, mas se você tiver ajuda, dá tranquilo pra carregar. A caixa "sai por cima", então você não vai precisar levantar o aparelho, só tirar da caixa e empurrar com as rodinhas. Eu já tinha visto uns vídeos da instalação, então achei relativamente fácil. A parte chata fica na regulagem da régua onde o tubo encaixa. Acho que eu quase nenhuma janela ela vai vedar direito (de nenhum modelo), e vi pessoas vedando com fita crepe. Por "sorte" minha mãe tinha uns espaguetes de piscina dando sopa em casa, então cortei e coloquei um de cada lado e ficou bom, mas fica bem cheguei lá da rua, e se seu condomínio for do tipo chatão, acho que a fita crepe é uma solução melhor. Ele também é do tipo que ocupa espaço (acho que esses mais estreitos são melhores se você não tem muito espaço no comodo), além daquele que você tem que calcular pra dar entre a parede e por causa do tubo de ventilação. Já tinham me falado que a portabilidade dele também depende muito da sua paciência: é um trambolhinho pra ficar rolando pela casa, e é chato ficar encaixando a régua no lugar. Analise bem o seu espaço se a sua idéia é levar do escritório pro quarto, por exemplo. Se você tiver que ficar tirando coisa do meio do caminho, vai desistir e se frustar rapidinho. Mesmo se você comprar régua extra, encaixar e desencaixar não é tão fácil (tem, que dar um "click" no encaixe).

Eu testei um pouco quando chegou, mas ainda não fez calor o suficiente pra ver se vai conseguir gelar bem o quarto. Achei o barulho bem oh, não é um barulho chato ou metálico, era o que eu imaginava. Ele tem função automática que desliga quando atinge a temperatura desejada, então não sei se isso ajuda para quem quer menos barulho possível (eu acho que vou dormir sem nenhum problema, mas eu moro em uma parte movimentada da cidade e acordo tarde, então pode ser que eu esteja muito mais acostumada com barulho do que outras pessoas).

Só sei que tô mega feliz com essa aquisição, mas não quero que faça calor ainda tão cedo, haha! Porém tenho certeza que vai me ajudar bastante, com o calor que estava fazendo antes nem o ventilador mais potente estava dando conta, o quarto fica um forno o dia e a noite inteiros e eu não conseguia dormir e quando dormia, de cansaço, dormia mal e pouco (teve dia que dormi na sala com o sol raiando e acordei umas 11h de tanto calor, não tinha lugar na casa que eu conseguisse ficar de boas).

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that would be me. bye!

terça-feira, 1 de setembro de 2020 at 12:47
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eu e meus passa tempos

Eu sempre tive essa personalidade meio obsessiva. Ou eu invisto um tempo ridículo atrás daquilo que me interessa, ou eu simplesmente cago pros assuntos, não tem meio termo. E geralmente essas coisas acontecem só quando eu de fato tenho tempo. Foi assim que acabei caindo no buraco negro da patinação artística: eu tinha tempo e o assunto estava ali gritando na minha cara (no YouTube).



Na adolescência eu pulava de obsessão em obsessão. Na verdade acho que aconteceu desde antes: eu era muito fã de Polegar lá pelos meus 6 ou 7 anos, depois virei muito fã de Michael Jackson na fase Dangerous, tive uma fase mega pagodeira (Exaltasamba das antigas, Katinguelê com Salgadinho, Karametade...) até achar meu amor definitivo em Backstreet Boys. Sim, definitivo, mesmo que eu tenha fases em que não escuto muito. Porque no fim, eu sempre volto pros meus garotos da rua de trás <3



Mas quem me conhece já me viu passar por uma fase hard de 30 seconds to mars e Foo Fighters. 30 seconds começou com o clipe de "Closer to the edge" e Foo Fighters foi o fatídico Lolla em SP. Também teve a fase da redescoberta de Matchbox 20 (de que sempre gostei) e Goo Goo Dolls (ultimamente estou beeeem desapontada com o que andam criando).



E chegamos a quarentena. Tempo livre de sobra. Tava demorando pra eu achar alguma coisa com que me entreter. Então eis que BTS lança "Dynamite" e eu resolvo dar uma chance pra essa nova boysband.

Eu sempre vou amar pop. É pop eu tô ouvindo. Não me interessa se eu sequer entenda a letra. Se for baladinha então, ganha meu coração. Eu posso zoar, mas não tem nenhum artista pop que eu odeie. Sempre tem uma música que eu curto. 

Só que eu já não tenho mais idade pra acompanhar as novidades. Quer dizer, eu ainda sei da maioria das coisas que estão na moda, mas não sou a primeira a descobrir e geralmente não sei muita informação além do básico. Tem gente que eu não sei nem como é a cara.

Mas esse tempo ocioso tá ai pra isso, né? E depois de "Dynamite", cavei um buraco deveras fundo, chegando a assistir alguns vídeos explicando coisas da banda e do fandom. Mas de novo, tô velha. Eu olho SETE pessoas numa banda e nem tento descobrir quem é quem. Eu sei quem é uns... 3 ou 4. De saber qual o rosto do nome. Não sei da onde veem, as idades, nada mais. Ser fã de banda pop é um trabalho bastante intenso, que eu fiz na minha adolescência quando eu tinha plasticidade cerebral pra tal. Hoje em dia eu tenho que ser seletiva com o que eu consigo guardar na memória. E saber o que é um Salchow ou um Axel já tá me demandando capacidade cerebral demais.



Mas olha, eu super entendo o apelo de BTS. Também entendo a loucura do Army. Na minha época era ENGOAL. E lá no futuro, eles vão entender que quando a gente compara BTS a BSB, não é por mal. E a gente também sabe que muita gente carpinou esse caminho antes. Beatles teve que existir para que a sociedade entendesse o poder da fã jovem. Menudos teve que aparecer, pra indústria aprender como fabricar um grupo de sucesso. BSB e 1D consolidaram o poder do pop e mostram as diferentes direções que esses artistas podem tomar (continuar junto não é pra todo mundo, assim como se separar também não é). BTS veio mostrar que diversidade importa sim, que tem força. Cada um tem a sua contribuição pro imaginário pop dos nossos tempos.

Assim como a quarentena, eu ainda tenho muito chão pra galgar nesse buraco negro do k-pop, e provavelmente não vou explorar nem metade, mas tudo bem. A gente tem que saber escolher nossas batalhas.



Como eu disse, eu amo uma baladinha, né? Hehehe...

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segunda-feira, 27 de abril de 2020 at 17:03
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#bedadaquarentena: considerações não tão finais

Eu acho que estou saindo da bad que me acometeu uns dias atrás. Comecei o curso "mais concorrido de Yale", o Science of Well-being e até voltei a ler um livro.

Enquanto estava na bad refletindo negativamente sobre tudo na vida. cheguei a conclusão de que preciso por uma ordem na vida. e que em parte eu larguei o blog porque eu não tinha um propósito tão claro para ele na minha vida. Desde que eu voltei a fazer agenda, fico naquele conflito de ter inspiração pra escrever a mesma coisa de maneiras diferentes duas vezes. E ai a coisa complica, porque eu não me acho alguém tão criativa assim.

Eu comecei a blogar pra ter um lugar para escrever para os outros. E por muito tempo essa conversa ficava na roda dos blogs raiz, onde todo mundo falava dos seus dias e suas angústias, derrotas e vitórias. Mas o tempo passou e muito disso se perdeu, o que acho que fez muita gente desanimar. Blogar não deveria ser só sobre fazer dinheiro ou ter leitores.

Eu vou manter o blog, mas pra escrever coisas que acho que vão ser mais úteis fora de uma agenda que eu deixo só pra minha leitura na minha escrivaninha. O que pode ser que aconteça com mais ou menos frequência. E tá tudo bem, porque no fim das contas, sou eu que pago esse espaço, é a minha casinha virtual, onde eu que mando. A ditadora do país sem habitantes.

O mês tá acabando, e a gente continua em casa. Se eu posso dizer uma coisa de realmnte útil para o mundo com esse post, é isso: fique em casa, salve vidas. Os hospitais em grandes centros com números de casos grande já estão tendo que escolher quem vive e quem morre. Você não quer ser um desses pacientes, nem que alguém que você ame passe por isso. FIQUE EM CASA.


beda 2020

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segunda-feira, 20 de abril de 2020 at 22:33
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#bedadaquarentena:dos altos e baixos

Embora ninguém se importe, se alguém se der ao trabalho vai ver que eu SUMI nesses últimos dias por aqui. Idéias não faltam, o que falta mesmo é vontade de sentar na frente do computador e escrever.

E pela primeira vez nesse 1 mês que eu tô quarentenada, bateu aquela bad, de ficar pensando que não existe futuro e que eu não sei o que tô fazendo aqui e qual o sentido da vida.

Vou culpar o Clóvis (de Barros Filho) por me fazer existencialista e ficar deprimida com o estado do mundo nesse instante.

Mas ao mesmo tempo vou indicar um vídeo de uma palestra que ele deu com o Leandro Karnal que passou esses dias na tv sobre felicidade, porque, né, tô precisando de um raiozinho de luz.



beda 2020

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quinta-feira, 16 de abril de 2020 at 23:54
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#bedadaquarentena: quase

Nove minutos para escrever e postar algo hoje e não deixar um buraco nesse beda. Mas o que? Postar por postar?

O beda é muito mais do quepostar qualquer coisa nos 30 dias do mês: é um exercício de criatividade, de organização. Obviamente  já falhando no meio do mês. Será que vou sobreviver? Espero que sim.

Se eu tinha idéia do que eu queria postar hoje? Tinha uma vaga idéia, mas não tinha o texto, então... Fica pra próxima.

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quarta-feira, 15 de abril de 2020 at 23:59
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#bedadaquarentena: minhas agendas

Continuando o assunto da semana passada, resolvi falar um pouco da agend que estou usando atualmente e porque escolhi ela.


Em 2018 eu usava uma pasta fichário de agenda, e carreguei a dita pro outro lado do mundo. Mas eu já tinha em mente testar a tal da Hobonichi, que é uma agenda (planner) bem famosinha na internet. Como passei por Tokyo, comprei a minha na Loft (uma papelaria maravilhosa em Tokyo) de Shibuya. Optei pelo modelo original, de tamanho A6, porque já tinha onde escrever os detalhes do meu dia.


O que mais me interessava mesmo era o papel utilizado nessa agenda. O Tal do Tomoe Gawa (ou Tomoe River) que é um papel super fino, mas que não deixa passar tinta pra página de trás!

Gosto que tem o calendário mensal no começo, e os dias um por página. O papel é quadriculado, mas com uma linha bem clara, não incomoda, e no rodapé tem un dizeres em japonês. Como comprei a  minha em maio, aproveitei uma promoção em que vinha o caderno com a capa por um preço legal (em geral não é exatamente uma coisa barata), mas já não tinha tantos designs para escolher. O bom da capa é que além de proteger, ela tem vários bolsos pra colocar cartões e cartelas de adesivos e outros papeis. Eu não costumo carregar a agenda para todos os lugares, então eu nem precisaria de uma capa, mas o caderno tem uma capa bem básica. Dá pra usar protetor, encaixa bem (não sei se na Daiso no Brasil tem, mas no Japão tem e eutestei para o tamanho A5 e funciona super) e protege o suficiente. Obviamente dá pra decorar a capa do caderno da forma como você quiser também. Pra quem é artista é uma boa oportunidade. Não é exatmente o meu caso, haha!

A coleção nova sai todo ano em setembro, com as mudanças (ou não) do caderno e s novos designs de capa. Tem as mais básicas que tem um preço bem acessível, e umas que custam algumas centenas de dólares. Então no ffim de 2018 eu já estava de olho no que ia comprar. Eu até queria umas coisas mais descoladas, mas eu acho um pouco de exagero gastar cntenas de dolares em uma agenda... Optei pelo tamanho A5 porque é um bom tamanho para escrever detalhes dos dias e colar bastante washi tape e adesivo! Também comprei uma capa básica preta e azul e um protetor desenhado que é baratinho. Com isso eles sempre mandam alguns brindes. O de 2019 era um ursilho de metal (tipo um peso de papel) e uma caneta de 3 cores que é ótima para escrever no papel do Hobonichi. Gostei tanto que em 2019, assim que saiu a coleção em setembro (e porque depois eu iria embora de qualquer forma) já pedi o "refil" (só o caderno). A novidade para 2020 era o caderno sem data, com menos páginas, para aquelas pesoas que não escrevem todos os dias, mas só saiu em novembro (acho) e não pude pedir. Na verdade na época não tinha me decidido se queria ou não. As vezes eu escrevo fora de ordem, e ter as páginas já datadas ajuda a não ficar tudo bagunçado (eu gosto de deixar tudo em ordem cronológica). Da primeira vez eu fiz o pagamento em cartão de crédito, mas no ano passado acabei pedindo com pagamento na entrega, que é uma modalidade bem comum lá (e muito prática pra quem não tem cartão).

Eu tô bem longe daquelas coisas mega artísticas que o povo posta no instagram (só buscar tags como bujo, journaling que vocês vão ver o que tô faland), mas eu fico bem feliz de escrever sobre o meu dia e colar um monte de coisa, haha! Fora que toda vez que sento pra fazer isso, desligo do resto, é como terapia!

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about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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