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amsterdã: a chegada
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016 at 10:30
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A Eurolines tem um terminal de ônibus só deles em Amsterdã, ao lado da estação de trem e metrô de Duivendrencht. Eu tinha pesquisado a forma mais fácil de chegar ao nosso hostel, mas esqueci de pesquisar como o sistema de transporte funcionava.

A maneira mais fácil de chegar onde estavamos hospedados era de sprinter, um tipo de trem. Pra embarcar no trem, tem que comprar um cartão. Que custa € 7,50!!! E não tem reembolso igual o Oyster Card (de Londres)!!!

Eu tinha acabado de acordar e tinha que processar esse mundo de informações, deduzindo do holandês. Imagina meu bom humor... Inexistente!!! Por sorte, uma das alemãs tinha nos dado uns euros que ela tinha na carteira e com isso pagamos os cartões. E com o nome da estação que deveriamos descer, entramos na estação.



As estações em Amsterdã são bem modernas, e essa era bem legal, lembrava um pouco as estações mais modernas do Japão. Tinha até a "casinha" de vidro pra se proteger do frio igual! E wi-fi <3

Da estação de Muiderpoort até o nosso hostel era uma caminhada. Dei o print na tela do GPS e fomos. Como houve o atraso na balsa, nossa previsão de chegada que era de 8h da manhã ficou pra lá do meio dia.

Ficamos numa área chamada Timorplein (e depois percebi que as áreas ao redor tinham nomes das ilhas do sudeste asiático, como Java e Borneo), num hostel da cadeia Stayokay, o Zeeburg. O prédio com cara de escola do começo do século XX é enorme, mas bem cuidado e bem limpo. E pelo que notei, achei Amsterdã mais bem conservada e limpa do que Londres. E com pessoas muito simpáticas também! Chegamos umas horas antes do check in, mas a recepcionista foi simpaticíssima e nos arranjou  um quarto, e ainda explicou toda a história de dar check in e check ou nos cartões do trem (não basta só passar na cancela, tem que passar no trem que você sobre também pra conseguir sair da estação - mas na estação tem posto de ajuda pra te liberar).

Reservamos camas em um quarto misto para 6 pessoas, e quando chegamos não tinha ninguém. Nesse hostel a única regra "estranha" é que o hóspede, quando chega, tem que fazer a sua cama (todas as camas desocupadas ficam "peladas"). E claro, a toalha de banho não está inclusa (mas levamos as nossas). 

O quarto era espaçoso o suficiente para 6 pessoas e tinha banheiro (privada, pia e chuveiro separados) privativo. E 2 janelões incríveis, que davam pra praça na frente do hostel. A única coisa que tive que mudar foi pra uma cama embaixo (não quis dormir na parte de cima do beliche), mas a recepcionista foi super simpática e trocou na hora.

Nos arrumamos e saimos para dar uma volta. Não estavamos no centro, mas nada que uma caminhada não resolvesse. Com isso, pudemos fazer o reconhecimento da área. E de cara encontramos um moinho de vento <3



Depois de uns 40 minutos, chegamos no Centrum. A região da estação Amsterdam Centraal é super cheia de gente, com trânsito e muitas bicicletas. Até então tinhamos conseguido trafegar pelas ruas de Amsterdã com certa facilidade, mas ali o burburinho a coisa pega! É carro, tram e bicicleta vindo de todas as direções! E ai você descobre que nas ciclovias também passam motos! E que os sinais são bizarros, parecem que não mudam nunca, ou quando mudam, não parecem fazer sentido nenhum pro pedestre!!!

Logo entramos por alguma ruela paralela, mais cheia de pedestres, e fomos caçar as famosas batatas fritas holandesas. Que não passam de batatas fritas servidas em cones com os mais variados molhos. Pelos quais você também tem que pagar (até o ketchup!). scolhemos um que parecia limpo e tinha alguma clientela, mas não estava lotado. E ainda conseguimos um lugar pra sentar!



Depoi descobrimos que esse, apesar de mais caro, era um dos mais bem servidos. E eu achei a batata sensacional, no ponto. Mas sai na hora, então vem pelando de quente! O Henrique pediu molho de queijo e disse que era bem gostoso. Cada molho "simples" era € 0,50. A média da cidade. Eu pedi uma porção grande e quase não aguentei terminar!

Depois demos mais umas voltas, caimos no distrito da luz vermelha, vi algumas mulheres nas vitrines (todas usam "roupa" preta) e eu decidi voltar pro hstel mais cedo. Por conta da viagem, ainda estava podre de cansada. Cheguei, tirei um cochilo, tomei banho e dormi de novo XD.

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that would be me. bye!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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