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segunda-feira, 30 de novembro de 2020 at 10:30
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Dell Inspiron 14 5490: veredito parcial
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E então a Black Friday veio e foi. E eu aproveitei bem. Quer dizer, em casa aproveitamos. Até um sofá novo a gente vai ter por aqui!
Mas eu vim aqui pra falar de outra compra: decidi o que eu queria! E acabei na Dell. Confesso que não foi uma decisão fácil pra libriana aqui, afinal, muitas opções, muitas variáveis. Vou contar um pouco do processo de decisão e o que estou achando da minha compra.
Como eu disse no post passado, meu note antigo era i5 já. Sei que era velhinho, mas eu queria pelo menos ficar no mesmo patamar. Tenho sérios traumas do Celeron! Pensei se não era melhor pegar um i7, porém no fim acabei achando que era um exagero. Eu uso Photoshop e Premiere esporadicamente, não justifica dar um upgrade tão grande. E eu aprendi uma coisa na vida: a gente se acomoda com o fácil, sabe? Certeza de que eu acabaria, daqui uns meses, achando o i7 nem tão grandes coisas assim, e na hora de trocar, daqui muitos anos, o investimento teria que ser muito maior. Um i5 atual já tava mais do que bom pra mim.
Uma coisa que esqueci de falar e a Juli comentou, é sobre a placa de vídeo. Eu não jogo, não exijo o melhor vídeo do universo, então eu não me importo de que ela seja integrada. Isso ajuda o preço do equipamento ser maior ou menor. E prova que cada um tem uma prioridade, né?
Eu vacilei um pouco entre os tamanhos de tela. Meu Vaio era enorme, um trambolho pra carregar. Meu Toshiba era BEM menor. Eu sei que no fim das contas eu não fico carregando o laptop por todo o canto, mas quando preciso, não quero ter o stress, sabe? As construções atuais são bem menores, mas na fita métrica, pensar em pegar um note maior ainda do que o meu antigo não foi uma ideia que me agradou, então acabei ficando num de 14 polegadas mesmo (mas o de 15 tava com um bom preço - tive que procurar fora do site oficial, mas tinha em loja confiável sim #ficadica).
Depois, fiquei entre duas marcas: a Dell e a Asus. Tenho simpatia pela Asus, sempre ouvi falar bem dela muito antes deles virem pro Brasil, fui super feliz com um Zenfone por anos, e as resenhas do computador deles eram ótimas. A tela é a coisa mais linda! E o valor estava igual, o mesmo preço de BF. Mas na semana pré BF a Dell ainda tinha outro desconto em cima do preço promocional e ai isso acabou pesando.
Então, na madrugada de 21 para 22, comprei meu Dell i5 14 polegadas (8gb de RAM e 256gb de SSD). A previsão do site é de que ele só chegaria em 2 semanas, e tudo bem, por causa da BF era esperado mesmo, mas acabou chegando na quinta, 4 dias depois! E isso porque eu moro na roça, se morasse em SP capaz de ter chegado 1 dia antes! (roça é modo de dizer, é interior de SP, muito perto).
Por enquanto ele realmente se mostrou bem mais rápido. A linha 5000 tem leitor de digital para inicialização e abre o windows super rápido. Também não fica travando entre as mil abas que eu tenho mania de abrir quando estou pesquisando alguma coisa. Roda Spotify e YouTube enquanto faço outras coisas bem de boa também.
Para complementar, comprei um pacote office completo 2019 que ainda está para chegar, e um hd externo para substituir um Toshiba Canvio que eu tinha desde 2012 também. Resolvi comprar um WD pra mim e um Seaport pra minha mãe porque uns amigos recomendaram e achei por um preço muito bom. Chegou rapidíssimo também, pedi na terça e na sexta já estava em casa! (Meu Canvio tava meio detonado, eu não cuidei muito bem dele e ele corrompe arquivos de fotos do nada...)
Então, por enquanto, as coisas estão a mil maravilhas. Formatei o note antigo e ele tá mais rápido e estou pensando em deixar o Photoshop lá mesmo. A bancada do meu escritório tem espaço se eu precisar usar os 2 juntos. Eu podia até vende-lo, mas ele ainda tá bem usável para outras coisas, quem sabe até pra minha mãe usar, não sei.
Agora vem a parte divertida: decorar os novos gadgets com adesivos fofos! Outra compra dessas, só daqui uns booooons anos! Marcadores: asus, black friday, dell, hd portátil, ispirom 14, ispiron 5490, laptop, notebook, seaport, wd

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terça-feira, 26 de novembro de 2019 at 17:02
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Quem aí também tá animado pra Black Friday 2019? Ok, eu sei que animado a gente sempre tá, com aquela vontade de comprar tudo, mas dinheiro tá foda. Eu mesma cheguei sem planos de muitos gastos, mas... A oportunidade é a mãe da dívida no cartão de crédito, hahaha!
Como eu não tava planejando comprar um celular novo logo agora, não estava dando muita bola pros lançamentos e pro que estava no mercado. Eu aprendi que me manter muito atualizada só me faz querer gastar mais, então, como medida protetiva de mim mesma, eu evito! Só que não vai dar pra esperar, apesar do meu celular não estar morrendo agora... Logo isso vai acontecer. E eu prefiro já prevenir, enquanto eu ainda tenho algum controle pra procurar com calma pea melhor oferta.
Meu celular atual é um Zenfone 3, que comprei logo depois do lançamento, há 3 anos. A bateria dele é ótima, dura muito mais do que qualquer outro que já tive (exceto os antiquíssimos Nokia, haha), funciona bem, a camera sobrevive... Mas já tem 3 anos. Já não tem mais atualização de Android. Não tem NFC. Tá na hora de trocar.
Eu já tive um topo de liha, o Samsung Galaxy S4 (na época do lançamento), que eu gostei muito, usei até ele dizer chega, mas no geral eu sou bem feliz com celulares intermediários também. E eu não tenho 4 mil golpes pra dar ao vento assim, então comecei a pesquisar sobre os celulares no mercado.
Dei uma olhada na linha da Samsung porque acho os celulares bons, tive ótimas experiências com os meus (desde um flip, um slide, um baratinho do WalMart da Florida, alguns outros intermediários, até meu S4) e sei que eles trazem novidades interessantes.
Eu não sou fã da borda infinita da linha S, mas esse ano a Samsung trouxe um modelo "intermediário", mais quadrado e sem a borda infinita que me interessou bastante, porque também é menor, o S10e. Ele mantém a maioria das configurações dos outros S10, mas com um preço mais amigo (no lançamento o valor era irreal, por isso vale a pena esperar um tempinho pro preço se ajustar). De ponto negativo, por algum motivo que ninguém entendeu, eles trouxeram processador Enyos, proprietário, ao invés do
Eu tava bem feliz com essa decisão, monitorado os preços quando começou a aparecer no páreo os celulares da Xiaomi. Sim, eu gosto de uma novidadinha, não resisto! Então resolvi pesquisar mais sobre.
A Xiaomi trabalha com vários lançamentos por ano, trazendo celulares parecidos mas com as novidades que vão aparecendo pelo ano (uma camera melhor, uma configuração diferente, tela, etc). A linha Mi 9 é o topo de linha deles, o mais completo. Dentre eles, o Mi 9T é o intermediário, e traz de diferente o tal do "notch", uma camera frontal que levanta como um flash de camera analógica. O processador dele é Snapdragon, mas em comparação é menos potente que o do S10e.
Na mesma linha, tem o Mi 9, que é o mais top que temos no Brasil (ainda existe lá fora um Mi 9 Pro), com mais cameras, e a camera frontal não é "notch", é "normal", com um processador Snapdragon a altura do Enyos do S10e.
Eu também gostaria de comprar um laptop novo, o meu já tem 7 anos, mas só agora o preço dos modelos com processador i5 tem ficado mais convidativos, então acho que ainda não vai ser dessa vez que esse laptop velho de guerra vai descansar (já troquei tela, já mandei pro conserto porque a dobradiça morreu do nada numa viagem, já rodou o mundo, literalmente). Na verdade eu queria um 2 em 1, que virasse tablet, o que é ainda mais caro, então, a menos que haja uma promoção muito louca nessa BF... Não vai ser agora mesmo.
Outra coisa que tem me tentado, mas esse acho que vai ser só desejinho mesmo, é a Black Days da Pandora. Produtos selecionados (coleções passadas) com 50% de desconto real!
Daqui uma semana, contaremos os mortos e feridos. E você, que estrago pretende causar na su conta bancária?
Marcadores: asus, black friday, pandora, samsung, xiaomi

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016 at 10:30
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Lá pelos meados da década de 90, ter uma linha de telefone fixo era muito complicado. Quando a tecnologia de telefonia celular começou a despontar, meu pai conseguiu comprar uma linha. A ligação era tão cara que a gente só usava mesmo pra emergências. E era meio brega ter um celular, coisa de tiozão. Os aparelhos também eram enormes. A gente devolveu a linha com a abertura das teles, no final do século, já que conseguiu uma linha fixa e não via a menor necessidade de ter um aparelho cuja utilização era tão cara.

Quando entrei na faculdade, quase ninguém tinha celular. Eu só ganhei um porque minha mãe insistiu que queria saber onde os filhos estavam, depois que meu pai morreu (ele morreu de doença, e não de acidente, o que torna essa lógica sem pé nem cabeça). Naquela época até o tarifa de sms era proibitiva e a gente só usava celular, de novo, pra emergências (teve uma época que não dava nem pra mandar sms pra telefones de operadoras diferentes!!!!). Meu celular só não durou mais porque eu cai em cima dele. O segundo durou uns bons 2 anos, e só troquei porque eu havia passado um tempo fora do país e quando voltei, meu irmão tinha trocado o dele e minha mãe acabou me dando um novo. Mas o velho ainda funcionava muito bem e estava intacto. Mas esse coitado durou 3 dias. Fui roubada bebada na porta de uma festa... Só comprei um novo quando voltei a estagiar. Esse tinha toque polifônico e camera!!! Durou um bom tempo também, acho que uns 3 anos também. Troquei quando achei uma promoção pra um Sony Ericsson rosa super fofo... Mas cuja bateria não durava nada (pra época, 48h era um ultraje!). Mas num natal minha mãe me acordou no telefone perguntando se eu não queria um celular novo que meu irmão tinha escolhido e então acabei ganhando um Nokia, flip, com camera frontal. E fazendo jus a fama, aquele celular foi highlander. Só troquei o bicho porque ele começou a falhar mesmo, mas foi um dos celulares que mais gostei de ter. O design era lindo!

Foi então que entrei no mundo dos espertofones. Tenho a mão pequena, então sempre achei eles muito grandes. E tenho unha comprida, então sempre achei que essa coisa de touch screen não era pra mim. Meu primeiro smart foi um Nokia (de novo!) E62 com teclado físico, que se eu tentar ligar até hoje deve funcionar, haha! Mas o sistema proprietário da Nokia, o Symbian, foi um fracasso, até para nós amantes da Nokia. Foi então que resolvi me aventurar pelo Android e comecei a colocar meu pézinho no mundo do touch com um Samsung, mas que tinha a opção de teclado físico também. Na época eu fugia do Whatsapp, haha! Meus amigos ficavam meio putos que eu nunca ligava o 3G =P Depois dessa adaptação, comprei um maior, só com touch e não vou negar, a adaptação pra digitar foi brutal. Mas sobrevivi. Eu nem tinha intenções de trocar de celular quando vi o Galaxy S4 na mão da minha amiga e me apaixonei. Tive que comprar, né? Mas como era um celular novo, e caro, me prometi que aquele teria que durar, que eu não ia ficar enlouquecida por outros modelos, que só trocaria quando ele realmente pedisse. E a essa altura, meu coração já era do robozinho, não havia nenhuma chance de eu trocar por qualquer coisa que não rodasse Android <3
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| Muitas capinhas lindas <3 |
Meu Galaxy S4 foi um grande companheiro. Um celular que funciona muito bem, que cumpre o que promete, que aguenta o tranco. Foi comigo pra várias viagens, pegou frio e calor, e registrou muitos momentos incríveis desses últimos 3 anos. Mas celular não é feito pra durar muito hoje em dia. #rip os imortais Nokias do passado. E meu queridinho começou a dar sinais de que estava pedindo arrego, logo depois que voltamos da Inglaterra. Eu não queria admitir, mas o coitadinho já não estava performando da maneira que deveria. A bateria já estava indo pro saco. O fato de o sistema não ser mais atualizado começou a pesar com a atualização dos aplicativos e então eu tive que começar a pensar na sua substituição. Conhecendo mais sobre smartphones, tendo mais experiência, tinha resolvido que queria um celular com Android puro, de preferência um celular do Google, mas infelizmente os útlimos Nexus sequer vieram pro Brasil =( O novo Pixel é fabricado por uma empres que nem tem presença por aqui. Então eu posterguei um pouco a pesquisa por substitutos, mas só até me deparar com um video que falava bem dos telefones da Asus.
Na verdade a Paula fez uma resenha sobre o iPhone SE dela, que ela comprou pra substituir o Zenphone que estava nas últimas, e as comparações que ela fez me interessaram muito... No Zenphone! Comecei a pesquisar melhor e descobrir que a Asus tinha acabado de lançar a linha nova de Zenphones e que eles estavam na categoria média, que era exatamente o que eu procurava! Depois de comprar um celular muito caro e top de linha, eu não queria cair nessa de novo. Além de não ter dinheiro, acompanhando a evolução da linha Galaxy S achei que não compensava o valor e que existe um teto do que eu realmente preciso do hardware de um celular, que não adianta comprar uma Ferrari se eu mal sei andar de bicicleta, sabe? Já tinha na cabeça que já que não ia ter o meu celular dos sonhos mesmo, que queria achar uma alternativa mediana e o Zenphone 3 caia exatamente nessa faixa.
Claro que eu não facilito a minha vida, e resolvi procurar esse celular pra vender logo depois da black Friday. Pelo que vi, ele não entrou na promoção por ser muito novo, mas como era um lançamento super recenete, estava em falta em vários lugares. Não achei pra comprar em nenhuma loja física na roça (fui comprar quando virou meu cartão) e mesmo online tive dificuldade de achar um lugar que tivesse a configuração que eu queria, na cor que eu resolvi querer.
Sempre preferi celulares mais discretos e comprei os últimos nas cores mais óbvias, sempre entre o preto ou o branco. E mei que já estava decidida a comprar entre essas cores de novo, quando por um lampejo de insanidade, decidi que ia mudar e comprar o modelo dourado. DOURADO. A pessoa que não gosta de cor de ouro. Pois é. Resolvi, me estressei, mas achei pra comprar num site o modelo com a configuração que eu queria, na cor que eu decidi por impulso.
Fiz o pedido no sábado a noite e na quarta de manhã a entrega foi feita, em perfeito estado. E agora sou a feliz dona de um Zenphone 3, intermediário (3GB ram / 32GB memória, tela 5’2), DOURADO.

Até agora o que posso falar sobre ele é o seguinte:
- Já tinha lido que por causa do vidro na dianteira E na traseira, ele fica cheio de marca de dedos. Você pensa em tocar nele e ele marca. Então comprei uma capinha transparente pra evitar de ficar irritada com tantas marcas de dedo pelo celular;
- Ele é SUPER leve. Parece de brinquedo, de tão leve;
- As bordas dos vidros são levemente curvadas, é bem gostoso segurar o aparelho. Mas com isso não dá pra colocar película em toda a tela e a minha película de vidro fica “curta”. Veremos o quanto vou aguentar com isso;
- O leitor de digital é ótimo! Tenho dificuldade com leitores de digital, passei 1 ano em um emprego sem registrar entrada ou saída porque o RH cansou de tentar me registrar e não conseguir, mas esse celular reconhece direitinho! Cadastrei 4 dedos entre as 2 mãos e ele só reconhece esses dedos. E bem rápido!
- Até agora não tive probeblas com a máscara do ZenUI pro Android, pelo contrário. Ele tem várias opções de customização de tema, dá pra mudar até a aparencia dos icones dos apps;
- O teclado é ok. O do Galaxy é mais esperto, mais completo e eu estava muito mais acostumada com ele depois de 3 celulares da mesma marca. Acho que é questão de costume, uma hora vou achar o teclado bom. Já adianto que é infinitamente melhor do que o teclado do ios do iPod!
- Bateria parece aguentar o tranco bem. Usei um dia bastante, com GPS, e em 12 horas não tinha nem chegado nos 50% de uso ainda. Acho que meu Galaxy S4 nunca tinha feito isso;
- Ainda não testei muito a camera, mas é um dos grandes trunfos de marketing da linha. Vi que tem várias opções manuais, e a qualidade parece boa mesmo.
- A única coisa que realmente não gostei é que a tecla de voltar fica no lado oposto, o esquerdo, e com uma mão tão pequena é impossível fazer as coisas com uma mão só =(
Dentro dessa linha nova lançada agora no final de 2016 tem o Zenphone 3 Max, que é mais barata e mais simples, o Zenphone 3 com tela de 5’2 e 5’5 e o Zenphone 3 Deluxe, com um hardware mais “potente” e uma tela ainda maior. Optei pelo intermediário, com a tela “menor”, porque já achava a tela do S4 bem grande, principalmente para alguém com uma mão tão pequena quando a minha. E quando chegou, já achei ele até muito grande (ele é maior do que o iPhone 6, por exemplo). Não quis o modelo de 4GB de ram porque, como disse lá em cima, acho que não preciso de tudo isso. Queria algo que fosse um pouco melhor do que meu S4, já pensando na demanda do sistema e que já uso mais apps, mas tenho plena noção de que ainda assim já é um celular mais potente do que eu preciso de fato.
Eu não acredito em trocar o celular todo ano só porque é lançado um modelo novo. Mesmo quando troquei o celular anualmente, troquei por modelos de linhas diferentes, que eu acreditava que tinham coisas melhores e diferentes pra me oferecer. Espero que esse celular dure bastante, muito provavelmente até eu conseguir comprar o meu celular dos sonhos (um Pixel última geração *.*).
O único conselho que dou é que se você vai comprar um celular caro, já compre o lançamento mais recente. Por exemplo, não compensa comprar um S4 agora que já existe o S7. Melhor comprar um celular mais barato, mas mais recente, de outra linha. A Samsung não disponibiliza atualização de sistema depois de uns 2 ou 3 anos, então logo ele fica defasado, se comprar algo que já é “velho” vai ficar defasado mais rápido.
Marcadores: android, asus, celular, galaxy s4, resenha, samsung, zenphone

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