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terça-feira, 15 de maio de 2018 at 10:30
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Nessa vida eu já fiz algumas festas de despedidas. Das pequenas (quando fui pra Disney por 3 meses) às grandes (quando não sabia quando voltaria da Inglaterra).
Agora a coisa tá mais séria. Eu tô indo, pela primeira vez na vida, com uma passagem só de ida, sem data pra voltar, literalmente!
Fui dizer au revoir pros meus amigos no "Quintal do Espeto", um lugar muito prático: rodízio de espeto com comanda individual. Tem todo tipo de espeto, agrada carnívoros e veganos, tem de suco a cerveja e outras bebidas misturadas e rola até uma música ao vivo. O couvert é bem amigo, só cincão. Os únicos contras é que é cheio de família, é enorme e as vezes o som é meio alto. E a menos que tenha um aniversariante no grupo, não dão VIP e nenhum agrado =(
Mas o que importa é que meus amigos foram e fizeram do meu último dia em São Paulo um dia especial, cheio de amor e carinho <3
Não tirei foto com todo mundo, infelizmente, o que só gera mais desculpa pra irem me visitar lá do outro lado do mundo ou pra onde quer eu vá!
Eu tenho amigos maravilhosos, mesmo os que não puderam ir me mandaram mensagens, me fizeram me sentir querida e me dão mais aperto no coração de ir embora... Mas viajar é preciso! E tenho certeza de que vou encontrar todo mundo mais vezes ainda nessa vida, porque nossos corações estão todos misturados e a gente precisa botar todo esse amor pra rodar!
Marcadores: amigos, despedida, farwell, pessoal, quintal do espeto

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sexta-feira, 16 de junho de 2017 at 12:01
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Eu não sou uma pessoa de drama, de verdade. Eu sempre tento amenizar as situações porque eu não suporto gerar stress emocional. Mas nos últimos dias, quem me acompanhou mais de perto sobe que eu estava sofrendo muito. E em situações extremas a gente acaba transbordando. Quero agradecer as pessoas que me emprestaram os ouvidos para aguentar todas as minhas lamentações nos últimos dias. Vocês me ajudaram a manter minha sanidade.
Como ntrovertida eu tenho tendência de guardar tudo e analisar minusciosamente cada detalhe e cada sentimento, mas ultimamente tudo ficou demais pra mim e começou a me fazer mal fisiologicamente. Eu quando fico ansiosa e deprimida perco a vontade de comer, mas preciso me movimentar, o que acaba atacando meu sistema digestivo. A única parte boa é que pelo menos o exercício me faz dormir um pouco melhor, mas quando não dá pra fazer, nem dormir eu consigo.
Mas agora passou. Ou eu espero que comece a passar e que eu tenha minha paz mental de volta. É muito difícil pra alguém tão equilibrada quanto eu ter esses momentos de turbulência, porque eu não sei lidar.
Eu sei que preciso começar a trabalhar essa questão dos sentimentos. Acho que nunca vou deixar de ser INTJ, mas, teimosamente como uma, eu vou tentar, porque não faz bem mesmo passar por toda essa gastura.
Porém tudo fica um pouco melhor quando se tem amigos, né? Aqueles que nem sabem direito o que houve mas ainda assim tentaram me confortar e aqueles que tiveram que aguentar minha diarréia verbal, meu muito obrigada. A gente não é nada mesmo sem amigos <3
Marcadores: amigos, filosofando, introversão, pessoal

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 at 10:00
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fui pro zoológico... aprender sobre dinossauros!
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No começo do mês, meu amigo mexicano que estava em SP a trabalho foi embora, mas antes ele queria muito ir conhecer o zoológico e eu o levei num sábado. Avisei que não era nada demais, mas ele insistiu e eu fui.
O pproblema é que ele estava hospedado lá em Alphaville, e ficou de me encontrar na bilheteria do parque. Eu fui pelo Jabaquara, via ponte Orca (que agora é paga, fiquei ultrajada) e descobri só quando cheguei que haviam 2 entradas. Pra piorar, meu amigo não tinha um telefone pra eu avisar e muito menos naquela lonjura dava sinal pra algo.
Mas no fim deu tudo certo, e na bilheteria ele descobriu que havia uma exposição de dinossauros, e foi ai que descobri, depois de 10 anos, que ele é um aficcionado por dinossauros.
O passeio do zoológico em si foi ok. Tá em melhor estado do que eu me lembrava, mas ainda assim não é nada demais. Eu achava mais divertido quando ia com a escolinha...
Ai que pelas tantas a gente resolveu entrar no mundo dos dinossauros.
No começo tem uma exposição contando um pouco sobre os dinossauros. Eu não sei vocês, mas eu cresci ouvindo que os dinossauros eram grandes répteis. E eis que meu amigo me contou que na verdade eles são considerados aves primitivas. Eu ouvi algo sobre penas em dinossauros, mas nunca dei muita bola. Porém meu amigo me explicou que pela estrutura dos dinossauros, eles são mais parecidos com aves do que com répteis ou mamíferos. E eles nem eram tão grandes como achamos.
Os dinossauros foram extintos e então apareceram os grandes répteis, que nada tem a ver com os dinossauros. Estes também foram extintos, mas acrdita-se até que pode ter havido uma mudança de gravidade no planeta que tenha dificultado animais tão grandes de habitarem a Terra. Não é muito doido?
A exibição em si é meio tosca, tem uns dinossauros que se movimentas, mas é um passeio de meia hora. É divertido pra fazer boomerang, mas só.
Gosto muito de passar tempo com meus amigos, eles sempre me ensinam algo! Pena que alguns moram tã longe =(
Marcadores: amigos, zoológico

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segunda-feira, 7 de novembro de 2016 at 18:15
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#diarinho: uma semana cheia de amigos de longe
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Eu sei que eu sofro de um probleminha de preguiça aguda de tempos e tempos, mas juro que batalho contra isso. Mas essa preguiça é bem fela e as vezes ela mina totalmente minha criatividade e ai não tem nada que eu consiga fazer pra parir um post aqui. Mals ai. Porém não queria deixar passar batido alguns acontecimentos dos últimos dias.
Dia 28 o governo deu folga pros funcionários por causa do dia do servidor público, então minha mãe passou o dia em casa e fomos almoçar no xóps, como de costume. e como ela estava procurando um sapato, passamos por 2. No segundo tem uma livraria nova, então entramos pra dar uma olhada e de cara me deparei com um livro que queria muito ler.
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| A primeira vez que ouvi falar sobre Andrew Solomon foi num Ted que vi sem querer. Ele falava sobre o amor dos pais que supera qualquer anormalidade ou não conformidade dos filhos, e quando compartilhei o vídeo, a Lia comentou que o livro em que se baseava a palestra era um dos seus favoritos. Por coincidência, uns dias antes ela fez um post no Instagram do blog de resenhas dela (Verbo: ler) sobre o livro, me marcando pro "desafio", que eu completei naquele dia antes de sair de casa com a minha mãe, então esse era um título que estava fresco na memória. Ele tem ao todo mais de mil páginas (mais de 200 só de referências), mas é uma delícia de ler. Esse foi um estudo que ele fez sobre pais de pessoas com alguma anormalidade e seus filhos, e como os pais buscam entender a identidade que os filhos não escolheram pra si, mas que não está de acordo com a identidade dos próprios pais (surdo, anão, autista, etc - ao todo são 10 diferenças). Ele exlica o que é cada coisa e revela um todo um mundo novo que só conhece quem tem contato com essas famílias. Estou no meio do livro já, éum livro que me faz me sentir bem ignorante, mas num bom sentido. Sinto que estou aprendendo alguma coisa e entendo porque a Lia gostou tanto dele! |
Semana passada, o pessoal da faculdade combinou um happy hour numa segunda-feira pra gente encontrar uma das nossas amigas, a Laís, que mora na Austrália e estava de passagem por SP. Nossa sala tinha 30 alunos, e meu subgrupo (um grupo dentro do nosso grupo de amigos) era conhecido como as japonesinhas - 5 meninas que sempre andavam juntas e não calavam a boca na aula. Depois que voltei do Canadá, fui com ela pro Japão pra um último baito.
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| Metade continua no turismo, outra metade desistiu e foi ganhar dinheiro, haha! |
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| O pessoal na frente da foto não era da faculdade. Mas nosso colega honorário Carlos Renato se fez presente! |
Depois fui dormir na casa da Ju, porque ninguém merece fazer bate e volta de happy hour, né? No dia seguinte fui encontrar o Felipe, que foi estudar no Japão na mesma época que eu fui pra Inglaterra, e me trouxe uns presentinhos.
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| Fomos almoçar no Jojo Lamen, um lamen novo na Paulista, muito bom! Mas devido a fome, não rolou foto, haha! Ele me trouxe uma Hello Kitty e essa caixa de chocolates alemães. Amo chocolate alemão, já disse? AMO! Já comi tudo, porque não tenho limites =P |
Ai no fim de semana finalmente fomos encontrar o Daniel. O Daniel é nosso amigo mexcano que fazia parte da nossa turma na Bishop's. Ele veio pro Brasil a trabalho e estavamos há 2 semanas tentando combinar de fazer algo e finalmente conseguimos marcar um almoço na Liberdade.
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| Chahan gyoza, pra mudar um pouco |
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| Daniel não acreditou que os pratos eram bem servidos, quase não aguentou o combinado com sashimi! |
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| Na época, a Bishop's University aceitava seus intercambistas pelo processo seletivo do Crepuq, junto com outras universidades da provincia de Quebec. Apesar de estar no lado francês do país, a Bishop's é uma das 3 universidades de lingua inglesa no Quebec, por isso apesar de ficar numa cidadezinha minúscula (Lennoxville) tem bastante procura. A Bishop's tem um clube para alunos estrangeiros, a BUISA - Bishop's University International Students Association (por isso muitas vezes a gente se referia a "internationals" e não estrangeiros) onde os alunos podem se conhecer e que organiza várias atividades de integração. Como eu cheguei no meio do ano acadêmico, a maior parte do pessoal já estava lá desde o outono e á se conhecia. Mas como a Cris é minha amiga, entrei na galera rapidinho. Nosso grupo sempre jantava junto e passava as noites fazendo algo como ver filmes ou cantar no quarto do coitado do Pedro. O Daniel morava no prédio do lado do nosso e era um apaixonado por música. E linguas. Ele aprendeu portugês bem depois do fim do programa e agora está falando fluentemente! |
Também aproveitei pra ir cortar o cabelo, que tava precisando de um corte há muito tempo (meu cabelo cresce que nem capim!) e na verdade nem tinha muita idéia do que fazer. Mas quando sentei na cadeira do cabelereiro, criei coragem e pedi um long bob.
De frente não parece que faz tanta diferença porque a parte da frente já estava meio que nesse comprimento mesmo. A diferença está na nuca, bem curtinha, acima do ombro! Mas ainda dá pra amarrar (num rabo alto). So far, so good, não deu trabalho depois de dormir com ele molhado, do jeito que eu gosto!
Tem umas novidades por vir, mas vou esperar se concretizar pra vir aqui contar!
Marcadores: amigos, bishop's university, buisa, cabelo, chocolate, eca, happy hour, jojo lamen, liberdade, porque sim, presentes, tubaína bar, usp

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sexta-feira, 30 de setembro de 2016 at 12:00
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#sotmb - projeto fotográfioco de setembro: lar
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E chegamos ao último dia do projeto fotográfico desse grupo lindo ai do banner <3
O tema é: lar. E pra mim, "home is where the heart is".
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| Minha família canadense + minha irmã norueguesa. Porque família não é só compartilhar dna <3 |
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| A gente briga e discorda, mas no fim a gente se ama! |
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| Disney Orlando, sempre! |
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| Hogwarts <3 |
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| Last, but not least, meus amigos. Não estão todos nessa foto, claro, mas eu posso encarar qualquer desafio com eles do meu lado <3 |
Marcadores: amigos, canada, disney, família, harry potter, hogwarts, projeto fotografico, sotmb

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sexta-feira, 19 de agosto de 2016 at 10:30
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"Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito"
Eu nem sei por onde começar um post sobre uma das coisas mais importantes da minha vida: a amizade. Família é muito importante sim, mas amizade...
Família é aquela coisa, eles tem uma ligação de sangue com você e socialmente é imposto que você goste daquelas pessoas só porque vocês tem um pouco de DNA em comum. Não que eu ache isso ruim, quer dizer, sou muito grata pela família que tenho, mas é na amizade que o ser humano mostra aquilo que ele tem de melhor.
Nas amizades verdadeiras os laços de afeição existem simplesmente porque sim. Vocês podem até ter coisas em comum, claro que existe um interesse mútuo de companhia, mas numa amizade pura e verdadeira, você não espera nada em troca da outra pessoa. Você nem espera que ela te considere tão amiga quanto você a considera.
Vira e mexe eu vejo gente reclamando por ai que as pessoas as decepcionam e que não podem contar com os amigos que tem, ou que os amigos são falsos, que não ligam pros seus sentimentos, que não se interessam pelo seu bem estar, ou as vezes... Que as pessoas não advinham aquilo que sentem sem ao menor ter uma pista!!!
Vejamos bem, eu já fui essa pessoa que se decepcionava quando um amigo não correspondia às minhas espectativas. Não vou dizer que não me chateia mais quando alguém dá uma mancada ou prova ser uma pessoa pior do que eu imaginava, mas hoje em dia eu entendo melhor que a culpa de alguém não atingir as minhas espectativas é toda minha, eu que crio essa imagem perfeita e inatingível das pessoas que eu gosto, e bem, ninguém é tudo isso.
Eu tendo a achar meus amigos muito incríveis e quero pelo bem deles mesmos que eles sejam fantásticos. Na maior parte do tempo eles são, mas eles também são muito humanos e cometem erros. E eu acho que se eu aceitei tê-los na minha vida é porque eu também acredito que eles não me fariam mal de propósito.
Eu tento manter uma política de honestidade com meus amigos, do tipo que falo do que gosto ou não, me explico e tento deixar o mais claro possível que existem coisas que são minha culpa, meus gostos, que não serão mudados, mas que isso não significa que eles serem diferentes e terem outras opiniões me chateie. E que eles tem todo o direito e a liberdade de serem eles mesmos comigo, e serem abertos e honestos comigo também. É verdade que tem coisa que é fruto da maturidde, mas tenho descoberto que a vida é muito mais fácil quando a gente não se esconde.
O feminismo tem me ensinado a importância da sororidade e da amizade entre as mulheres e eu tenho valorizado muito os momentos que passo com minhas amigas e encorajado quando possível que as mulheres se enxerguem com mais compaixão. Acho muito triste quando mulheres reproduzem pensamentos machistas sobre amizade feminina.
Eu acho que o melhor que a gente pode fazer é ensinar por exemplos, e eu poderia só falar que mulheres tem que se uunir e blá blá blá, mas vou contar a minha história.
Sim, quando eu era adolescente eu fui aquela menina que achava que era importante ter amizades co muitos meninos, e ser um dos caras pra ter algum valor. Mas a verdade é que a vida mesmo foi me mostrando que as mulheres são incríveis e que a amizade delas era importante na minha vida.
Não que eu não tenha amigos homens. Tenho alguns sim, alguns dos meus melhores amigos da vida são homens, mas também, a gente cresceu junto numa cidade pequena... Porém, quando fui pra faculdade, fiz um curso predominantemente de mulher. 2/3 da sala eram mulheres. E não vou dizer que foi sempre fácil e que todas se davam bem, afinal a turma rachou antes do meio do curso. Mas eu tenho muitas amigas da faculdade. Quase todos os meus amigos de SP são dessa época. Não só da minha sala, mas como de outros anos. Quando a gente se reúne é sim um clube da luluzinha de tanta mulher, e como já disse, é um monte de mulher solteira. A gente já teve fase de sair pra caçar, mas hoje eu acredito que a gente esteja numa fase muito mais tranquila de vida, e pricipalmente, o fato de termos umas as outras, acho que a gente se aceita muito mais. Aceita que ser solteira não é estar sozinha, aceita que não é um homem que nos define, aceita que a gente não é obrigada. Que a gente tem umas as outras pra provar isso, que a gente tem que se valorizar, porque as nossas amigas nos valorizam por algum motivo e elas estão certas.
Além desse grupo, tenho a felicidade e o privilégio de fazer parte de um grupo lindo de migas virtuais que estão há um clique de distância pra discutirmos de tudo, das futilidades até política, gastronomia e, porque não, homens. Já disse e repito, a melhor coisa que a internet faz pela humanidade é encurtar distâncias entre pessoas e facilitar a comunicação. Não consigo nem imaginar o quão triste seria a minha existência sem essas meninas! Nossas vidas não são só flores, rola bad vibes, mas com a ajuda umas das outras, eu acredito sim que a vida fica um pouco melhor. De saber que tem alguém que quer o seu bem, que pensa no seu bem estar, que vibra com as suas vitórias... E que pode te dar um choque de realidade quando necessário também.
Não vou obrigar ninguém a ser amigo da galera, mas faça uma reflexão e veja se você está sendo tão compassivo com os outros quanto gostariam que fossem com você. Se as pessoas são realmente tão insensiveis com você como você imagina. E se está mesmo alocando suas energias para as pessoas certas. Ninguém é obrigado a ser amigo de ninguém, ninguém é obrigado a retribuir amizade na mesma intensidade, inclusive você. Mas veja bem, tem muita gente por ai disposto a ser amigo sim, não é tão difícil se você souber onde procurar ;)
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terça-feira, 16 de agosto de 2016 at 10:30
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#beda: reflexões - amizades x namoros
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Olha, eu queria muito fazer uma semana de posts sobre viajar, dicas e tudo o mais, porém: não rolou. Sabe quando a coisa fica entalada e não importa o esforço, não sai? Pois é, as vezes minha inspiração literária é tipo minha prisão de ventre crônica...
Mas as migas tão ai pra ajudar até quando nem sabem que tão ajudando. Essa segunda fui almoçar com uma amiga e da nossa conversa eu sai pensando num assunto.
Um amigo nosso começou a namorar um cara que conhecemos esses dias, e, sendo besties, ela me perguntou o que eu tinha achado. E sendo besties, fui sincera: achei o cara meio estranho. Uma boa definição seria de que ele ainda está sob estado probatório. Não sei se gosto dele ou não.
Comentamos o porque de acharmos ele estranho e chegamos às mesmas conclusões, e eu até falei que sei lá, talvez ele tenha se sentido meio deslocado no nosso grupo e tentou se mostrar. Sabe quando a pessoa fala umas coisas tentando mostrar que sabe de algo, mas nem ela sabe o que tá dizendo?
E ai eu fiquei pensando nisso. Meu grupo da faculdade é um grande clube da luluzinha. De vez em quando algumas de nós estão namorando, mas na maior parte do tempo a maioria tá solteira. E as vezes nem tá a procura não. E é muito raro um dos namorados se encaixar na turma. Claro que ele não tem que virar nosso bestie também, mas se uma amiga que tem tanto em comum com o resto se relaciona com outro alguém, você espera que essa nova pessoa se encaixe, né? E nem é questão de tempo, alguns namorados sobreviveram bravamente o passar dos anos, mas no final, cairam. E a gente ficou meio aliviado pela miga ter se livrado de um cara que o resto do grupo não achava que era o melhor pra ela (mas tomem nota, a gente jamais influenciou ninguém a terminar namoro, a gente super dá apoio se não tem um motivo real pra não gostar 100% da pessoa - a gente sabe que na maioria das vezes a gente é bem chata com o resto do mundo a nossa volta).
A conclusão que eu cheguei é que eu acho que o nosso círculo social influi muito no tipo de pessoa que a gente traz pra dentro dele. E o quanto a gente está disposto a lutar para que essa pessoa se encaixe. Nosso grupo não é imutável e no passar dos anos várias pessoas foram agregadas, o que é prova de que a gente não é um grupo fechado, mas é fato que os namorados que não vingaram eram pessoas que simplesmente não se encaixavam.
Tenho que registrar que não tem nada a ver com raça, credo, posição política ou educação. Mas é o jeito de pensar o mundo e de se aceitar no meio. Sei que não é fácil conviver com pessoas que as vezes tem mais experiência e privilégios que você, mas meu pai mesmo dizia que a gente só aprende de quem sabe mais que gente e devemos sempre aproveitar as oportunidades que a vida nos dá de nos aprimorarmos.
Quem já sentiu que seu grupo de amigos mais fiéis ditam as pessoas que passam nas vidas umas das outras (sem, claro, fazer isso de propósito)?
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terça-feira, 26 de julho de 2016 at 10:30
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#diarinho: mais uma vez, sp S2
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Volto com mais um diarinho, voltando pra SP <3
A verdade é que a vida na roça é bem monotona. Meu irmão voltou de Minas durante a semana e ele e a família vieram jantar aqui algumas vezes. Meu irmão aproveita a minha vagabundagem pra deixar a Brisa aqui quando eles tem algum compromisso em que não podem leva-la. E eu bem aproveito. Sou muito mais cat lady, mas umas horinhas amassando um micro poodle não são nada más ;)
No fim de semana tive um aniversário pra ir, e uma bela desculpa pra voltar pra SP. Aproveitei e fui cortar o cabelo com meu cabelereiro favorito dos últimos tempos. Pena que esqueci de baixar os snaps pra mostar aqui o antes, o durante e o depois =/
 
Fiquei 1 ano sem cortar o cabelo e acho que foi o maior tempo que já consegui ficar sem! Mas apesar disso ele não estava com as pontas secas, nem sem brilho ou sem força. Na verdade eu acho que ele nunca pareceu tão saudável! Mas eu não aguento cabelo tão comprido, ele já tava incomodando até pra sentar! E antes de viajar eu tinha cortado e gostado muito de como tinha ficado, mas como não tinha como manter, nem curti muito o corte. Então voltei e pedi a mesma coisa pro cabelereiro, hehe. Ele é repicado e desfiado em camadas atrás e repicado e desfiado na franja. Até cogitei cortar franja curta na testa, mas toda vez que penso no trabalho que dá pra manter e depois deixar crescer, desisti. Gosto desse corte porque como ele fica mais leve e curto ele faz a curva do pescoço e não fica tão "chapado". O desfiado é feito com aquela tesoura de desfiar que parece que o cabelereiro vai cortar o seu cabelo aleatoriamente em alturas deseperadoras, mas quando ele tira, saem só alguns fios, hehe. Poderia fazer com a navalha, mas o corte sai mais rápido ainda.
Bom, depois do cabelereiro, fui me arrumar na casa de uma amiga da faculdade, a Juliana. A única outra vez em que dormi na casa dela, foi "sem querer". Passei mal numa festa de faculdade e ela e a Carol me levaram pra lá. Tudo o que lembro na verdade é de acordar na casa dela sem saber sequer como fui parar ali (achamos que nossas bebidas foram drogadas porque eu não lembro de absolutamente nada a partir de um certo ponto, e a Carol também teve amnésia de parte da festa).
O aniversário da Mi foi na Ludus, um bar com jogos de tabuleiro. Não é muito barato, ainda mais que é no centro numa casinha apertada, mas foi bem divertido. Eles tem um cardápio de jogos, e depois de comer (porque aparentemente todo mundo foi pra lá sem nada no estomago, haha), pedimos alguns.
Meu lado da mesa começou com Scotland Yard. Eu nunca tinha jogado, mas é um tipo de jogo de detetive, em que você tem que advinhar a história de um crime a partir de várias pistas dadas durante o jogo. Eu sou péssima de advinhação, embora tenha descoberto 1 das respostas (eram 3 coisas pra advinhar). O jogo fica muito longo porque depende da esperteza dos jogadores. E bem, a gente não era muito esperto, hahaha!
Depois jogamos Jogo da Vida, que é um dos meus jogos de tabuleiro favoritos! Lá eles tem uma versão bem atualizada. Foi hilário jogar com meus amigos, porque a gente é muito ruim de jogo! Eu até comecei bem, mas no fim praticamente tomei conta de todas as promissórias disponíveis do jogo, HAHAHA! Das coisas que não gostamos foi de ter a obrigação de casar no jogo. Que coisa mais antiquada! Quem disse que não podemos ter filhos sem casamento? Bem, eu também acho que a gente deveria ter a opção de abortar ou dar os filhos pra adoção durante o jogo, porque também não sou obrigada a ser mãe.
No fim, cantamos parabéns, A Mi sempre leva bolo pros aniversários, e eu sempre amo os bolos que ela escolhe, hehe.
Lá na Ludus, os monitores também animam o parabéns. No nosso andar, a animação consistia em uma dancinha patética do monitor. Quem me segue no snapchat (ginny_moon) deve ter visto uma parte por lá.
No domingo não tinha nada planejado, então acabamos combinando de ir tomar um lamen eu, Ju e Mi. A Mi é uma das minhas companheiras de lamen, a gente sempre ia quando eu morava em SP. A Ju topa qualquer coisa pra sair de casa, e nunca tinha tomado lamen. Ou pelo menos não que ela se lembre!
Escolhi voltar no Momo porque era domingo e a Liba tava bem cheia. E a Mi ainda não conhecia lá também. Aproveitei pra pedir um lamen diferente, porque eu sempre acabo pedindo a mesma coisa, hehe. Pedi o Shiro Misso Momo, que parece muito com o Hokkaido, do Kazu (que eles nunca tem lá, pra dizer a verdade). Pedimos também uma porção de gyoza, porque a gente tava morrendo de fome. A Mi pediu um Aka Misso Tyashu, pra ver como a gente tava! Nem esperamos muito, colocaram a gente no último andar assim que abriram lá. O legal é que é o único andar sem cozinha, então eles levam os pratos por um elevadorzinho de comidas, haha! Quero um em casa =P
Acho que a única coisa que eu deveria ter prestado atenção era na carne moída, pra pedir sem. Mas isso é uma peculiaridade minha, eu não gosto de carne moída. De resto, o lamen estava uma delícia. O caldo é meio gordurento e falta um pouco de sabor, mas ainda assim eu aprovei. A Mi achou o dela bem apimentado, mas gostou muito. Apesar do lugar estar cheio e ficarmos um tempão só conversando, não fomos incomodadas pra que desocupassemos a mesa. Ponto positivo, porque quem já foi no Aska sabe que lá não tem tempo nem pra respirar depois que você topa a última gota do seu prato!
Depois fomos no Tea Station, que estava lotado. A Ju mora há tanto tempo em SP, mas as vezes eu acho que ela mora é no mundo da lua! Ficou fascinada olhando os post its na parede enquanto pediamos os nossos chás. O lugar estava muito cheio, acho que nunca vi tão cheio assim! O único problema deles é trabalhar com tuuuuudo importado, então muitas vezes não tem ingrediente. Já faz um tempo que não tem mel, e eu amo chá com mel =(
De lá, fomos pro Espaço Kazu. Faz muito tempo que eu não como comida lá, mas tudo o que o Lamen tem de bom, o Espaço tem de ruim. Porém eles tem uma parte de doces que é ótima, e eu sempre vou lá com o pessoal. A Ju ama um docinho, então estava no paraíso. Eu também aproveitei pra comer um bolo mousse, porque acho menos enjoativo do que de outros lugares. Ficamos lá um tempão conversando. Desde que eu tinha voltado, não tinha encontrado com elas, então era bastante assunto pra por em dia e muitas risadas pra dar! Nós três iamos andar de patins na marquise do Ibira. Ou pelo menos tentavamos, porque depois do trabalho era um horário cruel pra chegar ali.
Mas tudo o que é bom dura pouco, e logo tivemos que ir embora =/
Sinto falta dessa vida de SP, de sair com o pessoal sempre, ainda mais depois de tanto tempo fora!
Marcadores: #gordasafada, amigos, aniversário, diarinho, espaço kazu, jogo da vida, liberdade, ludus luderia, momo lamen, scotland yard

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015 at 10:30
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Como prometido, vim contar um pouco sobre o bate volta que a gente resolveu fazer pra Bath. Bath é um balneário histórico, da época do Império Romano (Idade Média). Acreditava-se na propriedade curativa das águas da região, então foram construídos banhos publicos para o uso daqueles que tinham dinheiro para viajar e desfrutar dos banhos (naquela época banho era coisa de rico - e daí vem essa cultura de não tomar banho todo dia nesse continente).
Conhecer Bath estava na minha lista de coisas a fazer desde antes de chegar aqui, olhando no mapa nem parecia algo complicado de conseguir, mas ai quando chegamos, descobrimos que de Ringwood até lá era o maior rolê pra ir de ônibus - levava tanto tempo que só compensava se fosse pra dormir na cidade. E o transporte também saia caro. Mas pra nossa sorte, o pessoal da fazenda pode usar os carros de lá pra fazer coisas pessoais e num dia que calhou das folgas coincidirem, lá fomos nós.
Quer dizer, não foi exatamente planejado, porque saimos meio "tarde" daqui, já que na noite anterior a gente tinha saído e ido dormir tarde e meio que tinhamos desencanado de ir pra Bath...
De Ringwood a Bath levamos mais ou menos 1h30 por rodovias muitas vezes estreitas. As estradas daqui não são ruins, mas são bem diferentes do que estamos acostumados.
Bath fica num vale, então quando a gente foi se aproximando, já dava pra ver a cidade "lá de cima". Mesmo com o dia meio chuvoso, a cidade se destaca pelo uso da pedra branca, encontrada em abundância na região e utilizada pra quase tudo na arquitetura local.
Chegamos no final da tarde, e como em qualquer lugar, foi difícil achar estacionamento na rua de graça. Tudo é restrito! Optamos por um estacionamento coberto perto da Universidade, e como a cidade é pequena, pelo menos ainda estavamos perto do centro.
Fomos direto pro Mc Donald's porque só eu tinha conseguido comer alguma coisa antes de sair de casa.
Entramos, enfrentamos uma fila gigante, comemos... E o dia virou noite lá fora! Sério, tá foda essa coisa de escurecer cedo aqui, daqui a pouco meus shifts que começam as 14h serão considerados noturnos!!!
Já estavamos no centro, então saimos pra caminhar sem muito rumo. Resolvemos seguir até o rio pra ver se tinha algo de diferente. O incrível dessas cidades históricas é que tudo é interessante na rua <3
Na margem do rio Avon tem um parque que dee ser incrível de dia. De noite ele é meio assustador, tem umas esculturas que ficam parecendo gente no meio do mato - inclusive levamos susto de encontrar gente no parque, haha!
Como chegamos no fim do dia, não conseguimos entrar em nenhum banho romano =( Ainda existem 2 no centro da cidade, eu só queria olhar como era, mas foi interessante mesmo assim. Essas coisas parecem que emanam uma coisa importante só por serem tão antigas!
A arquitetura do centro é linda, mesmo as pontes são fantásticas! Quem sabe quando eu ficar velha e menos cri cri eu resolva voltar e me banhar num dos banhos romanos, haha!
O dia, claro, acabou num Starbucks. Como estava chuviscando, o dia não estava tão gelado, mas ficar na rua a tarde toda nos deixou com frio e tomamos algo quentinho antes de voltar pro carro.
A melhor parte mesmo desse passeio foi passar o tempo com esse pessoal (faltou a Aline, que estava trabalhando), conversar sobre tudo na vida, se conhecer um pouco melhor. Porque no fim das contas, são as pessoas que contam numa experiência dessas!
Marcadores: amigos, bath, camp hill, diário de viagem, dicas de viagem, folga, inglaterra, inverno, mc donald's, starbucks, turista

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segunda-feira, 2 de março de 2015 at 13:04
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(true) friendship never ends
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Apesar da fama de mal-humorada e anti-social (e claramente velha que não sabe mais regra ortográfica), eu tenho muitos amigos. Não são só conhecidos, são pessoas próximas, do meu círculo social mais íntimo. Tenho sorte. Ainda mais que depois da época da escola achava que não encontraria mais pessoas de confiança, e a vida memostrou que na faculdade encontramos sim pessoas que vams levar pro resto da vida.
É estranho, porque estava acostumada a lidar com pessoas muito diferentes de mim e diferentes entre si na época da escola. E isso nunca foi um problema. Na verdade, achava o máximo dizer que meu grupo era tão diverso, que eu sempre podia aprender algo diferente com cada um deles. E bem, na vida não é assim? Quer dizer, convivemos mais com pessoas diferentes do que com pessoas parecidas conosco. Certo?
Bom, na faculdade descobri um mundo novo, de pessoas que tinham muito mais a ver comigo. Juro, foi algo assim, mágico. Finalmente, pessoas que me entendam! Que compartilhavam visões de mundo e interesses comigo! Foi um choque.
Na escola estavamos juntos pela convivência. Nos tornamos amigos meio que a força (claro que só cntinuamos amigos porque quisemos). Mas na faculdade a atração era natural. Estavamos ali porque queriamos, e nos tornamos amigos porque realmente tinhamos algo em comum.
E anos depois da faculdade, me acho entre aquele pessoal que dividiu muitos lanches no CA comigo, na mesa de um bar na Vila Madá, comemorando o aniversário de dois deles. Conversando sobre a vida, me atualizando sobre aqueles que não via há algum tempo. Rindo das mesmas coisas, juntos. Dividindo a comida, a bebida, a conta. Sendo parte da vida uns dos outros.
São pequenas coisas que me fazem feliz. Não importa que tenha virado o tempo e que eu tenha passado muito frio. Ou que o corpo já não aguente mais as mesmas porcarias do começo do século. Importa que a galera esteja reunida se divertindo, e que nossos laços continuem os mesmos, ou até mais fortes.Marcadores: amigos, fds, pessoal

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