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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018 at 10:30
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#gordasafada: cantina generale

Já peço desculpas de antemão, porque as fotos estão mais péssimas do que de costume. Mas esse post nasceu da necessidade de fazer um bem público, que é falar de um lugar muito bom pra que todos possam ir também!

Em geral eu não acho a coisa mais interessante do mundo comer macarrão fora de casa, embora goste muito de massas em geral. Mas acho que se cobra tão caro por algo que não leva ingredientes tão sofisticados, na maioria das vezes. Mas as vezes rola essa vontade, e sei que o Spoleto não vai satisfazer minha vontade. Foi mais ou menos assim que minha amiga me levou no Generale.


O Generale é uma cantina bem clichê, mas no meio da Paulista. No teto tem esses cabides pendurados com camisas de todos os tipos de time de futebol que você pode imaginar. Essa foto é uma homenagem singela a miguxa Carol CHANG <3.

Os pratos não são exatamente baratos, mas tem um valor pagável. Estava numa vibe simplista e tudo o que queria era um penne com molho de tomate gostoso. Então o pedido foi penne alla napolitada (molho de tomate pelados italianos, salsinha e azeite) acompanhado de torradas de alho.


A travessa é enorme! Dá pra alimentar tranquilamente uma família! Quando chegou eu levei um susto, porque nunca que a gente ia conseguir comer tudo aquilo, por mais fome que eu tivesse!!!

A massa esatava no ponto e o molho supriu as expectativas! Sai muito feliz, muito satisfeita, e o resto ainda deu pra dividir em 2 marmitas, hehe <3 Com certeza quero voltar de galera e comer outras coisas diferentes!

Endereço: R. Pamplona, 957 - Jardim Paulista

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017 at 10:30
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#gordasafada: abbraccio center 3

Outro dia estava na Paulista resolvendo meus assuntos desempregatícios (aliás, aleluia senhor que fui demitida agora e não tenho que amargar reforma trabalhista nem agora, nem nunca mais nesse país - amo o Brasil, mas quero morrer quando uns absurdos desses acontecem) quando resolvi experimentar o Abbraccio que abriu há poucos meses no Center 3. O Abbraccio é a marca de comida italiana da mesma rede do Outback. Muda a temática, não muda muito o jeitão. Já fui esperando algo meio Olive Garden, e acho que a gente tem que ter as expectativas certas dos lugares mesmo.

Achei que estaria lotado, porque tudo na Paulista é cheio no horário do almoço durante a semana, e pra minha surpresa, nem estava muito.

Sentei no balcão, e gostei muito das cadeiras. Não é aquela coisa desconfortável sem nada de encosto. É uma cadeira alta, bem boa de sentar!


Assim como no Outback, eles tem um couvert cortesia muito gostoso de um pão italiano, com azeite e mix de ervas. O pão é muito gostoso, e ótimo pra raspar molho de tomate, hehe.

Resolvi comer uma massa, então pedi um ravioli de muzzarela e molho de tomate, gratinado. Eu gosto muito de molho de tomate <3


O prato é bem servido, é um combo de almoço de semana (de entrada veio uma salada básica, nada demais, nem mereceu foto, haha!) então não é enorme. Eu prefiro assim, e achei a massa bem honesta. Não é a melhor massa que já comi na vida, mas vale bem a pena. O ambiente é correto e o atendimento é super simpático. Fui atendida por uma menina de cabelo curto no bar que explicou tudo, veio conversar, super atenciosa!

Parece que eu só como, né? É verdade, huahua!

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segunda-feira, 19 de junho de 2017 at 12:16
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parada do orgulho lgbt

Um dos motivos pelos quais eu sempre odiei morar no interior é que lá nunca acontece nada. Quando mudei pra SP vi a oportunidade de participar de todos aqueles eventos que eu só via na tv.

A parada do orgulho lgbt era um desses eventos que eu só via do outro lado da tela, e que parecia ser algo muito divertido, sem contar ser de um valor culturas e social sem tamanho. Em 2004 eu finalmente fui numa parada, que acontece sempre no domingo do feriado prolongado de Corpus Christi. E por acontecer sempre no feriado, acabei nunca mais estando na cidade pra participar. Até esse ano.

Claro que por ter tido tanto feriado prolongado já, eu pude me dar ao luxo de não voltar pra casa durante o feriado e ter ficado com certa preguiça de pegar a estrada cheia e na verdade é só por isso que fiquei, ser bem o feriado da parada foi um bônus.


O dia acordou ótimo, com sol mas sem estar muito quente, então fui almoçar na Liberdade. Resolvi ir pela Barra Funda porque a região da Paulista e da Consolação estavam interditadas já, e depois pra ir pra Paulista seria mais fácil. A Liberdade estava bem calminha, talvez por ser feriado. O metrô estava bombando em todas as direções. Eu resolvi que decidiria onde descer pelo fluxo. Desceria onde a minoria resolvesse descer.

Com isso, desci na Consolação, perto das 14h, acreditando que a maioria estivesse no MASP. ledo engano. A saída do metrô estava abarrotada, e em certo momento as pessoas começaram a se movimentar em bloco. Uma galera que já estava lá há um tempão, debaixo do sol, dançando e bebendo loucamente, todo mundo esmagado parecendo lata de sardinha. Até achei que ia dar bosta, que pessoas seriam pisoteadas e uma tragédia daria lugar a alegria, mas não sei o que houve, em dado momento, sincronizadamente, as correntes de gente indo e vindo convergiram e escoaram pela Augusta e todos pudemos nos salvar e respirar. Ficar na Paulista estava impossível!


Resolvi andar pelas ruas paralelas e fui parar na Frei Caneca. Resolvi testar, na verdade, porque achei que pudesse estar ainda mais cheia do que a Augusta. Mas que surpresa! A esquina estava bem agradável, dava pra ficar de boa na calçada vendo os trios passarem!

Fiquei ali um bom tempo, vendo todo tipo de gente passar. Acho tão legal ver a expressão dos indivíduos em manifestações como esta! E todo mundo parecia estar super tranquilo, certo de que seus direitos poderiam ser respeitados nem que fossem por aquelas horinhas.

Dali eu vi a maioria dos trios passarem, numa grande cacofonia entusiasmada. O que mais gostei foi de ver a Daniela Mercury passar e celebrar a diversidade, super animada, cantando e pulando loucamente. Claro que aquilo não é sambódromo e não havia muita ordem, e tudo era meio rápido, mas é uma ótima oportunidade para conhecer o que é essa celebração de amor.

A única coisa ruim que aconteceu foi fora da parada. Peguei o metrô pras Clínicas e de lá ia pedir um taxi por aplicativo, mas um mendigo veio importunar, não dei atenção e ele resolveu me perseguir. Não sei as outras pessoas, mas eu tenho um radar que é bem bom pra distinguir se os outros tem boas intenções ou não, e aquele ali não tinha boa intenção nenhuma. Voltei correndo pra barreira e pedi ajuda prum metroviário e fui embora pra Vila Madalena, porque eu não ia dar sorte pro azar.

Mas o saldo foi muito positivo e se eu ficar na cidade nos próximos anos, vou sempre tentar participar. Mas nunca mais descer no metrô Consolação, haha!


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terça-feira, 29 de novembro de 2016 at 10:30
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#diarinho: pela paulista afora

Quando mudei pra SP, achava muito estranho que as pessoas que moravam aqui a vida inteira não conheciam a cidade direito. Como estudava na USP, tinha gente de todo o canto, mas parecia que as pessoas de SP mesmo eram as que menos sabiam se virar por aqui!

Depois de um tempo comecei a entender que a cidade é grande demais pras pessoas andarem de uma ponta a outra toda a hora e que cada bairro era um universo em si, com tudo que as pessoas poderiam precisar num lugar só.

Hoje em dia, eu basicamente vivo a vida de um paulistano: faço tudo pela zona oeste, quase nunca saio da Paulista e a cada dia percebo que conheço menos o resto da cidade, porque até meus amigos que não eram dessa parte estão se mudando pra cá.

Esse último finde na cidade, praticamente passei na Paulista.

Não comprei nada na Black Friday porque não tenho dinheiro mesmo, mas no sábado resolvi ir até a loja física da So Cute pra ver de perto as roupas deles. Passei pelo Starbucks, claro, e fui descendo os Jardins até... Obviamente passar o número deles. A loja fica numa galeriazinha na Haddock Lobo que não tem a placa deles ainda, então é fácil passar reto.

Passei lá no sábado de manhã, e não tinha ninguém, só a coitada da UMA vendedora que também tem que atender o telefone. A loja é uma gracinha, bem romântica, e pequeniníssima. Olhei de tudo, achei os materiais muito bons e as coisas bem feitinhas. Ao telefone a vendedora explicava para uma cliente que eles não podem reservar peças.

Eu já sabia que os preços seriam bem caros, nível Antix, então fui só pra bisbilhotar mesmo. Quando a vendedora ficou livre, foi super simpática, um amor. Disse que já não tinha quase nada da Black Friday, que o pessoal apareceu em peso na sexta, mas que as promoções estão sempre no instagram deles. Gostei tanto da menina que fiquei com dó de não levar nada (e de ela ter que ficar ali sozinha)!

Depois desci mais até a Forever 21 da Oscar Freire porque queria provar as calças jeans ultra baratas deles. Peguei alguns modelos e dei um giro pela loja, mas tô tão pobre que não tive nem coragem de pegar mais coisas pra experimentar pra não passar vontade.

Engraçado que as skinny’s deles são basicamente a mesma calça com lavagens diferentes, mas provei 2 calças super idênticas e uma ficou ótima e a outra ficou uó... Bom, levei só a que ficou boa mesmo. Ainda passei na Arezzo e na Corello, subi até a Empório, mas graças a deus não achei nada que eu quisesse #minhacarteiraagradece

Resolvi almoçar no Viena por falta de criatividade. Apesar de ser meio caro, ao menos ganhei uma das garrafas de alumínio da Coca, da época das olimpíadas <3

A Rhariane sempre fala que gosta muito da Daiso da Saúde, e eu tava querendo muito ir numa loja, mas rolou uma super preguiça de pensar em ir na da Rua Direita, então olhei no mapa e vi que essa lá da Saúde NE era muito longe do metrô e fui comparar.

Já na entrada, tive uma sensação melhor, de amplitude e organização. Apesar de estar cheia, não estava aquela coisa claustrofóbica e caótica, deu pra ver tudo com calma. A loja tem de tudo, a Rhariane tem razão, vale muito a pena ir até lá. Até na parte de papelaria tinha bastante coisa como adesivos e washi tapes. Claro que deixei parte daquele dinheiro que nem tenho, e nem foi tudo aquilo que eu queria ter levado!

A noite, fiquei de ver se saia com umas amigas, mas virei total abóbora! Sabe quando bate aquele sono avassalador? Pois é, eu até pensei em me arrumar pra sair, mas ai elas demoraram aquele 5 minutos a mais pra me mandar mensagem e eu desisti...

No domingo, fui almoçar com uma amiga que vai passar algumas muitas semanas fora agora no fim do ano e descobri um lugar super delícia. Iamos no La Table do Omaley’s, mas estava fechado, então fomos em outro restaurante ali nos Jardins, super delícia. Até já escrevi uma resenha a parte, porque ele merece <3

O problema de ir almoçar pelos Jardins é voltar de lá... Já não gosto muito de andar, se for subida então, tenho vontade de morrer! Mas tudo bem, voltamos no meu passinho de mula empacada, haha, e nos deparamos com o protesto contra a PEC 241 e #foratemer.

Tomamos nosso sorvetinho e aproveitamos a linda da Paulista livre pra passear e ver umas coisas pra viagem dela.

Há um bom tempo, passamos numa NYX pra ela testar umas maquiagens, já que comprar na MAC tava muito caro, e ela descobriu o pó HD deles. Eu mesma nunca tinha usado o pó, só sombras e blushes que acho super pigmentados (ótimos!), mas como tô sem nenhum pó (o meu da MAC deu seus últimos suspiros), resolvi bisbilhotar, e olha que maravilha, o meu tom tava na Black Friday deles! Paguei bem baratinho, do jeito que eu queria! E os vendedores são sempre tão simpáticos, né? Também passamos na MAC, mas eu não comprei nada, só fui testar os delineadores líquidos deles. Ainda to na dúvida, porque achei o meu delineador japonês online por um preço bom, mas... Vem da China, né. Veremos...

Tenho que começar a me organizar melhor, esqueci de novo que o Sacolão do bairro fecha cedo de domingo e fiquei sem comida pra segunda. E depois de descobrir a salada deles, não dá pra voltar a comprar no Pão de Açúcar! Fora a diferença de valores...

Tive até que ir lanchar fora, e no meio do caminho encontrei a massa de palmeirenses saindo do jogo. Até que eles foram mais calminhos pelo bairro e nem causaram muito, mas minha amiga sofreu com eles lá nas Clínicas, reclamou muito do barulho e nem conseguiu estudar, coitada.

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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