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segunda-feira, 10 de outubro de 2016 at 15:41
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#diarinho: let's celebrate! every day is a party!

Apesar da idade  (#velhafeelings), não sou dessas pessoas que escondem o próprio aniversário. Gosto sim de comemorar e não fujo da oportunidade de me mimar e ser mimada. Mas como não estou trabalhando não é como se eu pudesse ostentar.


Sai de casa quase todos os dias para dar uma volta nos shoppings e tomar um Starbucks pelo menos.

Num desses dias meu celular tentou suicídio. e a princípio achei que nada grave tinha acontecido. Até voltei a usá-lo normalmente, mas ai notei uma rachadura fininha de cima  a baixo. Nunca tinha acontecido isso comigo e eu tinha esse orgulho, mas como esse celular já tem 3 anos  (o que é uma eternidade em termos de smartphones) e ele já tá pedindo arrego, nem fiquei tão chateada. Mas ai que um lampejo de esperança me passou pela cabeça e eu levantei a película protetora e voila! Somente a película (de vidro) tinha rachado! Eu já tinha visto o celular de conhecidos racharem mesmo com essa película e tinha até passado um tempo sem, mas nesse caso foi muito salvadora mesmo! Porém meu celular não caiu de ponta, talvez isso faça a diferença. Até fui procurar lugar pra colocar outra no mesmo dia, mas naquele shopping especificamente não tinha, então repus outro dia em outro shopping, e enquanto isso protegi meu celular com a capinha mais protetora que eu tenho (inclusive tenho muitas outras capinhas pra diversas ocasiões, hehe).

Ai outro dia em outro Starbucks tive um crush momentâneo em um moço que fazia um trabalho no computador, numa mesa perto da minha. Não sei se ele percebeu que eu ficava olhando, mas é que nessa roça é super difícil eu ver alguém que eu ache interessante. O moço não falou comigo nem eu com ele, então perdemos essa oportunidade de casar e adotar muitos gatos.


Num desses dias chuvosos passei na Kalunga atrás de um caderno exclusivamente pra rascunhar posts pro blog, e claro que fui sugada pelo lindo buraco negro das coisas maravilhosas de papelaria. Eu fui focada atrás de uma imitação de moleskine, mas não tinham muitos e nenhum do tamanho A5 com pauta. O único com pauta que eu gostei foi um de tamanho carta com capa mole e meio emborrachada verde limão. Ainda ponderei um tempo se queria mesmo levar esse caderno, mas é muito difícil eu achar a pauta perfeita, então levei mesmo com essa cor de capa nada favorável e até agora não tenho do que reclamar (inclusive esse é o segundo post rascunhado nele). Só eu me preocupo tanto assim com a pauta do caderno? Até compro uns só pela capa, mas se não gosto da pauta não consigo usar para escrever constantemente. Aliás, isso era um problema na Inglaterra, pois embora as capas dos cadernos da Paper Chase fossem lindas, quando eu abria os cadernos nunca gostava da pauta.


Aproveitei também para comprar umas pastas organizadoras. É incrível a quantidade de coisas que eu posso inventar para justificar comoras de papelaria. Mas é tão lindo quando tudo fica organizado! Inclusive comprei uma pasta pra carregar caderno, agenda e estojo por ai, como uma colegial =P.

No começo dessa semana meu irmão voltou de viagem então ele e a família vieram jantar em casa alguns dias da semana e minha mãe fez caldo verde de mandioca, um clássico já. O tempo anda bem temperado, pra dizer o mínimo, e mesmo em dias quentes as noites tem sido meio frias e um caldinho cai bem, ainda mais os da mamys <3.

Ai na sexta eu e ele fomos no Sam's Club fazer umas compras pra casa e até me surpreeni porque eu nem comprei muitas coisas fora da lista, haha!Como fomos "cedo" de manhã, na volta tive que tirar um cochilo pré almoço, hihihi...

Aliás, nesse dia rolou muita preguça de cozinhar e resolvi ir comer pão na chapa na padaria. Não é a mesma coisa do que fazer em casa, acha que falta o gosto da chapa engordurada, hehe... Passei também em uma doceria conhecida daqui pra comer coxinha com Coca-Cola. Nhami! Porque quando é pra enfiar o pé na jaca eu faço com vontade!

No sábado minha mãe resolveu fazer o bolo do meu aniversário do jeito "tradicional". O problema é que como ela não é nada organizada, ela não tinha a receita original e pegou uma qualquer da internet. E o forno dela também não é nenhuma maravilha. Acho que o bolo ficou o dobro do tempo pra assar e no fim ficou meio solado. Tadinha! Ainda falei que tava bom mesmo assim mas ela ficou bem chateada.

No domingo foi meu aniversário de verdade e fomos fazer churrasco na casa do meu irmão. Minha mãe fez uma transformação no bolo, tirou a parte que não solou e "quebrou"em cima de uma camada de brigadeiro. Ficou bem bom! O churrasco também estava excelente, comi muito!

E essa semana ainda tem mais comemoração, claro, com os amigos em SP <3.

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that would be me. bye!

domingo, 2 de outubro de 2016 at 12:30
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that's what she said

Esse mês é mês de gente muito maravilhosa. Mesmo daquelas que não estão mais aqui pra comemorar comigo.

Quando entrei na USP, de lista de espera, precisava logo encontrar um lugar pra morar. E embora eu amasse SP desde sempre, eu não sabia me locomover na cidade. Mas eu tenho muita sorte, claro, porque eu tenho os melhores amigos do mundo. E um deles me apresentou pra uma colega de classe que procurava alguém pra fechar o apartamento em que estava com a irmã e uma amiga da irmã.

A primeira vez que vi a Bia foi quase de relance. Cheguei com a irmã dela no apartamento e ela estava de saída, bem apressada, e tudo o que lembro é que ela tinha deixado um suco pra gente.

A Bia era assim, meio estabanada, mas muito atenciosa. Vivia de dieta, que durava umas 8h numa segunda-feira. Tinha que comer o pacote de Bono até ver o fim. E quando batia a culpa, ela dividia a barra de chocolate em quadradinhos e fazia a gente comer com ela.

Ela tinha aula a tarde na FFLCH e sempre tentava chegar de manhã pra estudar. Eu vi o despertador dela tocar muitas manhãs. Também vi ela levantar, desligar, e voltar a dormir, muitas e muitas vezes. E depois, no meio do dia, acordar se sentindo culpada porque tinha deixado um amigo esperando na biblioteca.

Como as outras meninas estudavam de manhã, eu passava mais tempo com a Bia em casa, geralmente vendo uma tv de tubo sintonizada mal e mal na MTV. Naquela época internet era discada e um luxo pra estudantes que moravam fora de casa. Muitas noites que eu chegava em casa, ela era a única pessoa acordada pra ver "Os normais" comigo ou rir muito com "The Osbournes".

As nossas vidas tinham muitas coincidências, a maior sendo que ela fazia aniversário 1 semana antes de mim e a irmã, 1 semana antes do meu irmão. Como librianas, a gente não decidia nada. Mas também evitava brigas. E gostava de fazer as coisas só pelo prazer de fazê-las.

Naquele ano a unidade dela entrou numa grande greve que durou muitas semanas, e enquanto nós da ECA saiamos de férias, eles voltavam pras aulas, no meio do verão. E quando a gente é jovem, a gente acha que vai ter todo o tempo do mundo pra fazer tudo que a gente quer fazer, que aulas no verão são um saco sim, mas que passam rápido.

Eu não lembro de ter feito uma grande despedida de nenhuma das meninas naquele fim de ano. Eu com certeza passaria em SP durante as minhas férias e encontraria pelo menos a Bia no apartamento. E no ano seguinte estariamos ali de volta, no mesmo apartamento acarpetado e velho, com a tv velha, sem internet, do lado do campus.

A Bia sempre será jovem, sempre vai ter os 20 anos que a gente não comemorou porque ela estava na casa dos pais naquele 2 de outubro. A gente sequer teve tempo de brigar, mesmo dividindo o quarto, mesmo passando tanto tempo em casa juntas.

Infelizmente ela não estava mais aqui pra comemorar a ascensão das drags, do movimento LGBT, pra sofrer comigo com o Tinder (e me ver dar match naquele coleguinha da FFLCH), pra me dizer o que tinha de certo ou errado com a Lady Gaga e me apresentar pra Haim ou Tegan and Sara. Mas ela me apresentou pra música da sua diva Madonna que faria todo sentido pro pequeno infinito que a vida nos deu juntas.



Cherish the thought of always having you
here by my side
oh baby I cherish the joy
you keep bringing it into my life.
I'm always singing it.
Cherish the strength
you got the power to make me feel good
and baby I perish the thought
of ever leaving I never would.

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that would be me. bye!

sábado, 1 de outubro de 2016 at 14:18
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it's october, baby!

Começa o mês mais lindo do ano! O meu mês!


Calma que é só daqui 8 dias, mas já vou abrir as comemorações blogueirísticas!

Tava olhando o meu "on this day" (no feice) e reparei que o comço do mês é sempre cheio de coisas boas. Foi num 1 de outubro em 2 anos diferentes que eu vi minha banda favorita ao vivo, o Lifehouse, em duas das cidades mais fantásticas do universo!

Lifehouse no MLB fan cave, em NYC, em 2012

Lifehouse no O2 Shepherd's Bush, Londres, em 2015

Fora que dia 1 de outubro é a data de abertura de muitos parques da Disney, inclusive do meu parque, o Epcot!


Tô empolgada pra postar esse mês e deixar o blog com a minha cara, quase literalmente, haha!

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that would be me. bye!

terça-feira, 26 de julho de 2016 at 10:30
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#diarinho: mais uma vez, sp S2

Volto com mais um diarinho, voltando pra SP <3

A verdade é que a vida na roça é bem monotona. Meu irmão voltou de Minas durante a semana e ele e a família vieram jantar aqui algumas vezes. Meu irmão aproveita a minha vagabundagem pra deixar a Brisa aqui quando eles tem algum compromisso em que não podem leva-la. E eu bem aproveito. Sou muito mais cat lady, mas umas horinhas amassando um micro poodle não são nada más ;)


No fim de semana tive um aniversário pra ir, e uma bela desculpa pra voltar pra SP. Aproveitei e fui cortar o cabelo com meu cabelereiro favorito dos últimos tempos. Pena que esqueci de baixar os snaps pra mostar aqui o antes, o durante e o depois =/


Fiquei 1 ano sem cortar o cabelo e acho que foi o maior tempo que já consegui ficar sem! Mas apesar disso ele não estava com as pontas secas, nem sem brilho ou sem força. Na verdade eu acho que ele nunca pareceu tão saudável! Mas eu não aguento cabelo tão comprido, ele já tava incomodando até pra sentar! E antes de viajar eu tinha cortado e gostado muito de como tinha ficado, mas como não tinha como manter, nem curti muito o corte. Então voltei e pedi a mesma coisa pro cabelereiro, hehe. Ele é repicado e desfiado em camadas atrás e repicado e desfiado na franja. Até cogitei cortar franja curta na testa, mas toda vez que penso no trabalho que dá pra manter e depois deixar crescer, desisti. Gosto desse corte porque como ele fica mais leve e curto ele faz a curva do pescoço e não fica tão "chapado". O desfiado é feito com aquela tesoura de desfiar que parece que o cabelereiro vai cortar o seu cabelo aleatoriamente em alturas deseperadoras, mas quando ele tira, saem só alguns fios, hehe. Poderia fazer com a navalha, mas o corte sai mais rápido ainda.

Bom, depois do cabelereiro, fui me arrumar na casa de uma amiga da faculdade, a Juliana. A única outra vez em que dormi na casa dela, foi "sem querer". Passei mal numa festa de faculdade e ela e a Carol me levaram pra lá. Tudo o que lembro na verdade é de acordar na casa dela sem saber sequer como fui parar ali (achamos que nossas bebidas foram drogadas porque eu não lembro de absolutamente nada a partir de um certo ponto, e a Carol também teve amnésia de parte da festa).

O aniversário da Mi foi na Ludus, um bar com jogos de tabuleiro. Não é muito barato, ainda mais que é no centro numa casinha apertada, mas foi bem divertido. Eles tem um cardápio de jogos, e depois de comer (porque aparentemente todo mundo foi pra lá sem nada no estomago, haha), pedimos alguns.

Meu lado da mesa começou com Scotland Yard. Eu nunca tinha jogado, mas é um tipo de jogo de detetive, em que você tem que advinhar a história de um crime a partir de várias pistas dadas durante o jogo. Eu sou péssima de advinhação, embora tenha descoberto 1 das respostas (eram 3 coisas pra advinhar). O jogo fica muito longo porque depende da esperteza dos jogadores. E bem, a gente não era muito esperto, hahaha!

Depois jogamos Jogo da Vida, que é um dos meus jogos de tabuleiro favoritos! Lá eles tem uma versão bem atualizada. Foi hilário jogar com meus amigos, porque a gente é muito ruim de jogo! Eu até comecei bem, mas no fim praticamente tomei conta de todas as promissórias disponíveis do jogo, HAHAHA! Das coisas que não gostamos foi de ter a obrigação de casar no jogo. Que coisa mais antiquada! Quem disse que não podemos ter filhos sem casamento? Bem, eu também acho que a gente deveria ter a opção de abortar ou dar os filhos pra adoção durante o jogo, porque também não sou obrigada a ser mãe.

No fim, cantamos parabéns, A Mi sempre leva bolo pros aniversários, e eu sempre amo os bolos que ela escolhe, hehe.


Lá na Ludus, os monitores também animam o parabéns. No nosso andar, a animação consistia em uma dancinha patética do monitor. Quem me segue no snapchat (ginny_moon) deve ter visto uma parte por lá.

No domingo não tinha nada planejado, então acabamos combinando de ir tomar um lamen eu, Ju e Mi. A Mi é uma das minhas companheiras de lamen, a gente sempre ia quando eu morava em SP. A Ju topa qualquer coisa pra sair de casa, e nunca tinha tomado lamen. Ou pelo menos não que ela se lembre!


Escolhi voltar no Momo porque era domingo e a Liba tava bem cheia. E a Mi ainda não conhecia lá também. Aproveitei pra pedir um lamen diferente, porque eu sempre acabo pedindo a mesma coisa, hehe. Pedi o Shiro Misso Momo, que parece muito com o Hokkaido, do Kazu (que eles nunca tem lá, pra dizer a verdade). Pedimos também uma porção de gyoza, porque a gente tava morrendo de fome. A Mi pediu um Aka Misso Tyashu, pra ver como a gente tava! Nem esperamos muito, colocaram a gente no último andar assim que abriram lá. O legal é que é o único andar sem cozinha, então eles levam os pratos por um elevadorzinho de comidas, haha! Quero um em casa =P

Acho que a única coisa que eu deveria ter prestado atenção era na carne moída, pra pedir sem. Mas isso é uma peculiaridade minha, eu não gosto de carne moída. De resto, o lamen estava uma delícia. O caldo é meio gordurento e falta um pouco de sabor, mas ainda assim eu aprovei. A Mi achou o dela bem apimentado, mas gostou muito. Apesar do lugar estar cheio e ficarmos um tempão só conversando, não fomos incomodadas pra que desocupassemos a mesa. Ponto positivo, porque quem já foi no Aska sabe que lá não tem tempo nem pra respirar depois que você topa a última gota do seu prato!

Depois fomos no Tea Station, que estava lotado. A Ju mora há tanto tempo em SP, mas as vezes eu acho que ela mora é no mundo da lua! Ficou fascinada olhando os post its na parede enquanto pediamos os nossos chás. O lugar estava muito cheio, acho que nunca vi tão cheio assim! O único problema deles é trabalhar com tuuuuudo importado, então muitas vezes não tem ingrediente. Já faz um tempo que não tem mel, e eu amo chá com mel =(

De lá, fomos pro Espaço Kazu. Faz muito tempo que eu não como comida lá, mas tudo o que o Lamen tem de bom, o Espaço tem de ruim. Porém eles tem uma parte de doces que é ótima, e eu sempre vou lá com o pessoal. A Ju ama um docinho, então estava no paraíso. Eu também aproveitei pra comer um bolo mousse, porque acho menos enjoativo do que de outros lugares. Ficamos lá um tempão conversando. Desde que eu tinha voltado, não tinha encontrado com elas, então era bastante assunto pra por em dia e muitas risadas pra dar! Nós três iamos andar de patins na marquise do Ibira. Ou pelo menos tentavamos, porque depois do trabalho era um horário cruel pra chegar ali.

Mas tudo o que é bom dura pouco, e logo tivemos que ir embora =/

Sinto falta dessa vida de SP, de sair com o pessoal sempre, ainda mais depois de tanto tempo fora!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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