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sexta-feira, 2 de agosto de 2019 at 10:30
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Na reta final desse período no Japão, muitas coisas aconteceram. Inclusive essa viagem kamikaze para Tokyo.
No geral, eu sou boa de planejamento, mas confesso que fiquei exausta dessa vida de fábrica e no fim estava fazendo tudo on demand, conforme elas iam se interpelando. Eu sei, nada ideal.
Nisso, surgiu essa necessidade de ir pra Tokyo. O quanto antes. Da forma que desse. E então eu tive que fazer um bate e volta para resolver as coisas do visto para o Canadá.
Só que eu não moro exatamente perto de Tokyo. Bem pelo contrário. Como ficou em cima da hora para resolver a viagem, as passagens de avião estavam caras, assim como o trem (o trem bala é caríssimo!) e então eu tive que ir de ônibus. Uma viagem que leva 13h, cada trecho!!!
Pois bem, pelo menos pra minha "sorte" a fábrica está enfrentando uma baixa de produção e até o fim do ano todo mês vai ter um recesso, e eu peguei um desses, em junho, para fazer essa loucura de viagem. Não obstante, eu também resolvi que ia usar essas 12h na cidade pra fazer tudo o que tinha que fazer, inclusive aquelas não necessidades, haha!

Eu até pensei em pegar o tal do trem noturno, o Sunrise Izumo, um dos últimos no país a fazer esse tipo de viagem. Mas como é um treco RARO, tem que reservar com muita antecedência pra conseguir os lugares mais baratos, aí não rolu. Online, achei uma empresa de ônibus que faz a viagem noturna, com site em inglês, a Willer Express. No site tem umas promos exclusivas, vale bem a pena. Comprei com uns 10 dias de antecedência e a passagem de ida e volta saiu super em conta. E dei sorte de pegar o último assento leito. Ao contrário do ônibus para Osaka, parte do ônibus para Tokyo é de assentos "normais" (fileira de 2 cadeiras de cada lado) e outra parte de assentos leito (1 em cada janela e um no meio do corredor, sem assentos colados lado a lado). Além disso, cada assento tem sua cortininha para manter a privacidade do sono! Mas o ônibus também não tinha banheiro <o> E por isso a cada 2h ele faz uma parada no caminho (15 minutinhos). O bom é que você não tem que se equilibrar numa privada balançando. O ruim é que se der dor de barriga tem que segurar, HAHAHA! Ou, no meu caso, eu mal conseguia cair no sono e já acordava com o ônibus parando (durmo que é uma beleza no ônibus em movimento. Ele diminui a velocidade e eu acordo -.-). Ou, como eu falei no stories do insta, fui fazer um passeio pelos banheiros de paradas de estrada mais limpos do mundo! Sério, cada parada de dar gosto! A melhor é a de Suzuka, muito tecnológica, além de ampla e limpíssima!
Ah, fiz aquele bentô esperto porque não sabia se teria parada em lugar de comer. Até teve, mas nem dava tempo de comer. E as comidas que tinham disponíveis era só salgadinho. Fiz uns ovos, uns onigiris e levei umas bebidinhas. E sobrevivi!
A chegada é na parte nova da estação de Shinjuku. Tive a brilhante idéia de viajar bem na semana da reunião do G20, que apesar de ter sido em Osaka, fez com que todos os lixos e porta volumes públicos estivessem fechados!!! Tudo bem que só fui passar 12h na cidade, mas sempre carrego aquela bagagenzinha de emergência, né. Pra minha sorte, tinha guarda volumes no ponto de informações turísticas da estação. Glória!
De lá já fui direto para o hospital fazer o exame médico upfront para a solicitação do Study Permit pro Canadá. Eu agendei por telefone, pesquisei no site da imigração onde tinha lugar credenciado e escolhi o lugar baseado no critério: a médica é mulher. Fui atendida no Seibu Catholic Hospital, e chegando lá, tinha uma madre na recepção. Uma madre japa falando inglês!!! Depois desse mini choque inicial pra alguém que não tinha dormido tão maravilhosamente bem assim logo de manhã, fiz os exames, que consistem em exames físicos (visão, raio x, etc), exame de urina e exame de sangue. Elas não me disseram por telefone se ia ter exame de sangue, e olha que perguntei se tinha que ficar de jejum! Inclusive disseram que eu podia tomar "um café da manhã reforçado" antes do exame! Eu sei lá qual é a dessa terra quando se trata de medicina... A consulta e os exames custam mais de 36mil ienes, mas como já disse, é mais caro não fazer e ter que voltar mais tarde (e só tem médico credenciado longe de onde eu moro!).
Eu tinha agendamento para as 8h30 e as 10h já estava na rua. Aproveitei que já tinha que fazer essa viagem e marquei um cabelereiro. Cortei no fim do ano com uma brasileira e não gostei, e não queria repetir a experiência com outra brasileira. Só que eu não falo japonês e nos salões da cidade não tem quem fale pelo menos inglês. Mas como Tokyo é uma mega cidade cheia de estrangeiros, achar um salão com experiência em atender estrangeiros é muito mais fácil. Procurei uma lista em um blog confiável, entrei nos sites pra ter uma idéia do que ia encontrar, e escolhi um salão meio a esmo, meio que pela descrição do site.
O Sozo é uma sociedade de 2 cabelereiros, em Harajuku. Um salão num porão, mas bem bonitinho, bem hipsterzinho. Além dos donos, tem mais alguns cabelereiros com diferentes níveis de experiência. No site deles dá pra ver quem são e ler mais sobre, além de fazer a reserva. Na reserva você já pode escolher seu cabelereiro ou então optar por deixar que a agenda deles escolha por você. Como eu nunca tinha ido lá, escokhi essa opção. Tem também a tabela de preços. Apesar de ser caro, essa é a média dos salões que eu pesquisei.
Como estava um pouco adiantada, ainda dei uma volta por Takeshita. É muito estranho, porque a rua ainda estava bem vazia! Nunca tinha ido lá assim, mas é bem mais agradável, hahaha!
Ainda assim, cheguei adiantada, mas fui atendida prontamente. Preenchi uma ficha e o cabelereiro que ia me atender já me chamou para lavar o cabelo. Sabe essa moda de fazer massagem no couro cabeludo? Esqueçam todas as massagens que já fizeram em você, nada jamais vai se comparar a massagem no Japão!!! Bom, já começa que paa evitar que a água molhe a sua cara, eles dão um paninho pra proteger o rosto. Eles passam 3 produtos, que eu não sei o que são porque: paninho no rosto, mas imagino que além do shampoo e do condicionador, tem algum outro creme. Tudo com a melhor massagem capilar do mundo!
Já pronta pra dormir, fomos pra cadeira, onde eu expliquei o que eu tinha em mente e mostrei até uma foto, do próprio site deles, hahaha! Disse que tinha cortado na minha cidade e não tinha gostado, ele falou o que ia fazer, e antes de começar a cortar, ainda passou mais um produto no meu couro, um tipo de spray, mas com o bocal apoiado na minha cabeça! Não sei nem explicar, não era algo congelante, mas era bem geladinho. E mais uma massagem. Além de uma massagem nos ombros, que deve ter dado a impressão que eu sou a pessoa mais estressada no mundo! Mas juro que ali era só o mal jeito da viagem =P.
Durante o corte a gente conversou um pouco, sobre de onde éramos, como aprendemos inglês, essas coisas. Diferente do meu último cabelereiro em São Paulo, esse moço corta com muita calma e precisão e cuidado. Dá vontade mesmo de dormir, hahaha! Quando eu achei que ele tinha acabado, ele secou o cabelo, deixou beeeeeeeeeem retinho... E começou a desfiar. E eu nunca tinha visto um desfiado como esse, contra o chão (ou seja, pra cima!) e suuuuuuuuuper fininho!Teve uma hora que eu achei que aquilo era só firula, mas no fim, dá pra sentir total a diferença! E claro que não ia sair do salão sem um toque final de oleozinho finalizante. Nunca senti meu cabelo tão reto e liso na minha vida!!! E o perfuminho também era mara <3
De lá, já era hora do almoço e eu fui pra mais uma missão: conhecer o maior Starbucks do mundo! Esse era um passeio que eu sabia que teria que fazer quando estivesse me Tokyo, estava louca pra ir desde a inauguração no começo do ano!
O lugar é enrme, são 4 andares de Starbucks, mas não é um Starbucks comum. É um Starbucks Roastery, com bebidas diferentes e comida do Princi de Milano. Agora que já passou um pouco o hype, não tem mais fila pra entrar, mas continua bem cheio. Lá dentro tem fila pra tudo: pra café simples, pra bebida especial e pra comida.
A bem da verdade eu achei que o lugar seria muito maior, mas sei lá o que eu tinha na cabeça. Jä é bem grande do jeito que é, ainda mais se levar em conta que é no Japão, que não tem espaço pra nada! Além do almoço, também comprei um sanduiche de salame maravilhoso pra levar pra viagem de voltar e uma baguete pro meu irmão.
Dica de ouro: suba até o terceiro andar e peça comida sem filas!
No meio da tarde tinha que ir pro VAC fazer a biometria pra solicitação do SP, mas esse era fácil porque era numa região que eu conhecia. Por conta do perrengue, fiquei mais tempo do que eu imaginava, e saí meio correndo de lá porque ainda queria passar em Ueno ra ver se tinha malas boas e baratas. A Gesiane me levou lá em 2015, onde comprei uma malona vermelha muito boa por um preço bem bom. Só que é aquela coisa: ela conhece a cidade e fala japonês. Tudo o que eu lembrava desse lugar é que era em Ueno e ficava debaixo da linha do trem! Não sei como eu consegui sair pelo lado certo daquela estação enorme e dar de cara com a tal loja! Infelizmente não achei mala pequena, mas achei um malão lindo, verde, pra não perder na esteira do aeroporto, hahaha!
Voltei correndo pra Shinjuku, porque ainda tinha a última missão do dia: achar umlugar pra tomar banho antes de embarcar de volta pra roça. Claro que já tinha pesquisado, mas perguntei nas informações turísticas e descobri uma lan house com banho muito em conta, e bem mais perto da estação! Fui no tal Mamboo e apesar da recepção não falar inglês, consegui usar o banheiro e alugar uma toalha, haha! 30 minutos dá e sobra (se não for lavar o cabelo) e o lugar é bem ok. É só pedir informação que é fácil de achar. Eu resolv tomar banho na volta porque aqui já tá bem quente. Não tá como ano passado, mas tá super úmido, o ar em si está quente, não sei explicar!
Voltei pra estação bem na hora do embarque e de lá, a mesma coisa da volta. Com a diferença que dormi mais porque estava cansadíssima!
Marcadores: #beda, cabelo, harajuku, shinjuku, sozo, tokyo, ueno

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segunda-feira, 7 de novembro de 2016 at 18:15
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#diarinho: uma semana cheia de amigos de longe
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Eu sei que eu sofro de um probleminha de preguiça aguda de tempos e tempos, mas juro que batalho contra isso. Mas essa preguiça é bem fela e as vezes ela mina totalmente minha criatividade e ai não tem nada que eu consiga fazer pra parir um post aqui. Mals ai. Porém não queria deixar passar batido alguns acontecimentos dos últimos dias.
Dia 28 o governo deu folga pros funcionários por causa do dia do servidor público, então minha mãe passou o dia em casa e fomos almoçar no xóps, como de costume. e como ela estava procurando um sapato, passamos por 2. No segundo tem uma livraria nova, então entramos pra dar uma olhada e de cara me deparei com um livro que queria muito ler.
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| A primeira vez que ouvi falar sobre Andrew Solomon foi num Ted que vi sem querer. Ele falava sobre o amor dos pais que supera qualquer anormalidade ou não conformidade dos filhos, e quando compartilhei o vídeo, a Lia comentou que o livro em que se baseava a palestra era um dos seus favoritos. Por coincidência, uns dias antes ela fez um post no Instagram do blog de resenhas dela (Verbo: ler) sobre o livro, me marcando pro "desafio", que eu completei naquele dia antes de sair de casa com a minha mãe, então esse era um título que estava fresco na memória. Ele tem ao todo mais de mil páginas (mais de 200 só de referências), mas é uma delícia de ler. Esse foi um estudo que ele fez sobre pais de pessoas com alguma anormalidade e seus filhos, e como os pais buscam entender a identidade que os filhos não escolheram pra si, mas que não está de acordo com a identidade dos próprios pais (surdo, anão, autista, etc - ao todo são 10 diferenças). Ele exlica o que é cada coisa e revela um todo um mundo novo que só conhece quem tem contato com essas famílias. Estou no meio do livro já, éum livro que me faz me sentir bem ignorante, mas num bom sentido. Sinto que estou aprendendo alguma coisa e entendo porque a Lia gostou tanto dele! |
Semana passada, o pessoal da faculdade combinou um happy hour numa segunda-feira pra gente encontrar uma das nossas amigas, a Laís, que mora na Austrália e estava de passagem por SP. Nossa sala tinha 30 alunos, e meu subgrupo (um grupo dentro do nosso grupo de amigos) era conhecido como as japonesinhas - 5 meninas que sempre andavam juntas e não calavam a boca na aula. Depois que voltei do Canadá, fui com ela pro Japão pra um último baito.
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| Metade continua no turismo, outra metade desistiu e foi ganhar dinheiro, haha! |
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| O pessoal na frente da foto não era da faculdade. Mas nosso colega honorário Carlos Renato se fez presente! |
Depois fui dormir na casa da Ju, porque ninguém merece fazer bate e volta de happy hour, né? No dia seguinte fui encontrar o Felipe, que foi estudar no Japão na mesma época que eu fui pra Inglaterra, e me trouxe uns presentinhos.
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| Fomos almoçar no Jojo Lamen, um lamen novo na Paulista, muito bom! Mas devido a fome, não rolou foto, haha! Ele me trouxe uma Hello Kitty e essa caixa de chocolates alemães. Amo chocolate alemão, já disse? AMO! Já comi tudo, porque não tenho limites =P |
Ai no fim de semana finalmente fomos encontrar o Daniel. O Daniel é nosso amigo mexcano que fazia parte da nossa turma na Bishop's. Ele veio pro Brasil a trabalho e estavamos há 2 semanas tentando combinar de fazer algo e finalmente conseguimos marcar um almoço na Liberdade.
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| Chahan gyoza, pra mudar um pouco |
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| Daniel não acreditou que os pratos eram bem servidos, quase não aguentou o combinado com sashimi! |
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| Na época, a Bishop's University aceitava seus intercambistas pelo processo seletivo do Crepuq, junto com outras universidades da provincia de Quebec. Apesar de estar no lado francês do país, a Bishop's é uma das 3 universidades de lingua inglesa no Quebec, por isso apesar de ficar numa cidadezinha minúscula (Lennoxville) tem bastante procura. A Bishop's tem um clube para alunos estrangeiros, a BUISA - Bishop's University International Students Association (por isso muitas vezes a gente se referia a "internationals" e não estrangeiros) onde os alunos podem se conhecer e que organiza várias atividades de integração. Como eu cheguei no meio do ano acadêmico, a maior parte do pessoal já estava lá desde o outono e á se conhecia. Mas como a Cris é minha amiga, entrei na galera rapidinho. Nosso grupo sempre jantava junto e passava as noites fazendo algo como ver filmes ou cantar no quarto do coitado do Pedro. O Daniel morava no prédio do lado do nosso e era um apaixonado por música. E linguas. Ele aprendeu portugês bem depois do fim do programa e agora está falando fluentemente! |
Também aproveitei pra ir cortar o cabelo, que tava precisando de um corte há muito tempo (meu cabelo cresce que nem capim!) e na verdade nem tinha muita idéia do que fazer. Mas quando sentei na cadeira do cabelereiro, criei coragem e pedi um long bob.
De frente não parece que faz tanta diferença porque a parte da frente já estava meio que nesse comprimento mesmo. A diferença está na nuca, bem curtinha, acima do ombro! Mas ainda dá pra amarrar (num rabo alto). So far, so good, não deu trabalho depois de dormir com ele molhado, do jeito que eu gosto!
Tem umas novidades por vir, mas vou esperar se concretizar pra vir aqui contar!
Marcadores: amigos, bishop's university, buisa, cabelo, chocolate, eca, happy hour, jojo lamen, liberdade, porque sim, presentes, tubaína bar, usp

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quinta-feira, 3 de novembro de 2016 at 18:10
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Novidades estão por vir! Então I'm sorry pelo sumiço, mas é por uma boa causa ;)
Pra descontrair, uma tag! Peguei na Paula (que fez em vídeo):
1. Qual seu tipo de cabelo (oleoso, misto, seco ou normal)?
Meu couro cabeludo é absurdamente oleoso. Do tipo que não dá nem 24h direito entre uma lavagem e outra e fica evidentemente nojento.
2. Defina basicamente como é seu cabelo natural (crespo, ondulado, liso, fino, grosso, armado, volumoso, pesado, ralinho etc).
Meu cabelo é liso escorrido médio, em boa quantidade, mas sem volume. Como mantenho o corte na altura dos ombros, o cabelo pende naturalmente pra baixo com o peso.
3. Qual a cor natural?
Essa semana mesmo estava na rua com um amigo que notou que meu cabelo é "claro". É um castanho médio meio ruivo, uma cor bem bizarra. Quando não tô no sol até parece mais escuro, mas em comparação direta com quem tem cabelo preto de verdade dá pra notar que meu cabelo é pelo menos uns 2 tons mais claro.
4. Você tem algum tipo de química?
Nada, mas de vez em quando aplico tonalizante. Pra escurecer.
5. O que você mais gosta em seus cabelos?
Já tive a fase rebelde em que queria um cabelo diametralmente oposto ao que tenho. Hoje estou conformada, afinal meu cabelo não me dá trabalho nenhum quase. É só lavar e tá pronto pro jogo.
6. Se como mágica, pudesse fazer alguma modificação neles, o que seria?
Eu daria mais textura pro meu cabelo. Meu cabelo não pega nada, nenhuma forma, não importa o quão quente esteja o babyliss, o quanto de tempo gaste com estilização. Em meia hora meu cabelo tá liso de novo. Não queria que ele fosse cacheado, mas queria ter a possibilidade de cachea-lo se quisesse...
7. Está planejando alguma mudança (cortar, alongar, colorir, alisar etc)?
Não tenho nenhuma mudança radical planejada, mas preciso cortar e dar forma pro meu cabelo. Ele cresce muito rápido e logo ele parece que não é nada além de uma massa sem forma comprida...
8. Você acha que existem cabelos naturalmente lindos ou acredita que é impossível exibir cabelos bonitos sem algum cuidado especial?
Acho que existem cuidados básicos, do tipo lavar com regularidade, usando os produtos certos pro seu tipo de cabelo. Mas acho que as vezes as pessoas inventam moda. Alguns tipos de cabelo dão mais trabalho do que outros, mas não adianta mudar porque a quimica dá o mesmo trabalho pra cuidar.
9. Gosta de cuidar dos seus cabelos sozinha ou prefere deixá-los nas mãos de profissionais qualificados?
Gente, eu sou descoordenada, quando eu viajo eu nem me atrevo a cortar o cabelo, HAHA! Mas tirando corte e quimica pesada, tem coisas que vejo muitas meninas fazendo em casa que são bem práticas e muito mais baratas do que ir no salão. De boa, tudo o que tenho que fazer pra manter o meu é cortar, que obviamente faço no salão, e lavar todo dia com shampoo e condicionador e acabou.
10. Já teve alguma decepção ou se arrependeu de algo que fez ou fizeram em seus cabelos? Conte.
Então... Eu fiz luzes no cabelo uma vez. Mas eu não tinha muita idéia do que estava fazendo. Olho as fotos hoje em dia e não me orgulho. Mas o arrependimento é só por ter passado uma tarde inteira no cabelereiro pra isso, porque não houve nenhum dano. Tipo, eu achei que meu cabelo ficaria mais jeitoso e continuou liso sem forma igual...
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| Inclusive também usava óculos na época, haha |
11. Já descobriu algum truque, tecnica ou produto que deixa seu cabelo melhor e não costuma abrir mão?
Uso o mesmo shampoo desde 2003 porque é difícil achar shampoo pra cabelo oleoso, e ainda mais um que realmente segure a oleosidade (já que eu lavo o cabelo a noite e durmo com ele molhado na maioria das vezes).
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| Só esse shampoo resolve. |
12. Cabelo inspirador! Cite uma (ou mais) famosa(s) que você se identifica em relação aos cabelos.
Existem cabelos lindos por ai, mas não me identifico com nenhum, afinal o mundo é feito de gente com cabelo com textura e o meu não pega nada! Mas admiro quem usa o cabelo natural, principalmente as cacheadas, que não se conformam com o padrão imposto pela industria da "beleza".
Marcadores: cabelo, tag

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação.
Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.
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