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terça-feira, 1 de setembro de 2020 at 12:47
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eu e meus passa tempos

Eu sempre tive essa personalidade meio obsessiva. Ou eu invisto um tempo ridículo atrás daquilo que me interessa, ou eu simplesmente cago pros assuntos, não tem meio termo. E geralmente essas coisas acontecem só quando eu de fato tenho tempo. Foi assim que acabei caindo no buraco negro da patinação artística: eu tinha tempo e o assunto estava ali gritando na minha cara (no YouTube).



Na adolescência eu pulava de obsessão em obsessão. Na verdade acho que aconteceu desde antes: eu era muito fã de Polegar lá pelos meus 6 ou 7 anos, depois virei muito fã de Michael Jackson na fase Dangerous, tive uma fase mega pagodeira (Exaltasamba das antigas, Katinguelê com Salgadinho, Karametade...) até achar meu amor definitivo em Backstreet Boys. Sim, definitivo, mesmo que eu tenha fases em que não escuto muito. Porque no fim, eu sempre volto pros meus garotos da rua de trás <3



Mas quem me conhece já me viu passar por uma fase hard de 30 seconds to mars e Foo Fighters. 30 seconds começou com o clipe de "Closer to the edge" e Foo Fighters foi o fatídico Lolla em SP. Também teve a fase da redescoberta de Matchbox 20 (de que sempre gostei) e Goo Goo Dolls (ultimamente estou beeeem desapontada com o que andam criando).



E chegamos a quarentena. Tempo livre de sobra. Tava demorando pra eu achar alguma coisa com que me entreter. Então eis que BTS lança "Dynamite" e eu resolvo dar uma chance pra essa nova boysband.

Eu sempre vou amar pop. É pop eu tô ouvindo. Não me interessa se eu sequer entenda a letra. Se for baladinha então, ganha meu coração. Eu posso zoar, mas não tem nenhum artista pop que eu odeie. Sempre tem uma música que eu curto. 

Só que eu já não tenho mais idade pra acompanhar as novidades. Quer dizer, eu ainda sei da maioria das coisas que estão na moda, mas não sou a primeira a descobrir e geralmente não sei muita informação além do básico. Tem gente que eu não sei nem como é a cara.

Mas esse tempo ocioso tá ai pra isso, né? E depois de "Dynamite", cavei um buraco deveras fundo, chegando a assistir alguns vídeos explicando coisas da banda e do fandom. Mas de novo, tô velha. Eu olho SETE pessoas numa banda e nem tento descobrir quem é quem. Eu sei quem é uns... 3 ou 4. De saber qual o rosto do nome. Não sei da onde veem, as idades, nada mais. Ser fã de banda pop é um trabalho bastante intenso, que eu fiz na minha adolescência quando eu tinha plasticidade cerebral pra tal. Hoje em dia eu tenho que ser seletiva com o que eu consigo guardar na memória. E saber o que é um Salchow ou um Axel já tá me demandando capacidade cerebral demais.



Mas olha, eu super entendo o apelo de BTS. Também entendo a loucura do Army. Na minha época era ENGOAL. E lá no futuro, eles vão entender que quando a gente compara BTS a BSB, não é por mal. E a gente também sabe que muita gente carpinou esse caminho antes. Beatles teve que existir para que a sociedade entendesse o poder da fã jovem. Menudos teve que aparecer, pra indústria aprender como fabricar um grupo de sucesso. BSB e 1D consolidaram o poder do pop e mostram as diferentes direções que esses artistas podem tomar (continuar junto não é pra todo mundo, assim como se separar também não é). BTS veio mostrar que diversidade importa sim, que tem força. Cada um tem a sua contribuição pro imaginário pop dos nossos tempos.

Assim como a quarentena, eu ainda tenho muito chão pra galgar nesse buraco negro do k-pop, e provavelmente não vou explorar nem metade, mas tudo bem. A gente tem que saber escolher nossas batalhas.



Como eu disse, eu amo uma baladinha, né? Hehehe...

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domingo, 9 de abril de 2017 at 13:00
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#beda: domingando

Porque domingo é aquele dia relax, preguiçoso, em que a gente não quer pensar muito não. E, honrando minha carteirinha de geração High Fidelity, vai aqui uma lista. Uma lista de músicas que andei curtindo no último ano. Me importo que ela soe velha? De jeito maneira!

1. Closer - The Chainsmokers feat. Halsey
Porque o clipe é sexy, a música é super chiclete e a letra, bem... Acho que todo mundo se identifica com ela uma hora ou outra, né? Porque a gente vive a vida, mas as vezes ela volta com tudo na nossa cara pra nos fazer reavaliar as nossas escolhas.




2. We don't talk anymore - Charlie Puth feat. Selena Gomes
Sempre que o clipe passa na tv minha mãe pergunta se a menina que aparece é a Selena Gomes. SEMPRE! Agora, como ela sequer sabe que essa música é com a Selena, eu não sei. Gosto do clipe que mostra o que acontece com cada um dos personagens, fazendo um paralelo. É meio triste, eu sei, mas é muito real.




3. Love yourself - Justin Bieber
A música é quase fofa. Se você mudar o "love" por "fuck" consegue entender o real sentido da música, mas vamos ser fofos e continuar com "love" e curtir essa coreografia do casal do clipe que é melhor. Não tem como não gostar desse cd dele, "Purpose". Tem inteiro no Youtube ;)




4. Chantaje - Shakira feat. Maluma
Maluma caiu nas graças latinas, né? A música com a Anita não é ruim, e essa com a Shakira é ótima, nesse clipe ela volta toda sexy e poderosa (já li que ela não fazia mais clipes com homens por causa do ciumes do marido) e cantando em sua língua materna, o que é sempre bom de ouvir!




5. Can't stop the feeling - Justin Timberlake
Amei essa música no momento que ouvi pela primeira vez, amei a apresentação no Oscar e não me conformo que ela não foi a música do verão americano, porque ela é um baita hit! É muito feliz e divertida, feita pra balançar os pesinhos e cantar junto, batendo palminha ^.^




6. Starving - Hailee Steinfield, Grey feat. Zedd
Eu confesso que não vou muito com a cara da Hailee por causa do papel dela em "Pitch Perfect 2", mas essa música é bem gostosinha, não tem como resistir.




It's #beda time!!! Blog Every Day in April é uma proposta de blogagem pra agitar a blogosfera, onde a gente se propõe a tentar publicar pelo menos um post por dia o mês de abril inteiro. Se quiser saber mais, se juntar a galera ou só descobrir um monte de blog legal novo, clica no banner acima ;)

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terça-feira, 10 de março de 2015 at 10:30
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#meme: minha vida em 10 músicas

A Nary me marcou no post, e eu que adoro uma lista, estou aqui respondendo hehe.

1. Uma música que lembre um momento bom

Ih, tem várias! Mas vou escolher uma não tão famosona, Collide, do Howie Day. Sempre ouvia na rádio online de Orlando quando fazia estágio na USP, e quando cheguei pro meu intercâmbio no Canadá, era uma das m'sicas da galera. Na páscoa, a galera international organizou um churras e um dos nossos amigos franceses levou o violão. Collide foi um daqueles momentos de rodaque todo mundo cantou junto baixinho... Nunca vou esquecer aquelaarde deprimavera quebecois!



2. Uma música que defina sua vida

Essa é fácil, vivo falando dela: Here is gone, dos Goo Goo Dolls! Simlesmente amo tudo nela, as guitarras, a bateria, o violão e a letra sensacional, sobre descobrir não ser aquilo que os outros procuram/esperam.



3. Uma música que te faz dançar na balada

Hey ya! do Outkast, hihihi... Velhona, mas lembra as baladas de quando eu trabalhava na Disney, galera toda junta shaking like a polaroid picture!



4. Uma música qe foi tema de algum relacionamento

Argh, é uma bosta fazer isso com as músicas, porque depois você nem consegue mais ouvir a dita quando termina o relacionamento =(. A minha era Incomplete, dos Backstreet Boys, quando meu ex foi morar fora. Depois do término nunca mais quis escutar, mas é daquelas que sempre toca nos shows... Argh!!!



5. Uma música que sempre te faz chorar

Nenhuma música sempre me faz chorar, mas vou colocar aqui o momento que chorei com uma música. Foi no show dos Hanson, em 2011, quando o Ike tocou More than anything. Sério, foi tão lindo que chorei de emoção =(



6. Uma música que seria seu toque de celular

Vixe, tem que ser uma música bem barulhenta, porque nunca escuto, hahaha! Algo tipo White Limo, dos Foo Fighters.



7. Uma música que você gostaria de tatuar

Vixe, nunca gostei muito de atuagem de frases, acho, pelo menos não pra mim! Mas se tivesse que escolher, tatuaria partes de Here is gone, porque me identifico muito.

8. Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém

Sempre digo, acho Teenage Dream, da Katy Perry, música pra pegar! Toca na balada e dá vontade de achar um teenage dream por aquele momento, com certeza!



9. Uma música que você está viciada agora

Não chega a ser um vício, mas se ela tocar, vou ficar cantarolando o dia todo. Até paro pra ver o clipe quando passa na tv. É Thinking outloud, do Ed Sheeran. É tipo hipnótica, eu sei que a música vai grudar na cabeça depois, mas não consigo não ouvir!



10. Uma música que faz as pessoas lembrarem de você

Quando estavamos na escola ainda, minha amiga fez uma paródia de Lucky, da Britney Spears pra mim.

"She's so happy
She's so smart
And she laughs, laughs,laugh in her happy life"



Mas na real, qualquer coisa dos Backstreet Boys sempre fazas pessoas lembrarem de mim =P


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 at 10:30
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blogagem coletiva #rotarots: trazendo de volta uma nda do passado

Oun que esse mês acho que consigo fazer mais temas do grupo por motivos de: gostei muito.

Então bora pra mais um do Rotaroots: se pudesse, que banda traria de volta, do passado?

Nossa, foi muito fácil escolher essa: SAVAGE GARDEN!



Pra quem é 9nivh@, o SG foi uma dupla australiana dos anos 90 (segundo wiki, ficaram juntos de 1994 a 2000) que lançou algumas das melhores baladas do universo: Truly Madly Deeply (que tocou no último episódio da pimeira temporada de Dawson's Creek) e I Knew I Loved You. Eles lançaram só 2 álbuns, mas são dois cds que você pode pôr pra tocar e não se preocupar de pular músicas!

Darren, o moreno, era o compositor e vocalista, e Daniel, o loirinho, era o instrumentista e "produtor". Juntos, tornavam a música incrível. As letras do Darren são fantásticas, e o gênio musical do Daniel dava corpo e a melodia certa para eles.

Os dois também eram muito opostos. Darren gostava muito dos holofotes, dos shows, e Daniel prefria curtir a música, produzir, ficar mais nos bastidores. Eles vieram promover o segundo cd no Brasil e fizeram um show fechado, mas logo depois eles se separaram.

O cd de estréia é muito dançante e Truly... destoa do resto do conjunto por ser uma balada típica, sem firulas. A letra é uma declaração de amor para a então mulher de Darren, que ele namorou desde os tempos de colégio. Do cd ainda saram I want you, sobre um sonho muito louco (e outro dia ouvi em um taxi), e Beak me, Shake me, que não é muito famosa mas é uma das minhas favoritas, super dançante!



O cd seguinte, Affirmation, tinha o desafio de superar o sucesso do cd anterior. Começou bem, com The Animal Song, do filme The other sister, que sempre tocava na rádio (pelo menos no meu intercâmbio). Pra mim é a sintese do gênio criativo do Daniel aliado às ótimas letras de Darren: com esse título, remetendo a liberdade de um animal na floresta, a instrumentalidade transparece essa selva, essa vivacidade, um desejo de ser livre como um animal. Mas ainda assim, para selar o sucesso definitivo, tinha também I knew I loved you, que o próprio Darren definia como a Truly... do novo cd. E depois de um tempo ele admitiu que a gravadora o pressionou a compor algo assim, e que ele o fez sem muita motivação, ou seja, não tem um significado como a antecessora.



O que não quer dizer que não haja muita música boa nesse cd, porque tem sim! Ele é mais sombrio porque retrata uma época em que Darren se divorciou e mudou para NYC. O processo criativo era na internet, com Daniel do ourto lado do mundo. A faixa título é uma das mais animadas e é uma lista de verdades sobre a vida, é uma das minha inspirações no dia a dia. Tem a linda Two beds and a coffee machine, que foi gravada em uma tacada só e é sobre abusos em um relacionamento, The lover after me e Hold me, que foi o último single (o vídeo foi gravado só com o Darren).

O motivo da separação real nunca ficou claro, porque o Daniel disse que não esperava o fim e o Darren partiu pra carreira solo logo depois, mudou pra Inglaterra e há pouco tempo se casou com um dos caras que era se assistente / parceiro criativo. Daniel continuou na Austrália e se dedica a produção de artistas locais.

Eu era apaixonada por eles, amo a música até hoje e sinto falta de bandas que circulem no pop mas que tenham esse som fresco, animado, eletrônico, mas com letras profundas. Fiquei arrasada quando eles acabaram, troquei muitas cartas com uma amiga que também era fã na época, fiquei inconsolavel. E o show deles era fantástico, super produção, e nunca passou por aqui =(

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014 at 09:30
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#rotaroots blogagem coletiva: trilha sonora da minha vida

Música e listas: yay! Mais um tema do #rotaroots<3

1. Here is Gone - Goo Goo Dolls

Qualquer um que me conheça sabe que essa é a música daminha vida. #mindentifico absurdos, desde 2004 sempre volto pra ela.

"I was not the answer
So forget you ever thought it was me"



2. Hey Ya - Outkast

Trilha do meu Winter ICP. Impossível ouvir e não fazer a nossa dancinha. Tocava toda noite de PI. Ouço e só tenho memórias lindas <3

"Shake it, shake it like a Polaroid picture!"



3. Sometimes - Britney Spears

Trilha do meu primeiro intercâmbio no Canadá. Essa música passava toda hora no Much Music. Ouço e me transporto pra sala do porão no interior do Canadá naquele verão de 1999. Melhor verão <3

"Sometimes I run
Sometimes I hide
Sometimes I'm scared of you"



3. Collide - Howie Daty

Ainda lembro daquela Páscoa no Canadá em 2006, churrasco de hamburguer e salsicha, e nossos amigos cantando essa música na voz e violão.

"Even the best fall down sometimes
Even the stars refuse to shine
Out of the back you fall in time
I somehow find
You and I collide"



4. Baby don't Cry - Namie Amuro

Trilha da minha última ida ao Japão. Tocava em todo lugar, toda hora!

"Ame no asa demo (Baby don't cry)
Ai ga kiesou demo (Baby don't cry)
Hitori ni nante shinai kara (Baby don't cry)
Baby don't cry
Always stay by your side"



5. Tão seu - Skank

Porque ultimamente tá assim, foda...

"Eu sinto sua falta
Não posso esperar tanto tempo assim
O nosso amor é novo
É o velho amor ainda e sempre"

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 at 10:31
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#mymusic: matchbox twenty

Dessa vez, não vou falar de uma obsessão. Essa banda eu conheço há bastante tempo, curto muito o som, mas não sou tão obcecada assim. Mas meio que "redescobri" emm 2012...

Lá pelos idos de 1997 ou 1998, um amigo do prédio emprestou para mim e para meu irmão o cd "Yourself or someone like you", de uma banda desconhecida chamada Matchbox 20. Não lembro por nada no mundo porque ele nos emprestou esse cd, mas lembro que gostei instantateamente das músicas e o cd ficou em casa por muitos meses, até meu amigo fazer uma cópia, haha!

Essa cópia existiu por muitos anos, e em alguns deles ela estava esquecida na caixa de cds.

"Yourself or someone like you" é o primeiro da banda, e não estourou logo de cara. Somente com o lançamento de singles como "3am" (a música mais conhecida até hoje) e "Push" o álbum decolou, vendendo milhões de discos.



Essa música fica mais linda ainda depois dele explicar o significado dela e tocada acústica no piano!!!

Antes do lançamento do segundo album, o vocalista Rob Thomas foi convidado a escrever uma música com Carlos Santana, "Smooth", rendendo muitos prêmios e expeculação sobre a carreira solo dele e o futuro da banda. Mas eles lançaram ainda "Mad Season", dos hits "Bent" e "If you're gone" e o cd "More than you think you are", com "Desease" e "Unwell" (mega conhecidas no Brasil porque tocaram em novelas da Globo). Depois, resolveram dar um tempo, e no meio dos anos 2000 lançaram uma coletanea de sucessos, "Exile on mainstream", com seis músicas inéditas. Também lançaram um cv e dvd ao vivo e pelo menos desde 2008 ou 2009 falavam em se reunir e gravar um novo cd de inéditas.

Eis que em 2012, uma década depois do lançamento do último álbum de inéditas, o Matchbox Twemty volta com o single "She's so mean" no topo das paradas e o cd "North", estreando como #1!!! E é o primeiro cd deles que estréia no topo <3 O que eu goosto neles é que o som é muito único, você sabe quando está ouvindo uma música do MB20 não só por causa da voz do Rob Thomas, mas também pela sonoridade deeles, apesar de mudar de um cd para o outro. Dá pra identificar algo de familiar em cada música ainda assim. "Yourself..." sempre vai ser meu cd favorito deles, todas as músicas são sensacionais e quando foi lançado, era bastante único (acho que até hoje é!) e acho que foi a primeira vez que prestei atenção nas letras e achei elas fantásticas! Mad Season é meio parecido, mas não tão angustiado. Acabei de ganhar "More than you think you are" e ainda não me convenci muito dele, mas com certeza vou acabar gostando muito e escutando sem parar. Acho que "Exile..." apesar de ter só seis músicas inéditas ainda é melhor. E "North", puts, eu nunca esperaria um cd desses deles, fui surpreendida e ando apaixonada por esse som mais feliz e empolgado da banda! "She's s mean" é muito divertida, no cd ainda vem seguida de "Put your hands up" (single na Austrália) e "Our song", que é uma das minhas favoritas! Tem ainda "Overjoyed", fofíssima coom um clipe mais fofo ainda e "The way", cantada pelo Kyle Cook (guitarra - Rob Thomas disse em apresentação que o Kyle tem "voz de anjo" <3).



Artista: Matchbox Twenty
Saiba mais: Wikipedia
Site oficial: MB20
Hits: "3AM", "Push", "Desease", "Unwell", "She's so mean"
Favoritas: "Push", "Real World", "Bent", "Unwell", "The way", "Our song", "Overjooyed"

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domingo, 20 de janeiro de 2013 at 18:06
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rebel beat: single novíssimo dos goo goo dolls!

O post anterior sobre os Goo Goo Dolls estava escrito há uns dias e resolvi posta-lo na quinta porque não tinha mais nada pra pôr aqui... Parece até premonição, o single novo saiu no dia seguinte!

"Rebel Beat" está só na internet por enquanto. Confesso que quando ouvi pela primeira vez não me impressionei muito, mas depois de escutar algumas vezes, é fácil de gostar da música com muito gosto! É verdade que eles já lançaram coisas melhores, mas de tudo que eu li deles falando sobre as gravações, esse era o tipo de música que eu esperava. Feliz, pra cima,leve, pop. Muitos fãs não estão gostando e é claro que eu espero que o resto do álbum traga de volta o bom rock orgânico de volta, mas surpreendentemente gostei tanto do álbum anterior, "Something for the rest of us", que tenho boas expectativas sobre o novo álbum=). Alguém comparou esse single com "She's so mean", do Matchbox Twenty, uma música que aparentemente não tinha nada a ver com a banda mas que no final acabou sendo um tremendo sucesso acompanhado de um cd fantástico (#1, baby!!!) e eu acho que tem tudo a ver!

Bom, deixo o audio oficial=)

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 at 10:23
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#mymusic: goo goo dolls

Continuando com mnhas obsessões musicais de 2012, venho falar dessa banda meio obscura e sem cara: Goo Goo Dolls.

Vocês sabiam que a banda existe há quase 30 anos? Que antes de "Iris", eles estouraram com o sucesso de "Name"? E que antes disso eles tiveram 4 albuns lançados que ficaram na cena do college radio/underground? Ou então, que a banda começou sendo punk??? Pois é, o que o Google e o Wikipedia não nos ensinam, né?

Minha relação com a música começou em 2004, quando ouvi pela primeira vez a música "Here is gone", do cd "Gutterflower". Ouvi assistindo o clipe na tv e a música fez todo o sentido pra mim naquele momento. "I was not the answer, so forget you ever thught it was me." Eu vivo tendo que me lembrar disso, eu sempre retorno para essa música. Desde 2004, essa é a música da minha vida.



John delicinha cantando na chuva <3



No video ofcial não dá pra ver muito a banda, e bem, naquela época eu achava que já tinha encontrado meus idolos mór nos Backstreet Boys e estava muito abalada pela perda do Savage Garden (ainda!) pra me apegar a qualquer outra banda. Ou eu simplesmente não estava tão afim de perder meu tempo com isso. Ainda assim, lá por 2008 fiz o esforço de baixar o cd de sucessos ("Greatest hits, Volume 1: The singles"). Quem me conhece sabe que morro de preguiça de baixar coisas!!! Recomendo esse cd para quem quer easy listening e conhecer o que a banda já fez de mais comercial. É um bom começo. E como o nome sugere, existe um "Greatest hits, Volume 2: B-sides, covers and rarities". Um cd bem mais extenso e que acompanha um cd com alguns videos ao vivo. A banda é boa!!!

Confesso que parte do meu amor pelos Goo Goo Dolls vem do fato do John Rzeznik, o vocalista, ser um puta gato! Como vou resistir a uma versão mais acanhada e uns anos mais novo do Jon Bon Jovi??? E que canta oom aquela voz rouquinha todas aquelas melosidades???

Mas claro que só isso não sustena, eu gosto muito da música atual deles. Como eu dise, eles começaram como uma banda de punk, e eu não consigo escutar mais do que 30 segundos de casa música do primeiro album deles! Alias, uma curiosidade: era o Robby Takac, baixista da banda, que cantava a maior parte das músicas no primeiro cd. Ele fala que o John não se achava capaz de compor e cantar!!!

"Name" foi tocada meio que por acaso por um dj de uma rádio rock nos EUA. Não era música de trabalho nem nada. Dentro de "A boy named goo", é a música que destoa, a única "fofinha". É a primeira vez que John usa uma afinação alternativa no seu violão, fazendo o som soar mais "frouxo", quase como se o instrumento tivesse mais cordas. Isso se tornaria uma das marcas registradas da banda nos sucessos seguintes, inclusive em "Iris".

"Iris" foi uma música "encomendada". Depois do sucesso de "Name", os produtores do filme "Cidade dos anjos" (City of angels) resolveram pedir para que a banda assistisse e escrevesse uma música para os personagens principais. Depois do sucesso enorme de "Name", "Iris" conseguiu ser ainda maior, um sucesso mundial! E foi um grande remédio para o John, que até então sofria de bloqueio criiativo. Depois de "Iris", ele finalmente se libertou do medo de não conseguir alcançar o sucesso do disco anterior e escreveu "Dizzy up the girl".

Além dos greatest hits, eles lançaram em 2000 o album "What I learned about ego, opinion, art and commerce", uma coletânea que resume a banda fora dos sucessos comerciais. É um apanhado que retrocede de "Dizzy" até o primeiro cd ("First Release"). Recomendo ouvir esse depois dos greatest hits. É um jeito mais saúdavel de começar a conhecer melhor os Goo Goo Dolls.

Em 2004 eles fizeram um show enorme em praça pública na cidade natal deles, Buffalo, e gravaram um dvd e o cd ao vivo. No meio do show caiu o maior aguaceiro, mas eles continuaram firmes e fortes, e sairam como os heróis da cidade. Realmente é energizante assistir ao show completo (dá pra ver nesse link), parece mesmo que eles estão curtindo tocar pra 60 mil pessoas, mesmo na maior chuva torrencial.

O último cd, "Something for the rest of us", foi lançado em 2010 e a banda promete para o primeiro semestre de 2013 ainda um cd novo. Eu adoro esse cd, acho ele bem coeso no tema e mesmo no som. Minha música preferida é "Home", mas também adoro "Now I hear", do Robby <3. O que eu gosto de ver na banda é a amizade, a união. É o que gosto em todas as bandas de que sou fã. John & Robby começaram a banda, moraram juntos, passaram por todos os perrengues juntos e sempre estiveram um do lado do outro, mesmo quando tiveram que trocar de bateirista (o original, George Tutuska, foi substituido antes do lançamento de "A boy named goo" por Mike Malinin, uma pessoa que gosta de corridas, baseball, números primos e é vegan) e processar a gravadora e troca-la por outra.




Artista: Goo Goo Dolls
Saiba mais: Wikipedia
Site oficial: GGD.com
Hits: "Name", "Iris", "Slide", "Black Balloon", "Before it's to late" (trilha de "Transformers"), "Better days"
Favoritas: "Here is gone", "We are the normal", "Naked", "Cuz you're gone" (ao vivo, com extra verse "Thousand words"), "What a scene", "Big machine", "Something for the rest of us"

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013 at 11:00
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#mymusic: lfehouse

Com esse novo começo, nesse novo blog, quero votar a falar das coisas que eu gosto muito. Não me importo se são novidades ou não, mas gosto delas agora. Quem me segue no feice sabe o quanto eu encho o saco quando eu gosto de algo...

2012 foi um ano bastante musical, pude exercitar bastante meu gosto por shows ao vivo e quero começar falando de uma banda que eu gosto demais: Lifehouse.

Não é uma banda muito famosa e nem tem divulgação no Brasil. Descobri eles lá em 2001, quando lançaram "Hanging by a moment", um dos maiores hits deles até hoje. Aqui algumas pessoas conhecem as músicas que tocavam em "Smallville", "You and Me" e "Everything".

Alias, "Everything" acende discussões até hoje sobre o foco da banda. Já vi muita mídia chama-los de banda cristã, pois os integrantes se dizem religiosos, mas eles não são gospel!!! Mas essa música, se prestar bem atenção, é sobre uma relação com Deus. A letra é bem emocionante, e a performance dess música é sempre de arrepiar!

Eu acompnho a banda desde o começo do milênio, e posso dizer que é provavelmente a primeira banda de rock de que me tornei fã. Naquela epoca era bem mais dificil baixar músicas (hello, morte do Napster!), mas ainda assim compilei um cd com musicas aleatórias, desde a época em que se chamavam Blyss (antes de terem um contrato com gravadora) até coisas ao vivo (uma das minha músicas favoritas até hoje é a versão ao vivo de "Take me away"). Eles acompanharam aquela fase crítica do cursinho, são muitas lembranças! Quando entrei na faculdade finalmente encontrei alguém que os conhecessem, e coincidência ou não, ela é minha melhor amiga da USP! Quando fui para os EUA a primeira vez, em 2003/2004 finalmente pude colocar minhas mãozinhas nos cds que eles já tinham lançado, "No name face" e "Stanley climbfall". Em 2005 comprei o terceiro cd, "Lifehouse" (o album que contem "You and me") e, no meu primeiro ipodinho (mini!) não parava de escuta-los! "Lifehouse" é a trilha do eu intercâmbio praticamente!

Sempre que viajo aproveito para comprar cds deles, mas o quarto, "Who we are", eu achei na Fnac da Paulista.

Nas minhas férias de Setembro-Outubro/2012 finalmente tive a oportunidade de vê-los ao vivo, em NYC e tenho que dizer que foi uma das apresentações mais emocionantes na minha vida. Quando a banda subiu ao palco eu não parava de tremer e mal acreditava que estava tão perto deles! Só tocaram 6 músicas e estavam promovendo o single novo, "Between the raindrops", que na versão de estúdio conta com o dueto de Natasha Begenfield.



Esse é o video que fiz durante a apresentação, estava pertinho assim duma das minhas bandas favoritas! A qualidade não está das melhores, mas é eu orgulho!

Já tinha no meu hd o cd "Smoke & mirrors", mas, honrando meu título de fã, comprei o cd físico mesmo assim! O album novo, "Almeria", foi lançado em Dezembro/2012 e estou aguardando ansiosamente para pedir para algum conhecido me trazer dos EUA, ou quem sabe, comprar na próxima viagem!


Artista: Lifehouse
Saiba mais: Wikipedia
Site oficial: Lifehousemusic.com
Músicas famosas: "Hanging by a moment", "Everything", "You and me", "Broken" (da trilha sonora de "Te amarei para sempre" - The time traveller's wife)
Favoritas: "Hanging by a moment", "Take me away" (ao vivo), "Blind", "Fallin in", "Fairy tales and castles"

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about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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