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segunda-feira, 2 de abril de 2018 at 17:34
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here we go again

Beda que começa num dia da mentira é sacanagem! Em quem devo confiar?

De qualquer maneira, prefiro achar que o beda serve pra exercitar a escritta, independente de conseguir postar os 30 dias direitinho. E, bem, já comecei atrasada. Contempli postar ontem, mas... Quando vi já era mais de meia noite, hehehe...

Boa sorte para todos aqueles que se desafiarem a criar conteúdo de qualidade pra postar todos os dias até o fim do mês, Tô aqui torcendo e tentando postar o máximo possível também!


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that would be me. bye!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017 at 16:39
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#beda: eu bedo, tu bedas, elas bedam

Vai ter #beda esse semestre? Olha, eu não posso prometer nada, mas que tá tendo #beda já, isso tá tendo, e tá tendo muito!

Como de praxe, siga o link do banner, se não faz parte ainda, peça autorização pra entrar no grupo e conheça muita gente legal e blogs incríveis. E muita gente doida, porque só tendo um parafusinho a menos na cachola pra encarar 31 dias postando sem parar <3

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segunda-feira, 6 de março de 2017 at 10:30
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quando o ano começa

Sei que é uma piadinha #fail, mas é impossível não sentir que no Brasil o ano só começa mesmo depois do Carnaval.

Aos trancos e barrancos tenho tentado postar por aqui, mas confesso que perdi o ritmo que vinha mantendo desde o BEDA de agosto. PORÉM... Abril também começa com A e estamos bastante empolgadas pra isso, né (porque não temos juízo mesmo).

Ao contrário de muita gente, eu não gosto de pular o carnaval, mas acho que isso tudo merece um post em separado, e logo volto pra dividir essas filosofias por aqui.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016 at 09:00
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once upon a time

Essa idéia foi trazida pro grupo (bem como esse banner lindão) pela Beatriz do avesso da coisa. O Blogmas é um projeto de postagem diária durante o mês de dezembro, com temas natalinos (ou que lembrem dezembro). Esse grupo é só amor!

Dia 1 de dezembro é pra sempre, pra mim, o dia que comecei a realizar um dos meus sonhos mais fantásticos. Acho que faço um post sobre isso todo ano em alguma rede social, mas é inesquecível mesmo. Dia 1 de dezembro de 2003 eu estava pisando na Florida pela primeira vez, pra vender a minha alma pro rato e virar oficialmente uma "cast member". Foi naquele verão/inverno que eu realizei o sonho de trabalhar na Disney <3

Tem dias que a gente não lembra nem se colocou a camiseta do lado certo, mas tem dias que nunca se apagam da memória. Lembro direitinho de desembarcar, com muito sono, super cedo de manhã em Miami, e lá na fila da imigração ver um pessoal correndo pra não perder a conexão pra Orlando. A minha conexão só aconteceria de tarde, então nem me preocupei.

Já desembarcada, encontrei com o resto do pessoal que ficou na mesma situação que eu e decidimos que, já que tínhamos tempo, mas era muito cedo, que a gente ia pegar um ônibus pra Miami Beach!

Foto da foto - porque naquela época longinqua a gente não tinha nem câmera digital ainda!

Lembro de chegar lá, de ir no mercadinho, de percebermos que a gente também não tinha nada pra fazer ali e que a gente deveria verificar como voltar logo, porque o ônibus da ida era a coisa mais lerda que a gente já viu na vida!

Lembro da senhorinha doida do ônibus que não deixou mais ninguém sentar, num lugar lotado, porque ela queria picotar jornal (?)!!! E de chegar de volta no aeroporto e resolver almoçar Burger King, porque afinal, também não tinha isso no Brasil naquela época #idosafeelings

Depois fomos nos trocar, porque as recomendações era de que deveriamos chegar em Orlando parecendo o mais profissionais possível (e todo mundo tinha chegado ali de calça jeans e camiseta, haha).

Chegamos, e como combinado, tinha alguém da Disney pra nos buscar. Minha mala chegou aberta =( Mas não senti falta de nada, então embarquei no ônibus e fomos fazer nosso check in pra descobrir onde iriamos morar.

Não vou esquecer de chegar no Vista Way e encontrar minha amiga, que tinha ido 1 semana antes. Um rosto conhecido! Passei rapidinho pelo check in e pelo exame médico (mais fuleiro que aqueles da escola) e peguei o primeiro ônibus pro Chatham Square. Pra minha sorte, parou na frente do meu prédio e meu apartamento era no térreo. Nunca que conseguiria subir com aquelas malas, haha!

Ao contrário de todo mundo, não fui pro super mercado. Fui é me arrumar, tomar uum bom banho, e filar bóia na casa de outro amigo nosso #gordasafada

Primeira foto na "propriedade"

Os meninos faziam uma comida bem da boa! E depois fomos pra balada, meu primeiro contato com a balada americana. Foi bem bizarro e eu acabei voltando cedo porque tinha que levantar cedo no dia seguinte, mas nunca vou esquecer como foi realizar esse sonho. Vão se passar muitas décadas ainda, e esse vai ser um dos momentos mais marcantes da minha vida até o fim!

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sábado, 29 de outubro de 2016 at 12:30
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#sotmb: outubro rosa... ou como devemos falar de cancer


Confesso que sofri pra escrever este post. O outubro rosa é uma inciativa para encorajar as mulheres a realizar o auto exame de toque nas mamas para detectarem possíveis indícios de cancer como nódulos ou outras alterações nas mamas e nas axilas. As chances de um cancer aparecer crescem a medida que a mulher envelhece e a partir dos 35 anos é indicado que ela passe por exames "preventivos". Quanto antes o cancer for identificado e tratado, maiores são as chances de cura.

Mas diz ai, quem realmente lembra de fazer auto exame todo mês? E quem se preocupa de tentar achar um problema (afinal, quem procura, acha)?

A gente sempre acha que a gente é invencível e que cancer acontece com os outros, não com a gente. Mas vou contar, acontece sim. Pode não estar no seu corpo, mas pode aparecer ai no de alguém que você ama muito.

Eu conheci os poderes devastadores do cancer aos 16 anos. Naquela idade que a gente se acha no topo do mundo. I'm the king queen of the world!!! Pois é, mas quando você tá no topo, a única maneira de seguir em frente é pra baixo. Eu tinha todo um projeto de ir pro intercâmbio, um sonho, sabia que meus pais não tinham uma fortuna pra ficar me bancando luxo mas que eles viam naquela oportunidade a minha chance de não só realizar esse sonho como de pavimentar o meu futuro. Mas eu sabia que não tinha futuro se não tivesse família. Meu pai foi diagnosticado com um cancer de reto em estágio avançado um pouco antes de eu pagar a passagem pra viagem.

O médico deu 1 ano de sobrevida pra ele. Ia tratar da melhor forma possível, mas, falando com outro profissional da saúde, não tinha o que esconder, era essa a realidade para o caso dele.

Ainda assim meu pai insistiu e eu fui viajar, foi um dos momentos que marcaram a minha vida e definiram o meu futuro. Meu pai sobreviveu 3 anos e ainda me viu entrando na faculdade.

Meu pai sofreu? Com certeza. Ele tinha acabado de se aposentar, depois de uma vida trabalhando muito, de sol a sol. Achava que finalmente ia aproveitar a vida que tinha construído com tanto sacrifício. E nos últimos meses, a dor era física. Além do que ter um relógio da vida em contagem regressiva na cabeça não é algo pra que ninguém esteja preparado.

Mas algumas das coisas que poucas pessoas saibem é que a família sofre junto. Não existe nada que ninguém possa fazer pra melhorar a situação. Por mais que você ame alguém, você não pode dar a sua vida pra ela nessa situação. Você não pode remover a dor. Você é impotente diante do definhamento biológico de um ser humano que você ama.

Você vai me encontrar e eu vou contar que meu pai teve cancer e morreu como quem conta que foi na esquina e comeu um dogão. Mas eu não vou conseguir oferecer mais nada além disso sem me acabar em lágrimas de dor, como agora, sobre como todo o processo e cada detalhe foi e como ainda me faz sofrer pensar em tudo o que ele passou sem que eu pudesse fazer nada pra tirar isso dele e aliviar a dor que ele sentia. 

Estou longe de ser um exemplo, mas se você precisa de encorajamento pra se cuidar, pense na sua família e em quem você ama. Em como você não quer fazer essas pessoas sofrerem desnecessariamente por algo que pode ser evitado.

Se você quer saber um pouco como é ter alguém que você ama definhando diante dos seus olhos, leia o livro "A culpa é das estrelas". Não vou dar spoilers, mas o livro é sobre um casal adolescente em que ambos tem cancer. Preste atenção na segunda parte do livro (quando você lê, sabe do que eu estou falando). Mas leia, o filme não consegue passar essa parte tão bem quanto o livro.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016 at 12:00
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#sotmb - projeto de outubro: fotos e relatos de infância


Na semana do dia das crianças, vamos falar de infância! Aquele período mágico na vida quando a gente não tinha responsabilidades e podia dormir o quanto quisesse!

Vou começar com algumas fotinhos e depois faço os relatos de uns momentos bizonhos da infância, haha!

Eu era um bebê preguiçoso. Já tinha 1 ano e nem engatinhava ainda! E minha mãe bem gravidona do meu irmão. Foi ai que fui parar nesse andador. Isso é na casa da minha vó em Mogi das Cruzes. Não é a toa que sou desiquilibrada, não aprendi a ter equilibrio naturalmente...


Isso é em Santos, minha terra natal. Na mamadeira, chá mate com mel. Porque os anos 1980 eram hardcore e bebê tomava cafeína sim! E foi assim que adquiri esse vício XD

Aos 3 anos ganhei uma festa no sítio da minha vó, em Mogi. Não lembro de nada, claro, só tenho as fotos pra contar a história.

Ai aos 3 anos fui obrigada a ir pra escolinha. Odiei muito, fiz meus pais colocarem meu irmão de 2 anos na época na escola comigo ou a escola não ia deixar eu continuar, porque eu fazia tanto escândalo na porta da escola quando me deixavam pra "aula" que assustava os outro alunos, haha!

Com uns 7 anos já estava aqui na roça. E na escola onde passaria o resto da minha vida escolar. Fizeram essa palhaçada ai um ano, fizeram os pais comprarem várias cópias pra distribuir pros familiares. Sobrou essa em casa. Lembro que a harpa era de verdade e fazia barulho.

Eu sempre estudei em escola particular e foi muito tempo depois que eu fui entender o tamanho do mundo de privilégios em que eu cresci. Nunca faltou nada em casa, mesmo quando as coisas apertavam. Só meu pai trabalhava, ele perdeu o emprego algumas vezes, mas a gente nunca passou necessidade. Mas também não tinha luxo.

No primeiro post do projeto eu disse que tive quase todos os brinquedos que eu quis quando criança, mas foi graças a muitos parentes. Eu e meu irmão somos os caçulas dos 2 lados da família, então a gente tinha muita atenção. O que meus pais não podiam bancar de luxo pra gente, os tios e padrinhos nos mimavam.

Dos causos de infância, o que mais me lembro foi quando, aos 5 anos, levei uma balançaa na cabeça, no meio do recreio da escola. Fui parar do hospital pra levar 1 pontinho na testa, mas minha mãe falou que minha roupa ficou ensanguentada.

Também lembro dos primeiros dias de aula na escolinha aos 3 anos, porque era uma sensação de abandono muito grande, já que meus pais e meu irmão iam de carro me deixar na porta e iam embora. Não recomendo pra ninguém, viu?!

E pra "ajudar", eu mudei de escola nos 3 primeiros anos, ou seja, eu chorei muitos dias em todas as escolas. Só aos 6 anos fui um segundo ano pra mesma escola, mas minha mãe mudou a gente de preíodo, da manhã pra tarde, e eu não gostei muito de não conhecer quase ninguém naquele horário, mas não foi tão traumático quanto nos anos anteriores.

Na segunda escolinha tinha uma piscina na qual eu me recusava a entrar. Não sei até hoje porquê, porque eu amava a piscina do sítio da minha vó. Depois cheguei a fazer natação, mas bodiei quando aquilo virou "treino". Eu gostava de cair na água, sem pressões.

Sempre fui uma criança quieta e sempre me cobraram mais participação. Eu ficava feliz de ter 1 amiguinha só, era difícil quando mudava de escola ou de turma, me sentia totalmente sem apoio. Por um lado foi bom pra mim, ter estudado sempre no mesmo lugar, porque todo ano eu sabia quem eu encontraria e como seria. Por outro lado, lá pelos 12 anos eu já tinha muita opinião própria e passei a odiar estudar naquele lugar.

Cresci mais em prédio do que casa, porque a roça é muito perigosa e nossa casa foi assaltada várias vezes. Mas eu gosto de prédio, no último tinha uma galera grande, a gente sempre brincava no térreo, via filme na casa um do outro, dividia video-game. Quando morava em casa não podia nem pisar na rua, minha mãe desconfiava das crianças (que subiam da favela ali perto pra brincar na rua sem movimento).

Quando aprendi a ler, com 6 anos, lia de tudo, inclusive muita placa de trânsito. Passava mal quando viajava, o que fez meus pais me levarem no médico e descobrir que eu tinha hipermetropia fortíssima. Comecei a primeria série usando tampão, que eu odiava. Comia toda a haste do óculos, o primeiro mal durou 1 mês. Eu era meio ansiosa, porque também comia cabo de lápis.

Eu era meio nerd, porque a maior parte das coisas que lembrei aqui foram na escola, haha! Foi um período traumático, mas onde fiz muitos amigos, com quem compartilhei muitas memórias!

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016 at 14:30
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#sotmb - projeto de outubro: 12 6 brinquedos que eu gostaria de ter


Outubro, melhor mês, tantos temas lindos no grupo <3

Eu comecei escrevendo esse post super achando que 12 não seria um número suficiente pra todas as minhas vontades, mas acabei descobrindo que ou eu realmente tinha muito brinquedo, ou na minha época não tinha tanta opção ou eu era até uma criança minimalista e nem queria tanta coisa assim. Sendo assim, tve que diminuir a lista pela metade!

1. Lango Lango

Meio que um trauma de infância porque eu era FASCINADA por esse fantoche que distribuia porrada nos outros. Violenta desde criancinha, né, hihihi

2. Pogobol

Esse eu não tive por motivos de: já morava em prédio na época e não havia possibilidade de poder usar isso dentro de casa. Fora a minha falta de equilibrio, eu com certeza teria quebrado a cara, literalmente.

3. Furby

Queria não um, mas dois! Claro, porque eles conversavam entre si. Eu já era maior quando isso surgiu, era caro pra porra, fiquem sem, fuén.
4. Trailer da Barbie

Que criança não queria um carro desses cheio de coisas? Tipo uma casa com rodas!

5. Carro esportivo da Barbie

Esse uma amiga tinha, então eu brinquei um pouco, mas claro que queria ter o meu. A gente poderia ter tirado um racha e talz, mas não, nossas Barbies nos preparavam para a vida de millenials adultas que tem que dividir as coisas...

5. Supernes

Tive o nintendinho 8bits e o mega drive, mas queria o Super Nintendo pra poder jogar Street Fighter e Need for Speed! Matava um pouco a vontade indo jogar no vizinho, mas nem é a mesma coisa, né?

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sexta-feira, 30 de setembro de 2016 at 12:00
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#sotmb - projeto fotográfioco de setembro: lar


E chegamos ao último dia do projeto fotográfico desse grupo lindo ai do banner <3

O tema é: lar. E pra mim, "home is where the heart is".

Minha família canadense + minha irmã norueguesa. Porque família não é só compartilhar dna <3

A gente briga e discorda, mas no fim a gente se ama!

Disney Orlando, sempre!

Hogwarts <3

Last, but not least, meus amigos. Não estão todos nessa foto, claro, mas eu posso encarar qualquer desafio com eles do meu lado <3

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016 at 14:00
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#sotmb - projeto fotográfioco de setembro: primavera


Acho que escolhemos o tema porque é legal tirar foto de flor, né, porque prmavera nesse país tropical é só um título. Antes do dia oficial fez um calor do cão, parecia sei lá, o mais alto verão que eu já tinha vivido (exageradaaaa, jogada aos seus pés, eu sou mesmo exageradaaaaa) e depois fez um frio que parecia que a Elza tinha vindo fazer de São Paulo o seu reino...

Engraçado que primavera é uma das estações que nunca peguei por completo em viagem. Já vivi o outono japonês, o inverno quebecois, vi até o calorão que faz no verão canadense, mas primavera mesmo, só vi uns poucos sinais antes de ir embora.

O mais próximo da primavera japonesa que cheguei. Nos meus últimos dias, passeando pela Disney.

Última semana de abril no Quebec. Depois disso ainda teve dia que nevou...

Uma flor pra uma flor, haha! Há 10 anos, no Ridijanêr. Jardim Botânico, claro!

E a primavera despontando na Inglaterra (mas no dia que fui embora tava tipo 13 graus...)

Eu achei que tinha até mais fotos, but... Descobri que perdi um monte, e nem sei onde foram parar!

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quarta-feira, 28 de setembro de 2016 at 14:00
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#sotmb - projeto fotográfioco de setembro: meu lugar favorito


Confesso que esse tema parecia fácil até eu pensar realmente no que eu ia postar. E eu sou libriana, né, é muito difícil escolher!

Esse não é meu quarto atual, mas qualquer quarto que eu chame de meu é o meu lugar favorito. Cama então é o melhor objeto do universo na minha opinião. Como qualquer pessoa introvertida eu gosto do meu canto de solidão.

O escadão no museu Eye em Amsterdã é um dos meus novos cantos favoritos no mundo. Tem uma vista incrível do canal, não paga pra entrar e não é barulhento, mesmo com o restaurante lá embaixo.

Tô medonha nessa foto, mas releva, que eu tô no lugar mais feliz do mundo! Disney Orlando é lar pra mim <3

Canadá sempre vai ser meu país favorito. Nunca tive um momento ruim nesse país! Ainda vou voltar muitas e muitas vezes.

Antes de ir pra Paris eu não entendia a paixão que as pessoas tinham pela cidade, mas só pisando lá pra entender isso, a cidade luz é fascinante! Acho que só senti isso, dessa forma, quando fui pro Canadá da primeira vez. Não consigo ter um sentimento ruim sobre a cidade, cada memória é só felicidade!


Home is where the heart is. Por fim, mas não menos importante, família. Onde eles estiverem é meu lugar favorito do universo!

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terça-feira, 27 de setembro de 2016 at 16:05
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#sotmb - projeto fotográfioco de setembro: rotina


O projeto era pra ser uma coisa semanal. Falhei miseravelmente, mas não totalmente: resolvi postar um por dia no fim desse mês. Notem, por favor, que não sou nenhuma fotógrafa!!!

O primeiro tema é a rotina. Aquilo que talvez a gente nem repare do nosso dia a dia. Ou aquilo que é praticamente parte do nosso corpo já.

Caneca do Starbucks, claro! Essa eu "trouxe" de Amsterdam. Interpretem essa frase como quiserem, haha!

Essa caneca comprei numa loja de souvenir muito fofa em Mont Martre, em Paris. A loja tem muitas coisas do Pequeno Principe e uns cartões postais lindíssimos! E não é um lugar caro ;).

Pode ser cliche, mas essa é a minha frase favorita no livro! Essas são as canecas que uso todo santo dia pra tomar chá mate.

Eu não tenho muita rotina por estar em casa sem emprego, a única coisa que sempre faço sem falta é tomar um chá mate solúvel quando acordo e outro depois do almoço. Tenho muitas outras canecas, tantas que estão encaixotadas pra não ocupar espaço nos armários! Não adianta, eu viajo e sempre volto com alguma...


Mudei o laptop de lugar, trouxe pro quarto porque meu irmão tava sempre vindo em casa e eu não tinha mais paz na sala. Mas tento usar o mínimo possível, sempre durante o dia, pra não ficar muito tempo no quarto. E eu vivo nessa bagunça ai, não tem jeito!

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016 at 14:33
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#diarinho: reunindo os amigos

Essa semana passada foi muito tranquila. Tô ainda "brigando"com OotP, cada menção a Umbridge eu tenho vontade de botar fogo nas páginas! Pra aliviar essa tensão, fui tomar um milkshake crocante do Bob's dia desses. Tudo o que essa disputa de milkshake fez foi me por vontade de tomar isso! Não provei ainda o do Mc Donald's, mas o do Bob's continua sendo a única coisa que presta na marca...

No fim de semana fui pra São Paulo fazer muitos programas com meus amigos.

Sábado foi o encontro pós beda do nosso grupo "Se organizar, todo mundo bloga".

Esse banner é lindimais!

Combinamos com bastante antecedência, a semana que antecedeu o evento tava ótimo, sem muito calor mas com sol, mas claro que no dia o tempo virou, fez um frio e o sol mal deu as caras =(. Tudo bem, foi ótimo pra rever as ~migas e conhecer a Thais, que é uma fofa! Cheguei bem atrasada por causa da impressora que resolveu não funcionar antes de eu sair de casa (e no fim nem foi preciso =/), mas ainda ficamos mais 2h na Praça Victor Civita, do lado da estação Pinheiros. É uma graça, tem um deck de madeira grande cheio de bancos. E as comidas tavam bem gostosas #gordasafada

Recatada e do lar

De lá fui encontrar uma amiga na Paulista. Não sabia que tinha Temakeria e Cia no Center 3, pedi um tepan de frango pra jantar achando que seria uma porção menor do que a do restaurante e nossa, que porção enorme! Óbvio que nem consegui terminar, mas tava bem gostoso. Aprovado, não é muito caro, é bem feito e a porção é bem grande ;)

A noite tivemos o aniversário de uma amiga minha da faculdade num bar chamado The Orleans, na Vila Madá. É tipo um bar balada com uma decoração meio de motoqueiro (?). A banda do dia tocou uma mistura de pop rock entre anos 1980 e 2000. Foi divertido, mas achei o som alto demais #velha Fomos embora "cedo" porque o estacionamento onde os carros estavam fechava lá pelas 2am e ninguém queria ficar com o carro preso, HAHAHA! Mas foi gostoso porque consegui conversar com gente que não via há um tempinho <3

No doming combinei de ir almoçar com outras amigas no Omaley's. A comida deles é muito boa! E minha amiga curte futebol americano, então ela aproveitou pra assistir enquanto conversavamos e comiamos. Pedi um hamburger little monster que veio no ponto exato. Muito amor por restaurantes que servem carne no ponto que a gente pede <3 No fim do jogo resolvemos ir tomar sorvete no Ben & Jerry's do Conjunto Nacional antes de eu voltar pra roça.

O fim de semana com certeza compensou o marasmo da semana. Tenho que voltar a morar em SP o quanto antes!

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Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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