HOME | SOTMB | VY.COM.BR


feliz dia do professor!
sábado, 15 de outubro de 2016 at 16:13
0 comments


Pra quem já saiu da vida acadêmica há um tempo, como eu, hoje é dia de relembrar aqueles que nos aturavam por tantas aulas tentando ensinar alguma coisa pra vida.

Eu estudei a vida inteira na mesma escola, então todo mundo me conhecia (ainda que eu não fosse uma pessoa exatamente popular). Minha mãe era dessas que ia em to-das as reuniões de pais e professores, anotava tudo, levava questões e depois contava tudo pro meu pai (meu pai foi em algumas, mas não tinha a mesma eficiência).

Mas pra ser sincera, até estava conversando isso hoje mesmo com minha mãe, eu nem lembro quem foi minha primeira "tia". Minha introdução na escola foi muito traumática, eu simplesmente odiava tudo sobre a "ida a escola" e praticamente só tenho lembranças tenebrosas dessa época.

Tiveram as tias que deixaram eu levar uma balançada na cabeça em pleno período de aula. Essas tiveram sorte de que nos anos 1980 os pais eram mais de boinha, não perderam o emprego nem meus pais processaram a escola por descuido.

Ai teve a tia bacaninha dos meus 5 anos. A tia era corredora de rally!!! Lembro de ir nuns eventos pra vê-la, era bem legal. Bom, aos 5 anos eu achava ela o máximo.

Teve a tia que me ensinou a ler, e minha mãe era fã dessa tia. Era uma tia meio brava, mas legal. Minha mãe pediu pra escola pôr meu irmão na sala dessa tia, coitado. Acho que minha mãe demorou muito pra entender que os filhos tinham necessidades diferentes na vida...

No primário tive aquela tia que eu amava. Todo mundo tem uma dessas, que a sala toda adora. Mas também tive aquela tia carrasca que ninguém nunca mais queria ver na vida. E ai ela cruzou nosso caminho de novo no ginásio e já nem parecia mais tão assustadora. Mas também não era mais tia, era professora.

No ginásio eu me rebelei, então tive uns momentos mais tensos com as professoras. Tinha uma de gramática que me odiava. Nossa, ela era o cão chupando manga! Nem sei o que foi dela, e olha que de um jeito ou de outro a gente sempre ficava sabendo o que acontecia com os professores. Lembro de interromper uma aula dela sem querer porque eu vi um gato passeando pelo telhado através da janela. Esse era o nível de foda-se que eu tinha por aquela aula.

Claro que eu não me dava muito bem com as de matemática, eu era muito burra de números. Eu fiz kumon, mas acho que isso só piorou minha relação com a matéria. Uma delas me pôs pra sentar numa carteira lá no fundo da sala. Coitada dela, eu era uma líder da rebelião nata.

Tinha a professora de biologia milagrosa. Minha sala era a pior do meu ano em termos de disciplina, mas na aula dela não se ouvia um piu, as pessoas pareciam em transe. Melhor aula que tive na escola, com certeza.

Teve uma de bioquimica que confiscou meu walkman e levou pra "orientação". Fui buscar com a responsável, que só me disse pra "não ser pega da próxima vez". Ela era a cara do Paulo Nunes (jogador do Palmeiras na época) e a aula dela era muito chata. Tão chata que teve um dia que todo mundo dormiu na carteira (eu sei porque sentava no fundão e repetente me dei conta de que tava todo mundo abaixado na cateira).

Aliás, no quesito "professores sósia", naquele ano ainda tivemos o professor Mr Bean, de geografia. Uma letra tão bonita! Um tom de voz tão sério!

E a de inglês, que tinha a maturidade de uma ginasial e tinha alunos preferidos. Eu não era uma delas, claro, mas quando eu briguei com uma, ela não pôde fazer nada, porque eu era a melhor aluna dela (dar uma prova ferrada pra mim seria ferrar a sala inteira).

No colegial eu acho que eu já não me importava muito. Eu já tinha passado anos odiando estudar naquele lugar que eu deixei de me preocuupar. Mas tinha que passar de ano, né? E não davapra fazer sem entender quimica. E meu pai era bioquimico. Mas nossa, foi difícil. Fiz a professora me indicar um livro de estudos (ela não acompanhava nenhum). Mas eu era tão ruim que nem assim eu conseguia ir bem. Eu dormia na aula dela. E só passei a conseguir nota quando uma amiga que ia muito bem na matéria começou a estudar pra prova comigo. Ai no último ano a minha sala de humanas ganhou um professor novo, que não ensinou nada direito, mas que era muito engraçado. Passei no vestibular sem entender patavinas de química.

Tinha a professora de álgebra que devia achar que eu era um caso perdido, mas que estranhamente ia com a minha cara. Dizia que eu tinha que fazer economia na faculdade. As vezes eu achava que não era ela que corrigia as minhas provas, ou ela saberia como eu era ruim de números! Teve um ano que eu tirei um 4 no boletim, exatamente o suficiente pra passar de ano, mas ainda assim uma nota vermelha que poderia ser recuperada. Me recusei a fazer a recuperação e ela achou que eu era doida.

Mas também teve o professor de sociologia e filosofia, novinho de tudo, que se esforçava muito pra fazer a minha turma se engajar na matéria dele, que ficava nervoso, falava errado e me escutava corrigi-lo ali na segunda fileira.

E a professora neo gótica de biologia, novinha também, doida, a paixão dos meninos da turma, mas que dava uma aula muito legal.

Tinha a professora japa de biologia do ano seguinte que gritava e ninguém gostava, só eu e uma amiga. A aula dela era ótima, a voz é que não ajudava.

Ai no fim a gente ganhou a professora boazinha de biologia, fraca pra dar aula, mas um amor de pessoa. Deu a única questão de prova que confundiu todo mundo da sala, porque em aula ela não tinha mencionado nada sobre o assunto mas tinha um texto muito bom no livro, que eu li porque realmente era interessante e no fim aparentemente fui a única que leu, porque fui a única que aceryou a questão (ou seja, a sala ficou puta comigo porque ela não podia cancelar a questão).

Mas foi no colegial que descobri minhas matérias favoritas, geografia e história, com professoras boas de verdade! Ainda me lembro das aulas de astronomia no começo do ano. E daquelas aulas maravilhosas de história, que me faziam sentir como se eu realmente estivesse aprendendo algo (RIP professora Maria Tereza, se foi tão cedo)!

Ainda fiz cursinho, mas devo dizer que se a maioria dos seus professores de cursinho não forem bons, saia já desse cursinho! Eles simplesmente tem que ser, esses realmente são pagos pra fazer você pelo menos decorar algo pro vestibular!

Dessa época lembro do professor de geografia casualmente chegando numa aula contando que um segundo avião tinha atingido o WTC em NYC. Tipo, oi? Eu nem sabia que tinha tido um primeiro! (E gente, ele era a cara do Leôncio do Pica Pau!) Tinham os professores japas de algebra e geometria que iam com a minha cara e a da minha amiga só porque também eramos japas (mas nossa, como a gente era horrível de conta!) e um professor que achou das profundezas do universo que eu tinha passado num vestibular de meio do ano e resolveu anunciar pra sala toda (porque aparentemente eu não estava levando uma questão tão a sério quanto eu deveria).

Na faculdade aprendi a duras penas que professor é um facilitador de conhecimento. Ou deveria ser, porque as vezes parecia que eles eram dificultadores. Tinha o professor estrela do curso (quem fez turismo com certeza estudou partes do livro dele) que aparecia só 1x por mês pra dar aula. Tinha aquele com quem eu impliquei tanto que eu não lembro um a da matéria que ele deveria ter dado. Teve o Clóvis de Barros Filho que na época era "só" o nosso professor mais bacana (mas que não ensinou exatamente o que a gente deveria ter aprendido naquela aula). Tinha a coitada da professora que tinha que tentar dar aula de linguistica competindo com a Quinta & breja. Alguns professores picaretas, outros nem tão bem preparados assim ("um trem 24h? noturno ou diurno?" - situação real!!!)...

Falando assim não parece, mas eu era de fato uma boa aluna. Eu anotava a maioria das matérias, eu estudava pras provas e eu tentava prestar atenção nas aulas. Eu tinha notas boas, apesar de ser meio burra, então eu acho que me esforçava pelo menos o suficiente. E apesar de odiar a escola, até tenho umas boas lembranças de alguns professores. No fim, nossas experiências nos tornam aquilo que somos,e eu gosto do que me tornei.

Esqueci de mencionar os professores do inglês, mas nossa, isso já virou textão, deixa pra próxima!

Marcadores: , ,

that would be me. bye!

#sotmb - projeto de outubro: fotos e relatos de infância
sexta-feira, 14 de outubro de 2016 at 12:00
2 comments


Na semana do dia das crianças, vamos falar de infância! Aquele período mágico na vida quando a gente não tinha responsabilidades e podia dormir o quanto quisesse!

Vou começar com algumas fotinhos e depois faço os relatos de uns momentos bizonhos da infância, haha!

Eu era um bebê preguiçoso. Já tinha 1 ano e nem engatinhava ainda! E minha mãe bem gravidona do meu irmão. Foi ai que fui parar nesse andador. Isso é na casa da minha vó em Mogi das Cruzes. Não é a toa que sou desiquilibrada, não aprendi a ter equilibrio naturalmente...


Isso é em Santos, minha terra natal. Na mamadeira, chá mate com mel. Porque os anos 1980 eram hardcore e bebê tomava cafeína sim! E foi assim que adquiri esse vício XD

Aos 3 anos ganhei uma festa no sítio da minha vó, em Mogi. Não lembro de nada, claro, só tenho as fotos pra contar a história.

Ai aos 3 anos fui obrigada a ir pra escolinha. Odiei muito, fiz meus pais colocarem meu irmão de 2 anos na época na escola comigo ou a escola não ia deixar eu continuar, porque eu fazia tanto escândalo na porta da escola quando me deixavam pra "aula" que assustava os outro alunos, haha!

Com uns 7 anos já estava aqui na roça. E na escola onde passaria o resto da minha vida escolar. Fizeram essa palhaçada ai um ano, fizeram os pais comprarem várias cópias pra distribuir pros familiares. Sobrou essa em casa. Lembro que a harpa era de verdade e fazia barulho.

Eu sempre estudei em escola particular e foi muito tempo depois que eu fui entender o tamanho do mundo de privilégios em que eu cresci. Nunca faltou nada em casa, mesmo quando as coisas apertavam. Só meu pai trabalhava, ele perdeu o emprego algumas vezes, mas a gente nunca passou necessidade. Mas também não tinha luxo.

No primeiro post do projeto eu disse que tive quase todos os brinquedos que eu quis quando criança, mas foi graças a muitos parentes. Eu e meu irmão somos os caçulas dos 2 lados da família, então a gente tinha muita atenção. O que meus pais não podiam bancar de luxo pra gente, os tios e padrinhos nos mimavam.

Dos causos de infância, o que mais me lembro foi quando, aos 5 anos, levei uma balançaa na cabeça, no meio do recreio da escola. Fui parar do hospital pra levar 1 pontinho na testa, mas minha mãe falou que minha roupa ficou ensanguentada.

Também lembro dos primeiros dias de aula na escolinha aos 3 anos, porque era uma sensação de abandono muito grande, já que meus pais e meu irmão iam de carro me deixar na porta e iam embora. Não recomendo pra ninguém, viu?!

E pra "ajudar", eu mudei de escola nos 3 primeiros anos, ou seja, eu chorei muitos dias em todas as escolas. Só aos 6 anos fui um segundo ano pra mesma escola, mas minha mãe mudou a gente de preíodo, da manhã pra tarde, e eu não gostei muito de não conhecer quase ninguém naquele horário, mas não foi tão traumático quanto nos anos anteriores.

Na segunda escolinha tinha uma piscina na qual eu me recusava a entrar. Não sei até hoje porquê, porque eu amava a piscina do sítio da minha vó. Depois cheguei a fazer natação, mas bodiei quando aquilo virou "treino". Eu gostava de cair na água, sem pressões.

Sempre fui uma criança quieta e sempre me cobraram mais participação. Eu ficava feliz de ter 1 amiguinha só, era difícil quando mudava de escola ou de turma, me sentia totalmente sem apoio. Por um lado foi bom pra mim, ter estudado sempre no mesmo lugar, porque todo ano eu sabia quem eu encontraria e como seria. Por outro lado, lá pelos 12 anos eu já tinha muita opinião própria e passei a odiar estudar naquele lugar.

Cresci mais em prédio do que casa, porque a roça é muito perigosa e nossa casa foi assaltada várias vezes. Mas eu gosto de prédio, no último tinha uma galera grande, a gente sempre brincava no térreo, via filme na casa um do outro, dividia video-game. Quando morava em casa não podia nem pisar na rua, minha mãe desconfiava das crianças (que subiam da favela ali perto pra brincar na rua sem movimento).

Quando aprendi a ler, com 6 anos, lia de tudo, inclusive muita placa de trânsito. Passava mal quando viajava, o que fez meus pais me levarem no médico e descobrir que eu tinha hipermetropia fortíssima. Comecei a primeria série usando tampão, que eu odiava. Comia toda a haste do óculos, o primeiro mal durou 1 mês. Eu era meio ansiosa, porque também comia cabo de lápis.

Eu era meio nerd, porque a maior parte das coisas que lembrei aqui foram na escola, haha! Foi um período traumático, mas onde fiz muitos amigos, com quem compartilhei muitas memórias!

Marcadores: , ,

that would be me. bye!

comendo na balada
quinta-feira, 13 de outubro de 2016 at 14:15
1 comments

Fiz meu aniversário ontem no O'malley's durante o dia e percebi que muita gente não sabe que muitos pubs de São Paulo tem comidas maravilhosas!

Os pubs na Inglaterra são tipo restaurantes, ficam abertos o dia todo, e a maioria não tem música ao vivo. A diferença é que lá você tem que fazer seu pedido no balcão e pagar na hora. Você sai com suas bebidas e depois o garçom traz a sua comida.

No caso do O'malley's, a tradição foi adaptada e você faz o pedido pros garçons, que anotam na sua comanda e te trazem a comida e a bebida na mesa.


Eu também não tinha idéia que a comida nos pubs em São Paulo eram tão boas até a Carol falar que tinha comido umas coisas muito boas em alguns. Geralmente eu só ia pro bar pensando em comer petisco tipo batata frita ou bolinho (igualmente frito) e nunca nem me dei ao trabalho de ficar prestando atenção no resto do cardápio.

Uma das primeiras coisas que comi com ela lá foi uma carninha num molho com cerveja que era to die for. Acho que não tem mais no cardápio, hahaha, faz bastante tempo!

Acho que uma das coisas mais pedidas lá é o hamburger "Little monster", o básico do cardápio. O hamburguer é bem servido, vem com salada e você pode complementar ele com 3 tipos de queijo, cebola caramelizada e o que mais tiver vontade!


O ponto da carne vem do jeito que você pedir e o pão é bem gostoso, não chega a ser tipo francês, mas não é aquele sem graça típico de sanduíche. E já vem com fritas, porque não tem graça comer hamburguer sem fritas! Que são bem sequinhas e crocantes. Esse prato é tão gostoso que é muito difícil ir e não pedir esse! Tem uma versão com 2 carnes, pros mais fominhas.

Os pratos são bem servidos, tem fish'n'chips, tortas inglesas (tipo shepherd's pie), bife, vários tipos de fritas e sobremesa (embora as sobremesas não sejam grandes coisas). Junto com o prato do dia tem uma sobremesa de sorvete que é bem básica.

Durante o dia a entrada é gratuita e eles abrem todos os dias. A caixa ainda me contou que eles estão com uma hamburgueria do outro lado da rua, mas que também serve comidas sem ser lanches. Quero muito ir conhecer e ver a vibe do lugar.

Marcadores: , ,

that would be me. bye!

agenda 2017 x bookdepository
quarta-feira, 12 de outubro de 2016 at 13:00
5 comments

Lembram da nostalgia de reencontrar minhas antigas agendas? Pois bem, não me aguentei e sai procurando por ai agendas que eu curtisse, e logo menos, claro, cheguei a conclusão de que a agenda perfeita pra mim seria uma da moleskine. Claro, pra que facilitar, não é mesmo?

Nas minhas pesquisas encontrei a coleção d'"O pequeno príncipe" e me apaixonei, porque é um dos livros mais marcantes que já li e porque eu amava o desenho animado que passava na minha infância (nos longinquos anos 1980). Pra melhorar, a capa não é de couro e sim de tecido e a capa tem a raposinha do melhor conto do livro <3

Claro que aqui no Brasl uma agenda dessas custa uma fortuna e eu não tô podendo rasgar dinheiro assim, então pesquisei pra ver onde poderia comprar online por um preço bacana e vi vários blogs comentando do Bookdepository, uma livraria tipo Amazon, baseada na Inglaterra. De novo, eu não facilito pra mim mesma... O melhor desse site é que tem frete gratuito pro mundo todo e o valor dos itens não são mais altos do que outros lugares por causa disso. Como o valor estava muito mais barato do que comprar aqui no Brasil, resolvi testar.

O ponto negativo de ter frete gratuito é que eles não oferecem código de rastreamento e você tem que ter fé de que o produto não vá se perder no caminho ou fazer paradas não planejadas.

Fiz o pedido no meio de agosto e o prazo era mais ou menos começo de setembro pra eu receber o pacote. E como se trata de "livro", as chances de ser taxado são menores.

E eu esperei. Pacientemente. Ainda tem 1 semana de lambuja, mas nada. Então entrei em contato por e-mail com eles, e o pessoal foi muito prestativo. Na verdade até pediram pra eu procurar no correio, e eu disse que se isso estivesse preso na alfandega, provavelmente nem estaria no mesmo estado que eu. E foi só o que eles precisavam pra dizer que estavam me mandando outro pacote, sem custo adicional. Sem rastreamento de novo, mas fazer o que, eles pareceram bem prestativos mesmo.

Ai só me restou esperar, né. E eu esperei de novo, sem tanta fé dessa vez.

Mas olha só, eis que menos de 1 mês depois da reclamação, recebi um pacotinho do Bookdepository em casa!

A agenda vem embalada num envelope de plástico bolha (além do celofane da moleskine)

Agenda diária, essa é a única capa para esse tipo.

Detalhes da capa interna.

A pauta perfeita!

Como eu falei em outro post, tenho problemas com pautas, e eu tinha gostado das agendas da moleskine exatamente porque eu gosto da pauta deles. Pra personalizar mais, é possível entrar no site e baixar os templates pra impressão em casa (por exemplo, sem faltar espaço e precisar de mais páginas). As páginas não são decoradas com nenhum tema e te dá liberdade de criar, o que também gostei bastante.

No fim das contas, mesmo com o atraso da entrega pela perda, valeu muito a pena fazer essa compra com eles. Sai infinitamente mais barato, mesmo com a flutuação do dólar. Eles tem tudo da noleskine no site, vale a pena dar uma olhada ;)

Marcadores: , ,

that would be me. bye!

wishlist de aniversário
terça-feira, 11 de outubro de 2016 at 18:15
2 comments

Sei que deveria ter feito essa list antes. Mas... Sabe quando você nem se toca que no seu aniversário você pode pedir presentes? Tanto é que eu nem tinha me dado conta disso até minha mãe perguntar o que é que eu queria, e além de um celular muito caro que ela não pode me dar agora, eu não tinha idéia do que eu poderia pedir. Então resolvi tentar listar aqui algumas coisas (que não envolvam viagens, haha).

1. O tal celular muito caro: na verdade ele nem está a venda ainda, mas já foi anunciado - é o novo celular da Google, o Pixel, phone by Google (não é Pixel Phone, tem essa vírgula ai). A HTC monta ele, mas diferente do antigo Nexus, que meio que era um Frankenstein de peças, a Google projetou tudo e encomendou o celular do jeito que les queriam, pra funcionar da melhor forma possível com o Android. Desde que comprei meu Galaxy S4 há 3 anos já sabia que o meu próximo celular seria um Google e esse parece ser o celular dos sonhos. Ele chega ao mercado gringo no dia 20 e só deus sabe se chega aqui no Brasil (após o Nexus 5 nenhum outro mais veio...).


2. Corrente de segurança para pulseira Pandora: eu sei que se minha pulseira arrebentar ou o fecho der defeito de abrir sem querer eu posso tentar trocar com a marca, mas eu não quero viver em constante medo de que isso aconteça. Mas acho tão caro comprar essas coisas aqui o Brasil...

O quanto mais discreta, melhor, inclusive nem precisa ser essa - é só um exemplo que eu achei

3. Base "Les beiges" da Chanel: acho que essa base ainda não chegou por aqui, nem nos EUA. Estava em lançamento um pouco antes de eu vir embora da Inglaterra e eu testei numa dessas amostras de revista. Bobeei muito de não ter comprado, porque era muito boa. Meio cara também, umas 35 libras... Não é uma base muito pesada, deixa uma pele incrível, com brilho radiante e é cheirosa,


4. 1 ano de mensalidade paga no pilates: tô precisando voltar a me exercitar e pilates foi a única coisa que eu consegui fazer até hoje. Mas é caro e eu não tenho dinheiro agora. Viria muito a calhar agora, quando quero voltar com tudo pra dieta.


5. Minnie de kimono da Tokyo Disneyland: dei muita bobeira da primeira vez que fui pro Japão de ter comprado só o Mickey de kimono no parque. No ano seguinte fui no outro parque deles e não tinha desse pra vender. O Mickey é lindo, mas queria a Minnie pra fazer o par.


Marcadores: , , , , , , ,

that would be me. bye!

#diarinho: let's celebrate! every day is a party!
segunda-feira, 10 de outubro de 2016 at 15:41
3 comments

Apesar da idade  (#velhafeelings), não sou dessas pessoas que escondem o próprio aniversário. Gosto sim de comemorar e não fujo da oportunidade de me mimar e ser mimada. Mas como não estou trabalhando não é como se eu pudesse ostentar.


Sai de casa quase todos os dias para dar uma volta nos shoppings e tomar um Starbucks pelo menos.

Num desses dias meu celular tentou suicídio. e a princípio achei que nada grave tinha acontecido. Até voltei a usá-lo normalmente, mas ai notei uma rachadura fininha de cima  a baixo. Nunca tinha acontecido isso comigo e eu tinha esse orgulho, mas como esse celular já tem 3 anos  (o que é uma eternidade em termos de smartphones) e ele já tá pedindo arrego, nem fiquei tão chateada. Mas ai que um lampejo de esperança me passou pela cabeça e eu levantei a película protetora e voila! Somente a película (de vidro) tinha rachado! Eu já tinha visto o celular de conhecidos racharem mesmo com essa película e tinha até passado um tempo sem, mas nesse caso foi muito salvadora mesmo! Porém meu celular não caiu de ponta, talvez isso faça a diferença. Até fui procurar lugar pra colocar outra no mesmo dia, mas naquele shopping especificamente não tinha, então repus outro dia em outro shopping, e enquanto isso protegi meu celular com a capinha mais protetora que eu tenho (inclusive tenho muitas outras capinhas pra diversas ocasiões, hehe).

Ai outro dia em outro Starbucks tive um crush momentâneo em um moço que fazia um trabalho no computador, numa mesa perto da minha. Não sei se ele percebeu que eu ficava olhando, mas é que nessa roça é super difícil eu ver alguém que eu ache interessante. O moço não falou comigo nem eu com ele, então perdemos essa oportunidade de casar e adotar muitos gatos.


Num desses dias chuvosos passei na Kalunga atrás de um caderno exclusivamente pra rascunhar posts pro blog, e claro que fui sugada pelo lindo buraco negro das coisas maravilhosas de papelaria. Eu fui focada atrás de uma imitação de moleskine, mas não tinham muitos e nenhum do tamanho A5 com pauta. O único com pauta que eu gostei foi um de tamanho carta com capa mole e meio emborrachada verde limão. Ainda ponderei um tempo se queria mesmo levar esse caderno, mas é muito difícil eu achar a pauta perfeita, então levei mesmo com essa cor de capa nada favorável e até agora não tenho do que reclamar (inclusive esse é o segundo post rascunhado nele). Só eu me preocupo tanto assim com a pauta do caderno? Até compro uns só pela capa, mas se não gosto da pauta não consigo usar para escrever constantemente. Aliás, isso era um problema na Inglaterra, pois embora as capas dos cadernos da Paper Chase fossem lindas, quando eu abria os cadernos nunca gostava da pauta.


Aproveitei também para comprar umas pastas organizadoras. É incrível a quantidade de coisas que eu posso inventar para justificar comoras de papelaria. Mas é tão lindo quando tudo fica organizado! Inclusive comprei uma pasta pra carregar caderno, agenda e estojo por ai, como uma colegial =P.

No começo dessa semana meu irmão voltou de viagem então ele e a família vieram jantar em casa alguns dias da semana e minha mãe fez caldo verde de mandioca, um clássico já. O tempo anda bem temperado, pra dizer o mínimo, e mesmo em dias quentes as noites tem sido meio frias e um caldinho cai bem, ainda mais os da mamys <3.

Ai na sexta eu e ele fomos no Sam's Club fazer umas compras pra casa e até me surpreeni porque eu nem comprei muitas coisas fora da lista, haha!Como fomos "cedo" de manhã, na volta tive que tirar um cochilo pré almoço, hihihi...

Aliás, nesse dia rolou muita preguça de cozinhar e resolvi ir comer pão na chapa na padaria. Não é a mesma coisa do que fazer em casa, acha que falta o gosto da chapa engordurada, hehe... Passei também em uma doceria conhecida daqui pra comer coxinha com Coca-Cola. Nhami! Porque quando é pra enfiar o pé na jaca eu faço com vontade!

No sábado minha mãe resolveu fazer o bolo do meu aniversário do jeito "tradicional". O problema é que como ela não é nada organizada, ela não tinha a receita original e pegou uma qualquer da internet. E o forno dela também não é nenhuma maravilha. Acho que o bolo ficou o dobro do tempo pra assar e no fim ficou meio solado. Tadinha! Ainda falei que tava bom mesmo assim mas ela ficou bem chateada.

No domingo foi meu aniversário de verdade e fomos fazer churrasco na casa do meu irmão. Minha mãe fez uma transformação no bolo, tirou a parte que não solou e "quebrou"em cima de uma camada de brigadeiro. Ficou bem bom! O churrasco também estava excelente, comi muito!

E essa semana ainda tem mais comemoração, claro, com os amigos em SP <3.

Marcadores: , , , , , , ,

that would be me. bye!

1982
domingo, 9 de outubro de 2016 at 17:22
4 comments

Não é uma impressão só minha, mas essa geração lida com os 30 anos como a de nossos pais lidavam com os 40. A gente se sente velho quando mal saiu da adolescência já.

Lembro que passei por uma crisezinha interna na proximidade dos meus 30 anos. A gente cresce acreditando que a vida se organiza magicamente depois da formatura da faculdade e é muito difícil lidar com uma realidade totalmente diferente do que a que os boomers nos venderam. Nós somos diferentes.


A gente vive num mundo que nos exige muito como profissionais, mas que não nos remunera de acordo. Somos passaros que não se contentam com uma árvore só. A gente vive uma vida que não é a que a gente quer viver, mesmo não sabendo o que é que a gente quer de verdade. Isso não é um textão sobre a incrível geração blá blá blá, é uma constatação dos fatos.

Eu tô fazendo essa introdução pra dizer que é perfeitalmente normal não se encaixar e ter uma crise existencial tão "cedo" na vida. É normal chegar aos 30 se achando velha demais.

Com o passar dos anos acabei conhecendo cada vez mais gente mais nova do que eu. Enquanto a gente era tudo nascido na mesma década, isso não era problema, mas cada vez mais vejo os bebês da década de 1990 nos mesmos espaços do que eu!

E convenhamos, se mais de 3 décadas nesse planeta não é muito tempo, minha alma idosa trata de reparar essa concepção. Eu sou velha de nascença! Mas deixei de me preocupar com isso e faço disso piada.

Eu nasci na ditadura militar no Brasil. É verdade que foi no fim, as diretas aconteceram menos de 2 anos depois, mas ainda assim. É um fato que jogado ao léu sem contexto parece algo quase extraordinário. Me divirto um pouco vendo a cara dos novinhos quando digo isso =P


O filme mais famoso lançado no ano qe nasci foi ET. Que é um clássico até hoje, né? Eu choro até hoje!


Bandas como Titãs e Legião Urbana são formadas, Michael Jackson lança o álbum Thriller e Madonna surge com o single Everybody. É um ano bem prolífico pra música.


O Epcot Center é aberto em Orlando. É o meu parque <3. É também nesse ano glorioso que o Toddynho é lançado no Brasil.


E por fim, foi ano de copa do mundo (na Espanha), com aquele que é considerado um dos melhores times que o Brasil já teve em Copas (com Zico).


Se tem algo que os anos me ensinaram é que eu não devo me preocupar muito com o que os outros dizem de mim e fazer as coisas que me deixam feliz. Posso ser velha de espírito, mas cada dia tento ser mais feliz também. Sou velha, mas tenho ainda muitos anos pela frente pra me preocupar com o que os outros acham de mim.

that would be me. bye!

about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

good reads

@ carol c. [rolê do amor]
@ nicas
@ nati n.
@ line
@ lari
@ lomogracinha
@ fernanda n.
@ paula b.
@ thais h.
@ tany
@ lia f. [verbo ler]
@ maria t.
@ simone pearl
@ anne r. [cat loves vinyl]
@ bruna
@ pamela
@ lecticia
@ gesiane
@ chris m.
@ meire k.
@ carlos & denise

the past



extras

the simple life