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quinta-feira, 20 de outubro de 2016 at 15:00
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eterna briga com a comida

Todo mundo uma vez na vida vai tentar fazer uma dieta. De emagrecimento, de engorda, detox... Pra ficar mais bonita, pra ficar mais saudável ou pela curiosidade.

Pra quem me acompanha há mais tempo, sabe que ano passado eu tentei fazer uma dieta meio fail, e depois eu fui seguir outra com a qual acabei me adaptando. Mas ai eu mudei pra Inglaterra e a dieta foi por água abaixo. Voltei pro Brasil determinada a voltar pra dieta, mas depois de 8 meses comendo comida sem graça, foi muito difícil resistir às tentações. E eu não resisti.

Já falei da outra vez e vou contar de novo: eu não tenho uma relação muito saudável com comida.

Incrivelmente não sou dessas que se apoia na comida como conforto sentimental, mas eu nunca comi direito.

Quando eu era bebê minha mãe já achava que eu era muito magra e vivia perguntando pro pediatra o que tinha de errado comigo. O pediatra dizia que estava tudo bem, inclusive me desenvolvi como qualquer outro bebê, mesmo quando resolvi fazer greve de fome (o que não ajudou a convencer minha mãe disso) com menos de 1 ano. Passei a infância a base de suplemento alimentar (óleo de fígado de bacalhau, calcigenol, sustagen... só não tomei biotônico fontoura porque meu pai era farmaceutico e com certeza já sabia que isso fazia mal) porque aparentemente eu não comia o suficiente. E eu era muito chata com comida, comia super poucas coisas, não experimentava nada que eu achasse minimamente diferente (muito embora também não tivesse nenhuma obsessão por junkie food).

Na época da faculdade eu jantava coxinha quase todo dia, na cantina da ECA. Pizza era pelo menos 1x na semana na república. Coca-cola era o nosso combustível. E eu podia comer todo danete que eu quisesse, porque não tinha meu irmão pra roubar escondido da geladeira.

Quando fui pra Disney, ao contrário de quase todo mundo, eu perdi peso. Porque eu economizava na comida pra ter dinheiro pras outras coisas. Mas nada muito drástico. Porém isso deveria ter sido um alerta.

Quando fui pro Japão, sim, eu sabia que podia economizar na comida. Mas nada me preparou pra rotina de lá. E nem pro que aconteceu na minha vida pessoal durante todo esse tempo.

Descobri que sou do tipo de pesso que perde todo o apetite quando tô passando por um momento difícil. Combinado com a obsessão por guardar dinheiro e uma rotina de ficar de pé pelo menos 12h por dia, 7 dias por semana, eu perdi 7kg em 2 meses. O que é muito, porque eu não tinha excesso pra perder (como todo mundo eu gostaria de perder uns 2kg, mas não era exatamente uma necessidade).

Mas com 20 e poucos anos, o metabolismo é mara. Você controla o peso com pouco esforço. Quando cheguei no Canadá, onde eu não tinha que economizar, cheguei a ganhar um pouco de peso, mas foi só eu perceber e ajustar a quantidade a minha fome real que mais do que depressa voltei a um patamar aceitável (mais do que eu tinha quando deixei o Japão, mas ainda assim bem menos do que quando deixei o Brasil).

2 anos depois, voltei a morar com minha mãe pro TCC, e como não saia de casa, não tinha parametro do meu peso. Engordei uns 10kg em 6 meses. Simplesmente porque a comida estava disponível e eu não tinha que me preocupar em guardar dinheiro (afinal, era dinheiro da minha mãe).

Naturalmente acabei perdendo um pouco daquele peso, talvez porque foi uma época que desentoquei, e depois que me formei comecei a trabalhar.

Foi na minha volta a SP que aprendi a comer melhor, a experimentar mais. Só que isso implicou em ter mais opções de comida pra comer.

Hoje em dia eu adoro comer. Como pelo prazer da gula. Posso sair com pessoas diferentes o fim de semana inteiro pra comer em lugares diferentes e eu não vou economizar. Vou comer tudo que tiver vontade. O que pode ser um problema.

Ano passado fui no endócrino e na bioimpedância deu que meu metabolismo é lerdinho. Disso eu já sabia, porque sempre fui muito sedentária. Mas isso implica na menor necessidade de calorias, ou seja, eu preciso comer menos, porque eu gasto pouco (meu metabolismo basal é baixo).

No começo foi difícil, eu tive que passar por um choque pra achar uma dieta que funcionasse pra mim, não porque exista uma fórmula ideal, mas porque eu precisava entender e aceitar essa idéia.

No início, quando meu médico indicou Dukan, eu nem quis saber disso. O problema é que eu não entendia o que era essa dieta. Eu achava que ia só poder carne e ovo, e por mais que eu gostasse disso, eu não queria comer só isso. Então achei que tentar uma diea de calorias seria mais vantajoso, pois te dá liberdade de comer mais variadamente. 

Mas ai veio o problema da quantidade. E de ter que anotar tudo o que eu comia. Mas eu tinha que passar por isso pra entender. Pra ver que pra mim essa coisa de contar caloria não ia rolar.

Foi então que comecei a pesquisar mais sobre dieta Dukan e descobri que existem várias fases, e pra conseguir seguir, você tem que começar a entender melhor sobre alimentos e alimentação.

Não vou me aprofundar, mas a questão é que pra qualquer dieta séria, é preciso entender a comida e a sua relação com ela. Eu só pude seguir Dukan entendendo minhas próprias necessidades, entendendo a fundo a proposta da dieta e aceitando que eu tinha fazer aquilo, mas também acreditando que eu era capaz disso.

Minha relação com comida mudou um pouco, mas ainda como só pelo prazer. A diferença é que hoje eu tenho consciência disso, o que faz com que seja menos traumático entrar em dieta. E seja dita a verdade, tem coisas que você só entende quando tem maturidade pra isso, quando está aberta a mudar suas convicções.

Se tem uma coisa que eu vejo em todas as dietas, é que é importante parar de se apoiar em produtos processados, e é importante ter contato com o que se come. Nem todo mundo tem o luxo de poder parar pra cozinhar, mas é importante pra quem pode, fazer isso sim. Eu era péssima de cozinha antes, mas só com prática é possível se aprimorar, em qualquer coisa. Só com prática é possível aprender como a comida se comporta no preparo, como você pode fazer receitas simples e saborosas, o que combina com o que, etc.

Acho sempre importante ler sobre um assunto pra poder entendê-lo, então eu leio e procuro me informar o melhor que posso. Isso não quer dizer que eu faça as melhores escolhas ou as que eu deveria fazer, mas ao menos eu entendo as consequências das minhas escolhas, pra não ficar reclamando depois.

É importante notar que isso tudo é uma escolha sim, mas que é uma escolha pra quem tem o privilégio de ter opções. Já fui dessas de julgar gente que se alimenta mal sem discriminação, mas hoje entendo que existem muitos fatores socio-culturais que influenciam nas escolhas das famílias e não dá pra apontar o dedo pra qualquer um saber o que o outro passa. Digo isso porque pra mim é muito fácil dizer que vai fazer dieta, e escolher que dieta quero fazer, porque eu tenho tempo e dinheiro pra isso. E porque tive o privilégio de ter uma boa formação pra entender como tudo funciona e a importância disso na minha vida. (Acabou de me vir a tona o caso da fit girl que não faz bosta nenhuma da vida além de comer e se exercitar que diz que as pessoas acima do peso ideal são só preguiçosas)

Longe de mim dizer que o que eu faço é o ideal, até porque já disse que faço sim escolhas que eu mesma considero erradas. Vivendo com um vegetariano que virou vegano durante nossa convivência eu sei dos danos do consumo de produtos animais, não só no nosso organismo, mas pro planeta, e sei que estou entre as pessoas que poderia optar por ter uma alimentação mais natural, orgânica e vegana, mas eu tenho minhas razões pra não fazer, assim como ele teve pra eliminar o consumo de insumos animais da vida dele.

Sendo assim, depois de passar meses me refastelando, e de não entrar mais em peças que já estavam apertadas antes mesmo de eu ir viajar, resolvi que é hora de voltar pra dieta. Sei que dieta não é uma coisa pontual na vida, então estou me preparando pra incorporar isso na minha vida a ponto disso deixar de ser um evento extra ordinário na minha vida e passar a fazer parte natural dela. Não vai ser fácil, ainda mais quando você mora com outras pessoas, mas é importante começar e ter determinação. Já não sou mais fanática que não sai da dieta, claro que vai ocorrer deslize aqui e ali, mas algo que aprendi é não perder o foco. Na caminhada da dieta, é normal dar uns topreços, mas o importante é não cair e ficar no chão, e sim levantar e continuar.

Sei que é importante me exercitar também, mas isso é tema pra outro post!

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that would be me. bye!

segunda-feira, 23 de novembro de 2015 at 10:30
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alô, alô? planeta terra chamando!

Eu sei que eu sumi desde que as aulas voltaram, mas é que meio que a vida começou a virar rotina por aqui. Não tô falando que isso é ruim, mas deixou de ser aquela novidade constante pra postar. Quem quiser uns posts mais resumidos, fique a vontade de ler o meu outro blog, feito pra viagem, o virginiayoshikawa.com.br (ainda quero postar aqui melhor sobre a viagem pra Bath, don't worry!).

Por causa da redução de luz do dia, também tenho ficado mais cansada - ou será o frio? Tem dia que só quero ficar sentada na cadeira olhando pro nada,sabe? Uma sindrome de adolescente tardia, haha! Sério, tá anoitecendo antes das 17h!!! E até o natal, só piora... Não vejo a hra do natal chegar pro dia voltar a ter mais luz natural, aos poucos! É meio desesperador quando você percebe que a cada dia a noite começa mais e mais cedo...

Tô tentando voltar pra dieta (dukan) aos poucos e acho que vou conseguir. Aos poucos o pessoal tá se tocando que eu não tô comendo as tortas e massas e tô comendo salada sempre. Ainda mo muito ovo, porque é o de mais fácil que tem pra fazer e obter, mas aos poucos tô comendo mais frango. Peixe é dificil de eu achar - o que é um ultraje, numa ilha! Carne vermelha é luxo, nem vou reclamar. Só direi que poderei viver de churrascaria por um bom tempo quando voltar pro Brasil, HAHA!

AND ainda não decidi meu fim de ano. Com os ataques de Paris, tudo ficou incerto - mas ainda vou pra Paris antes de voltar pro Brasil, isso é certo sim! Se alguém tiver uma dica baratinha (até 100 Libras) pro ano novo, somos todos ouvidos =P

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 at 10:30
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a relação com a comida

Com essa história de dieta, comecei a pretsar atenção na minha relação com a comida.  gente sempre pensa que "desconta" as coisas ruins coendo, quando passa por uma fase difícil, e eu não digo que não o faço. Comida já me ajudou a passar por muita frustração sim.

Mas ai comecei a notar. Começar a dieta é sempre ifícil porque implica mudança de hábito. A gente tende a ecarar como "deixar de comer coisa gostosa e que engorda", mas na realidade, é uma forma de aprender a comer o que a gente precisa, não o que a gente quer.

Eu nunca tive uma relação boa com a comida. A vida inteira.

Quando eu tinha meses de idade, fiz greve de fome porque minha mãe ficou grávida do meu irmão. Veja bem, um bebê deixou de se alimentar por birra.

Meu irmão sempre foi um bebê gordinho. Eu sempre fui magrinha, meio enjoada pra comer, mas nada grave. Sofria na comparação, minha mãe vivia no médico perguntando se eu não tava doente.

Passei a infância a base de suplementos. Óleo de fígado de bacalhau, Calcigenol, Sustagen. Graças a deus nada me fez ganhar peso de forma significativa. Mas toda hora era um bullying pra eu comer mais, comer melhor. Mesmo que eu comesse o mesmo tanto de todo mundo, e não deixasse comida no prato.

Eu era enjoada sim, mas nunca passei fome. Passei foram uns bons anos comendo legumes que eu odiava. Mas no fim, eu comia.

Meus pais sempre regularam a nossa alimentação: refri só de fim de semana, nada de balas e chicletes durante a semana, doce só umas 3 bolachas pro intervalo da escola, nem pão a gente comia se não fose no café da manhã (e a gente não comia de manhã). E ai quando tinha alguma "besteira" em casa, ou eu comia logo, ou meur irmão sumia com  parte dele e com a minha.

Ai eu mudei de cidade pra fazer faculdade. Estava LIVRE! Podia comer o que eu quisesse, na quantidade que quisesse! Ninguém mai ia roubar a minha parte! Mas né, também não era a maor fartura do mundo. Toda a oportunidade de uma boca livre era uma oportunidade de encher a pança. Porém nada que me levasse a virar obesa.

Ai eu fui pro Japão. Naquela loucura de fazer dinheiro. Só queria ganhar, não queria gastar. E no que a gente vê dinheiro indo embora? Comida. Comia o mínimo, pra gastar o mínimo. Perdi 7kgs comendo umas mil caloria por dia, trabalhando de pé 12h por dia, 7 dias na semana.

Por 2 anos, essa experiência me fez ficar satisfeita com pouco. Porque, vinda de uma família de decendencia japa, não podia deixar nada sobrar no prao, e eu nunca deixava. Mas ai percebi que não aguentava, passava mal de tanto comer. E passei a não raspar o prato, pegar menos comida, comer só aquilo que cabia no meu estomago.

Até eu voltar pra casa da minha mãe. Agora sem meu pai, minha mãe não tem limites pra mimar os filhos. Principalmente com comida, que dos mimos, é o mais acessível. Ganhei todo o peso perdido e mais um pouco. Sem me dar conta, porque quase não saia de casa.

Voltei pra SP quase rolando, mas com a vida mais agitada, consegui perder um pouco do peso adquirido, mas nem de longe voltei ao que tinha no Japão.

Os primeiros momentos foram mais difíceis, e não rolava gastar muito, mas dava pra não ter que passar fome. Não dava pra viver de bnquete também. Até os empregos melhorarem. E ai sim, poder comer o que bem entendesse, quando quisesse.

Passei épocas em que saia pra comer pelo menos 1x na semana, sem contar as refeições do fim de semana. E isso é um perigo, porque quando não é você que faz seu prato, é muito mais fácil comer mais do que se deve.

Eu confesso que é muito difícil deixar de comer. E comer certo. Não encher a cara daquilo que eu gosto, mas comer aquilo que me faz bem. Eu nunca vou ser food-nazi e fiscalizar o que os outros comem. Pelo contrário, sempre terei o olho grande na comida alheia, sempre vou elogiar foto de comida no instagram, sempre vou pedir dica. Porém, foi necessária muita força de vontade pra começar a dieta. É sempre um exercício mental, acima de tudo. De se convencer que é possível. Por muito tempo eu fui a pessoa que achava impossível viver sem coxinha, batata frita, gohan e afins engordativos. Ainda acho que é, mas é importante eu aprender a me comportar. A comer em quantidades saudáveis, não como se o mundo fosse acabar no próximo segundo.

Longe de mim ser palestrate motivacional, mas é uma verdade: dieta é possível, mas envolve esforço. É muito menos do que imaginamos, mas ainda assim, é esforço. Nada do que queremos pode acontecer assim, do nada. Mas é preciso querer de verdade. Acreditar que é possível.

Eu passei um tempo sem acreditar que era possível. Depois passei um tempo achando que eu conseguiria, mas não fiz nada pra isso acontecer. Levou um tempo pra entender que eu tinha que correr atrás pra fazer acoontecer. Mas a partir do momento que decidi me empenhar, foi menos doloroso do que achei que seria. E no fim, agente não pode levar tudo a ferro e fogo. Hoje não acredito mais em gente que não desliza em nenhum momento da dieta. O importante é se levantar de novo e seguir em frente.

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segunda-feira, 13 de abril de 2015 at 10:30
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acompanhamento médico

Acho que nunca fui tanto no médico como nos últims tempos. Bom, ajuda o fato de eu ter tempo. Não sei como as pessoas conseguem conciliar tratamentos com vida profissional...

Bom, ppor conta da dieta, voltei o endócrino queridinho ao fim desse mês de dukan na minha vida. Comprei uma balança pra acompanhar e dar motivação, então sabia o meu peso. Mas é bom ouvir as coiss do médico.

Realmente perdi peso, e é incrível como consegui levando em conta que só faço pilates 1 vez na semana. Deixei de comer carboidratos, mas continuei tomando açucar (ops!). Cortei boa parte da gordura, porque também não comi fritura. E tomei mais ou menos o remédinho do mal. Consegui manter a massa magra e perder bastante gordura. Claro que não é o ideal ainda porque continuo com muita gordura, mas já é um bom avanço.

Mas o mais "divertido" é conversar com o médico. Acho que eles tem que escutar mesmo o que a gente sente em relação ao tratamento pra moldar as recomendações de acordo com o que podemos fazer.

Eu super falei pra ele que o remédio do intestino me faz peidar gordura. Nessas palavras. Ele riu. Mas não é muito agradável. Porém, com essa observação nada fina ele disse que não ia aumentar a dose do remédio como pretendia.

Também falei que não ia voltar a tomar Whey por nada na vida. Ele deixou eu comer mais ovos.

Ah, também me deixou comer frutas! Sério, foi um alívio. Mas não me deixou comer doces ainda =( Nem massas. Só pão integral. Em dia de "treino".

Carne de porco também tá liberada, mas porcausa do remédio que faz peidar gordura,tenho que escolher bem o dia. Sério, adoro muito carne de porco.

Ele concordou que eu provavelmente vá perder mais peso com os exercçios (duh!), mas tem que ser um passo de cada vez. Nunca serei rata de acaemia, e sempre vou reclamar de exercícios. Por outro lado, como nunca me movimento, os resultado podem ser potencializados =P

Já contei que vou viajar (mais sobre isso quado estiver tudo certo) e que jacarei bonito e com muita vontade e ele disse que ok. Eu prometi me comportar até lá para fazer a farra lá na frente. Enquanto isso, vou voltar ainda mais uma vez pelo menos pra ver como vão as coisas e pedir exames praver se o fígado tá se recuperando, que no fim, é o mais importante.

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quinta-feira, 9 de abril de 2015 at 18:26
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consolidando uma nova maneira de pensar

Sou péssima pra manter um diário. Mais péssima ainda quando os dias começam a ficar muito parecidos. Foi o que aconteceu com essa dieta.

Consegui alternar quase sempre dias de pura proteína com dias de proteina e vegetais. Dias de proteía pura são meio chatos, mas dá pra sobreviver se você tiver criatividade. Eu não tenho, mas sobrevivi, porque gosto de carne. Na pior das hipoteses, podia passar o dia com frango assado do supermercado ou um bife a cavalo. Hmmm...

Nos dias em que os getais podiam fazer parte do prato, acabei abusamdo do macarrão de abobrinha e do moyashi, além da salada de alface, pepiino, palimto, tomatinho e queijo branco. E o ovo, sempre salvando quando batia aquela fome fora de hora.

Desti do café da manhã. Dava muito trabalho e eu acabava indo almçar muito tarde, o que é um problema em tempos em que a água da rua acaba no meio da tarde e você tem que economizar pra tomar banho e dar descarga...

Resisti a muitas tentações, e jaquei de verdade só uma vez: minha mãe e meu irmão vieram pra SP pra gente ir no Mocotó. E ainda assim comi só dois dadinhos de tapioca \o/. Chocolate comi nesse dia e UM brigadeiro em dias distintos. E num aniversário. Eu merecia uma medalhinha por me comportar tão bem diante da comida.

Mas nem tudo são flores, houve muitas saídas onde tive que me content em comer as carnes ou não comer at all. Batata então, nem pensar! Pão? Tenho medo do que tanta farinha branca e gluten podem fazer com meu corpo quando puder voltar a comer.

Pelo lado positivo, perdi peso sim, e me sinto menos inchada. Concidentemente parei de tomar pílula, então são sei se a pele continuar boa é reflexo disso ou o que (ou minha pele sempre foi boa mesmo e nada influencia, vai saber).

Dos remédios, eu tomei mais o menos 2 deles: o do fígado e o do intestino. Mais ou menos porque são grandes e difíceis de engolir, então tinha dia que não rolava. Um deles é aquele que impede o intestino de absorver a gordura dos alimentos. Ajuda a perder peso, mas não é milagroso. A importância dele é que assim essa gordura não chega no meu fígado cambaleado. Só que ele tem um efeito inesejado: você peida ordura. Isso, não é fino dizer essas coisas, mas é a realidade: quanto mais gordura ingerida, pior. Eu quase não tô ingerindo gordura e tem sido difícil as vezes. Fora que os ácidos graxos que saem junto deixam a coisa meio avermelhada. Feio mesmo. Mas não é de manchar roupa nem nada, só percebi isso na hora de ir no banheiro e me limpar. No começo parece até sangue, mas depois fica menos pior.

Me comportei até na Páscoa: não comi aquela batata tão delícia da bacaloada. Comi uns chocolatinhos, mas não me empanturrei (até porque não ligo tanto assim pra doce e a vontade diminuiu muito mais nda com essa reeducação alimentar).

A verdade é que muita gente comentou e elogiou minha força de vontade, o que deu animo pra continuar. Ninguém ficou zuando minha cara nem me tentando a jacar. É chato ir nos lugares e não poder comer, mas é por enquanto. E eu tenho que fazer o esforço de não jacar todo o santo dia. o que eu era bem capaz de fazer antes.

Os exercicios eu nem fiz, porque eu acredito em fazer as coisas aos poucos. O começo foi bem traumático, deixar de comer dá um puta mau humor, mas agora já acostumei, e vou procurar ua atividade extra, até porque percebi que estagnei na perda de peso e medidas. Mas tá difícil achar um lugar com plano amigo: tudo caro e pra quem quer se comprometer num prazo muito longo. É por isso que tem tanta gente sedentária...

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quinta-feira, 19 de março de 2015 at 10:30
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mudança de hábitos

Depois de passar 4 míseros dias comendo só proteína, comecei a alucinar e sentir falta de salada e de legumes! Eu! Na verdade é falta de opções do que comer. Não sei como passei uma temporada de Japão comendo todo dia a mesma coisa... Fiquei feliz de entrar na fase de cruzeiro e reintroduzir plantas no meu cardápio!

Dia 5 - Salad, at long last!

Acordei em cima da hora pra fazer a mão. Não rolou café da manhã. E também rolou preguiça.

No almoço, mamys preparou a saladinha de sempre. O moço da entrega não mandou o moyashi, mas tudo bem. Já tava feliz de poder comer alface e pepino junto com frango. Assado. Sem pele, mas ok.

A tarde fomos no shopping e rolou meu Starbucks sagrado. Com os brigadeirinhos me olhando e me tentando. Resisti!

A noite, rolou tofu e tako. Amo <3

Dia 6 - Raizes japas salvando!

O aniversário do meu irmão foi mês passado, mas não deu pra comemorar, então comemoramos nesse finde com um Gengis Khan <3 Mamys preparou uma parte pra mim no azeite (porque na versão de casa os legumes e carne são preparados na manteiga). Só amor! Senti falta de comer gohan, mas ok. Por uma boa causa.

Como o almoço saiu tarde, comi ovos fritos mais tarde, antes de dormir.

Eu sei que deveria fazer os dias de só proteínas e proteínas com legumes intercalados, mas não dava pra pular uma refeição de gala dessa forma, hihi...

Dia 7

Dias de preguiça. Nada de café da manhã. Pula direto pro almoço, franguinho assado em casa com vovó. Difícil ver tanta pele de frango e não comer </3

A noite, comi mais frango. Resto do almoço. Frio! Aprendi com meu irmão a fazer isso. Mas confesso que é mais gostoso quando você pode comer com arroz quentinho. E pele </3 </3

Dia 8

Dia de pôr o diu. Acordei em cima da hora. Nem tomei café.

Na volta, no almoço, comi o resto do Gengis Khan. Fui embora e esqueci a "feira"que mamys tinha feito pra mim =( E chegando em SP descobri que o supermercado mais perto tava lacrado pela prefeitura! Me restou ir no japa aqui perto e comer tepan sem arroz...

Dia 9

Por sorte tinha um pedaço de salmão no freezer e isso foi minha salvação pro almoço. Meu irmão passou em casa e trouxe a feirinha da mamys <3 A tarde fui na liba e achei shiratakis e mame <3 A noite rolou ovosfritos...

Dia 10

A dona da casa onde moro lembrou que tem um sacolão aqui perto e fui lá comprar algumas coisas pra comer. Dia lindo pra comer carninha! Resolvi fazer os shiratakis. Odiei. Ainda bem que tinha a carne. E salada. A noite sai pra encontrar um amigo e comi salada da Seleti. Não é ruim, mas o frago poderia ser melhor...

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terça-feira, 17 de março de 2015 at 10:30
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double d: diu & dieta

Sei que as duas coisas não combinam muito, mas achei besteira fazer 2 posts, um pra cada coisa, sendo que nem tenho tanto o que falar sobre cada uma.

Fui colocar o DIU já tem 1 semana. Esperei pra falar mais pra ver os efeitos.

Eu coloquei com uma médica que eu nunca tinha ido, recomendação da minha médica (porque ela não fazia o procedimento na clínica dela). Como ela nunca tinha me visto, fez um exame rápido pra ver se estava tudo certo e planejar como seria a colocação do diu.

Eu não sei outras mulheres, mas eu nunca achei muito confortável fazer papa-nicolau, que é rapidinho. Agora imagina ter que ficar com aquele aparelho "lá" mais do que o "normal"? Patcha desconfortável!

Mas enfim, no exame ela descobriu que meu útero é invertido, o que não é nada ruim, só não é muito comum.

Para colocar o diu ela dá um "beliscão" com um aparelho no útero, que é meio estranho, mas não chega a doer. O diu vem num tipo de aplicador que ela coloca até o útero e deixa só a parte que é o diu em si encaixado no útero. É estranho porque a caixa do produto é enorme! E pronto, acabou, levanta, se veste e vai embora. A recomendação depois do procedimento é tomar um remédio para cólica, só. Ah, e um absorvente porque pode sangrar um pouco.

Eu não tomei nenhum remédio. A clínica é atrás da rua de casa, voltei andando, deitei um pouco, logo fui almoçar e vim embora pra São Paulo. Durante o dia houve um desconforto, mas nada demais, nada de incapacitante. E sangrou só nesse dia. Agora é só felicidade!

Estou há 1 mês e meio sem tomar pílula e ainda não percebi nenhuma diferença na minha pele ou no meu organismo, mas já tomava a muito tempo e talvez ainda demore para dar alguma dferença, se é que haverá alguma.

Sobre a dieta, disse que ia contar como andava, né? A primeira fase finalmente terminou e estou há 10 dias na segunda fase. Mas tenho que contar como foram os últimos três dias da outra fase.

Dia 2

O café da manhá foi de novo a panquequinha com presunto magro. Esquentei a panqueca na frigideira e ficou bom. Talvez ficasse melhor na torradeira, mas não tenho aqui.

De almoço fiz uma parte do salmão que comprei. Fiquei com medo porque nunca tinha feito peixe na vida, vai que não cozinhasse tudo? Mas no fim, deu tudo certo e na verdade, ficou muito gostoso!

A noite, resolvi testar fazer ovos mexidos com um pouco de leite. Fica mais cremoso e até bem gostosinho!

Dia 3 - voltando pra roça

No dia seguinte meu irmão viria pra SP e me buscaria de carro. Tomei meu café de sempre e de almoço, na preguiça, comi outro omelete. Dessa vez incrementei com salsinha e cebolinha. Teria ficado mais gostoso com ervas frescas, mas ok.

A restrição de amidos e farináceos tem se provado um desafio pra minha mãe. Ela me ligou e ficou perguntando o que eu podia comer. Trouxe pra casa umas fatias de lagarto com molho. Tive que tirar o molho.

Dia 4 - finalmente, o último dia!

Acordei e tomei meu café de sempre. Pus a panqueca na torredeira, achei que ficaria mais crocante. Não notei diferença significante. A tarde, sai e fui pro shopping. Comi um michui de frango. Na verdade, comi o frango do Michui. Foi meu almoço AND jantar. Eram 3 cubos grandes de carne, mas deu fome a noite e comi ovo frito a noite.

Conclusão

Essa fase coincidiu com dias em que não tinha muitas coisas pra fazer, então fiquei meio entediada e só pensava em quando e no que ia comer. Teria sido mais fácil passar por esse ataque se tivesse mais atividades, porque foi meio desesperador, o tempo não passava! Mas sobrevivi e sou prova de que força de vontade funciona (tenho que me lembrar mais disso na minha própria vida)!

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quarta-feira, 4 de março de 2015 at 10:30
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set, ready, go!

Então, né, tenho que começar a dieta. E pra coisa andar bem, é bom fazer um diário. A partir do momento que você para pra ver escrito aqilo que anda consumindo, passa a ter mais consciência da sua própria alimentação.

Como eu já tinha mencionado, resolvi fazer a dieta Dukan, a famosa dieta das proteínas. Eu não sou lá muito afeita a dietas radicais, mas conforme o diagnóstico dos meus exames, eu não posso mesmo abusar decarboidratos. Não é só uma questão de perda de peso, é uma questão de saúde do meu fígado.

Resolvi me aprofundar no assunto, já que teria que conviver com isso, e resolvi comprar o livre "60 dias comigo - Objetivo: - 10kg", do próprio Dr Dukan. Ele é tipo um livro de auto ajuda da dieta: ee explica como a dieta vai funcionar e, dia a dia, te acompanha com textos motivacionais e cardápios.
Uma das coisas que acho difícil de fazer é criar cardápios. Me sinto meio perdida porque nunca tive que pensar assim. Comendo fora, cada dia é uma surpresa. Mas como agora sou "a toa", tenho que me preocupar com o que vou comer cada dia. Isso me atrapalhou bastante na dieta que deveria ter seguido mês passado, mas foi uma lição.

O livro não só te dá um cardápio, mas dá a receita para várias coisas diferentes. E é como um guia. Sério, quando se trata de comida, as vezes eu fico meio perdida com tanta opção!

A verdade é que eu adoro comer e essa dieta vai ser uma grande provação. Mas no momento meu corpo tá pedindo, então tô indo com fé!

A dieta consiste de 4 fases, e no livro ele passa por 2: o ataque, que é a semana das proteínas, e o cruzeiro, que é a consolidação da dieta, intercalando dias de só proteina, com dias com legumas e erduras também. Pra mim foi bom ler o livro para entender isso: que a dieta não era puramente restritiva. Ainda assim, arroz, batata, mandioca, pães e esses carboidratos v1d4 l0k4 não são permitidos.

Existe um cálcuo para saber quanto tempo a primeira fase vai durar, baseado em quanto peso cada um quer perder. Graças a Deus, apesar de querer perder muito peso, a primeira fase para mim vai durar só 4 dias. 4 dias onde o único carboidrato que posso comer é farelo de aveia. Prontamente utlizado em uma panqueca/pão para comer com queijos ou presunto magro.

Bom, mas e ai? Eu já comecei, né, e vou relatar aqui o processo.

Dia 0 - as compras

Confesso que não estou seguindo rigidamente o cardápio do livro, mas peguei as receitas que mais me apeteceram e montei um cardápio pra mim. Com isso, fui as compras.

Vou ter que começar a prestar mais atenção não só no que eu compro, mas onde compro e nos valores. Nunca precisei comprar muita comida de uma vez só, então quando ia no super, comprava a marca que parecia mais legal, a marca "lá de casa", sem critério algum. E bem, compra de comida pesa no bolso também.

Também comprei uma balança, pra saber o meu peso.

Dia 1 - dolorido começo

Como falei antes, posso comer 1 projeto de "pão", a panqueca de farelo de aveia dukan. É a primeira receita do livro. A porção dá para 4 pessoas, ou no meu caso, 4 dias. Ideal!

Só não é ideal a receita levar claras em neve e eu não ter uma batedeira em casa. Notem, eu alugo um quarto na casa de uma senhora, que coznha tanto quanto eu, ou seja, nada. Ainda tive sorte de ter uma "pá" pra bater clara em neve. No braço. Já tô pensando na aquisição de um mixer. Aquisição = procurar na casa da minha mãe um que esteja sobrando.

No começo não botei fé na mistura, mas com as claras, a coisa ficou com consistência de massa de panqueca. A primeira ficou meio queimadinha, mas as outrasficaram com uma cara melhor.

O gosto não é sensacional, mas é bem comível. Chao de pão, porque ela fica gordinha e pode ser comida como tal. Dobrei, coloquei queijo e presunto e vambora!

Não tomei nada quente, mas tá muito quente pra tomar coisas quentes! E eu também não lembrei. Quem sabe rola um chá quente no dia seguinte?

Fui pra aula de pilates e a bateção da clara realmente rendeu. Meu braço ficou dolorido e eu nem fiz exercício de braço!

Na volta comprei cebolinha e salsinha picados, que não tinha achado antes, e fiz um molho com azeite e limão. Pra comer com frango. Até queria fazer algo mais elaborado, mas rolou preguiça. Quem sabe outro dia? Mas o frango ficou bem gostosinho. E rendeu. Virou jantar também, hihihi...

Nas refeições, posso tomar suco de limão. Com adoçante. Adoçante my ass! Já não posso tomar suco de laranja! Suquinho de limão com açucar sim. Só um pouquinho, hihihi...

Durante o dia vou tomando meu chá mate sagrado e muita água. Não sei porque, mas deu muita sede o.O. Desse jeito as garrafas de água mineral não darão conta =(

Já peguei mais receitas online de coisas fáceis de fazer, vamos ver se amanhã rola algo menos preguiçoso, né?

Se que com a restrição a saladas, passei o dia ega pensando em um pepino com sal e limão T.T

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 at 10:30
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a importância de um médico que fala com você

Um problema que enfrentamos e a qualidade (ou falta dela) no atendimento médico. Não importa se de emergência ou não, quantas vezes, mesmo sem ser no sus, você sentiu que não entendeu nada do que o médico dise ou que ele não teve boa vontade de falar com você (eu sei, o convênio paga pouco e blá blá blá, mas ninguém é obrigado atender convênio, é só não colocar no seu portfolio)?

Um dos problemas é que a faculdade não foram gente, forma máquinas. Não existe, fora da comunicação, aulas de comunicação nas faculdades. O médico não tem que curar doenca só, tem que educar e informar também.

Tenho um médico muito bom, meu dermato, que mesmo no convênio, sempre me atendeu muito bem. Do tipo de sempe olhar minha pele e meu cabelo,ter histórico salvo e sempre acertar nas indicações de produtos. Do tipo que senta e conversa, tira dúvidas e explica as coisas (nunca tive problemas com espinhas, não me perguntem sobre isso, haha).

Ai outro dia, fui naquele endocrino que a Nicas recomendou. E já tive o retorno. No fim, jaquei bonito nos últimos dia da dieta, mas tudo bem. O que imorta é que ele havia pedido um exame super completo, e claro, espiei pra saber  resultados. Teve umas coisas que eu não entendi, mas deixei pra tirar duvidas com ele.

Nunca na vida ninguém esmiuçou um exame pra mim. Do tipo comentar o bom e o ruim. E explcar.

Eu vi que ele tinha pedido uma coisas que eu não lembrava nunca de terem pedido pra mim, mas também nunca tinha passado por um endocrino. Eu pesquisei no santo Google os termos e sabia levemente o que aqueles resultados queriam dizer.

Há um tempo atrás fiz um ultrassom do fígado que deu uma coisa que significa que meu fígado era inflamado de gordura. Isso, claro, só descobri porque dei um Google. O médico não perdeu 2 minutos (depois de atrasar tip 1 hora) pra me explicar nada, só dizer que era normal e que, a parte de não comer muita gordura, eu não tinha o que fazer pra melhorar isso.

Esse diagnóstico bateu certinho com tudo o que estava errado no meu exame: colesterol, ferro, além dos elementos que são instrinsecamente relacionados ao funcionamento do fígado, claro. Mas, ao contrário do que o outro médico picareta me disse, não tinha nada a ver com a gordura: meu problema é de insulina, diretamente relacionado a carboidratos. Tudo bem que existe a preocupação com os carboidratos por causa da forma fíisica e tal, mas nunca ninguém me disse que isso dava outros problemas além de diabetes e triglicérides alta. Sempre se rezou que não se deve comer carboidrato porque engorda, e só.

Eu já estava pensando em começar uma dieta Dunkan, e agora que descobri isso, e discuti com o médico, vejo que é o melhor pra minha saúde.

E veja bem, não estou cortando glúten diretamente, mas carboidrtos, principalmente coisas tipo batata e mandioca e até meu amado suco de laranja!

Eu gostei muito mais desse retorno do que da consulta anterior, mas mesmo antes o médico já tinha sido super atencioso, muito além da média! Importante que ele me informou e me orientou, sem me forçar a nada. Eu acabei escolhendo a dieta da proteína porque tive as nformações necessárias.

Ah, e mesmo jacando master (lasagna com pizza com pipoca e coca cola no msmo dia, oi?), ele ainda elogiou minha linha de pensamento e ação =D Como não gostar de alguem assim?

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015 at 10:30
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dietando: 2 semanas

Resolvi escrever sobre a dieta com algum tempo. Porque acho que o começo é sempre mais fácil, porque tem uma empolgação maior. Depois começa a ficar mais difícil.

2 semanas parece pouco, mas pra quem gosta de comer, até o jejum pra fazer um exame de sangue é uma dificuldade.

Como disse, o começo pareceu mais fácil. Primeira semana foi ok, fiquei na meta. Decidi não contar muito o fim de semana. É muita maldade não me deixar comer no fim de semana também!!!

Como estou em casa por conta, eu que tenho que me virar. E ai percebi uma coisa: sou péssima pra criar menus. E também é difícil pensar em muitas variações sendo sozinha. O mundo não se adapta muito aos solteiros. Ou eles acham que somos todos muito glutões.

Uma coisa boa de anotar tudo o que se consome é ter uma consciência maior de cada coisinha que se come. Eu, por exemplo, como pouco nas refeições. Mas sempre quero comer algo gordinho entre elas. Tipo amendoim. Que eu não sei comer de pouquinho. Ou a batata frita do Mc Donald's. Que eu só sei comer se for a porção maior.

A segunda semana foi mais difícil principalmente em relação aos exercícios. Eu realmente preciso de uma companhia pra me motivar. Fazer exercício sozinha não é só chato. Eu não consigo ter compromisso com algo que eu acho chato de doer! Também jaquei um pouco, sai pra comer fora e talz.

Porém, me olhando no espelho (sem me pesar ainda), acho que desinchei um pouco. Também pode ser efeito de ter parado de tomar pílula (aliás, vou trocar o método anti concepcional em breve, merece um post sobre)...

Ai um dia desses tava na livraria matando o tempo e vi um livro sobre dieta Dukan (de proteínas) e resolvi fazer uma pesquisa. O livro em específico que achei não só explica e dá dicas, mas é também um dia a dia da dieta, o que me pareceu muito interessante. Vou levar a idéia para o médico e ver o que ele acha...

Ah, tô pensando em entrar na dieta da proteína pra ver se consigo me livrar de Whey Protein. PUTA MERDA, como o pessoal consegue tomar isso todos os dias e não desistir??? É INDESCRITIVELMENTE ruim!!!! Nojento!!! Mas né, vou tomar até a próxima consulta porque essa bagaça custa bem caro...

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 at 10:30
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new beginings

Quando essa coisa de blog começou, junto com o bug do milênio, a gente escrevia diarininho. Contava como era o nosso dia e talz. Outro dia estava numa dessas listas nostalgicas do Buzzfeed e fiquei imaginando uma vida pós anos 90 sem agendas e diários de papel. A geração mais nova sabe o que é escrever seus sentimentos sem medo de ser julgada? Ou contar seu dia só pra deixar registrado?

Bom, tô desempregada e resolvi tirar um merecido e muito necessário período sabático. Não vai ser aquela coisa linda que a gente vê por ai com viagens e gastança, sou pobre e minha maior "sorte" é poder tirar o seguro desemprego, mas vou dizer que tô feliz. Tô aliviada de pela primeira vez na vida me sentir livre pra fazer aquelas coisas que a gente sempre se promete e nunca acha tempo pra fazer: dormir melhor, comer melhor, passar em médico, ir no dentista...

Comecei passando num endócrino. É um ai que uma blogueira famosa falou sobre. Eu não teria passado nele se a Nicas não tivesse falado bem. E olha, costumo confiar na opinião dessa menina (uma das minhas pessoas favoritas pra seguir no twitter). Marquei a hora e fui com muita expectativa.

Eu realmente acho que esperei por um santo milagreiro. A consultadecepcionou um pouco? Decepcionou sim, mas não foi ruim. Na verdade ele foi muito acima da maioria dos médicos que eu já me consultei antes, em qualquer especialidade.

Não sou mais 9vinha (apesar de já terem me dado quase 10 anos a menos por causa dessa cutis sensacional *flips hair*) e depois dos trinta, ó, só morro abaixo na questão metabólica.

Tá, sou sedentária e reclaminha. Mas como já tinha lido, o médico joga limpo. Simpático mas duro na queda. Conversamos sobre estilo de vida, opções disponíveis e realidade de emagrecimento. Nada nessa vida que valha a pena é fácil.

Assim ele me pediu uns exames, mas já me passou uma dieta e rotina de exercícios. Tudo negociado. Assim eu escolhi começar com dieta de pontos, que nada mais é do que contar calorias. Descartei a de proteinas por enquanto porque me conheco e não funciono com regimes totalitários. Cortar carboidratos seria não poder tomar nem um bom suco de laranja nunca mais (que drama), então prefiro reduzir quantidade do que eliminar alimentos.

Ele também pediu pra fazer exercicíos. O ideal seria fazer musculação. Já faço pilates 1x por semana (pode rir mesmo), então perguntei como posso começar leve. Vou começar com caminhadas. E pro meu alívio, nem precisa ser muito. Acho que o problema sempre é achar que o esforco vai ser demasiado pra motivação.

Agora tô na casa da mamãe aproveitando os últimos momentos de liberdade alimentícia. Não que eu vá comer um banquete todos os dias, mas quero aproveitar dias sem ter que me preocupar em contar calorias antes de pegar firme da proposta.

Cenas dos próximos capítulos...

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about the girl

Pode me chamar de Vy. Balzaquiana com cara de universitária. Turismóloga de formação. Rodinha não só nos pés, mas no coração também. Introvertida. Blogueira old school.

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